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Do fundo do baú

Aquele anúncio no jornal me levou ao prazer.

Estava entediada com a vida que levava. Apesar de ainda ser uma mulher relativamente jovem, com meus 40 anos, eu me achava uma matrona que não conseguia se divertir, ou achar que a companhia de outra pessoa pudesse ser agradável. Vivia, dentro de casa, apenas recordando os dias feliz, que tivera ao lado do meu ex- marido. Ah, esqueci de dizer que eu era divorciada. Perdera meu marido, pasme, para minha melhor amiga. Eu não culpo ele, pois me sentia satisfeita com tão pouco, sem ter iniciativa para inovação, caindo na rotina desgastante do casamento ortodoxo. E olha que eu me gabava de ser a certinha, aquela esposa dedicada que dava tudo para seu marido que trabalhava para a sustentar. Mas eu não apresentava nenhuma novidade, quando íamos para a cama, e olha que ele era um tipão. Só que eu comentava todas as nossas relações com Marta, minha melhor amiga. Ela que a tudo escutava, garantia que eu era a esposa ideal que Cristiano gostava de ter. Eu tonta, acreditei. Ela por sua vez começou a frequentar a minha casa, não mais quando eu estava sozinha, mas quando meu marido ali se encontrava. Vinha com roupas que eu ficava admirada de uma mulher ter a coragem de usar. Era muito revelador. As vezes eu pegava meu marido olhando para as coxas dela ou dentro do seu ousado decote. As vezes quando ele ia a copa buscar algo, ela dava uma desculpa e ia atrás, mas a tonta aqui não desconfiava de nada.
Minha irmã ficara doente e eu tive que ajudar ela a cuidar dos meus sobrinhos. Disse a Cristiano que ficaria com ela até que se restabelecesse e pudesse cuidar das crianças. Ele não me impediu, ao contrario, disse que eu podia ir e ficar por lá o tempo que fosse preciso. Chegava a passar todas as tardes na casa de minha irmã para ver como nós estávamos e depois ia para casa.
Já estava afastada de casa por 15 dias, quando resolvi que deveria ir até em casa pegar roupas e deixar algo pronto para meu marido, como agradecimento por ele estar sendo tão compreensivo.Luz, em nosso quarto, indicava que ele já estava em casa, iria surpreende-lo.
Assim que abri a porta da sala, vi algo sobre o encosto do sofá, que me fez pensar que eu tinha ficado muito relaxada. Um sutiã estava ali repousando escandalosamente. Ao pega-lo, comecei a notar que ele era bem maior do que eu usava, portanto...
Cheirei a peça e reconheci o perfume nela impregnada. Sem pensar mais nada, fui em direção ao quarto. A porta estava aberta e quando me aproximei, os sons que chegavam até mim, indicavam uma atividade muito grande em seu interior. Eram gemidos de tonalidade feminina e palavras embargada de alta carga de erotismo de um homem. Espiei com cuidado e o que vi, me deixou petrificada, com um grito preso na garganta. Na cama que eu repousava, o local sagrado para mim, pois ali eu desfrutava dos prazeres que meu marido me proporcionava, estavam dois corpos nus, o dele e o de Marta, que tinha os seios opulentos sugados pela boca de Cristiano, que executava os movimentos representativos de uma foda que estava sendo realizada. Na mudança de posição quando eles ficaram de lado, eu pude ver , quando ela teve uma das pernas elevadas por ele, a sua pica, entrando e saindo da boceta da minha... melhor amiga. Eu estava com o olhar preso naquele encontro dos dois sexos, notando que aquele ato era ou estava sendo mais intenso dos praticados comigo. Achava até que o pau de meu marido, estava mais duro e grosso, do que quando me penetrava. As mãos dele se apossando dos seios dela, os massageavam com tanta vontade, que me dava inveja. Tudo bem, os seios dela eram bem maiores e despertavam nele um desejo que já vinha de longe, quando espionava nos decotes dela, mas eu tinha os meus e não me sentia tão sem atrativos, que não merecesse nunca o mesmo tratamentos nas mamas, que ela estava tendo. Mas o que mais deixou, de boca aberto foi quando ele cochichou algo em seu ouvido e ouvi ela fazer "Humm, humm". Em seguida, vi ele retirar o pênis da boceta dela e começar a tatear atrás de onde estava antes, a procura... do cu dela. Vi ela abria boca e se agarrar na beirada da cama, indicando que ele tinha entrado no rabo dela. O que se ouviu logo após, foram gemidos de ambos, nos embalo daquela transa anal. Confesso que fiquei excitada vendo os dois transarem em tão perfeita harmonia que me descuidei e ela foi a primeira a me perceber. Empurrou Cristiano, que tentou segura-la, mas a mesma pulou da cama e ai ele me viu. Seu pau que ainda continuava duro, até me ver, despencou como num passe de mágica. Encarei ele, entrando no quarto e me sentando ao seu lado.
__Por que na nossa cama e com tanta intensidade? - perguntei ainda colocando a mão sobre o pau amolecido e molhado do cu de Marta. Diante do mutismo dele, me virei para ela. _ E você, Marta, bela amiga me saiu. Sempre dizendo que eu era a melhor esposa, que estava certa em tudo que fazia. Mentiras, só, mentiras para alcançar seu objetivo. Vaca imunda.
Um grito de dor se ouviu naquele instante e só então me dei conta, que estava apertando os testículos de Cristiano, com toda a força e ódio que eu sentia naquele momento. Cristiano estava com o rosto vermelho, acusando o sofrimento que estava sentindo. Não tive dó e apertei com o que me restava de força.
__Você não merece ter essa porra entre as pernas seu filho de uma cadela. Você tem sorte de que a tesoura está longe do meu alcance, senão você ia ver o que ia fazer com essa merda. Agora, você pegue suas coisa e suma daqui com essa imunda. Você Marta, tem muita sorete de não lhe aplicar um bom corretivo. RUA! - berrei a plenos pulmões terminando por cair em choro convulsivo.
Se disser que fiquei depressiva e nem na casa de minha irmã fora mais, tendo ela vindo me ver e saber o que tinha acontecido.
Seus conselhos me acalmaram mais, apenas ficava chateada de ficar naquela casa onde tudo me lembrava Cristiano. O Tempo foi passando e um belo dia recebi o advogado dele, q

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:11 de setembro de 2015 10:59

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Maduras

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