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Do fundo do baú

Até onde pode existir o tesão!

Angélica, sempre que vinha a São Paulo, ficava hospedada na casa de sua filha Sofia, casada com Mauro, um alto empresario paulista. Tinham dois filhos adolescentes que era a paixão da avó. Viúva, ela só tinha essa filha e os netos como parentes mais próximos. Sempre vinha, passava uma semana ou até quinze dias na companhia deles. Saíam para fazer passeios em parques, iam a teatro, shopping onde escolhiam um bom filme e ali ficavam. Para ela a vida renascia. Adorava fazer parte daquela juventude, que tinha tudo para ser feliz. Com seus 65 anos, ela ainda mantinha uma boa forma, apesar das rugas que teimavam em lhe visitar com o passar dos anos. Seus traços, indicavam que no passado ela cultivara uma beleza marcante e que possivelmente dera muito trabalho a seus pais com relação aos assédio dos rapazes. Sofia, herdara essa parte da mãe, pois era uma mulher bela e fazia questão de realçar cada vez mais essa primazia. Mauro era todo orgulho por ter uma mulher, que chamava a atenção, quando participava de reuniões sociais. Via a cobiça nos olhares dos parceiros comerciais ou até nos seus amigos mais chegados. Gostava , na verdade de ostenta-la e por isso mesmo a deixava ousar no trajar para que favorecesse bem suas proporcionalidades corporais. Os vestidos com fendas laterais, davam, quando ela caminhava, mostras das belas pernas, que quando ao sentar, as cruzava e assim uma boa parte das coxas esplendidas podiam ser apreciadas pela platéia masculina, que circulavam ao redor do casal. No seu intimo ele dizia: " Seus idiotas. Ela é minha. Eu tenho o privilégio de ter tudo isso a minha disposição na cama". Claro que Sofia, sabia que seu marido a queria exibir e adorava se fazer passar por objeto de vitrine. Seu ego a fazia ficar mais bela, por cima de todas as outras. Adorava dar festas onde desfilava de forma acintosa, os mais variados estilos de roupas de grifes renomadas, pois a condição sócio econômica do casal, permitia tal luxo. Ousava, o que causava um certo mal estar com as famigeradas damas da alta, que muitas vezes não compareciam, demonstrando a antipatia que sentiam por ela.Só quê para Sofia, isso era um motivo para ela esnobar mais ainda, fazendo de suas festas um evento muito badalado, com até a presença da empresa, que ela sabiamente chamava, e que com um bom agrado, faziam a cobertura de uma forma, que repercutia em todas as mídias. Quando a chegada de Angélica coincidia com uma dessas festa, a filha fazia questão de comprar roupas novas para ela a fim que as duas fossem a atração.O buffet era sempre o mais conceituado e praticamente, por ótimos serviços que prestava, se tornara o preferido para os eventos realizados naquela mansão. Fora numa dessas festas promovidas pela filha, que Angélica conheceu Margarida. Era uma funcionária do buffet. O que chamava a atenção, era o fato dela ser a pessoa com mais idade dentre os funcionários. Angélica, a observava e via que ela era muito eficiente. Uma tristeza que deixava transparecer a deixava sisuda. Angélica, começou a se questionar se ela teria familiares. Teriam a mesma idade mas comportamento social bem distinto. Se pôs no lugar dela e sentiu um calafrio. Achava que a mulher sofria. Quando ela passou ao seu lado, a saudou com um sorriso e um aceno de cabeça. A serviçal, lhe devolveu a gentileza e se foi. Era uma mulher bela, mas sofrida. Durante toda a noite, Angélica passou a ficar no encalça da mulher até saber seu nome através de outro funcionário. Isabel! Esse era o nome dela.Algumas vezes ela se deixou perceber, que observava com atenção cada passo que a outra dava, a ponto de causar uma preocupação. Sentia uma necessidade premente de ficar no visual daquela mulher. Isabel notara e estava intrigada. Estaria fazendo ou teria feito algo de errado e por isso aquela mulher não tirava os olhos dela? Sofia, notou o interesse de sua mãe na serviçal e chamando de lado perguntou se tinha acontecido algo de grave, para haver aquela marcação cerrada. Angélica, apenas disse que estava admirando a disposição da mulher que não para um só instante. Sofia sorriu e na primeira oportunidade que teve, chegou junto de Isabel e a elogiou, comentando o fato de sua mãe a achar muito eficiente. Com alma aliviada, Isabel agradeceu e dali em diante, trabalhou com mais afinco e sempre cruzava seu olhar com o de Angélica. Sentindo-se recompensada pelo elogio que a dama lhe dirigira, ela pediu ao barman que preparasse um drinque especial, que levou até Angélica, que se surpreendeu.
__Obrigada pela gentileza. Não precisava se preocupar. - sorriu agradecida, ainda mais quando percebeu a beleza que estava maltratada, mas que dava lampejo por baixo daquela aparente alegria. Experimentou a bebida e a achou se sabor super agradável.- Humm, muito bom! Cheiro delicioso e gosto melhor ainda.
_É afrodisíaco. -disse piscando um olho para ela.
_ Minha filha, na minha idade, o efeito é zero.
__Com tantos homens livres que tem por ai?
__Estou no climatério. Aqui nada mais tem ressonância. - comentou em forma de lamento.
__Bela como és, duvido que não faça os homens suspirarem - disse já sabendo que ela era viúva.
__Vê algum do meu lado? -perguntou de forma irônica.
__Plantada aqui a senhora, não vai conseguir nada. Desculpe a falta de tato ao lhe dizer isso - se desculpou Isabel.
__Olha! Você esta certa. Vou circular por ai e ver o que cai na rede. - disse Angélica, sem muita convicção do que dizia. Mas para sua surpresa, foi assediada por homens que a achava inacessível. Em um canto, Isabel a viu e quando esta olhou para ela fez um beicinho, como querendo dizer, que ela tinha razão. Se divertiu muito naquela noite.
Os dia passavam e ela ainda tinha na mente a figura nostálgica de Isabel. Se imaginou naquela condição e mais uma vez se arrepiou toda. Devia ser horrível viver daquela forma. Será que não tinha amigos? Pensando nisso, voltou para a mansão e foi atrás do endereço daquele buffet. De posse do mesmo, pediu o carro da filha emprestado e foi em busca do local, que ficava na zona sul da cidade. Não fora difícil encontrar. Era um estabelecimento muito grande numa das principais ruas do bairro. Na portaria,se infirmou sobre a presença de Isabel e teve o desgosto de saber que ela entraria mais tarde, mas que poderia esperar pois ela costumava sempre chagar com boa antecedência. Agradeceu e foi para a sala de espera. Folheava as revistas que estavam sobre uma mesinha, tento conter a ansiedade, que a estava consumindo. Passaram alguns minutos e como estava de costas para a recepção não percebeu quando Isabel chegou. Comunicada que tinha alguém, após marcar o cartão de ponto, entrou na sala de espera. Não reconheceu Angélica que estava de costa.
__Bom dia! Me disseram quê... A senhora? - seu rosto se iluminou de repente ao reconhecer Angélica, que se levantou e sorrindo estendeu-lhe a mão.
__Oi, Isabel. Surpresa? - perguntou sorrindo.
__Sabendo que é a senhora, sim.
___Por que toda essa formalidade? Não me chame de senhora e sim de você. Temos a mesma idade. - recriminou Angélica de acara falsamente zangada.
__OK! Vou tentar. Sente-me e me diga como me achou?
__Pelo endereço que temos da empresa.
__ Alguma coisa de errado ou é uma nova festa?
___Nem uma coisa ou outra. Queria te ver e vim ver se conseguia achar seu local de trabalho. Entras neste horário sempre?
__ Não. Na verdade hoje eu estou aqui para fazer um extra, é meu dia de folga. Fico só para adiantar algumas coisa depois de uma hora vou embora. Ajuda no orçamento de casa.
__É bom ajudar o marido.
__Sou separada. Meu casamento não deu certo.
__Filhos?
__Graças a Deus, não. Já pensou como seria?
__Vives com quem?
__Com ninguém, ou por outra, com meu cachorrinho que é minha companhia fiel. - disse com os olhos ficando triste.
__Bem vou deixar você fazer seu serviço. Escuta, que tal se sairmos depois do teu expediente aqui, para tomarmos alguma coisa? Eu posso te esperar. Gostaria que você aceitasse. - disse prendendo a mão dela entre as suas.
__Se você faz tanta questão. Não quer entrar no setor? Lá poderemos conversar enquanto preparo as coisas.
__Não vai criar problemas para você?
__Claro que não. Ainda mais sabendo de quem você é mãe; vamos lá que lhe mostro como são organizadas as coisa para os eventos.
Angélica tentou ajudar Isabel em seus afazeres e gostou da experiencia. Isabel se mostrava radiante enquanto dizia como Angélica tinha que fazer com as coisas que arrumavam. Riram, se divertiram e depois de uma hora saíram. Angélica se dirigiu para o centro da cidade, onde levou a amiga para um restaurante e lá
pediram uma refeição. Continuaram conversando e Angélica foi se inteirando mais sobre a vida de Isabel. Depois da sobremesa, saíram e foram dar uma volta por uma praça, onde crianças brincavam acompanhadas de seus pais e babas. Sentaram em um banco e ficaram conversando. Angélica aos poucos foi ficando a par de toda a vida de Isabel e acabou percebendo que ela era uma pessoa solitária e por isso mesmo resolveu que dali em diante não a deixaria mais se sentir excluída.
Nos dia que ficou na capital paulista, quase que todos os dias ia ver Isabel, que passou a contar com sua presença. Quando anunciou que iria partir, viu que Isabel ficou muito triste. Ela também não queria deixar a nova amiga, mas tinha coisa a resolver em outro estado que necessitava de sua presença por lá.
Angélica partiu sentindo que deixava uma parte de si para trás tal a afinidade que criara com Isabel. Prometera voltar o mais rapidamente possível.
Passou mais tempo do que queria fora de São Paulo, mas resolvera o que tinha que fazer e se preparou para voltar. O mais interessante é que quem primeiro foi comunicada sobre sua vinda, foi Isabel, que ficou super feliz por saber que iria ver a amiga novamente. Se produziu toda e foi para o aeroporto espera-la.
Com um belo buquê de flores Angelica foi recebida no setor de desembarque, pela radiante Isabel. Se abraçaram e curtiram a presença uma da outra em meio á aquele burburinho de pessoas que circulavam por ali. Foram para o ponto de táxi que as levou para um hotel da proximidade. Isabel ficou abismada com aquele luxo todo, com o serviço de quarto. Curtia cada canto e se surpreendeu quando Angélica deu-lhe um dos muitos pacotes que havia trazido. Ao abri-lo deparou com um belo vestido em tom azul turquesa que era lindo e...ousado. Ficou boquiaberta, até que a amiga se aproximou e disse:
__Quero que você aceite este presente, pelo drinque que mandou fazer para mim. Nunca ninguém tinha feito algo tão especial para a minha pessoa.
__Mas era parte do meu trabalho - tentou se justificar, mas Angélica rebateu:
__Servir, sim, a qualquer um. Mas ter o trabalho de mandar fazer algo especial para uma pessoa, sem ao menos a conhecer, não.
__Você também foi muito gentil comigo. Não posso aceitar. Me desculpe!
__Não me ofenda recusando algo que lhe comprei com muito carinho, pensando em vê-la vestida com ele.Tome um banho e o vista pois daqui a pouco vamos descer para o salão nobre onde vai haver um belo show. Enquanto isso eu vou reservar nossos lugares.
Isabel tomou um banho caprichado e pode se olhar nas paredes espelhadas que circundava todo aquele monumental banheiro. Se enxugou cuidadosamente e depois de sobrepesar os seios que a mãe natureza, não os mantinha com o mesmo viço de anos atrás, sorriu e foi colocar as peças intimas que vieram com o vestido e nunca se sentiu tão bem e remoçada com todo aquele tecido de fina qualidade. Ajeitou os cabelos e saiu do banheiro, se apresentando aso olhos de Angélica.
__Você está linda Isabel.
__Graças a você.
__Não. Você é linda. Apenas precisa estar feliz, para deixar sobressair isso.
Se divertiram muito com o show e depois foram para o bar do hotel, onde beberam drinques variados e depois voltaram para o quarto. Angélica, procurou por uma roupa mais apropriada para dormir e novamente surpreendeu a amiga, lhe entregando uma muda de roupa especialmente comprada para ela. Isabel, não conseguia descer o zíper ás costa e Angélica foi ajudar. O mesmo tinha emperrado por ter passado sobre uma parte de tecido, mas com cuidado ela conseguiu o descer. Isabel se voltou para agradecer-lhe e ambas ficaram muito juntas se olhando, sem entender o que estava acontecendo. Isabel segurava a parte superior do vestido que lhe cobria o busto. Nenhuma das duas diziam qualquer coisa que fosse. Um silencio absurdo tomava conta do ambiente e a aproximação dos rosto se tornava inevitável, movido por uma força maior que impulsionava uma para a outra. As bocas se uniram. Um beijo cálido e terno as unia e descobria um veio de sentimentos que tinha nascido bem lá atrás, naquela festa onde se viram pela primeira vez. Aos poucos os braços que ajudavam a segurar o vestido de Isabel, se abriram deixando a peça cair aos seus pés, e os mesmo envolveram o corpo de Angélica, que também abraçava a amiga. Da timidez, para a ânsia de saber se era verdade o que estava acontecendo, foi um passo só. Quando se separaram, não ousaram dizer nada, apenas cada uma procurou fazer alguma coisa, para quebrar aquele momento tão especial, mas maluco que as envolveu como jovens adolescentes em uma relação lésbica. Não estavam com sentimento de culpa, apenas, não sabiam, como tratar aquilo, que era uma tremenda novidade na vida delas.
Na cama, as duas não conseguiam conciliar o sono, pensando no que se passara entre elas. Por mais de meia hora ficaram com seus demônios saltitando dentro de seus cérebros, dando suas opiniões, esclarecendo a elas quê a temeridade delas estava no fato de serem, senhoras que estavam mergulhadas na terceira idade, por que se fossem jovens mandariam tudo a merda e se engalfinhariam, extravasando seus sentimentos ou até, meros desejos. A mão de Angélica, tocou a de Isabel, a apertando e esta devolvendo o aperto, como forma de entendimento. Continuavam deitadas de costas olhando o lustre que estava no teto.Angélica, que não comunicara sua filha que estava de volta, foi quem tomou a iniciativa de se virar para o lado de Isabel e com a mão virar seu rosto em sua direção. Os belos olhos, não tão melancólicos, ficaram fixos nos dela e depois baixaram para sua boca. Isabel sabia o que desejava e se virando rapidamente abraçou a amiga e a puxou em sua direção para a beijar com impeto de uma adolescente. A carga de sentimento que movia cada gesto, provava que elas estavam entrosadas em darem tudo de si naquele relacionamento que estava nascendo. A palavra mágica soou da boca de uma delas, não importando quem falou:
__Eu te amo!
Bocas procuraram os pescoços e depois as mãos se sentiram no dever de desnudar os corpos sexagenários, descobrindo o encanto que ele traziam. Uma boca mais atrevida, se apossou de um mamilo que estava encolhido no centro da aréola passando a estimula-lo com pequenas e sucessivas lambidas, fazendo com que o mesmo fosse tendo força a pouco depois despontava para o desfrute dos lábios sequiosos. Os corpos estavam apenas com as calcinha e quando Angélica deslizou uma mão apara dentro da de Isabel, essa tomou um choque que a fez se encolher.O toque em seu sexo a remetera aos áureos tempos em que era vitima de sarros dos garotos com quem namorava, A sensação do proibido, mas gostoso, voltara a renascer em seu âmago e foi com essa certeza que enfiou um dedo na lateral da calcinha e a forçou para baixo. Olhou e viu a mão que estava tomando conta da sua vulva. Um dedo mergulhou entre osa grandes lábios e procurou o clitóris que a muito não era incomodado. O encontrou escondido entre peles. Com sutileza o descobriu tocando-o.Isabel, mordeu os lábios e crispou os dedos nas costas daquela que provocava nela o fluxo de prazer á muito adormecido. Puxou a amiga para o lado e foi devolver-lhe o prazer que estava tendo, retirando sua calcinha. Levantou-se, sentando ao seu lado. Olhou para seu púbis e se curvou sobre ele o beijando por diversas vezes. Sentia o cheiro do sexo que estava mais abaixo e isso a excitou a ponto de afastar as pernas e depois de separar os lábios, foi com a boca beija-los. Nunca tinha feito tal carinho. O máximo que fizera, com o seu marido, fora chupa-lo e mesmo assim fora repreendida, pois o mesmo dizia que aquele era comportamento de mulher de zona. O gosto do sexo daquela outra fêmea, queimou-lhe o minimo de timidez que pudesse ainda haver e sua língua trabalhou avidamente, arrancando suspiro de Angélica. Uma onde de calor, que não era de menopausa, percorreu todo seu corpo a deixando com o rosto avermelhado. O orgasmo que sentiu a deixou super feliz. Abraçou Isabel e as duas se beijaram. Se encaixaram uma contra a outra e esfregaram os sexos que estavam com certa quantidade de umidade. Os seios estavam doloridos, os bicos de ambas as mulheres, despontavam rejuvenescidos para receberem os aplausos de lábios sequioso desejos de levar a eroticidade á aqueles dois seres que renasciam para aproveitar a vida sexual que continuava latente em suas vidas.
Acabava a solidão de duas mulheres incríveis!




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Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:25 de maio de 2015 14:54

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Lésbicas

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