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Aquele anúncio no jornal me levou ao prazer total 2

Como estava dizendo antes, eu ficara num mato sem cachorro, depressiva e sem a minima vontade de sair de casa. Minha irmã se preocupava com o meu estado e agora era ela quem me prestava assistência. Um dia ela chegou com revistas e jornais para me distrair e ao folhear umas da paginas do jornal, fui ler anúncios de classificados por mera formalidade e vendo-os me deparei com algo que achei interessante. Uma agência que arrumava companhia para pessoas solitária de acordo com o perfil selecionado. Havia um numero de telefone. Anotei e depois que minha irmã se foi, disquei para lá e entre em contato com a dona da agencia. Conversamos e expus minha situação. Ela fez algumas perguntas preferenciais e depois de tudo acertado, eu tinha que ficar na expectativa de quem chegaria para me atender.
Era sábado, mais ou menos 15 horas, quando um carro parou a frente da casa. Eu estava na sala e vi um cara descer do mesmo. Era um homem moreno, alto, usando óculos escuros, que se aproximou do muro da casa e tocou na campainha. Mais um vendedor, que vinha me encher o saco. Fiquei olhando-o sem querer atender. Depois de algum tempo insistindo, ele sacou de um celular e falou com alguém. Quase que de imediato, o meu telefone tocou. Fui atender e me vi falando com a dona da agência. Ela queria saber se a " mercadoria" não tinha agrado e por isso eu não estava atendendo. Fiquei sem ação e me desculpando com ela disse que iria atender de imediato e assim o fiz, abrindo a porta e me dirigindo até o portão, que abri, já ficando admirada, de ver de perto o quanto o cara era atraente. Quando tirou os óculos, percebi que teria dado um fora do tamanho do mundo.
__Oi! Sou Odair.
__Muito prazer, sou Juliana. Entre.Oh, desculpe não te-lo atendido de pronto, achei que fosse alguém tentando vender algo. É comum por aqui, principalmente aos sábados.
__Compreendo. Mas posso lhe adiantar que os vendedores que não são atendidos por você, estão perdendo a chance de ver uma bela mulher. Não devia priva-los de a ver.
O cara era bom de papo. Me deixara sem jeito perante tão galante elogio. Remexi nos cabelos, denotando que ele tinha me encabulado. Imagina, uma coroa de 40 anos, encabulada como uma adolescente de colégio diante da primeira cantada romântica.
Ele se voltou e foi até o carro que abriu a porta do motorista e de lá retirou um belo embrulho.
__Para você, espero que goste!
__Oh, não precisava se preocupar. Obrigada. Vamos entrar.

Odair se mostrou um cara muito bem informado. O embrulho era um cesta personalizada, com produtos finíssimos, de extremo bom gosto. Servi um drinque a ele e o acompanhei. Como já tinha almoçado, disse a ele que ira preparar algo para servir de petiscos. Ele me surpreendeu, dizendo que tinha habilidade naquela área e que adoraria me ver experimentando o que tencionava preparar. Estava encantada com ele, seu perfume, a voz educada, o porte físico e a gentileza que me dispensava. Fui com ele para a cozinha, mas o mesmo pediu que eu ficasse sentada que ele iria atacar tudo com sua imaginação. Com um avental amarrado á cintura, ele se virava muito bem naquele ambiente. Eu estava babando pelo cara, já me sentindo num estado,que a muito tempo não ficava...molhada. Sabe, aquele refrão da musica que dizia:
"Moreno alto, bonito e sensual, talvez eu seja a solução dos seus problemas"
Pois bem , não sei se ele iria realizar o meu sonho sexual, como complemento, mas eu estava almejando que assim o fosse.
Rápido, eficiente e bem preparado, ele me encantou com o que foi apresentado, feito pelas suas mãos. Aproveitei, para pegar o vinho que tinha vindo, entre muitas coisas, dentro da cesta que ele me dera. Era de uma safra muito boa e caro. Me surpreendi quando ele foi até o rack e diante de vários cds, escolheu um que colocou no aparelho de som e pouco depois me tirou para dançar. Meu Deus, que sensação deliciosa era estar nos braços daquele homem. Me aninhei em seus braços fortes encostando a cabeça em seu peito, ouvindo o som do seu coração.
__ Você dança muito bem.- disse sem saber se era aquilo mesmo que queria dizer.
__Quando a gente tem nos braços uma mulher tão bela como você, tem tomar cuidado de não atropelar seus passos. - sussurrou, me envolvendo com uma aura de sensualidade.
Tirei a cabeça do seu peito e o encarei. Estava sedenta por um beijo daquele cara. Nos fitamos e foi de imediato. O encontro de nossas bocas em um beijo sensacional, principalmente para mim que estava carente, fora a gota d água para ambos. Senti que ele estava excitado e que não procurava disfarçar a dureza do membro sob a calça. Meu coração parecia quer saltar para fora. A sensação daquele pau em meu ventre, era delicioso. Já fazia planos, para o caso de irmos para a cama de o tomar entre as mãos, o alisar depois de muito beijar, colocar na boca a cabeça da pica e ir engolindo até chegar ao ponto mais profundo. Com a vergonha jogada para baixo do carpete, me esfreguei naquela saliência, dando aval para que Odair,agisse como quisesse. E ele quis, pois me derrubou sobre o sofá e delicadamente foi suspendendo minha saia, passando a alisa minhas coxas, subindo até onde uma minuscula calcinha tentava ocultar minha xoxota toda molhada. Ele tocou nela, mas não na pele, apenas no tecido que a protegia e começou a coçar com um dedo. Que coisa gostosa, ele estava fazendo. Sua boca rescendia, como a minha, á vinho e esse fato me deixava mais louca de tesão. Levei a mão até seu pau e o apertei, com todo carinho possível. Beijou-me através do decote a parte superior dos meus seios e eu quis oferta-los com os mesmo, abaixando mais a blusa para que eles saltassem com seus bicos turgidos, que foram aparados pelos lábios de Odair. A primeira chupada que eles receberam de um homem depois de tanto tempo, me levou a gozar de forma ruidosa, sacudindo muito o corpo. Odair, vendo em que estado eu me encontrava, afastou a minha calcinha para o lado e abrindo a sua braguilha, sacou um pau grande e grosso, que passou a pincelar em toda aquela viscosidade que estava molhando minha xoxota. Com um dedo ele procurou meu buraco e depois encaminhou a rola para o mesmo. Para o mundo que quero descer, fora o que ia dizer para ele, diante da loucura que me atingiu. O fato de estarmos vestidos e ele com o pau em minha boceta, me levara a um grau de excitação máxima. Nunca poderia ter imaginado uma transa tão diferente e gostosa daquela em toda a minha vida. Ele me levou aos mais estrondosos orgasmos, que me viraram pelo avesso. Estava imaginando como seria quando estivéssemos nus. Mais gostoso? Se fosse eu desejava ir logo para o quarto. Só que estava tão bom ali, que fui me deixando ficar por horas, até que a noite nos surpreendeu. Odair me saciou de todas as forma, me chupando, lambendo, enfiando dedos, virando-me de quatro e até tentando por no meu cu, mas seu pau merecia respeito e ele fora muito compreensivo, me prometendo que me daria um sexo anal maravilhoso em pouco tempo. Eu sabia que sim e ficara na expectativa. Estamos juntos a mais de seis longos meses e cada dia ele me faz feliz de um jeito. Bendito anúncio em jornal.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:11 de setembro de 2015 13:45

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Maduras

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