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As confissões de um devasso - Mariana

Adentrei ao box, onde Mariana tomava banho. Como ela, eu também estava nú, diferenciando apenas,pelo membro em ríste. Debaixo do jato de água, nos abraçamos e trocamos um guloso beijo, carregado de desejo e promessas. Mariana, possuia um corpo bonito, apesar das circunstâncias em que a dona dele, vivera por longo tempo. Tinha 1,68m, estava com 58kg, cabelos longos que não demonstrava ser objeto de descuido, dentes perfeitos, olhos lindos e tristes, um pescoço comprido, seios médios e um ventre chapado, onde no vértice das coxas, pelos abundantes, escondiam a sua feminidade. Meus dedos brincavam com os pelos molhados e a fazia se contorcer em um prazer resguardado a muito tempo. Não fora dificil, apesar da água que escorria pelos nossos corpos, sentir que Mariana estava lubrificada em sua intimidade. Ao tentar inserir um delo dentro dela, ouvi algo desconcertante que me gelou:
__Sou virgem!

Como conheci Mariana? Bem foi assim:
" Depois do fracasso do meu casamento com Patricia, para esquece-la, pois a amara muito, procurei refugio, fazendo parte de um grupo, que saia á noite para dar um pouco de conforto a moradores de rua,levando agasalhos e alimentação quente, para aquelas pessoas menos favorecida pelos orgãos governamentais. Ao levantar um papelão para entregar um copo de chá e um sanduiche, nossos olhares se encontraram. A principio, ela me olhou assustada, mas com o tempo, uma reação, quase que assassina, tomou conta dela. Demorou muito para se acalmar. Não gostara de ser acordada, porém aos poucos foi se tornando sociável. Perguntei, se não queria ir para um abrigo, onde não ficaria desamparada. Respondeu-me que ali na rua era melhor, pois estava livre e acostumada. Assim que se alimentou, sem dizer muitas coisas, ela me pediu um cigarro. Como não era fumante, procurei um dos companheiros de jornada e assim que consegui o dei a ela, que desesperadamente se apossou daquele pedaço de vicio maldito e tragou profundamente. Notei que ela tinha algo de misterioso.Contou-me como viera para nas ruas e começou a chorar, o que me deixou muito chateado. Coloquei-me, no lugar dela quando Patricia me deixou. Na noite seguinte, dei uma desculpa ao grupo por não poder acompanha-los e me ausentando, tomei a decisão de sair só eir ao local onde Mariana ficava. Levava dois embrulhos que eram destinados a ela. Quando me viu, notei que seu olhar fora de surpresa. Passei-lhe os embrulhos, que ela desfêz um, vendo surgir a sua frente, um marmitex, refrigerante, um maço de cigarro, mais um isqueiro. Quando abriu o outro ficou boquiaberta diante do que descobriu nele.Levou a mão á boca, esticando a sua frente um conjunto de moleton. admirando que o mesmo era do tamanha de seu manequim. Eu calculara que serviria, pois eram roupas que fora de Paty, que tinha o mesmo corpo que ela. Me pegando desprevenido,ela se esticou até mim e me beijou no rosto. Outras vezes fui até ela e a mesma chegou a me questionar o porquê de toda aquela atenção em sua pessoa. Acabei por dizer-lhe qua achava muito agradavel e que desejava ajuda-la a sair das ruas, caso ela assim o quisesse, arranjando um lugar decente para ela ficar. Quis saber onde poderia ficar sem um trabalho. Eu lhe prometi ajudar no que fosse possível, caso ela permitisse que eu a " adotasse" e para minha surpresa ela disse que concordava. Com uma idéia na cabeça, já que estavasózinho, a convidei para ficar em casa até arrumar um serviço, ter seu rendimento e ver se gostaria de ter um canto só seu, onde os meus olhos não estivessem vigiando.
Mariana se mudou para minha casa, e eu comecei a articular, com os amigos um jeito de coloca-la no mercado de trabalho. Me surpreendi, no primeiro dia, ao chegar e encontrar a casa toda arrumada e até um jantar me esperando. A censurei por estar fazendo coisas que não lhe competia, mas ela me dissera que só ficaria se pudesse ajudar daquela forma. Vendo sua determinação, concordei. Quis sair com o nosso grupo para levar mais conforto aos ex amigos que moravam na rua e dar a eles um pouco de esperança, ao lhes passar a sua história. Comprei-lhe roupas novas, que era mais do meu gosto, a deixando parecida com Paty. Mariana estava muito diferente, de quando a conheci e suas formas estavam se definindo, mostrando o quanto ela era bonita.As vezes nos pegavamos olhando um para o outro e eu sentindo que estava acontecendo alguma coisa entre nós. Uma noite, quando assistiamos Tv,o inesperado aconteceu. Mariana se aninhou em meus braços e por instantes eu exitei em olhar para si, mas seus olhar estava irradiando alguma coisa que me perturbava. Não transmitiam agradecimento, mas uma promessa que eu não pude resistir e fui aos poucos aproximando a minha boca da dela e um beijo quente, úmido e muito adocicado, aconteceu. Fora um beijo um beijo, sem malicia, mas que provocara um arrepio em todo o meu corpo, me fazendo deseja-la, como a muito, desde Paty, eu não havia desejado outra mulher. Sua respiração estava acelerada e quando as mãos iam começar a procurar os pontos erógenos dos corpos, ela se livrou dos meus braços e saiu correndo para o seu quarto. Não tocamos no assunto nos dias que se passaram. Mariana começara a trabalha em algo que eu lhe conseguira. Estava feliz. Não deixara de cuidar da casa e de mim, pois lavava minhas roupas e as deixava todoas acomodadas em seus devidos lugares. Eu me sentia cada vez mais enfeitiçado por aquela deliciosa criatura que vivia sob o mesmo teto que eu e que ficava a cada dia que passava, uma mulher que chamava a atenção. Meus amigos, comentavam que eu tinha um diamante bruto para ser lapidado e de fato assim era. Mariana passara a se vestir com roupas mais ousadas e me deixava de pau duro quando a via. Ela sabia que me excitava e as vezes, deixava a porta do quarto semi aberta, permitindo que eu a visse enquanto trocava de roupa para sairmos. Uma noite, após uma exibição do seu belo corpo, me provocando no máximo, a agarrei e sobre a cama, que dormia, declarei o que estava sentindo por ela.Mariana me escutava. Não afastou, minha mão, quando comecei a desabotoar-lhe a blusa, afastar o sutiã de sobre um dos seios e o acariciar, até o bico ficar duro. Ela arfava, me olhando com um jeito de que me desejava, mas que estava apavorada por dentro. Olhava, para aquele monte cujo bico róseo, me convidava para o prender entre os lábios. Trocamos um beijo, onde eu percebia que daquela vez, havia uma entrega mais sutil. Sua boca continuava adocicada e nossas linguas começaram a duelar, onde a mistura de nossas salivas, estimulavam o nosso desejo. Ela inesperadamente, levou uma de suas mãos a tomar contato com a dureza do meu pênis.Nos olhamos, embevecidos e eu ousei colar minha boca sobre seu tenro seio, passando a sugar o mamilo que estava rijo. Mariana gemeu se agarrando a mim, deixando-me sentir as ondas de prazer que estavam percorrendo seu delicioso corpo. Gemia e soluçava forte. Minha mão foi de encontro a parte interna de suas coxas subindo para onde a calcinha protegia sua área de prazer. Afastando sua calcinha e com um dedo a toquei entre os lábios palpitantes de sua boceta, que estavam bem molhados. Porem ela , com a mão me impediu de prosseguir no que fazia. Parecia assustada. Procurou se livrar de mim e disse que ia tomar um banho. Saiu do quarto me deixando de pau duro, sem entender nada. Dispostpo a ter aquela mulher, que mexia muito comigo, tomei uma decisão e me despindo, fui atrás dela. Adentrei ao box onde Mariana tomava banho. Como ela eu também estava nú, diferenciando apenas, pelo membro em riste. Debaixo do jato de água, nos abraçamos e trocamos um guloso beijo, carregado de desejo e promessas. Mariana, tinha um corpo bonito, apesar das circuntâncias em que a dona dele vivera por longo tempo. Tinha, 1,68m,estava com 58kg, cabelos longos, que não demonstrava ser objeto de descuido, dentes perfeitos, olhos lindos e tristes, pescoço cumprido, seios de tamanho médio e um ventre chapado, onde no vértice das coxas, pelos abundantes, escondiam a sua feminidade. Meus dedos brincavam com os pelos molhados e a fazia se contorcer de prazer resguardado por muito tempo. Não foi dificil, apesar da agua que escorria pelo nossos corpos, sentir que Mariana estava lubrificada em sua intimidade. Ao tentar inserir um dedo dentro dela, ouvi algo que me gelou:
__Sou virgem!
Senti um impeto de incredulidade, satisfação e tensão muito grande. Virgem. Aos 25 anos de idade, virgem? Não dava para acreditar. Com sua bunda encostada em meu pau, que doia de tão duro que estava e com uma das mãos em seu seio, senti o corpo ficar tomado de um calor além do normal e depois como se tivesse levado uma ducha gelada, estremeci e perdi paulatinamente a rigidez peniana. Vendo que a revelação que fizera me abalara um pouco, Maria se voltou de frente para mim e enquanto me beijava tocava meu pau com sua mão. Após o beijo me olhou e disse:
___Não me deseja mais? Te assusta estar com uma virgem? Eu quero ser sua. -disse ajoelhando-se, ficando com o rosto colado em meu púbis, que passou a beijar e pouco depois, meio sem jeito levou a boca até a cabeça do pau. O calor da sua boca, me foi aquecendo e minha glande ficou mais sensivel. Sugou com força a peça que tinha na boca, passando a movimentar a mesma num vai e vem, que estava me enlouquecendo causando novamente uma rigidez, o que me fez segurar sua cabeça e passar a executar estocadas,lenta, mas com firmeza, como se estivesse em uma vagina que me aprisionava. A gostasa felação, desencadeava uma avalanche de desejos por aquela virgem. Aos poucos ela foi engolindo o pau, até sentir que ele lhe tocava a garganta. Deu duas regorgitada, mas aos pouco foi se adaptando ao invasor passando a saborea-lo. Dava para se notar que ela não tinha familiarização em chupar uma pica. A fiz se levantar e carregando-a, a levei para o meu quarto. A depositei na cama e ela estendeu os braços pediando para que fosse sobre seu corpo. Separou as coxas e quando o meu pau tocou em sua vulva, Mariana levou a mão até ele e direcionou a glande para sua abertura, ainda selada. Procurei ser o mais delicado possivel. Nos olhamos e trocamos um beijo ardente. Mariana me abraçou com força sussurrando:
__ Foda-me!
Fui forçando o tronco de encontro ao dela sentindo que meu pau sofria uma certa resistência ao encostar no cabaço. Para que não sentisse a dor da penetração, busquei sua boca, sugando sua lingua ao mesmo tempo que apertava um bico de seio. Antes que pudesse notar o que eu pretendia, empurrei com firmeza e a penetrei. Ela apenas fez "hum" e levantou mais as pernas as cruzando as minhas costas.Sua vagina estava quente e melada e meu pau atolado até o talo, sentia a pulsação da mesma. Comecei a me movimentar. Corria a mão por seu corpo até alcançar sua bunda e procurar o rego com intenção de tocar em seu ânus. Quando consegui o objetivo ela se contraiu, gemeu e "mastigou " a pica com contratura de prazer. Soquei a pica na boceta dela por um tempo que a levou a ter vários orgasmos e ficar até mo, de tanto gozar.
Mariana, após aquela noite, onde a transformei em mulher, passara a deixar a minha cama mais aquecida, com seu corpo e um sexo abrasador. Ocupava o lugar deixado vago por Paty.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:15 de novembro de 2015 22:54

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Heterossexual

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