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Amigas do peito, brincadeiras eróticas

__Oi, sou eu mesma. Não esta reconhecendo minha voz?
"Parece que você esta muito cansada. Estava tocando uma siririca?"
__Claro que não. Não sou de fazer isso. Por que me ligou tão cedo?
"Estou ligando para ver se você vai estar em casa a tarde. Tenho algo interessante para lhe mostrar."
__Não vou sair não, pode vir a hora que quiser. Estarei sozinha, já que mamãe vai a escola de Belas artes, como sempre.
"Puxa sua mãe esta levando a sério essa história de ser pintora, hein?"
__Desde que papai nos deixou, ela procura ocupar seu tempo na pintura e olha que tenho novidades.
"Quais?"
__Mamãe esta namorando, menina.
" Não me diga. E você não esta com ciumes, já que ainda adora seu pai?"
__O que posso fazer? A vida deles é com eles, eu só sou o fruto deste relacionamento. Não serviu para prende-los, agora cada um por si. Ele já tem a companhia que achou ideal, agora ela encontrou a sua cara metade.
" E o que mais?"
__Se prepara para a maior. É mulher.
"É mulher o quê ?"
__O caso de minha mãe. É uma mulher e diga-se de passagem linda.
"Você esta brincando, não está?"
__Não. Ela já veio aqui em casa. Ela faz parte dos modelos vivos da escola.
"E como você viu tudo isso?"
__Ah, sei lá, né? Cada uma na sua. Se ela é feliz com o que encontrou para sanar a falta de um amor, que vá em frente. Não sou nada contra. Mas me diga que horas você vem, assim eu preparo alguma coisa para comermos.
"Ok. Eu vou levar umas bebidas. Chego ai lá pelas três horas esta bem?"
__Vem de carro?
" Ainda não sei, por quê?"
__Gostaria de assistir esse filme que está sendo muito comentado na cidade.
"Esta bem. Vou de carro. Tchau"
Assim era Carol, sempre pronta para atender sua grande amiga Lilian, que por sua vêz a adorava e não poupava esforços para a ter por perto. Era uma amizade limpa, das que a gente torce para ter uma.
Lilian consultou o relógio para ver se estava atrasada nos preparativo para a chegada da amiga. Lia um livro, sentada no sofá da sala, quando escutou o barulho de um carro que adentrava a parte frontal da casa e estacionava. Ouviu o freio de mão ser puxado e pouco depois silêncio. Foi até a ampla janela da sala e afastando as cortinas viu Carol que estava na parte traseira do carro tirando algo de lá. Abriu a porta da sala e desceu dois degraus indo em direção a amiga que ajoelhada no banco traseiro empilhava alguns pacotes. Trajava uma minissaia muito curta, que revelava toda a sua intimidade guardada apenas por uma calcinha fio dental, que naquela posição, mais revelava que ocultava. Observou por instantes e sorriu.Carol ao percebe-la atrás de si, lhe passou duas garrafas de vinho e um pacote retangular de tamanho significativo dizendo:
__Olhar minhas partes expostas não vai me ajudar em nada, vamos trabalhar mocinha, depois você vê o resto de verdade.
Sem entender o que a amiga queria dizer ela se apressou a pegar as coisas e foi para o interior da casa, seguida por Carol.
Carol era super divertida e tinha uma beleza clássica, onde seus cabelos revoltos a deixava com um ar de menina sapeca, pronta para o que desse e viesse. Depois de algum tempo, após terem devorado o lanche que Lilian preparara, foram para a sala saborear o vinho que estava sobre a mesinha de centro. Era para variar um vinho de boa qualidade e entre goles foram passando a conversa em dia.Lilian de short de jeans, estava com as pernas encolhidas sobre o sofá e ria das piadas da amiga que como ela já estava bem altinha. Lilian quis saber do namorado quase noivo de Carol e ela disse que as coisa estavam fluindo mas que tinha ainda uma grande dúvida se deveria seguir em frente com o compromisso. Dizia ela que já não vibrava mais com o namorado como antes. Precisava as vezes quando estavam transando, imaginar que quando estava sendo possuída, quem o fazia era outra pessoa e ela estava começando a se sentir mal tendo as vezes que apelar ao Pedrão.
__Pedrão? Você está traindo seu namorado com o Pedrão? Você esta louca?
__Calma lá, deixa me explicar. Não estou traindo ninguém...ainda. Eu não sei se devo lhe falar, mas como somos amigas intimas confesso a você que eu não estou mais sentindo interesse em transar com homens, principalmente o meu namorado.
__Você esta querendo me dizer que virou lésbica?
__Mais ou menos. Pode chocar mas eu estou achando a ideia viável.
__Mas não é por ai. Ninguém assume ser lésbica só para se ver livre de uma dúvida. Ou você tem tendência ou está dando uma de curiosa. E olha amiga, isso não é uma boa, sinceramente.
Carol olhava para Lilian e seus olhos brilhavam, e não era por causa dos vapores etílico. Pegou a caixinha retangular e a abriu retirando do seu interior algo que fizera Lilian abrir o olhos e depois cair na risada. Tossindo de tanto rir ela inquiriu a amiga:
__Que diabos você faz com isso, Caral?
__O que você acha? Isso é o meu prazer.
Olhava com uma certa enlevação para o objeto de seus desejos, um pênis artificial com 25cm x por 6cm e que tinha um vibrador embutido. Lilian estava abismada e curiosa pediu para ver, sem querer acreditar que aquela jovem bonita, cheia de vida, sensual, estivesse se satisfazendo com um objeto daqueles.Ligou o vibro do aparelho e sentindo a vibração do mesmo ficou até impressionada com a sensação estranha que o som e a movimentação do simulacro deixava se sentir. Carol veio sentar-se junto dela.
__O que você acha?
__O que eu acho de quê?
__Não é gostoso, sentir essa coceguinha sobre a pele? Imagina dentro de nós.
__Sai pra lá amiga. Eu não preciso disso. Por mais que eu estivesse necessitada de uma válvula de escape. E além do mais Carol, você me disse que tinha interesse em outra pessoa. Por que não dispensa seu atual namorado e fica com a outra pessoa?
__Você ficaria?
__Se fosse para a minha felicidade, não tenha dúvidas.
__Eu tenho medo de sofrer uma rejeição por parte dela.
__ Ela é carola ou comprometida.
__Carola eu sei que ela não é. Mas posso dizer que o seu comprometimento é superficial. Sabe daquelas pessoas que só namora para dizer á sociedade que é parte dela? Assim é ela. Eu poderia até dizer que essa pessoa e mais do que eu espero na vida, mas tem uma mentalidade que as vezes me surpreende ao dizer que aceita a companheira da mãe numa boa, não se preocupando com o que os outros vão dizer, contanto que sua mãe esteja feliz, ela também estará. A muito que eu sinto que algo fica mais apertado dentro do meu corpo e
que fico com raiva quando a vejo com outras pessoas, principalmente se são homens que a assediam. Sonho com ela e depois de ganhar esse brinquedinho, veja bem, do meu namorado, passei a pensar mais nela do que nele. Quando sentia falta de um carinho masculino, aprendi a me utilizar desta falsa ideia de o ter por perto como um ser vivo.
__Você descreve essa pessoa como se ela fosse eu. É isso mesmo que eu entendi, Carol? Você quer dizer que gosta de mim, não como amiga, mas como uma namorada?
__Foi mais forte que eu, Lilian. Não desmereci sua amizade. Foi acontecendo e eu me vi envolvida pelo seu charme, o ombro amigo quando precisei, o que rimos e choramos juntas, tudo isso foi alimentando o fogo da minha paixão por você. Me tornei fria na cama com meu namorado a ponto de sugerir e ela me dar um consolo. No inicio até que foi bom, diferente, mas agora eu não sinto mais nada. Só penso em você. Não sabia como me aproximar e lhe falar, se não fosse pelo que você me disse hoje pela manhã sobre sua mãe eu jamais iria me confessar. Estava disposta a renunciar nossa amizade e
sumir, mas de repente vi essa luz no fim do túnel e aqui estou de peito aberto me declarando a você.
Lilian olhava para aquela que sempre considerou como irmã e tentava digerir cada palavra que ouvira ou até o passar de mão, que Carol fazia em sua coxa sem o perceber. Sentiu uma coisa por dentro lhe corroendo as vísceras ao ouvir que Carol estava pensando em deixar de ser algo na vida dela. Seu coração estava com os batimentos acelerados e uma ligeira falta de ar lhe incomodava, mas se manteve firme quando se viu puxada de encontro ao corpo da outra num abraço que parecia pedir socorro, implorando para que ela se deixasse amar.Olhou dentro dos olhos de Carol e foi sentindo o seu hálito quente lhe queimar a face e sem poder se controlar, se deixou levar para o encontro dos lábios das duas. Primeiro foi só um encostar dos mesmo, depois um pequeno selinho, a seguir um beijo mais normal e por fim, depois de se olharem longamente, veio o beijo do consentimento, da volúpia, do sentimento de paixão que explodia no peito, não só de Carol mas de Lilian também, que compreendia que não viveria sem aquela jovem que nutria por ela um amor puro, quase que inocente. Ambas estavam de joelhos sobre o sofá, abraçadas, com as bocas coladas, as mãos acariciando rostos, costas, apertando os corpos, sentindo as tenras carnes tremulas que ansiavam por caricias. Duas gatas que estavam se conhecendo, ali no sofá da sala, experimentando as delicias dos toques, de sentir nas narinas o cheiro indiscreto de sexo que já começava a poluir aquele recinto, toda a magia do encontro das fêmea que eram predadoras entre si, estava se delineando aos poucos.Os beijos, sacanas, safados, libidinosos, cheios de eletricidade onde uma carga era mais carregada para quem surpreendia, e absorvida e transformada em energia de retorno para seu intimo que clamava pela exortação. Foi por puro instinto que se levantaram e iam se dirigir para o quarto de Lilian, quando esta olhando para Carol murmurou entre beijos?
__Leva o Pedrão.
Foram se despindo sem pressa, apenas saboreavam cada parte do corpo que se desnudava com muitos beijos.Os seios de Carol, quando surgiram fora de suas prisões, provocaram admiração por parte de Lilian, que os chupou com carinho e deleite. A amiga absorvia, tal caricia, ofertando com as mãos, mama após mama. Respirava pelo nariz e ofegava muito. Apertava a cabeça de Lilian obrigando-a a ficar um o rosto entre os seios. As calcinhas de ambas estavam encharcadas e quando foram tiradas, as partes descobertas receberam as caricias de línguas atrevidas que se precipitaram entre os lábios carnudos das intimidades de ambas. Para Carol, sentir o gosto do licor que fluía
do sexo da ex amiga, agora sua namorada era por demais gratificante a fazendo explodir de prazer. Os dedos afoitos de Lilian procuraram naquela umidade que escorria entre os lábios do sexo de Carol, a invasão, onde queria se perder em cada dobra interna. As bocas que estavam, lambuzadas de seivas das xanas molhadas, se uniram em um beijo, onde as umidades se misturam com o tempero do sal intimo. O contato dos corpos nus que se embolavam no leito, fazia com que as carnes tremessem e misturassem as vibrações de cada gozo provocado, no corpo da outra. Estavam descabelas, mas continuavam lindas. O suor, daquela tarde quente de verão, que tornava os corpos mais lisos, os faziam terem uma aparência de seres mitológicos, de cantos maravilhosos que afundavam embarcações, mas que ali sucumbiam elas, as sereia do amor lésbico. Amigas do peito, ontem, hoje participam de brincadeiras eróticas.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:24 de fevereiro de 2015 08:51

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Lésbicas

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