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Atração proibida 2

Marcelo e sua irmã decidiram passar um final de semana no litoral. Um casal, amigo dele cedera sua casa de praia e lá foram eles, imaginando um final de semana maravilhoso. Chegaram á noitinha.
Estava nascendo um lindo dia e muito cedo foram para a água. Correram de mãos dadas na praia totalmente deserta, pulando e gritando de euforia. Em dado momento, o irmão rodopiou sua irmã como se estivessem em um chapéu mexicano e a seguir ao deposita-la na areia, ambos meios zonzos, puxou seu corpo para junto de si. Se olharam enamorados e uniram seus lábios num beijo delicioso. Correram em seguida para o mar. Depois de nadarem um pouco voltaram a praia e se estenderam sobre as toalhas. Marcela olhando para o irmãos do lado, quis saber se ele estava contente com o fato de estarem vivendo como amantes. O rapaz se virou, deu-lhe um beijo e disse que sim. Falou que acha ter sido a melhor coisa que tinha acontecido na vida dele. Ela quis saber também se ele não sentia falta da sua antiga paixão e ele confessou que ainda pensava nela, mas que a presença da irmã estava suprindo com louvor a ausência dela. Marcela perguntou-lhe em que ela era melhor e o irmãos sorrindo levantou-lhe aparte superior do biquini expondo os seios que ele acariciou com a mão e depois se debruçando sobre eles, os beijou sugando os bicos rígidos. Uma mão desceu pelo ventre da jovem, alcançou sua tanguinha se insinuando dentro dela alcançando seus pêlos e o sexo da bela mulher. Dedilhou entre seus lábios íntimos, levando a irmã ao delírio. Não tendo ninguém nas areias a não ser eles, desfêz os laços lateral da peça e a retirou do corpo. Descendo dos seios para o ventre e deste para o púbis alcançando mais abaixo o sexo dela, beijou sua intimidade saboreando a vulva cheirosa. Estava salgada, com gosto do mar e de sexo convidativo. Lambeu com deleite o botãozinho do prazer e o prendeu entre os lábios. Brincou com o grelinho e depois introduziu a lingua dentro de sua vagina retirando de dentro dela o suco intimo que ela vertia. Marcela se debatia apertando os seio ou fincando os dedos na areia, naquele desespero de mais um gozo iminente.Tremia na boça do irmão e não se contendo mais , o premiou com um jato de urina, que saiu sem que ela pudesse controlar a emissão do liquido quente. Para Marcelo, surpreso e ao mesmo tempo adorando, pois ouvira falar muito em chuva dourada, a novidade lhe despertou mais desejo e por isso não desgrudou a boca da buceta da irmã.Chupou-a deixando bem sequinha de qualquer vestígio. O cheirinho que emanava dela era delicioso e erótico. O desejo pela irmãs crescera mais ainda e levantado um pouco mais suas pernas a beijou entre as nádegas e com a porta lingua percorreu todo o rêgo se demorando no cú onde a ponta da mesma fêz ligeira pressão. Lambeu o botão que piscava. Mordeu suas nádegas e depois de joelhos se aproximou da cabeça da irmã. Tirou o pau para fora da sunga o ofereceu a ela que não se fêz de rogada, Cheirou a pica todinha e depois abocanhou a mesma procurando levar o mais fundo possível. Executou movimentos com a cabeça, de vai e vem, chupando e engolindo a saliva que se formava com gosto de sal e pica. Mexia nas bolas peludas do seu saco com a lingua bem molhada e as colocava na boca. Voltou a pega a pica sugando-a e brincando com a lingua na cabeça da mesma levando seu irmão á loucura. Derrubando-a novamente de costas sobre a toalha, se pôs entre suas pernas e dirigindo a pica para a buceta á penetrou em toda suia profundidade. Marcela sem constrangimento gritou muito alto, encobrindo o ruido do mar. Jogava a pélvis de encontro a do irmãos absorvendo todo o impacto da vara dentro do seu sexo molhado de gozo. Puxou o rapaz sobre seus seios, esmagando-os de encontro ao peito másculo. Beijaram-se de forma alucinada, enquanto os sexos se mantinham unidos. A palpitação neles era embalada pelos ruídos das ondas do mar. Gemendo satisfeitos ambos gozaram.Vivendo como um casal voltaram abraçados para a casa. Podiam se dar ao luxo da intimidade, já que ninguém os conhecia. Durante a noite resolveram ir a um quiosque onde faziam uma roda desamba e se divertiram dançando muito. Tarde da noite voltaram para casa. Marcela, assim que entrou já foi tirando peças de roupa e jogando por onde passavam, deleitando os olhos do irmão com sua nudez provocante. No banheiro abriu o chuveiro e se meteu debaixo. Estava toda ensaboada quando sentiu a mão de Marcelo tocar-lhe a bunda apertando-a.Se virou e deparou com ele de olhos cravados em seu corpo. Estava nú, com aquele pau soberbo apontado na direçãos dela. A mesma sorriu, estendeu a mão pegou na pica dele , puxando o corpo do irmão para junto do seu.Beijaram-se como de costume, com muita ansiedade e ela passou a punheta-lo. Marcelo se curvava e abocanhava os seio molhados da mana e junto com a água que escorria sobre os corpos sugava os bicos dos seios. Com a cabeça jogada para trás Marcela deixava que ele mamasse nos bicos ofertados. Acaricia as costas do irmão desejando-o cada vêz mais, Não podia viver sem fazer sexo com ele. Quando terminaram a brincadeira sensual sob a água quente se enrolaram nas toalhas e correram para um dos quarto com cama de casal e ainda sem estarem totalmente sêcos começaram nova sessão de chupação. Deitado de costas Marcelo ostentava a sua pica durissima aos olhos da jovem que o chupava alucinada. Fizeram um 69 e retribuíram simultaneamente o sexo oral.As vêzes Marcela tinha que tirar a boca da pica senão poderia cerrar os dentes sobre ela tal era a empolgação das chupadas que recebia e não queria machucar aquele "nervo" amado. Sentiu novamente a lingua do irmãos em seu cúzinho, provocando aquele comichão gostoso e se voltando para ele perguntou se não gostaria de colocar o pau em seu cú.Marcelo parou de chupa-la e procurou sair debaixo dela. Sentado diante da irmã acariciou seu seios, beijou sua boca demoradamente e levantando-se foi até o banheiro, voltando do mesmo com um tubo de gel para lubrificação intima que tinha visto no armário. Marcela não esperou que ele mandasse,pegou dois travesseiros colocou um sobre o outro e se debruçou neles ficando com a bunda bem empinada. Separou as pernas e sentiu o hálito quente do irmão ao lhe separar as nádegas e beijar o seu orifício anal . Marcelo beijou e chupou muito o cú da irmã. Sua lingua penetrou várias vêzes o cú provocando arrepios na jovem que se agarrava nos lençois. Empinou um pouco mais a bundinha e separou mais ainda as pernas o que facilitou a Marcelo pode chupar sua buceta, naquela posição. Ele trabalhou bem na mesma e deixou a mana em ponto de bala. Pegou um pouco do gél e o colocou sobre o cú empurrando com o dedo o lubrificante para o interior das pregas. Depois colocou em mais dois e os enfiou dentro dela passando a tirar e pôr até lubrificar bem o canal. Marcela se retorcia toda gemendo como se estivesse chorando, querendo que el substituísse os dedos pela pica amada. Mas Marcelo não estava com pressa, queria curtir a irmã naquela posição. Notava que dos grandes lábios vaginal escorria um filete de liquido incolor brilhante que ia molhar os pentelhos da irmã. Seu pau doia mais ainda diante do que via e dava pinote como um cavalo selvagem. Marcela tinha a cabeça voltada para trás observando o que seu irmão fazia. Gostava de te-lo brincando com seu cúzinho e isso era refletido em seu corpo que tremia como uma gelatina.Marecelo tirou os dedos do cú da mana, beijou o orificio dilatado e lubrificado e depois de passar gél na cabeça da rola se postou atrás da bunda deliciosa e passou a cabeça da pica em toda a extensão do rêgo. Com a respiração forte, pressionou a glande sobre as pregas anais. Tirou e voltou a colocar, forçando. Um pedaço entrou, mas não toda cabeça. Marcela sentiu a dilatação do cú e jogou a bunda com um pouco mais de força, de encontro ao pau invasor. Uma dorzinha se fêz presente quando com mais pressão a cabeça entrou, sumindo dentro dela. Seu reto se encheu e foi recebendo o restante da pica. Bagas de suor começara a brotar da testa enquanto sentia no pau a quentura do reto invadido. Era linda a sua irmã naquela posição, bem submissa e pedindo que a fodesse. Lentamente foi retirando e quando percebia que a pica ia escapar, empurrava tudo para dentro. Assim o fêz, até sentir que sua irmã não estava mais sentindo incômodo. Passou a meter com firmeza quando ela pediu. Em poucos minutos só se ouvia os sons dos gemidos e dos corpos se chocando naquele vai e vem.Marcela desandara a gozar como nunca tinha conseguido. Não era a primeira vêz que dava o cú, mas o fato de saber que estava sendo fodida, nele, pelo próprio irmão, dava uma satisfação muito grande a ela.Nutria um carinho muito especial por aquele homem que a enrabava. Trocaram de posições inúmeras vêzes até que não conseguindo mais se conter Marcelo inundou com jatos de porra o intestino daquela que dava muita felicidade ao seu modo de vida.Não importava se o incesto era considerado até crime, mas sim que estavam felizes como dois verdadeiros irmãos devem ser, mesmo que isso implique em ter uma atração proibida

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:15 de dezembro de 2014 16:48

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Heterossexual

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