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Do fundo do baú

Além de um simples tesão

Rodolfo se despediu de sua jovem e linda espôsa, toda vaporosa em uma camisola que lhe moldava o corpo esbelto, onde o viço da juventude exalava o perfume da fêmea desejosa de ter um pouco mais, da presença viril do seu amado dentro de si.Isabele ou Isabel como era tratada pelos intimos sempre fora uma moça meiga
e muito apaixonada pelo marido que tinha. Conhecera-o em uma balada que fora ape-sar de relutante, acompanhar sua amiga Marta. Eram muito intimas o que as faziam serem confidentes e dispostas uma a ajudar a outra, mesmo que a contra gosto. A primeira vista se apaixonara por Rodolfo e o encontro se dera na mesma noite, com a intervenção da amiga que notara o interesse de Isabele no rapaz. Dançaram a noite toda e em dado momento não fora negado a ele o direito de beija-la. A moça sentiu que algo dentro de si se incendiara ao contato da boca masculina, na sua. Percebeu que ficara umedecida nas partes intimas e se deu conta que só podia ser gozo pois sua menstruação ainda estava distante. Era gozo, pensou, mas mesmo assim resolveu tirar as dúvidas e pedindo um tempo foi para o banheiro. A parte molhada no fundo da calcinha a fêz sorrir e quase que orgulhosa, suspirar. Notou que os bicos dos seios estavam tesos. Confidenciou a Marta o que estava acontecendo e recebeu o incentivo da amiga para ir fundo na conquista do belo rapaz. Quando se despediram, no portão da casa de Isabele, Rodolfo perguntara se poderia ve-la de novo. Isabele concordou plenamente. Um ultimo beijo trocaram.Ela sabia que Rodalfo era tudo aquilo que sempre sonhara encontrar. O namoro culminou com um pedido de casamento, que iria se realizar algum tempo depopis. Os dois, apesar de jovens e cheios de desejos, não avançaram o sinal intimo, a não ser numa pegação nos seios, que a deixava elétrica ou o membro do rapaz em sua mão a masturba-lo até o gozo. Gostava de sentir entre os dedos o liquido seminal que jorrava da pica dura e grossa. Gostava do cheiro almiscarado da porra ejaculada.Se casaram, em uma cerimônia simples, mas cheia de ansiedade pela primeira relação sexual que teriam.No quarto de núpcias, começaram a se beijar com ardor até então não sentido.Anteviam o grande momento da posse, onde ela sentiria o cacete de Rodolfo invadindo-lhe as entranhas e ele sentindo o calor e a doçura do intimo tão desejado de sua amada. Isabele, ainda com seu traje branco iaaos pouco se desfazendo dele, expondo ao marido marido o seu corpo formoso. Tirou o soutien e teve seus belos seios de bicos côr cereja, massageados pelas mãos do macho, que os apertou nos bicos com sutileza, proporcionando suspiros de tesão. Chupou cada um deles mordiscando levemente o que a levou á gemer, não de dor mas de satisfação e enorme desejo. Gostava de ser suga como uma ama de leite. Sempre que Rodolfo, durante o namoro a chupava nos seios, ela se imaginava, amamentando os filhos que viriam. Era puro tesão que sentia naquele momento. Rodolfo se ajoelhou a sua frente e desceu sua calcinha, que retirou pelos pés passando a admirar os pentelhos bem aparados que adornavam o sexo escondido na junção das belas coxas de penungem dourada. Primeiro colocou as narinas sobre os pêlos e aspirou o perfume que deles vinha, para em seguida os beijar e com a ponta da lingua atingir o inicio da racha que os grandes lábios vaginal formavam. Ao tocar no grelinho entumescido, sentiu o corpo de Isabele estremecer e as pernas se unirem mais fortemente. Com delicadeza, pegou a esposa no colo e caminhou até a cama forrada com uma colcha branca, onde muitas pétalas de rosas vermelhas estavam espalhadas e ali a depositou. Se postou sobre a mulher abraçando-a e procurando beija-la demoradamente, duelando com a lingua dela numa batalha, onde a saliva de ambos eram o néctar do desejo.Passou a beijar-lhe o pescoço, a face e em seu ouvido disse-lhe o quanto a desejava, como se ela não percebesse, diante do pau duro que tinha na mão, pulsante, indicando o grau de tesão que seu dono estava sentindo. Ela gostava do que ouvia e se molhava muito com as palavras sussurradas, com as mordidinhas no lóbulo da orelha ou com as chupadas nos seios que estava recebendo. Ela ansiava por ter a boca do amado embaixo, entre suas coxas, grudada em sua buceta, que de tão molhada, estava incomodando-a. Quando a boca do marido depositou o primeiro beijo, como se o sexo da espôsa fosse uma boca, Isabele, crispou as mâos na colcha esmagando as pétalas de rosas entre os dedos. Se contorceu ao sentir a lingua quente do amada insinuar em toda a extenção dos làbios vaginal e alcançar o seu botãozinho do prazer. Rodolfo abriu a boca e fechou os lábios sobre os intimos da mulher mordiscando de leve, como fêz com os bicos dos seios. Isabele, estremeceu dos pés a cabeça e passou a dar murros na cama e a rola a cabela de um lado para o outro, gemendo, urrando quando o gozo chegava avassalador e delicioso. Queria também dar ao marido um carinho bem intimo. O marido se posicionou sobre ela na posição 69 ofertando-lhe o pau duro, que ela tomou na boca praticando uma maravilhosa garganta profunda. O membro de Rodolfo estava dolorido e sensivel, mas ele pouco ligava. Estava muito interessado no que tinha descoberto ao separar os lábios da buceta da esposa e constatar algo muito raro nos circulos femininos - o cabaço. Meio atônito se voltou para ela na posição papai e mamãe. O sorriso timido e maroto ao mesmo tempo o levou ás alturas. Disse quase que sussurrando, que iria faze-la sentir-se muito feliz e ela complementou dizendo que tinha certeza daquilo. Com carinho pediu a ela que o ajudasse a encontrar o caminho do "paraiso". Isabele estava tremula, mas não era de medo, mas de ansiedade em se tornar a mulher de seu homem. Separou as pernas, apoiou os pés no leito e com a mão guiou a cabeça da pica até senti-la tocar no seu sêlo intimo. Rodolfo selou sua boca com um beijo enquanto descia o corpo forçando a cabeça da pica contra o cabaço. Percebeu que o mesmo foi se destendendo e a cabeça ir passando por um suave aperto. Isabele estava ansiosa demais e com um subir de quadril, sentiu-se penetrada por inteira. Uma fisgadinha na buceta a fêz gemer. Agarrou-se mais ainda ao seu homem e entre as lágrimas da mulher que se tornara naquele momento, teve seu primeiro gozo da nova fase de sua vida. Com alegria depois de uns momentos de muitos contorcionismos de ambos, sentiu o pau pulsar, os movimentos do marido parar e os jatos de esperma inundar-lhe o canal vaginal. Gozou junto com ele de uma forma como nunca imaginou poder gozar. Se beijaram muito. Quando se levantaram para ir tomar um banho mal puderam perceber que entre as muitas pétalas vermelhas um vermelho muito mais bonito se destacava. Era a prova de que eles se amavam e que tudo estava além de um simples tesão.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:26 de novembro de 2014 11:00

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Heterossexual

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