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Do fundo do baú

A noite em que meu amor permitiu tudo.

Nunca pensei que uma coisa dessa fosse acontecer comigo, mas aconteceu, e hoje passo dar ciência a você como tudo deve , pode e aconteceu, antes do ato final que vou narrar.
Meu nome é Juliana, sou loira, cabelos curtos, tenho uma estatura que foge um pouco do padrão da mulherada brasileira, o que chama muito a atenção por onde passo, tenho bom peso, me fazendo sentir em forma. Meus seios, esses sim difere um pouco do meu perfil, pois são pequenos com bicos grossos. Parece brincadeira, mas eu acho que ele e minha bunda são as melhores partes do meu corpo. Tem a boceta que é claro, fica em primeiro plano, no mais eu me acho uma garota gostosa e meu noivo podia comprovar sempre que nos encontrávamos e íamos acalmar o nosso abrasamento, sobre uma cama, fosse em um motel, na casa dele ou até na minha. O sexo permeava nossos encontros de uma forma totalitária e quando voltávamos para nossos aconchegos, vinhamos com a alma lavada e o sexo sossegado.
Marcos, era um rapaz que me dedicava todo seu tempo para elogio e mal chegava perto de mim, já estava de pau duro. Era até engraçado, pois as vezes, dependendo do lugar em que estávamos ele tinha que se virar para esconder aquela intumescência que aparecia escandalosamente em sua calça. Eu , por minha vez, me sentia super valorizada, acreditando mesmo que era uma super mulher. Ele me fazia acreditar nisso. Meu homem, era, tão alto quanto eu, belo, forte e inteligente. Era o responsável por um departamento de finanças de uma multi, onde comandava um grupo de homens e mulheres. Benquisto por todos, mantinha um relacionamento entre todos em perfeita harmonia, o que era muito salutar para a empresa.
A gente sempre escolhe pessoas para ser de nosso relacionamento mais intimo e com Marcos não podia ser diferente. Ele tinha dois amigos que eram inseparáveis.
João, era um cara negro, musculoso, de sorriso franco, muito bem apessoado e que falava fluentemente algumas línguas, o que o tornava muito especial para certas interlocuções com clientes estrangeiros.Ele era muito divertido e tinha um sonho que era ficar com a sua colega de trabalho, uma tremenda gata, que não lhe dava a minima atenção, pelo menos, não no que ele desejava. Ela sabia que ele movia céus e terra para vê-la feliz. Mas isso não era suficiente para aquebrantar a frieza de seu coração. Mesmo assim ele insistia. Esse cara era um dos amigos intimo de meu noivo.
Sérgio se resumia naquilo que a gente podia definir de bom caráter e pau para toda obra. Não dizia não para ninguém e por isso mesmo as vezes, abusavam dele. Era um crânio no que dizia respeito a computação e era formado nesta área.Era concorrente direto de João, na conquista de Madalena, a tal gata, que me referi logo acima, a grande paixão deste. Mas apesar de ter apartamento próprio, carro do ano e sempre que podia ia viajar para o exterior, isso não animava a bela moçoila, que sabia do interesse dele nela. Sérgio, era uma pessoa que você sentia prazer em estar do lado, pelo seu tom descontraído de desconstruir um emaranhado de dificuldades em algo de fácil solução. Só no quesito amor é que vivia emperrado, sem solução aparente. Pois bem, esses eram os amigos fiéis de meu noivo. Não vou falar de Madalena, por enquanto, mas dedicarei um capítulo especial a ela em breve.
Não era rara as vezes que eu ia ao encontro de Marcos em seu local de trabalho, onde , quando tinha alguma coisa que precisava uma analise mais acurada, ele ficava fazendo revisões. Eu ficava sentada a sua frente, as vezes tirando sua atenção do que fazia, pois queria era dar um gostosa trepada ali naquele lugar tão exótico, com suas enormes janelas envidraçadas, que permitia que se visse a cidade inteira com suas luzes piscantes. Cheguei a ir até seu escritório, apenas com um casaco sobre a pele e nada mais, para surpreende-lo e rolarmos sobre o grosso carpete, onde eu o desnudava completamente e via surgir diante de mim, aquele pênis que sempre me causava um frisson. Eu sentava a sua frente e o tomava na boca, até onde era possível engolir e o via fechar os olhos e ranger os dentes, diante daquela carícia que adorava. Quando eu terminava o sexo oral, ele me levantava e me levava para a mesa de trabalho onde me deitava e abrindo minhas pernas me lambia o sexo até que eu gozava, depois, como estava na altura ideal, ficava na ponta dos pés e metia a rola em minha xoxota que estava toda molhada e sequiosa de recebe-lo bem lá dentro. Enquanto estocava, apertava meus seios ou me dava os dedos para chupar. Eu gritava enlouquecida, percebendo que os meus pontos mais sensíveis estavam sendo
ativados. Eu ficava super excitada ao ver o rosto do meu amor, refletindo o tesão que estava sentindo, ainda mais me vendo exposta para toda cidade ver, se houvessem pessoas com binóculos ou lunetas a procura de flagrantes da cidade. No silencio da noite, apenas o som do seu baixo ventre contra a minha vulva era
ouvido. O flap, flap, do entra e sai na minha xoxota eram música para meus ouvidos, porém, por mais que estivesse concentrada naquela melodia, não me passou despercebido o som de algo muito conhecido. O elevador fora acionado.Seria o vigia? Se fosse estava sabendo que estávamos ali, portanto não desceria naquele andar. Acreditava que Marcos estava em trabalho e eu o acompanhava, pois me conhecia como noiva dele e que várias vezes ali estivera.
A pica de Marcos estava tão gostosa dentro de mim, que me desliguei do exterior passando a curtir o nosso momento intimo.
Uma lufada de ar frio, arrepiou minha pele e me alertou que alguma coisa se abrira ás costa de meu noivo. Procurei visionar o que era que esta aberto, mas Marcos me puxou a cabeça obrigando-me a olhar para ele. No entanto eu sentia que não estávamos mais sozinhos naquele ambiente. Havia mais uma pessoa, ou pessoas naquele local. Fui tomada por uma espécie de pânico e quis me levantar, mas Marcos pediu que eu fizesse silencio e permanecesse como estava perguntando se eu o amava. Disse que sim. Perguntou se eu faria qualquer coisa por ele e para ele. Intrigada, disse que faria, então ele tirou a mão de meu rosto que me impedia de divisar o que estava atrás de si e arrepiada dos pés a cabeça, vi parados á porta da sala Sérgio e João. Acho que pensei que ia perder os sentidos. Meu impulso foi me levantar e esconder a minha nudez, mas colocando a mão sobre meu seio,Marcos me impediu e sorrindo fez que sim com a cabeça para mim, pedindo autorização para que os amigos pudessem ficar ali conosco e...e participar. Eu estava pasma. Ainda não tinha caído a fixa de que ele tinha planejado a minha ida ao escritório e avisado seus amigo para estarem lá em determinado horário. Na verdade eles deviam estar escondidos em algum lugar dentro do prédio só aguardando o momento exato para chegar até nós. Meu olhar estava fixo nos de Marcos, lendo em seu rosto um pedido mudo de aprovação.Meu corpo foi de frio a quente em fração de segundos quando ele disse:
__Eu te amo!
Não consegui dizer nada. Apenas olhei para o lado e vi que os amigos dele começavam a se despir. A cada peça que tiravam minha ânsia de que estivessem nus ficava mais evidente, pois minha boceta estava em acelerada contração, sobre o pau de Marcos. O que me deixou com mais tesão foi a comprovação de que os negros eram de fato bem dotados. Sérgio se aproximou de nós ostentando uma pau de mais de 20 cm e muito grosso, que estava em linha reta com o meu rosto. Cumprimentou Marcos com um aperto de mão e direcionou o pau para a minha boca. Aquele cacete de ébano mal cabia em minha boca, mas eu a engoli paulatinamente. Meu cérebro estava a ponto de fritar, diante do conflito que estava instalado nele, principalmente quando Marcos se retirou de mim e veio partilhar da pica que eu chupava, passando a desfruta-la comigo, me assuntando ainda mais até que passei a compreender muitas coisas que começavam a ficar claras para mim. No seu lugar em minha boceta eu fui preenchida pela pica de João, que tinha mais volume que meu noivo e me fez sentir mais o que era uma pica gostosa. Então comecei a imaginar que delicia seria receber aquela pica preta, no lugar daquela que já me deixava eufórica.João estava estocando-me com vigor. Parecia que a muito tempo esperava para me foder, pois seu vigor era notório. Quando Marcos soltou um gemido eu percebi que não era só por estar ali partilhando comigo, a rola de Sérgio, mas sim por que o mesmo estava aproveitando a posição curvada dele sobre
o pau e minha boca, para acariciar-lhe o rabo e devia estar atolando o dedo em seu rabo. Quando João pediu para Sérgio assumir seu lugar, imaginei-me com sua pica na minha boca, mas para minha surpresa ( surpresa?) ele se postou atrás de Marcos que levou ambas as mão para o próprio traseiro o abrindo para que o amigo o penetrasse. Quando a invasão ocorreu, seu pau que estava em minha mão, pulsou e engrossou além do normal. No mesmo instante, minha vagina pegou fogo com a penetração de Sérgio que me preencheu como nunca tinha acontecido. O gozo foi imediato e eu me senti desfalecer. Não sabia aonde me concentrar mais. Fiquei alheia a qualquer tipo de constrangimento por estar ali, sendo usada por meu noivo e seus dois amigos. Queria mais! Sim queria mais e teria o que quisesse, pois se ele me vendia daquela forma, eu me daria de livre e espontânea vontade, aos caprichos daqueles dois outros machos para os sentir em todos os meus orifícios, contanto que me levassem ao cume do prazer, valeria a pena ser a vadia que meu noivo me tornava. Marcos enrabado por João e punhetado por mim se desmanchava em gemidos. Gemidos, bem diferentes de quando me possuía, mais sentido e gratificado. Gemidos de puro deleite. Sérgio se afastou, saindo de minha boceta e me causou pânico, quando me virou de costas para ele, fazendo me curvar e ficar com os seios prensados de encontro a mesa. Separou minha pernas e depois de salivar meu rego começou a enfiar dedos em meu cu, até pode por quatro sem me fazer sentir dor. Eu tremia de medo, pois ele ia me enrabar com aquele caralho enorme e grosso. Me segurei nas laterais da mesa e esperei pelo que viria. Cacete! Quando ele encaixou parte da cabeça em meu cu, comecei a ver estrelas. Doía muito e pensei que seria arrombada, que perderia todas as minha pregas. Marcos colocou sua mão sobre a minha e depois entrelaçamos os dedos e sob o véu de lágrimas vi seu rosto radiante. Ele vibrava, por me ver enrabada. A minha sorte foi que Sérgio de portou como cavalheiro e não me atropelou com seu trem de carga. Acariciava minhas nádegas e empurrava lentamente a vara para dentro do meu cu. Eu não conseguia contrair o anel, como fazia quando Marcos me possuía, mas o desconforto foi passando a medida que eu me acostumava com o invasor. Virei o rosto para trás a fim de ver o rosto de Sérgio e notei que ele estava extasiado com a visão do meu cu arrombado. Quando começou a se movimentar eu estava anestesiada. Os gemidos eram cada vez mais intensos, até na hora que antecipava ao gozo, pois quando este chegou, só gritos foram ouvidos.
Sérgio se retirou do meu cu alagado de porra, indo se sentar na poltrona onde estava as roupas. Soltei minha mão da de Marcos e fui me juntar a Sérgio, onde abocanhei sua pica a chupando, sentindo na boca o gosto do seu esperma. Pouco depois João que ainda estava de pau duro, veio participar da brincadeira e eu o chupei também. Marcos ficou em um canto nos olhando e alisando o pau que veio a jorrar boa quantidade de porra sobre o carpete.
Aquela sexta feira estava chegando ao fim. Os quatro, agora vestidos, saímos daquele prédio, deixando para trás em uma determinada sala, cheiros e fluidos, que a faxina iria eliminar. O frio da madrugada nos acariciava e me fazia pensar que eu podia aceitar ou não aquela situação que se revelava. Eu já tinha uma formalização de tudo ou seja em time que está ganhando não se mexe, portanto...

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:14 de maio de 2015 11:55

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Encontro a Três

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Este texto foi lido 1.879 vezes desde sua publicação em 14/05/2015. Dados do Google Analytics

Comentários

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  • claudiosorocabasp
    Postado porclaudiosorocabaspem20 de maio de 2015 09:55

    Moro em sorocaba, sou educado, cheiroso, culto, excelente nível, com corpo musculoso pele clara cabelos pretos lisos olhos castahos claros, rosto bonito, com local discreto e seguros em sorocaba mas posso viajar durante a semana.
    [email protected]
    Adoro beijos demorados longas preliminares demoradas penetrações para vc sentir prazer e gozar comigo.

  • Delgado
    Postado porDelgadoem16 de maio de 2015 19:06

    Bom mesmo, parabéns pelo conto erótico

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