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Do fundo do baú

Atração proibida

Todo dia pela manhã, Marcela levantava e ia ao banheiro fazer sua higiene pessoal. Naquele dia que se iniciava, não fora diferente. Só de calcinha e soutien, ela abriu a porta do seu quarto e iaq se dirigindo para o banheiro quando ao olhar para a sala viu caido sobre o tapête, seu irmão Marcelo. Eram gemeos e por isso os nomes eram parecidos. Ela se aproximou tendo a certeza de que ele estava bêbedo outra vêz por causa da maldita namorada que o trocara por outra. O fato de ser passado para trás por uma menina o deixara arrasado. Foi até ele e procurou levanta-lo. Teria que o levar para o banheiro a afim de que se banhasse antes que os pais o vissem naquele estado lastimável. Adorava aquele irmão e por isso com muito esforço o colocou de pé e abraçado a ele foram para o banheiro onde o colocou nop box e abriu o registro, deixando que água fria o reanimasse. O estado daquele rapaz de 20 anos era péssimo pois vomitara sobre si e o cheiro estava horrivel.Retirou a roupa dele deixando-o só de cuecas e com uma esponja de banho passou a ensaboar o corpo do rapaz que estava muito sonolento. Vêz ou outra reagia ao contato das mão da irmã sobre o peito ou nas coxas. Sentindo um pouco acanhada tomou uma decisão e retirou a cueca para que o banho fosse completo. Usou de muita espuma sobre o ventre e nos pentelhos esfregou bem e foi descendo procurando não olhar. Chegou ao sexo do irmão e o ensaboou. Procurava esquecer que estava segurando o seu pau e o lavou. No entanto aquele gesto teve uma reação involuntária e o pau começou a dar sinal de vida e pouco depois um majestoso membro semi endurecido estava em sua mão.Estava sem entender se ele, o irmão, tinha consciência do que estava acontecendo ou se aquele fato era uma reação isolada, natural. Mesmo assim, ficou á admirar a beleza plástica daquele membro e sem querer o alisou. Sua respiração ficou entrecortada e ela largou o mastro e procurou terminar o banho rápidamente.Quando o enxugava, Marcelo já tinha algum resquício de lucidez. Enrolado em uma toalha ela o levou para o quarto dele deitando o mesmo na cama. Depois foi preparar um café bem forte que o obrigou a tomar. Ele estava envergo nhado e não a encarava. Ela por sua vêz acariciava os cabelos dele e depois de o fazer se deitar, saiu. Enquanto se banhava ela passou a relembrar o episódio em que segurara o pau do irmão. Estremeceu ao perceber que a sensação fora estranha e boa. Era um pau como muitos que tivera a oportunidade de ver e sentir em varias partes de seu jovem corpo, só que e aquele lhe provocara uma reação bem diferente.Apesar de tudo, pensou era no pau do seu irmão que ela estava pensando. Isso a incomodava. Levou a mão ao seio apertando-o e depois juntando as coxas se espremeu toda. A noite, teve pesadelo. Mele se via pegando no pau do irmão, que acabava esporreando em sua mão. Acordara suando muito. Estava esbaforida e resolveu tomar um pouco de água gelada. Feito isso, na volta ao passar pelo quarto do rapaz resolvera dar uma espiada para ver se ele estava bem. Abriu a porta e espiou. Ele dormia de bruço sem roupa alguma.Sua bunda se destacava como um belo complemento ao corpo atlético;entrou no quarto e foi até os pés da cama e pegou a colcha para cobri-lo. E foi neste instante que Marcelo se virou e ela ficou estática ao olhar para o pau duro que despontava abaixo dos seus pentelhos. Estremeceu. Majestoso, pujante soberbo em sua dureza o membro se destacava quase que como um desafio. Seu irmão não acordou quando ela sentou-se ao seu lado e ficou admirando aquilo que muitas mulheres gostariam de estar vendo, mas que só ela estava tendo o previlégio. Acariciou os cabelos dele e depois o rosto. Continuou a descer a mão, que passou pelo tórax bem definido, achou o ventre de tanquinho e parou a poucos milimêtros dos pentelhos. Marcela sentiu uma opressão no peito. Mas sem poder resistir seus dedos se perderam na densa mata pubiana. Remexeu nela e em dado momento a costa da mão encostou no prepúcio e o pau deu um pinote. Ela ficou um pouco retraida sentindo a quentura do orgão. Certificou de que não tinha acordado o irmão e vendo-o ressonar, ficou mais calma e ousadamente tocou em seu em seu pau com a palma da mão e cerrou os dedos entorno do mesmo. Vagarosamente o manipulava. O pulsar daquele pedaço de nervo a deixava ofegante, mas continuou subindo e descendo a pele. Um dedo, fêz um carinho na cabeça da pica e o pau todo ficou mais grosso. Sem atinar para as consequência do seu ato, ela deitou a cabeça sobre os pentelho aproximando as narinas para cheirar o falo ereto. Dobrou um pouco o mesmo e o esfregou em sua face. Um tremor percorreu seu corpo quando levou a boca até a glande e a beijou. Sentiu o gosto do sexo do irmão e não pensando duas vêzes abriu a boca e ia chupa-lo quando ouviu uma porta se abrir no quarto dos pais. Rápida e com esforço fêz oirmão fica de lado e jogou a colcha sobre si. Ato continuo correu a se esconder atrás da porta do quarto, no exato momento que sua mãe surgiu de camisola indo em direção ao banheiro. Ficou ali até que a mãe passou de volta. Estava tremula, pois sabia que se não fosse por aquela interrupção, teria chupado a pica do próprio irmão. Durante o dia inteiro, não se falaram.Mas a lembrança do ato que ia cometer a deixava excitada a ponto de se molhar.Seus pais tinham saido e ela sózinha resolvera tomar um banho para ver se ficava um pouco mais calma. Abriu a porta do banheiro de levou um tremendo susto. Marcelo com a calça arreiada se masturbava. Tentou ocultar a rola, mas ficou dificil por estar nú. Cobriu o pau com as mãos, mas pouco pode esconder. Se encararam. No olhar dos dois havia uma centelha de desejo e ele até acabou se esquecendo que tinha que ocultar algo aos olhos da irmã. Olhou da cabeça aos pés desnudando-a em pensamento.Marcela entendeu o que ele queria e indo até a porta fechou passando o trinco. Começou a se despir, mostrando aos olhos atento do irmão a formosura dos seus 1,75m, seios que não eram grandes e sim muito apetitosos, um ventre achatado bonito de se ver e um monte de vênus muito bem ornado por uma mata aparada. Ainda com o fôlego tropego ela deu uma volta sobre si exibindo o belo corpo, onde Marcelo viu o delicioso traseiro onde as nádegas redondas se destacavam. Ele alisava o pau olhando para o corpo dela. Marcela sentia um formigamento no grelo, uma quentura que parecia quer consumi-la. Com ansiedade viu seu irmão se aproximar dela. Quando se abraçaram, o toque do sexo dele em sua pele, acendera o estopim do desejo. Se beijaram timidamente e olhando para Marcelo balbuciou:
__Não podemos. Somos irmãos.
Não conseguiu dizer mais nada. Marcelo todo trêmulo a forçou para baixo, obrigando-a a se abaixar e ficar com a pica bem diante da boca. Ela entendeu e deixou fluir o desejo que a queimava por dentro, abrindo a boca, recebendo a rola milimêtro por milimêtro até a cabeça tocar sua garganta. Fechou os lábiosem torno daquela coisa que desejava muito, sentindo toda a textura e pul-sação .Marcelou segurou a cabeça da irmã com firmeza, obrigando ela a olhar para ele e passou a se movimentar lentamente. As estocadas quase a sufocava, mas ela aguentava firme. Colocando-a se apoiando no lavatório, deu um tapa em cada nádega e se posicionando atrás dela a fêz separar as pernas. A pica avan- çou até a cabeça tocar a xoxota de Marcela que levou a mão por baixo do ventre e pegando no corpo da vara encaixou a cabeça da mesma em sua abertura vaginal.A pica foi deslizando para dentro dela, fazendo-a sentir as pernas tremerem. Estava sendo fodida pelo seu amado irmão, Cada estocada era para ela uma vibração diferente. O gozo maior veio em pouco tempo e Marcelo se juntou a ela inundando-lhe a buceta de porra quente e farta. Após terem se saciados, eles entraram no box para se banharem. Não disseram uma só palavra. Sabiam que se amavam mais do que irmãos pois continuariam a sentir um pelo outro uma atração proibida.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:11 de dezembro de 2014 12:01

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Heterossexual

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