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Do fundo do baú

A pupila que se deu para mim

Eu jamais deveria ter me apaixonado por ela. Não valia a pena me dedicar tanto por uma pessoa que me traia, sem ter a minima dignidade de poupar de seus atos libidinoso, onde eu fatalmente a surpreenderia. E justo com quem. Eu não queria acreditar naquilo que eu via. Aproximei-me mais, oculta pelas sombras da noite, e fiquei estarrecida olhando aquele casal que em pé copulavam freneticamente encostado naquele muro. Não havia duvidas de que ela estava gostando e até dava para se ouvir seus gemidos e pedidos de que o rapaz enfiasse mais o pau dentro de sua boceta. Lágrima brotaram em meu rosto, quentes como lava de um vulcão.Aquele corpo que eu acariciava com carinho e até uma certa devoção, era maculado pelas mãos daquele macho, que ousava introduzir na orquídea do prazer, seu pênis imundo.
Não eu não podia suportar mais, ver aquela cena pavorosa, e por isso me retirei indo para a nossa casa. Desesperada, passei a arrebentar tudo que encontrava pela frente, tudo que me lembrasse ela. A noite se foi e o dia surgiu, abri os olhos para um mundo cheio de lembranças de Sabrina. Não se dignara nem vir dormir em casa, claro, devia ter ido para algum motel de segunda e deu mais ainda para ele. Juntei todos os cacos dos objetos quebrados, os ensaquei e coloquei para a coleta seletiva, depois fui para o banho, onde tentei me refrescar e por a mente em dia. Então, ouvi um barulho de uma porta se fechando. Ela tinha chegado. Me enrolei em uma toalha e sai. Com a cara mais lavada do mundo ela sorriu para mim e veio me beijar no rosto. Virei a cara e ela beijou o vazio. Passou a mão pelo meu cabelo, mas repeli com veemência tal forma de carinho, ai ela veio com uma desculpa que podia até colar se eu não a tivesse visto dando para aquele macho:
__Magali, não me deixou vir. Queria mostrar algumas coisas e depois como já estava tarde eu acabei ficando por lá.
Fui para o quarto, onde me sentei de frente para o espelho e comecei a fazer uma massagem com um creme revitalizador para cabelos. Ela veio por de trás e me abraçou, soltou a toalha e depois de ter meus seios livres os tomou nas mãos. Senti, um arrepio percorrer toda a minha espinha dorsal, ao mesmo tempo que uma vontade de chorar tomava conta de mim. Como podia ser tão dissimulada? Eu estava paralisada. Sua boca grudou em minha nuca e os dedos das mãos torceram os bicos dos seios da forma como ela sabia que eu gostava que fizesse. Procurou alcançar a minha boca para beijar, mas eu não me sentia com disposição para algo tão intimo. Me levantei e fui para o armário onde escolhia a roupa que iria usar naquele dia. Diante deste meu gesto ela se tocou de algo estava acontecendo.
__O que foi amor? Você parece chateada. Aconteceu alguma coisa? Está zangada por não ter vindo esta noite? Eu já lhe disse que...
Não a deixei terminar de falar aplicando-lhe uma sonora bofetada no rosto, que ficou vermelho. Ela cambaleou e se apoiou na parede para não cair no chão.
__Ei, que violência é essa? Não há motivos para tanto.
__Não, não há mesmo. Afinal você passou a noite na casa da Magali, não é mesmo?
E a Mônica, também estava lá com vocês? O cascão ou Cebolinha? Ora, minha cara
falsa. Quem estava com você, comendo sua boceta em pé, encostado num muro? Já que você estava na casa da Magali. Você pensa que eu não os vi? Olha, parabéns pelo malabarismo que efetuou para receber a pica do cara e por pedir quem ele a fodesse com força. Não vai falar nada? Não quer inventar mais algumas das suas mal elaboradas desculpas, para enganar a trouxa aqui? Pois fique você sabendo que eu tenho nojo de você e quero que saia para sempre da minha vida. Você já tem quem te coma.
Sabrina, desmascarada e com a marca dos meus dedos em seu rosto, começou a chorar, se ajoelhando perante a minha pessoa. Disse-lhe que como as coisas dela, eu quebrara os sentimentos que um dia nos tinha unido e pedi que se levantasse e fosse embora. Insistiu muito para ficar, mas não aceitei mais. Foi muito difícil para mim a separação dela, mas a lembrança daquele ato não me deixava a mente. Passei a procurar alternativas para esquece-la e uma delas fora me matricular numa escola de idiomas. Queria aprender a falar inglês, mesmo que fosse o básico. A sala de ensino comportava lugares para umas 20 pessoas, mas só tinha umas 15. Eu estava feliz com o curso, era divertido e trazia a medida que passava os dias um novo conhecimento.Minha professora, uma senhora muito bonita e que se trajava muito bem, me achava uma aluna bem esforçada e que estava evoluindo muito. Foi na saída de uma dessas aulas, que no corredor que nos esbarramos pela primeira vez. De olhar meigo, corpo esguio, pernas longas, cuja minissaia parecia mais micro, usando salto, o que a deixava mais alta ainda, assim era Jovita. Nossos cadernos foram ao chão e nos agachamos para pega-los. Não sei explicar direito, mas ao nos olharmos, ficamos hipnotizadas uma com a outra. Meu coração disparou. As pessoas que vinham atrás e pediram licença para passar, nos tirou daquela letargia plena. Cada uma foi para seu lado e eu desci as escadas que me levaria para a rua. Chegando em casa, ainda com a mente povoada de lembranças da menina do cursinho, fui tomar banho e jantar. Enquanto o sono não vinha eu fui estudar um pouco. Quando peguei o caderno de exercícios, para fazer o dever de casa, me assombrei ao ver que aquelas letras não eram as minhas. Folheei o mesmo e descobri que tinha havido uma troca na hora em que estávamos recolhendo os cadernos. Olhei na etiqueta e vi um nome -Jovita e um número de telefone. Peguei o celular e digitei os números. Uma voz, que me deixou arrepiada atendeu pronunciando meu nome.
__Oi, Pâmela. Você deve estar com meu caderno, não?
__Sim, mas como soube meu nome?
__Esqueceu do identificador de chamadas,darling?
__Putz! Esqueci! Como vamos fazer para você ter seu caderno de volta? Só tenho aulas na semana que vem.
__Eu ainda tenho amanhã e preciso do caderno. Onde você mora?
__Aqui no Pq. São Vicente. E você?
__Moro na Vila Anastácia.
__Olha me passa o endereço que vou te levar seu caderno.
__Jura? Mas não é longe?
__Me passa o endereço que estarei ai dentro de 20 minutos.
__Você tem certeza de que deseja mesmo fazer isso?
__Claro. Passe-me o endereço.
Peguei o carro e me dirigi para o endereço que ela me passara. Era um lugar muito bom de se morar, mesmo vendo a noite e a casa dela era um sobradinho. Buzinei e ela apareceu, vestida com uma calça leg, que a deixava mais esguia do que já era, mas que não tirava aquele ar de mistério do seus olhos. Não sai do carro, apenas lhe passei o caderno e ela alegou que tinha esquecido de trazer o meu. Pediu que eu entrasse em sua casa, pois seus pais já tinham se recolhido.
__Pelo visto eu a tirei da cama sua louca.
Não entendendo o porque dessa afirmação, abri a porta e desci,quando olhei para as minhas pernas e vi o brilho da minha roupa, cai em si e voltei para o carro. Na ânsia de querer vê-la, eu que estava de baby doll, assim viera.Me debrucei no volante e comecei a rir.
__Ei, vamos entrar. Olha vou lhe propor uma coisa e espero que você aceite. Já que esta preparada para dormir, porque não dorme aqui comigo. Você guarda o carro na garagem e fica tudo bem. Vá, diz que você fica. Poderemos ficar conversando e nos conhecendo melhor. Topa?
Ouvia aquela gazela falar e me embriagava com a sonoridade de sua voz. Aceitei e ela foi abrir a garagem onde estacionei meu carro. A casa era de uma comodidade deliciosa. Jovita me levou direto para seu quarto, que tinha um perfume de sândalo que tonteava ao se aspirado.Tudo ali se parecia com ela. Sua cama de solteira, totalmente cheia de almofadas, o armário e um toucador rosa, compunham o mobiliário daquele recinto. Sobre a mesinha de cabeceira estava o meu caderno, que ela não me deu. Mandou-me ficar a vontade e saiu, quando voltou trazia dois copos com suco. Sentamos na cama e passamos a conversar, ela contou-me toda sua vida e eu passei a ela o suficiente para não assusta-la, mas me pareceu que ela tinha um sexto sentido e sem muitas delongas foi enfática.
__Você gosta de meninas, não é?
__Esta tão na cara assim?
__Até que não, mas do jeito que você me olhou lá na escola... deduzi
__Sim sou lésbica. Te incomoda?
__Nem um pouco.
__Já teve algum relacionamento neste campo?
__Sim, mas foi só por curiosidade.
__Não gostou?
__Olha foi uma coisa tão sem sentido que não poderia dizer que não gostei. Apenas fiquei um pouco decepcionada.
__Você namora?
__Até agora não.
__Por que até agora não?
__Por que depende de uma coisinha só?
__O quê?
Jovita me puxou para si e foi aproximando seu rosto do meu . Seus olhos faiscavam um desejo tão louco, que me vi perdida em um turbilhão de sensações.
Nossas bocas se uniram e as línguas duelaram em nossas boca, misturando as salivas. Lentamente fomos nos separando, sentindo que os lábios inferiores estavam grudados, não querendo a separação. Olhei para seus olhos e vi que eles mandavam uma mensagem...havia encontrado a outra parte do meu ser. Jovita me deitou sobre as almofadas e tornou a cerrar os seus lábios nos meus. Solvia sua saliva com um prazer imenso, e quando ela passou a me beijar o pescoço, eu fiquei alucinada. Meu corpo todo estava em estado de ebulição. Suspirando e me sentindo dominada, estava me entregando ás carícias daquela fêmea, que era diferente de todas as outras. Ela suspendeu a parte superior de minha roupa e se viu diante dos meus seios nus. Olhou para eles e depois para mim. Não os tocou, as os elogiou. Me beijou novamente e depois se posicionou sobre mim, de joelhos e se livrou da camiseta que vestia mostrando dois seios que mal se podia notar o que me deixou com um tremendo tesão. Ela brincou com o fato de ter pouca mama, mas eu lhe disse que eram gostosas demais e que a fazia uma garota muito especial. Eu não estava mentindo, ela me causava um tremendo tesão por ser diferente, exoticamente diferenciada.Dentro de mim, meu coração estava acelerado em suas batidas e eu não sabia se era o sândalo que aromatizava o ar que deixava tudo mais surreal, com um ar de mistério, o fato era que eu estava presa nas teia eróticas daquela aranha chamada Jovita. Ainda sobre mim, com as pernas abertas, uma de cada lado do meu corpo, ela puxou o short do baby doll e cresceu o olhar em meu monte de vênus, que eu mantinha com os pelos bem aparadinhos e ali sim ela resolveu tocar.Olhou-me, quando estremeci ao toque. Arranhou aquela almofada erógena, de cima para baixo e vice versa, e parecia se divertir me vendo naquela agonia deliciosa. Parando de me excitar, ela ficou em pé sobre a cama e desceu a calça que vestia juntamente com a calcinha e me brindou com a visão de sua mata sagrada que era farta, densa. Ergui-me e fui até ela a abraçando pelas pernas encostando meu rosto no púbis dela. Ele cheirava a algo cítrico o que elevava mais a minha temperatura sexual. Beijei aquela zona perfumada enquanto apertava sua bunda com as mãos uma em cada nádega. Jovita sabia que me enfeitiçara desde o primeiro momento e que ali, nua , permitindo que eu a visse com toda sua plasticidade revelada, me dominava mais ainda. Me deixou nua e me fez deitar. Separou minha pernas e se agachou entre elas, procurando com seus beijos em minhas coxas, chegar ao ponto do conflito que nos leva ao jardim do paraíso. Sua boca quente, se fechou entre meus lábios íntimos, num beijo que fazia alma sair por aquele lugar. Brincou com a língua, que buscou ansiosa o meu clitóris e passou a titila-lo provocando pequenos choques, que desmanchavam ondas de fogo em meu interior. Me bebeu do jeito que pode e depois subiu pelo meu corpo e se demorou em meus seios. Chupou apenas os bicos, deixando que os bojos ficassem com as veias visíveis e a pigmentação mamilar mais escura. Subitamente ela parou e se deixou cair ao meu lado. Levou a mão ao sexo e passou a enfiar o dedo longo dentro da boceta. Gemia muito e olhava para mim, implorando que eu a tomasse e explorasse seu corpo. Passei uma perna de cada lado do seu corpo numa posição invertida, ofertando a ela o meu sexo e tomando o seu em minha boca. Ele estava bem molhado e brilhante. Brindei-a com uma lambida bem em seu grelo. Jovita disse um palavrão e ergueu o máximo que pode as pernas para facilitar a minha chupada. Ela brincava com a minha gruta, ora chupando, ora enfiando seus dedos dentro dela. Abaixo de onde eu chupava, se podia ver o cuzinho peludo que piscava muito. Passei um dedo sobre ele e depois fiz pressão. Ela estufou o mesmo, dando a entender que desejava que eu a penetrasse ali. Enfiei um dedo dentro da sua boceta e retirando-o molhado o firmei em seu ânus empurrando-o para dentro de si. Mais um palavrão se ouviu e pouco depois tremendo muito ela gozou enquanto era chupada, dando o troféu do prazer que era expelido de sua abertura vaginal. Jovita me brindou com o mesmo tipo de carinho e me viu chegar ao orgasmo mais delicioso que uma mulher me proporcionara. Cansadas nos aninhamos nos braços uma da outra e trocamos outras caricias que eram mais um carinho, uma admiração. Olhava para ela e me sentia renascida para amar outra vez.Jovita faz parte de minha vida. Quanto a Magali, casou com um cara que sempre gostou dela. Tomara que seja feliz!

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:14 de abril de 2015 18:14

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Lésbicas

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