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Do fundo do baú

A vingança é um prato delicioso de se comer

Tinha saído bem cedo, pois resolvera comprar algumas coisa para mim e Vera, minha companheira de longa data. Queria presenteá-la com algo sensual para depois tivéssemos momento de pura fantasia. Cheguei em casa e fui longo me desfazendo dos embrulhos, nas sala mesmo. Estava exausta e logo procurei me livrar do que estava mais me incomodando, que era os sapatos de saltos e aquelas roupas que estava achando muito pesadas. Talvez fosse pelo calor que estava fazendo. Fiquei só de sutiã e calcinhas e me dirigi para o interior da casa. Era um lugar muito agradável que estava decorado com bom gosto e que me custara algumas dezenas de reais, para a deixar bem aconchegante, enfim, do nosso gosto. Me dirigi ao banheiro para ver se me refrescava um pouco. A porta fechada indicava que Vera estava tomando banho e nada mais delicioso que chegar e tomar banho com ela, onde poderia rolar uma transadinha bem gostosa debaixo do chuveiro. Coloquei a mão na maçaneta e a girei, abri a porta e ia entrando, mas sons que me pareceu uma trovoada que anunciava que a tormenta ia aumentar, me fez parar. Meus olhos se fixaram em um determinado ponto, onde o espelho de parede me refletia uma cena que eu pretendia nunca ter visto. Dentro do box e vi dois corpos nus que se acariciavam em plena luxúria. Eu não queria acreditar que ali eu via o belo corpo de minha Vera, abraçada a uma outra mulher, que aos poucos foram se tornando mais ousadas e talvez estivesse repetindo as mesma, já alguns minutos atrás. A outra mulher, de costas para mim, tinha um corpo muito bonito, onde sobre a bunda havia uma tatuagem de uma borboleta azul. Aquilo me fêz perder o chão, pois reconhecia aquela tatoo como sendo de uma feita no bumbum de Cida, minha irmã. Eu mesma tinha ido com ela num tatuador fazer aquele mimo em sua nádega direita. Queria sair dali e sumir no mundo. Sendo traída pela própria irmã, era demais.Fechei a porta com cuidado e cambaleando me dirigi para a sala onde me sentei no sofá, sem coragem de fazer mais nada. Por que aquilo estava acontecendo comigo? Lentamente comecei a me vestir e pouco depois saia de casa indo andar pela calçada, onde crianças brincavam e senhoras fofocavam os assuntos dos capítulos das novelas do dia anterior. Só que para mim, elas pareciam estarem zombando, rindo da minhas desdita amorosa. Cheguei em uma praça e lá me sentei em um banco. Olhei para o céu e comecei a chorar. Permaneci ali até quase a hora do almoço e só deixei o local, quando casualmente vi Cida passar do outro lado rumo a sua casa. Dei mais um tempo pra voltar prá casa. Temia o meu encontro com Vera, que certamente tinha visto as coisas que eu comprara sobre o sofá e deduzira que eu tinha estado lá e visto ela com minha irmã. Quando entrei em casa, o silêncio reinava absoluto. Fui no encalço de Vera e não a encontrei em lugar algum.Não sei porque resolvi abrir o guarda roupas e encontrei a parte dela vazia. Na sapateira, alguns pares de sapatos tinha sumido.Ela tinha ido embora. Ainda incrédula, sai do quarto e gritei seu nome, não obtendo respostas. Um aperto no coração me fez cair em um choro compulsivo. Cheguei na sala e vi as sacolas do jeito que eu as tinha deixado quando sai, apenas um bilhete acrescentava algo mais. Em uma simples folha de papel ela resumia o que fora longos 10 anos de convivência e cumplicidade:
" Minha querida Elza.
Me perdoe por trair sua confiança e o amor que a tanto tempo você dedicou a mim. A carne foi fraca. Não queria que você visse, te juro, mas acredite, foi melhor assim. Gosto de sua irmã e vou viver com ela. Desculpe e me perdoe se puder.
Adeus.
Vera. "
Não sei por quanto tempo chorei. Só me recordo de que levantara do carpete, em que caíra para desabafar, com a sombra da noite já invadindo tudo. Estava sem forças quando fui acendendo as luzes da casa e me encaminhando para o banheiro, ali permaneci mais um tempo sentada no vaso sanitário, onde chorei mais um pouco. Como pudera ser tão estupida a ponto de não perceber que havia algo entre as duas. Era demais o chamego de uma pela outra e eu achando que era apenas uma boa amizade em relação a questão sentimental que nos unia. Após tomar um banho para ver se tirava aquele ranço de mágoa que estava dentro de mim, fui para o meu quarto e mesmo sem por roupa alguma me atirei sobre a cama e nos lençóis ,ainda com o cheiro do corpo dela, eu chorei até adormecer.
Não fui atrás de Vera ou Cida para questionar nada. A cena e o bilhete, diziam tudo. Trouxa. Sim esse era o tratamento que me cabia, de trouxa. Se dedicar tanto a uma pessoa, se preservar só para ela, rejeitar tantas cantadas, para dar em quê? Numa traição, e o que era pior, com sua própria irmã. Não fora fácil superar aquela fase. Os dias iam passando e cada coisa que eu fazia, lembra de Vera. Os presentes que eu comprara naquela ocasião, ficaram encostados em um canto da sala, pois não tinha coragem de os doar ou coloca-los em algum lugar que não fosse ali. Dizem que o tempo é o melhor conselheiro e de fato para mim, foi. Cinco longos meses se passaram e eu passei a viver reclusa em minha própria liberdade. Não queria deixar de ser a vitima. Parecia que eu estava obtendo mais forças para me preparar para um outro futuro.
Estava uma noite gostosa e eu com uma preguicinha de fazer um jantar para mim somente, decidi pedir algumas esfihas e um refrigerante. Era muito mais prático e ocuparia menos tempo. Já tinha um dvd para assitir. Tomei um banho e estava amarrando o roupão quando a campainha tocou. Fui atender e me deparei com o entregador de pizza. Diga-se de passagem que era um belo rapaz, por trás do capacete de motoqueiro.Perguntei quanto era e diante da falta de dinheiro ali, pedi que entrasse e me aguardasse na sala.Fui até o quarto peguei o dinheiro e quando voltei a sala tive a maior surpresa da minha vida. O belo rapaz, ao ficar sem o capacete, se transformara em uma bela mulher.
__Puxa, que transformação - comentei ao vê-la com os cabelos loiros soltos.
__O pessoal sempre se assusta quando me vê assim - comentou ela rindo de ver a minha cara.
__Assustar? Não se pode assustar com uma beleza tão exuberante. Você é linda.
__Bondade sua.- disse recolhendo o dinheiro que lhe estendia.
__Não, não é não. Gosta do trabalho?
__Sim, meio cansativo devido a correria mais vale uns trocados.
__É,queria conversar mais com você mais sei que seu tempo vale dinheiro. Mas se um dia tiver tempo e quiser conversar, sabe onde me encontrar. Que horas você para?
__Geralmente, ai pelas duas da manhã.
__Vamos fazer uma coisa? Que tal você, a hora que terminar as entregas passar por aqui?
__Mas será depois das duas... - cogitou
__Eu estarei aqui te esperando para comermos essas esfihas, bater um papo, assistir um filminho e depois se você quiser pode dormir aqui, minha cama é grande. - conclui, não acreditando que estava cantando aquela estranha e bela criatura. O pior é que ela topou.
Fiquei na expectativa, torcendo para as horas passarem logo afim de poder estar diante daquela beleza. Passavam das duas e meia, quando uma moto parou em frente a casa. Abria a vidraça da sala para ver se era ela e a reconheci. Estava colocando a trava de segurança na moto. Abri a porta e fui até ela e abrindo o portão,perguntei, ela conseguia passar com a máquina, por ele. Ela disse que com um pouco de malabarismo conseguiria. Pedi que o fizesse, pois não confiava que ela deixasse seu ganha pão a mercê de marginais, ladrões de motos. Ela me entregou um pacote, que pelo cheiro era uma pizza e depois de demonstrar muita habilidade colocou a moto para dentro do terreno. Fechei o portão e fui ao seu encontro. Quando tentei lhe passar o pacote, ela disse que era uma pizza para nós saborearmos. Entramos em casa.Mostrei-lhe as dependências da mesma e quando estávamos no banheiro, ofereci o mesmo caso ela quisesse tomar um banho para tirar a poeira da rua.
__Posso me banhar aqui?
__Claro. Fique a vontade que vou atrás de uma roupa para você. Quer alguma coisa para dormir ou...
__Vou ser abusada...para ficar mais a vontade, um roupão igual ao seu pode ser.
__Tenho um e acho que é a sua medida.
__Temos os corpos iguais.
__Será?
__Abra seu roupão para mim ver. - pediu sem malicia.
Abri o mesmo exibindo toda a minha nudez. Os olhos dela percorreram o meu corpo, parando um pouco em meus seios e depois no púbis. Sem falar nada passou a se despir e pouco depois estava nua demonstrando que não tinha nenhum pudor. Foi a vez de admirar o seu corpo que era exatamente como o meu. Meu sangue estava fervendo diante de daquela beleza ousada de mulher cativante. Sorri e com um sinal de reverência pedi que se dirigisse ao banho que eu ia atrás de toalha e roupão. No quarto, vasculhei as gavetas para encontrar um que ainda não tivesse sido usado e uma toalha também virgem. Encontrei as duas coisa e pouco depois abria porta do banheiro e entrava. Coloquei as roupas no cabide de parede e já ia me retirar quando ela falou:
__Você não gostaria de se molhar de novo me fazendo companhia? Assim você pode me esfregar as costas e depois eu esfrego a sua, caso deseje.
Não pensei duas vezes, diante daquele corpo que sinceramente, me fascinava, retirei o roupão, e pouco depois, pegava a esponja de banho e começava a passa-la no corpo daquela mulher ousada, que mal me conhecia e se desnudava daquela forma. Mas por quê recrimina-la, se eu também estava sendo muito atrevida ao convida-la para passar a noite comigo? Ela tinha um corpo realmente muito bem, fornido e era uma tentação, estar ali alisando-o. Ela estava lendo os meus pensamentos pois olhando-me por sobre o ombro disse:
__Se quiser pode deixar de lado a esponja e me esfregue com a mão.
O folego me faltou, mas eu fui em frente e deixando a esponja cair, passei a passar as mãos em suas costas enquanto olhava sua bunda firme e convidativa. Me deu vontade de me agachar e morde-la.
__Não nos apresentamos ainda. Meu nome é Verônica. - disse se agachando para pegar a esponja no piso, e com isso encostando sua bunda em meu púbis.
__ Sou Rose a sua disposição. - me declarei encostando mais de encontro aos glúteos. Me deu um nó na garganta quando ela movimen-tou as pernas, fazendo sua parte exuberante,se atritar no meu baixo ventre. Era muito tentador aquele contato e eu temia perder o controle diante de uma situação inusitada, com uma mulher que mal conhecia. Mesmo assim eu me deixei levar pelo momento de comecei a passar as mãos em sua lombada, mas sem me ousar muito. Quando chegou na parte da frente do seu corpo, me retirei do box e fui me seca, sem deixa-la me esfregar. Estava com muito tesão e poderia estragar tudo com uma precipitação. Ela sabia o que estava se passando comigo e não insistiu. Nos secamos, vestimos o roupão e fomos para a sala. Coloquei o dvd e passamos a comer. Verônica era muito falante e assim passamos a conversar e ela me contou sua vida e como se tornara entregadora de pizza. Encontrou muito preconceito no meio e teve que provar mais que os outros que era capaz de competir de igual para igual. Rimos muito de certas situações que ela viveu e assim fomos avançando pela madrugada e lá pelas 4 horas da manhã, decidimos ir dormir. Fomos para a cama de roupão. Talvez por respeito, mas estávamos com os sentidos alertas. Desejei boa noite a ela e cada uma virou para o lado. Estava dormindo já a uns 15 minutos quando fui acordada por um peso sobre o corpo. Era o braço de Verônica que estava sobre mim e sua mão entrara dentro do meu roupão, descansando em meu seio. Meu Deus que emoção tomou conta do meu ser, era como se estivessem abrindo todo o meu corpo e colocando fogo lá em meu interior. Fiz movimentos que ajudava que seus dedos me acariciasse até o meu mamilo. Fiquei naquela masturbação até que senti que ia explodir em mil orgasmos. Naquela manhã acordei antes de Verônica e fui para a cozinha preparar o desjejum. Estava bem leve por tudo que tinha acontecido na noite e madrugada passada.Não sabia porquê estava feliz. Era estranho me sentir assim depois de ter levado aquele pontapé de Vera. Quando tudo estava pronto, coloquei em uma bandeja e indo até um pé de rosas, tirei uma e coloquei junto com as iguaria, levando para o quarto.Verônica estava acordando naquele momento e abriu um sorriso encantador ao me ver entrando. Sentou-se e balançando a cabeça disse:
__Você esta brincando comigo, né?
__Por quê você diz isso?
__Você me convida para passar a noite aqui, me trata tão bem, oferece seu banho e roupa, partilha a sua cama e agora me serve café. Não vou negar que adorei tudo isso. Sabe Rose, eu nunca fui tratada assim. Nunca nenhum homem me tratou como você me tratou até agora. Posso te dar um beijo? - perguntou estendendo a mão em minha direção. Sentei-me ao seu lado e ela se adiantando me puxou para si e me surpreendeu com um beijo em plena boca. Quando nossas bocas se separaram eu a fitei surpresa e ela sorriu e me pediu desculpa.
__Me perdoe. Sou muito atrevida. Desculpe. Olha eu vou me vestir e dar o fora. - disse se preparando para sair da cama.
__Deixe de bobagens, sua tolinha.- pulei na cama e a impedi de sair e ao mesmo tempo busquei sua boca devolvendo o beijo, só que mais demorado e molhado. Ai aconteceu o imprevisível. A maldita campainha tocou. Muito a contra gosto amarrei o roupão, me ajeitei bem e dando mais um beijo em Verônica sai do quarto e fui até a porta atender.Abri a porta e sentir uma onda de frio percorrer minha espinha.
__Oi,Rose. -disse a pessoa.
__Oi! - respondi secamente.
__Estava dormindo a esta hora?
__O que você quer? - perguntei á aquela mulher um dia muito amei.
__Queria conversar com você. Queria me entender com você.
__Quem disse que eu quero esse entendimento? Quem tem que entender você é aquela que me traiu como irmã.
__Você esta correta e eu estou arrependida. Você não merecia aquilo que fizemos. Estou aqui para que possamos reiniciar o que tínhamos de melhor.
__É o que era?
__O nosso amor!
Comecei a rir
__Estou falando sério. - afirmou - Não me convida para entrar?
__Não vejo motivos para isso.
__Sei que você ficou muito chateada e não tiro sua razão. Por isso estou aqui para acertar a nossa situação.
__É? E a Cida? Ela sabe que você esta aqui ou esta passando ela para trás?
__Ela não era o que eu pensava. Muito fútil.
__E você não viu isso quando fez aquele papelão comigo?
__Eu estava cega e fui iludida. Por isso quero voltar para você. Não podemos passar uma borracha em tudo que vivemos.
__Engraçado você me dizer isso agora.
__Ora Rose eu sei que você não me esqueceu. Vamos conversar.
Foi ai, que algo aconteceu me deixando muito feliz. Verônica vendo que eu demorava e após ouvir parte da conversa, resolveu aparecer e me vingar, pois sabia bem a minha história. Se aproximou por trás de mim e me abraçou colocando o queixo em meu ombro deu um beijo em minha nuca. O que mais deixou aquela mulher que um dia eu amara muito, mais sem ação, era o fato de Verônica estar inteiramen-te núa.
__Amor! O café esta esfriando, você não vem? -disse em tom que a boquiaberta Vera, escutasse.
__Sim amor. Estou me despedindo desta senhora, que já estava de saída.- respondi e comecei a fechar a porta, agradecendo a Verônica por ter tomado aquela atitude ousada. Fomos para o quarto onde tomamos o café em pleno regozijo. Estava me sentindo leve.
__Obrigada por me tirar de uma situação desagradável e me dar muita alegria. -disse pegando sua mão entre as minhas e levando-a a boca beijando carinhosamente.
__Só aceito seu agradecimento, se você me explicar por que que me beijou e lá na porta confirmou que eu era seu amor.
__Porque eu estou te amando, desde a hora que descobri você ser esta bela e gostosa mulher.Você abriu meu coração e se fechou dentro dele. Foi um amor a primeira, vamos dizer, primeira esfiha. - brinquei com aquela delicia.
A bandeja foi colocada de lado e o meu roupão se abriu como num passe de mágica e eu me deixei deitar na cama com ela sobre mim, acariciando meus seios. Beijou cada um deles, chupou meus biquinhos e depois desceu pelo meu corpo e se perdeu entre minhas coxas, que separou e passou a lamber cada uma delas até que chegou ao meu sexo. Foi o momento mais aguardado e por antecipação eu gozei. Sua boca se aproximou do meu sexo e o hálito quente me fez contrair a minha gota de prazer para o deleite de Verônica. Jamais alguém tinha me levado ás alturas com uma chupada tão deliciosa. Apertei sua cabeça forçando sua boca a me devorar. Gemia, me debatia e pedia que ela não descolasse a boca da minha intimidade e continuasse a me beber. Eu não queria mais nada, apenas gozar com aquela mulher que me dera a chance de poder provar que a vingança era um prato que come quente. Fiquei sabendo depois, de Vera se lamentava muito em ter-me traído e não entender como eu podia ter trocado, ela, por uma que era vulgar. Vulgar? Por que ousou se apresentar deliciosamente nua diante de uma desconhecida e declarar que eu era seu amor? Vulgar? E ela? Melhor nem falar. Meu amor é uma entregadora de pizzas, deliciosa que agora tem uma garagem, aqui em casa onde estaciona a sua moto de trabalho.


Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:29 de março de 2015 15:12

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Lésbicas

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Este texto foi lido 1.668 vezes desde sua publicação em 29/03/2015. Dados do Google Analytics

Comentários

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  • Alessandra Sommer
    Postado porAle69em19 de julho de 2015 01:47
    Ale69 é uma autora no História Erótica

    Lindo depoimento, e o prazer em saber que somos capazes de superar o que um dia pensamos ser eterno nos da um prazer ainda maior.

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