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Do fundo do baú

Apimentando o relacionamento

Eu namorava com um primo. Gostosão, ele me era o sonho de todas as garotas do colégio. Eu no entanto fora a premiada com suas atenções e depois de ficar meio com receio dos nossos pais descobrirem, por sermos primos irmãos. O namoro seguiu dentro da normalidade até que ele disse que desejava me foder. Concordei de imediato, mas alertei ele que deveria tomar o máximo de cuidado poisa eu não usava nenhum método contraceptivo. Ele concordou em usar camisinha, naqueles dias em que eu poderia desconfiar que estava ovulando, diante do aumento de temperatura do corpo sem qualquer tipo e infecção ou virose. O que eu não sabia era que ele era bem safado. Marcamos para a minha trepada com ele em uma casa de amigo que estava para alugar e cuja chave ele tinha em seu poder.Eu estava ansiosa para sentir a pica dele, não podia negar, ele via nos meus olhos e nops gestos que me acompanhavam por todo o caminha para a tal casa. Vou me descrever e talvez vocês possam opinar se ele tinha motivo para me desejar.
Sou morena clara, cabelos compridos, 1,70m, 65kg, bunda empinada, seios grandes de bicos que sempre estão tesos, uma xoxota sobre a qual deixo uma pequena estradinha de pelos que indica o local onde ela se encontra e meuis olhos são esverdeados. Minha boca é carnuda, ideal para chupar uma pica bem gordinha e comprida. Adoro, sem acariciada, principalmente de o cara estiver me fodendo a boceta e ao mesmo tempo inserir até três dedos em meu cu.
Com esse cenário do meu corpo, entramos naquela casa abandonada, onde eu me entregaria de corpo e alma para aquele sonho de adolescente. Esqueci de dizer que tenho 25 anos, que nunca me fixei em macho algum, mas estava com a ideia de ficar com o meu primo mesmo encontrando barreiras. O mais gozado de tudo, era que ele nunca me quisera foder, até aquela data. Eram caricias profundas que nos alimentava em cada encontro, mas chegar e por dentro de minha bocetinha ou do meu cuzinho, não. Era estranho, mas eu curtia aquele pseudo respeito. Ficava em brasa e quando chegava em casa tinha que me masturbar alucinadamente para aplacar o fogo que me consumia. Havia comprado até um simulacro de pênis, muito realistas, onde o imaginava me fodendo e deixar o gozo vir.
Fomos para, onde era o quarto e lá estranhamente vi um colchonete sobre o assoalho e uma almofada. Olhei para ele, que tinha acendido a luz, o que eu tinha achado temeroso, mas ele me tranquilizou de que ninguém viria ali. Fomos para o improviso e ele logo começou a me beijar e alisar minhas coxas. Minha saia curta, tinha subido e até minha calcinha estava amostra. A mão de meu primo estava dentro dela, tocando em minhas nádegas, roçando dedos em meu rego, o que me estava deixando num fogo tremendo. Comecei a tirar a roupa e pouco depois apenas a calcinha estava no meu corpo. Sentada em seu colo, eu o deixava chupar meus seios. Ele mordia os bicos e eu enlouquecia. Quando ele ficou com um dedo sobre meu cu, eu dei uma agitadinha no traseiro e ele o mergulho para dentro do meu rabo. Pedi que ele enfiasse mais um e pouco depois, estava com três dedos no meu cu. Olhei para baixo de onde nossos corpos se encontravam e vi seu pau. De pernas abertas como eu estava, era fácil encostar a peça viva no meio da minha vulva aberta e senti toda aquele pedaço pulsante esquentar o meu clitóris. Meu primo se deitou e pediu que eu ficasse ao seu lado. Assim que o fiz, ele, depois de colocar a camisinha, levantou uma de minhas perna e se aproximou do meu sexo com o pau procurando caminho. Senti a cabeça, forçar um pouco e depois deslizar para dentro da minha xoxota, aquecendo o meu interior. Meu primo estava alucinado e me dava uma surra de pica. Eu já tinha gritado que estava gozando e ele continuava com o mesmo embalo. Me forçou a virar sobre si e ficar por cima, com ele arreganhando a minha bunda. Cuspiu nos dedos e os levou ao meu cu, o lubrificando. Depois de socar dedos dentro dele, me puxou mais para dentro de si e sussurrou em meu ouvido:
__Vou te fazer experimentar um outro tipo de prazer. Você quer?
__Sim. Quero. - respondi sem saber do que se tratava. Só vim a notar o absurdo da coisa, quando senti nas costas nua um certo calor e surpresa me virei, deparando, horrorizada, com um cara pelado, com um tremendo pau que já espetava minha pele, tentando se ajeitar atrás de mim. Quis pular fora, mas meu primo me abraçou com força, me mantendo firme com o traseiro semi empinado. Tornou a falar em meu ouvido que deveria aproveitar aquela novidade. Comecei a chora, por ver o caráter que ele tinha. Me remexia toda, tentando evitar o que eu sabia que eles queriam ou seja uma dupla penetração. Comecei a ficar casada e praticamente manietada pelos braços fortes daquele que eu desejara desde muito jovem, fui me aquietando, o que deu a entender que eu estava a mercê dos dois. Pedi que ele me soltasse, que eu não iria reagir.
__Não? - perguntou meu primo até que surpreso ou decepcionado.
__Não. Se era isso que você pretendia, pode pedir ao seu amigo que vá em frente, ou por outra, que enfie atrás.- lhe disse e olhando para trás, completei -, Vá firme cara, mostre que você é tão gostoso quanto aparenta. Meu cu é todo teu.
O amigo do meu primo, se ajeitou atrás de mim e depois de cuspir na cabeça da pica. a encostou nas minha pregas e foi empurrando. Para colaborar, fui relaxando a medida que a pica entrava. Meu primo parecia decepcionado com a minha atitude, pois seu pau já não se movimentava mais como antes. Acho que ele não estava gostando de sentir pela vagina, o pau do amigo prensando o dele. Olhar para a cara dele, me excitou e com isso procurei empinar o que podia, o meu traseiro. Peguei uma das mãos do cara e a coloquei em meu seio e ele logo colocou a outra. Mexia nos mamilos me deixando tonta de tesão. Para mim o melhor de tudo era saber que ele ia goza em meu cu eu sentiria todo o líquido, já que ele não usava camisinha. Fiquei olhando fixamente para o rosto de meu primo, deixando-o ver pelas minhas expressões o prazer que estava sentindo. O cara que fodia meu cu era bom, e ficou por muito tempo bombando nele. Quando gozou eu fiz de tudo para expulsa-lo de dentro de mim, pois desejava fazer uma coisa. Ao procurar me levantar de sobre o corpo do meu primo, fiz força e estrondosamente a porra que eu tinha no rabo chuveirou sobre o peito e rosto dele. Ele xingou muito e até ameaçou me agredir, mas o cara que era dono da porra, pulou na frente e me protegeu. Meu primo, me viu sentada junto do cara com a pica dele na boca, num ato acintoso de vingança. Ele não queria apimentar o relacionamento, pois eu estava topando, só que ele não. Gozando não?

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:21 de setembro de 2015 11:59

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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