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Do fundo do baú

Ama-me que sempre te devoro

A chuva caia intensamente na cidade de São Paulo. Era muito bom pois assim teríamos a chance de ver os nossos reservatórios d'água com um índice melhor. evitando-se assim o tão famigerado rodizio. O carnaval se fora, a Vai Vai se sagrara campeã e o bairro da Bela vista estava em festa. A noite estava fria mas não era por causa disso que Rosana iria ficar em casa curtindo uma fossa do tamanho do mundo. Não, nada disso precisava espairecer. Tinha que tirar da cabeça o fato do seu grande amor a ter trocado por um outro. Paula, apenas quis, ao lado dela construir uma carreira sólida e nada mais. Dera a entender que a amava e com isso a fez se entregar de corpo e alma. Fez de tudo por ela, até além do que deveria, mas a vida era assim mesmo a gente nunca pode estar certa de tem do seu lado a pessoa ideal para trilhar um longo caminho de amor e alegria. Estava sentida, não esperava nunca que justamente Paula a apunhalasse daquele forma tão baixa. O consolo era ter uma vida regada com diversão e não ficar muito tempo naquele apartamento onde cada canto tinha o cheiro do seu grande amor.
O táxi parou no endereço indicado e uma atendente do local veio com um guarda chuva enorme até a porta do carro que se abriu e Rosana saiu, após pagar a corrida. Adentrou ao ambiente acolhedor do club noturno que tinha como público alvo Glsbt.Era uma fauna bem eclética onde todos procuravam se divertir ou arranjar alguém com quem ficar. Era um local grande onde ao fundo tinha um palco em que uma banda de garotas belíssima animavam os pares dançantes. Uma mesa vaga perto do conjunto musical foi a preferencia de Rosana.Quem atendia os clientes eram mulheres vestidas como se fossem gatas, com o rosto caracterizados e rabos dignos dos bichanos. Pediu uma dose de vodka e ficou com os olhos passeando pelo recinto. Olhava as meninas que se apresentavam e notava que uma era mais bela que a outra, com exceção da vocalista, que tinha uma expressão de mulher troglodita e talvez por isso destoasse do grupo. A que estava na bateria era qualquer coisa de primorosa.Parecia ter saído de um sonho de uma noite de magia. Era a jovem mais linda que Rosana tinha visto em toda sua vida. Seu olhar se concentrou nela o que veio a chamar a atenção da baixista que depois de sorrir para ela se dirigiu até a jovem e comentou algo, pois a mesma dirigiu seu olhar para onde Rosana estava. Os olhos melancólicos da menina eram hipnotizantes e os de Rosana se fixaram neles apesar da luminosidade não ser muito favorável para os ver direito. Durou poucos segundos aquele flerte e logo ela caiu na realidade. No intervalo de uma música, quando foram tomar água e confabularem por questão de alguma ordem cronológica das músicas a vocalista começou a cantar e vir até a ponta do palco perto da mesa de Rosana e com seu vozeirão começou a dizer palavras bem diretas a ela, que se assustou com a atitude. Olhou para o palco como que pedindo socorro e viu a bela jovem balançar a cabeça desaprovando o que a colega fazia. Em dado momento se virou para o lado da baixista e fez um sinal. A jovem do baixo foi até a vocalista e ficou entre ela e Rosana em claro ato de defesa e acabou levando a outra para o centro do palco. Rosana agradeceu á jovem batera e resolveu sair dali e ir para o balcão. Evitaria um mal maior. Sentada em um tamborete ela se questionava o tinha acontecido lá no palco para aquela sandice toda. Pediu mais uma dose do que já vinha tomando. No palco o grupo tinha parado de tocar e só se ouvia agora música gravada.Ao lado de Rosana alguém se sentou, distribuindo naquele pedaço, um perfume cítrico muito gostoso. Rosana não se virou para ver quem o estava usando até o momento que ouviu uma delicada voz.
___Desculpe pelo incidente de a pouco. - disse essa voz. Rosana se virou e se viu diante de algo que fez com que seu coração acelerasse os batimentos cardíacos. Ali do seu lado estava a baterista do conjunto musical. Ela não era linda. Ela era surreal. Sem acreditar no que tinha ao seu lado ela ficou sem ação. - Meu nome é Lana. - se apresentou sem que Rosana conseguisse dizer uma só palavra. - E você é?
___Eu. Eu...Oh, sim. Me desculpe. Sou Rosana.
___Oi, Rô.Posso chama-la assim?
___Claro, claro. Você toca muito bem Lana. Além de ser uma bela jovem.
___Ora, não exagere. Agradeço por me achar uma boa profissional. O que esta tomando?
___Vodka. Quer uma?
___Aceito, obrigada.
Rosana fez o pedido e não se cansava de olhar para a jovem que as vezes virava o rosto para o lado e ficava corada.
___Você não vem sempre aqui, não é?
___De fato. Mas como sabe?
___ Você tem um tipo muito marcante Rô. Chama a atenção. Simpatizante ou do meio?
____Você fala do meu interesse sexual?
___Sim. Você apenas é simpatizante da causa a pratica?
___Sou praticante.
___Veio com seu caso? Ou será que brigaram?
___Terminamos. Quer dizer, ela terminou comigo. Achou alguém mais interessante.
___Ulala, isso eu duvido. Ela deve ser uma tremenda babaca isso sim. Você é muito atraente e parece ser muito dócil, amiga e uma grande amante. -sorriu virando mais um gole da bebida.
___Você não acha que está exagerando?Se eu fosse tudo isso ela não teria me trocado por outra.
___Olha eu posso ter te conhecido agora, mas sei analisar as pessoas e saber quem são e como são. Essa sua ex foi uma trouxa e vai se arrepender de te-la deixado - disse e jovem, quando o som de uma guitarra sendo afinada lhe chamou a atenção. Virou o restante da bebida de uma só vez e se levantando perguntou
___Você vai ficar até o fim?
___Não sei. Porquê?
___Gostaria de conversar mais com você. Te achei legal.
___Fico então.
A jovem sorriu e deu-lhe um beijo no rosto antes de se encaminhar para onde estavam os demais componente do conjunto, se preparando para iniciar mais uma seleção musical. Ao ve-la se aproximar a vocalista foi para cima dela que a ignorou. Rosana, não se atreveu a ir para a mesa novamente e permaneceu ali até o fim de toda atividade da buate. Já não havia quase ninguém, somente o pessoal da banda guardando os instrumentos. Rosana estranhou que a baixista estivesse desmontando as peças da bateria e não a baterista. Pagou as comandas se preparava para sair quando alguém falou atrás de si.
__Ia me deixar falando sozinha? - disse a jovem se aproximando com outra vestimenta que a deixava mais bela ainda. Trajava uma mini saia xadrez uma camisa branca e um colete preto por cima. Parecia uma colegial.Trançou braço com Rosana e saíram da casa noturna.
__Para onde você que ir? - perguntou Rosana quando atingiram a rua.A luz do dia começava a surgiu no horizonte. Estava um inicio de manhã chuvoso.
__Você é quem manda. Um lugar onde eu possa descansar da barulhada da noite. - disse ela se encolhendo de encontro ao corpo de Rosana. Parecia estar com frio.
__Tem certeza de que é isso mesmo que posso fazer?
__Sim. - disse e sorriu sem mostrar os dentes.
Rosana se dirigiu com ela a um ponto de táxi que ficava ali perto e por uma coincidência do destino, o mesmo motorista que a fora buscar em casa, era o mesmo que estava aguardando passageiro. O táxi rasgou ruas e avenidas, subiu e desceu viadutos e por fim chegou ao local de onde Rosana saíra na noite passada, só, e voltava naquela manhã acompanhada. Lana entrou naquele que sem saber seria o seu santuário. O perfume que impregnava a sala era delicioso.Rosana olhava para aquela menina moça com um enlevo de uma cuidadora, prestadora dos mais belos mimos a quem cuidava.Deseja tomar um banho enquanto preparo um bom desjejum para nós? Olha o banheiro é logo no fim do corredor, lá tem toalhas limpas e se desejar trocar de roupa, tenho alguma coisa que pode lhe servir no armário maior, é só pegar.
__Você não vêm? - saber a jovem se encaminhando para o banheiro.
__Não agora, vou preparar alguma coisa para nós. Fique a vontade.
Enquanto preparava uma verdadeira refeição, Rosana sorrindo tinha na mente o rosto belo da garota que se banhava ali em seu apartamento. um uma curiosidade fora do comum caminhou pelo corredor até a porta do banheiro q

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:18 de fevereiro de 2015 18:30

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Lésbicas

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