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Aquela tara do passado!

Não sei se alguém passou por momentos como os que eu vivi, durante boa parte de minha vida. Mesmo depois de casado eu ainda mantinha aquela estranha, mas gostosa atração sexual. Não deixava que minha esposa soubesse o que eu mantinha como um segredo de vida e morte em minha maior intimidade. Passo a explicar de uma maneira informal o que pode ter acontecido comigo na mais tenra idade.
Minha mãe tinha um costume, que herdou dos pais e que permaneceu com ela por achar que era uma forma salutar de nos manter com uma saúde intestinal. Aplicava uma vez por mês uma lavagem intestinal em todos os filhos com uma solução que só ela conhecia. O que era no inicio estranho começou a tomar forma de um prazer que me deixava encabulado, pois a medida que a cânula da pera de borracha ia entrando em meu cu eu notava que o meu pinto, pequeno naquela época, começava a ficar duro e eu lutava para esconder isso de minha mãe. Era um prazer indescritível que me fazia pensar em coisa idiotas mas gostosa. O mais curioso é que depois de evacuar tudo que pelo cu tinha sido inserido, eu ficava ansioso por querer ter aquele objeto dentro de mim esguichando gostoso, aquela aguinha morna ao mesmo tempo que o pau ficava duro. E alisando ele, sentindo aquela coceguinha maravilhosa acabei tendo minha primeira ejaculação, que foi um terror, pois eu desconhecia o que tinha acontecido. Porém aquele ato e efeito ficaram marcados em minha memória. Passeia a pegar escondido de minha mãe, aquilo que reconheci como uma fonte de prazer e escondido em algum lugar, besuntava com vaselina ( na época o lubrificante mais barato e usado para relações sexuais)o meu cuzinho e depois inseria a cânula rabo adentro e passava a manipular o pau em frenética punheta.Assim seguia a minha vida e eu fui crescendo, atingindo a adolescência, com aquele hábito crescendo e sendo superado, da pera de borracha, por um vibrador e dai para um desejo maior, fora um passo. Nesta época conheci uma garota que era muito papo reto e que me foi encostando na parede e exigindo que eu a possuísse de qualquer maneira. Nossa primeira relação, fora anal. Suelen, tinha uma boca que satisfaria qualquer ser mortal, menos a mim. Sabia fazer um boquete impressionante e não ficava sem que eu expelisse a porra em sua boca, para que ela a engolisse.Namoramos por longos anos e sempre com o sexo rolando solto. O meu problema continuava cada vez mais ativo e eu me acabava na punheta.
Não foi com Suelen que eu me casei, mas com uma moça que era muito puritana. Margarida era filha de uma amiga da família e foi de consenso que acabamos ficando noivos em pouco tempo de namoro e depois nos casamos com uma pompa muito grande. Margarida era uma mulher, tímida mas muito gostosa, que me deixou muito a vontade, quando era eu que a deveria deixar nesta condição, onde eu me realizava a fodendo com um prazer que ainda não era o que eu sentia ser tão bom quanto uma punheta. Parece brincadeira, mas eu ainda me sentia mais feliz batendo punheta que fodendo uma boceta.Porém uma noite durante uma transa, ela ousou uma caricia diferente e...acredite, eu pirei. Ela simplesmente enfiou o dedo no meu cu. Se a tal Linda Lovelace, viu fogos de artifícios quando gozo pela garganta, eu o fizera por ter um dedo no cu. Fora um gozo indescritível como eu nunca tivera com qualquer outra mulher.Apesar de ser tímida, Margarida estava antenada em questão que fosse sexual. Vendo que tinha me levado a loucura, ela passou a me tocar no cu sempre que tínhamos que terminar a foda que estávamos dando. Quando perdi aquela timidez em oferecer o meu rabo a ela, comecei na hora de levar as dedadas a ficar na posição de frango assado e ai ela aproveitava para me foder o cu e chupar o meu pau. Eu chegava a imaginar que seu dedo fosse um pênis que me arrombava o rabo e ia deixar dentro dele uma boa carga de porra. Meu cu piscava em torno do dedo de minha mulher e ela olhava para mim e sorria com uma cumplicidade amorosa. Quando uma noite lhe pedi que enfiasse dois dedos de uma só vez em meu cu. Ela os untou bem com lubrificante e depois de me tomar o pau na boca foi lentamente enfiando os dois dedos unidos.Minha mulher exigia que eu a olhasse enquanto me fodia, queria ver a minha expressão. Me contorcia em um prazer infinito e até chegava a discretamente, dar uma jogadinha da bunda de encontro aos seus dedos para uma penetração mais profunda e que me forçasse o cu a se abrir mais. Ela cruelmente começava a me lamber e chupar as bola, perto dos dedos e depois com o pau dando pinotes no ar, ela o tentava abocanhar, e o conseguindo, meu cu começava a estocar e ai, o caldo era entornado e eu sem poder me conter esporreava em sua boca, quase a afogando com tanta porra. Depois de engolir aquela carga de esperma, ela me olhando com uma ternura nos olhos, veio até mim e bem pertinho de minha boca, cheirando a porra disse o que eu nunca tinha ouvido:
__Meu viadinho gostoso, quer sentir o quanto a tua porra é deliciosa?
__Quero!- e assim ela juntou sua boca a minha e com alguns pedaços de porra me fez sentir o que tinha de bom que ela adorava. Era mágico o que aquele cheiro diferenciado, que mais parecia o de água sanitária, com o gosto ligeiramente salgado do esperma e eu fiquei tremulo saboreando aquela guloseima que me pertencia. Então depois daquela noite, sempre eu solvia da boca dela um,a parcela de meu próprio suco e depois dormia em paz.
Com o passar do tempo eu fui achando que o meu desejo crescia cada vez mais.Uma loucura começou a se apossar de minha mente e do meu desejo de satisfação, que veio a se realizar em parte de forma inesperada quando eu e Margarida fomos a um shopping. Depois de ficarmos zanzando por cada loja do mesmo, convidei Margarida para irmos a uma sala de exibição, assistir um filme. Já fazia meia hora que estávamos vendo cenas maravilhosa da sétima arte, quando notei que uma mão pousou na minha coxa e depois recuou. Novamente, após algum tempo, o mesmo fato se repetiu, só que perdurou por mais tempo e como eu não fiz objeção alguma, continuou no lugar.Fiquei sem poder me concentrar no filme, quando a mão subiu e veio até meu peito.Me endireitei, recostando na poltrona e ai a mão se insinuou por entre os botões que abriu e alcançou meu mamilo, passando a acaricia-lo. Margarida percebeu e depois de me olhar e perceber meu estado de êxtase, ficou na dela e levou uma das minhas mãos para dentro da sua calça, que abriu e desceu, jeitosamente para que ninguém do lado percebesse, e entreabriu as pernas para que meus dedos alcançasse o meio de sua boceta. Estava uma brincadeira deliciosa, que acabou ficando melhor ainda, quando o cara abriu sua braguilha e e enfiou minha outra mão por ela até tocar em seu vibrante pau. Com uma mão na boceta de minha esposa e a outra no pau de um desconhecido, cúmplices naquele escurinho do cinema, eu estava livre para voar. Os três estavam se precavendo para não dar bandeira, mas estava difícil haver um controle total e quando não conseguíamos, um gemido escapava e uma ou outra pessoa procurava ver de onde vinha. Dávamos um jeito de disfarçar e depois reiniciávamos tudo novamente.Vendo que um gozo não estava longe de acontecer, o que já tinha acontecido com Margarida, o cara retirou minha mão do seu pau, o que lamentei muito, mas se curvando sobre meu ouvido balbuciou palavras e se levantou. Retirei a mãos, cujos dedos estavam todos melados do sumo de minha mulher, que ainda gozava e dizendo a ela que iria ao banheiro, no que ela adivinhou o porque, pois viu o cara se levantar, e me segredou:
__Seu viadinho gostoso, me trás um pouquinho?
Olhei-a por um instante e depois me levantei e pedindo licença, segui pela fileira de poltronas ocupadas, atrás da figura que já estava indo pelo corredor. Consegui chegar junto com ele nos sanitários e pude visualizar com mais iluminação, que era um homem de pouco mais de 50 anos, bonito, que me acenou ao entrar num reservado. Não havia mais ninguém por ali. Fechada a porta, ele já foi abaixando a calça descendo a cueca e expondo um pênis de uns 20cm e bem roliço. Fiquei por um instante atordoado, com a realidade de ver assim a meu dispor um pau. Um pau de um outro homem que achei a coisa mais bela do mundo. Meu coração disparou a bater e eu pensei que iria ter um ataque do mesmo. O Cara me fez sentar na tampa do sanitário e depois se pondo entre minha pernas, ofertou-me o seu pau para que chupasse. Alisei aquela beleza, que sempre me fascinara e a imaginei dentro de mim, como os consolos que eu tinha em casa. Beije a cabeça do mesmo e depois a abocanhei. O homem deu um gemido longo e depois segurou em minha cabeça. Fui engolindo o pau até senti-lo tocar em minha garganta, ai ele começou a dar pequenas estocadas. Enquanto isso eu acariciava seus ovos peludos. Quando ele permitiu que eu retirasse a boca do membro, vi uma baba grossa sair da boca e ficar sobre o pau. Alisei e vi que era bem lubrificante. Então ele me olhando disse:
__Vamos brincar de esconder o pau meu cachorrinho?
__Claro, vamos.
Ele se afastou um pouco e eu me levantei começando a abrir a calça que desci junto com a cueca e depois de colocar um joelho sobre o tampo da privada, procurei me curvar da melhor maneira possível e ficar na posição de entrega. Ele aproveitou a baba que eu tinha deixado em seu pau para melar o meu rego e depois de lubrificar o meu cu, colocou a cabeça sobre ele e foi empurrando. Vibrei ao sentir o contato da glande em minhas pregas. Era a primeira vez na vida que eu me preparava para se sodomizado por um homem, ainda mais dentro do banheiro de um cinema num shopping. A dor daquele pica, abrindo minhas pregas e ir entrando fora maravilhosa, e eu me reportei aos tempos de criança, quando minha mãe me colocava de bruços no colo, separava minhas nádegas e depois de passar o dedo com vaselina no meu cu o invadia com aquela gostosa cânula, aquecida pelo líquido da pera de borracha, que ela esguichava dentro do meu canal. Lágrimas caíram dos meus olhos, de emoção e satisfação. ouvia um ou outro que entrava no banheiro para mijar e isso me aumentava mais o tesão de ser enrabado. Naquele momento eu vivenciava o prazer que os homos sentiam, mesmo eu não sendo um, e curtia a enrabada me deixando levar pelas emoções. Imaginava se Margarida algum dia iria me acompanhar numa empreitada daquelas. Eu sabia que lá na sala de projeções, ela estava ciente de que eu estava sendo enrabado pelo desconhecido, e ai eu lembrei-me do seu pedido.
__Pode me fazer um favor cara? -pedi olhando para trás, vendo seu rosto transformado pelo prazer que estava sentindo enquanto me fodia o rabo- na hora de gozar, você tira fora e me da a pica para chupar? - e ele concordou com um gesto de cabeça.Quando percebeu que o momento estava chegando, ele apoiou as costas na porta e dando uma forte estocada, retirou o pau do meu cu e dando um jeitinho, o trouxe para o lado que eu tinha o rosto virado, e diante de minha boca aberta, ele enfiou a cabeça da pica nela e deixando de pressionar o canal permitiu o lançamento do esperma em jatos sucessivos e grossos, que aparei com prazer com a língua.
Margarida estava no mesmo lugar quando voltei. Abracei minha mulher e ao beija-la, passei-lhe o que tinha reservado, decorrente da minha aventura maluca no banheiro com um estranho. Meu cu estava dolorido e eu sentia que o mesmo estava aberto, mesmo passado alguns minutos da foda dada no banheiro. Margarida, me olhou com aqueles olhos maravilhosos e disse passando a língua sobre os lábios:
__O mesmo gosto da tua...deliciosa!
Em casa, quando estávamos na cama, ela me pediu que lhe contasse em detalhes tudo o que tinha acontecido e como eu me sentia. Passei a ela tudo que pudera sentir com um pau real no rabo.
__Meu viadinho gostou de levar um pau de verdade no cuzinho, gostou? - perguntou descendo pelo meu corpo e tomando o meu pau na boca, cheia de saliva, passando a chupa-lo.
__Adorei! - respondi me estremecendo todo, pois ela conseguia enfiar um dedo em meu cu maltratado,mas sequioso de receber os carinhos dela.
Um acordo eu firmei com minha esposa, daria a ela o que desejasse para se satisfazer sexualmente, e eu teria um encontro mensal com um homem, para curtir o que de melhor ele pudesse me dar. Não vejo nada demais em dar o cu para um homem como eu. Sinto prazer. Minha esposa me entende e sabe que a amo, assim como sei que ela me ama também. Posso garantir que somos felizes como poucos falsos moralistas vivem!

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:27 de janeiro de 2016 19:12

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Fetiches

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Comentários

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  • Garota Linda
    Postado porGarota Lindaem28 de janeiro de 2016 06:00

    Sempre quis um cara assim, meu sonho. Um corninho pra chamar de meu, que me ajude a escolher a lingerie pra outro homem tirar, que goste de me ouvir contar como eu dou pros outros homens... Ia ser uma delícia...

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