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Avida sexual de Nicolas e Marisa - parte II

Nicolas contara á esposa, o encontro casual, que tivera com Giselle, em frente a uma estação do metrô, e a carona que dera a ela bem como a conversa que tiveram. Ela perguntou:
__Como você já me havaia falado, ela é realmente bonita?
__Olha, só você vendo, para acreditar.
__Estou ansiosa para conhecer ela e o seu irmão. Ainda faltam três dias para isso, dá tempo de preparar algp em especial para recepciona-los.
__ Só uma coisa me preocupa, sua irmã.
__Não vejo razão para preocupação.
__Querida, sua irmã é atrevida e pode complicar as coisas.
__Mas complicar por quê? Você está confiante em ter uma transa com Giselle não é?
__Quem pode garantir que não? Achei que ela sinalizou uma possibilidade. Sinceramente eu torço para que isso aconteça.
__Querido uma curiosidade de minha parte com relação a minha irmã. O que você achou dela?
__Ela ficou muito bonita e sensual, mas continua a mesma maluca de antes.
Marisa sorriu dizendo:
__É, eu acho que você tem razão. Parece que ela nunca vai amadurecer. Ela me disse que você ficou excitado quando ela o abraçou, é verdade?
Nicolas ficou até que meio chateado por Sandra ter falado daquela situação, mas confirmou que já estava excitado quando se abraçaram e que na verdade a causa, fora mesmo, Giselle.
__Quer dizer que não a desejou? Seu foco continua sendo Giselle?
__Sim, desejo aquela mulher e não sei se é pela cor, o bundão ou só pela beçeza exótica que tem. Sinceramente, não sei.
__Mas Nicolas, e se ela não topar. Ela pode não querer nada contigo. Mas se quiser ter, pode não gostar de sexo anal, e ai, como você vai fazer para matar sua tara? Você não pode se decepcionar?
__Pode ser que sim. Vamos pagar para ver.
Nicolas e Marisa sempre foram abertos e livres para fazerem o que bem entendessem, menos trair.
Na manhã seguinte, estavam tomando o café da manhã, quando Sandra passou em direção ao banheiro, trajando apenas uma camisa sem mais nada por baixo. Cumprimentou o casal com beijos no rosto e desejou um bom dia.
Nicolas a olhou indo para o banheiro e viu que ela exibia uma bela bunda, que era semelhante a de sua esposa e balançando a cabeça sorriu e terminou o desjejum. Beijou Marisa e saiu para o trabalho. Na empresa que administrava, se concentrou no trabalho, mas não deixou de pensar em Giselle. Não tinha pensado em transar com ela logo de cara, mas aquela conversa que tiveram no carro o deixara esperançoso. Na parte da tarde, ele recebeu através da secretária administrativa o aviso que uma pessoa desejava vê-lo, mas que se negava a dar onome, dizendo que wera uma surpresa de aniversário. Só que ela sabia que o aniversário dele estava longe de ser comemorado. Intrigado Nicolas, que não recebia ninguém em seu local de trabalho, pediu que a pessoa fosse conduzida a uma sala ao lado da sua onde recebia as visitas. Quando abriu a porta que interligava os dois ambientes, não ficou nada surpreso de reconhecer quem de costas olhava os quadro pendurados pelas paredes. Ficou a imaginar como encontra ra o endereço da empresa, mas logo calculou que deveria ter o dedo de sua esposa. Ao vê-lo Sandra se aproximou dele, se atirou em seu pescoço e o beijou demoradamente. Esfregou os seios no peito dele e depois sorrindo o questionou:
__Gostou de me ver?
__O que você faz aqui? Foi Marisa que lhe deu esse endereço não foi?
__Sim. Foi relutante, mas eu prometi me comportar e ela caiu na minha. Só me deu na parte da tarde e estou aqui. Gostei do local é bem bonito o seu local de trabalho. É aqui que você come aquela secretária, que por sinal é muito bonita e gostosa? Caramba ela é uma tremenda gata.
__Você está louca menina? De onde você tirou essa idéia? Aqui se trabalha, não é lugar de sacanagem, não. Mas me diga o que você veio fazer aqui?
__Vim te ver, meu caro cunhado. Estou afim de sair a noitinha e quero que você me leve a um local que tenha bastante movimento e belos "gatos". E pode ficar sossegado que eu falei a mana que iria sair contigo e ela disse que estava tudo bem. Não aceito não como resposta. Se você não atender o meu pedido, eu melo o encontro de vocês no sábado.
__Como é que é? Você o quê ? Que idéia é essa?
__Olha, eu sei que você e minha irmã possuem um relacionamento aberto. Parabéns, tem que ser assim mesmo.Eu ouvi o papo de vocês esta noite.
__Mas..como?
__Atrás da porta, no corredor. Vocês falam muito alto e eu estava passando e ouvi. Vocês falaram até de mim. E fique sabendo que magoou, saber que não sou desejável, mas que a negra é sua preferencia. Você sabe que sou doida. Se não sair comigo pode ir dizendo adeus a ela.
__Você esta me ameaçando, garota?
__Estou.
__Você não vai criar encrenca em minha vida. Eu boto você para correr.
__Bota mesmo? Duvido. Eu me garanto. Já disse que atrapalho o encontro de vocês.
Nicolas, boquiaberto, ouviu tudo sem saber como agir. Não queria e não iria se submeter as regras do jogo da cunhada, mas não queria perder, caso houvesse a oportunidade de ficar mais intimo de Giselle. Sentou na poltrona ficando a imaginar em que fria tinha entrado ao permitir a presença da cunhada em sua casa. Continuava a aprontar com ele. Sandra se aproximou, empurrou o corpo de Nicolas contra o encosto da poltrona e se sentou nas pernas dele e com o braço o enlaçou pelo pescoço o puxando para si. Levou a boca ao seu ouvido e estirando a língua , passou-a sobre
a orelha dele dizendo:
__Que tal se inaugurassemos este ambiente,hoje, com uma bela trepada? Sei que você gostou de ver minha bunda essa manhã na hora do café. Ela pode ser toda tua se você quiser. Sei do seu problema com a mana e posso ser a solução de seus problemas. Não quer experimentar?
__Você ficou mais maluca que nunca. Como pode trair a confiança de sua irmã assim?
__Bobo.Marisa sabe que eu te desejo. Sempre foi assim desde que te vi pela primeira vêz. Fiz muitas siriricas pensando em você e mesmo quando transa, acjava, imaginava que a pica que estava ne penetrando era a sua e só assim eu gozava. Seu filho de uma puta, eu sempre te amei e para seu governo, minha irmã sabia disso. Caramba cunhado, você tem a faca e o queijo na mão e fica dando uma de banguela. Minha irmã é legal, permite que você tenha algo fora do casamento e pode ser até com a própria irmã e você ignora. Viado eu sei que você não é, se bem quew no passado, eu epensei que fosse, mas depois vi que não era, portanto nada te impede de ter uma transinha com sua cunhadinha favorita, né? Olha como sou gostosa. Fala verdade, tanto quanto sua esposa. Olha só meu, estou sentindo que você já esta de pau duro comigo sentada em seu colo, não pode negar. Se acha que vai me desmentir, deixa me ver se estou errada. Se estiver eu prometo sair por aquela porta e nunca mais você vai me ver em sua vida. Pego o primeiro avião e voltopara casa. Deixa eu ver se ele esta duro ou não. Aposto que sim e não é pela negra agora.
Dizendo isso, ela saiu do colo do cunhado e se ajoelhando perante ele, olhou para o voçume que a calça deixava aparecer. Tocou com a mão em toda a extensão da dureza e se enclinou, distribuindo beijos sobre o tecido onde ela deformava o mesmo revelando a excitação de Nicolas. Este olhava, sentindo-se impotente de controlar as investidas de Sandra. Olhava, através do decote, os seios exuberantes, convidando-o a toca-los. O pau lateja e ela o olhava sorridente, sentindo-se vencedora. Desdfivelou o cinto da calça de Nicolas e depois desceuno ziper, abrindo a braguilha. Uma cueca branca apreceu protegendo " aquele tubo" escondido sob ela. Sandra passava a mão sobre o mesmo entindo sua rigidez e quentura. Sabedor que ninguém os incomodaria ali ele foi ficando relaxado a ponto de se firmas nos pés e erguendo um pouco a bunda do assento permitiu que ela retirasse sua calça e cueca tomando assim contato com seu membro que surgiu, com sua cabeça arroxeada, ostentando suas veia azuladas por toda extensão dele. Sentiu a boca dela pousar sobre a glande e depois ir descendopor todo o pau até atingir os ovos retidos em seu saco escrotal. A língua dela passeava pelos mesmos e fazia o caminho inverso até chegar a cabeça da pica onde a beijava e abocanhava. Abria a boca o máximo e ia descendo a mesma sobre o pau que se aprofundava nela, levando o mesmo para seu interior fazendo com que alcançase oinicio da garganta. Procurava olhar para Nicolas afim de ver sua reação e se regozijava em vê-lo a olha-la com seu pau na boca. As vezes , ainda o olhando ia puxando a cabeça para libertar o que estava dentro dela e mostrava o pau todo melado de uma gosma esbranquiçada e espessa que o banhava, lubrifi- cando o mesmo. Nicolas olahava para ela fazendo uma comparação curiosa achando que era um mal de familia a arte de felação,jáque naquele quesito Marisa era fabulosa também. Muitas das vezes ela o fazia derramar em sua boca sua seiva masculina. O pau de Nicolas estava pulsando muito e Sandra estava feliz com aquilo. Deixou-a chupa-lo com vontede. Era perita em garganta profunda, deixando só os ovos de fora. Sabia que não iria aguentar por muito tempo aquela brincadeira e por isso mesmo a afastou para se levantar e obrigou-a a fazer o mesmo. Iria aproveitar que o pau estava todo melado para treparem Sandra.Puxou Sandra para si e a beijou com um prazer que a muito não sentia. Quase arrancou os botões da sua blusa expondo os seios de textura delicada. POs bicos motravam como estva excitada. Denudou-a por completo e a fez se deitar e abrir as pernas na poltrona. Não perdeu tempo com preliminares e aproveitando que oa pica estava lubrificada pela saliva da moça, a penetrou. A boceta encharcada o recebeu toda escancarada permitindo que ele a invadisse de um só golpe. Ela levantou o mais que pode as pernas e foi sentindo o mundo girar a medida que as estocados siam aumentando de velocidade. Osa beijos se multiplicavam e Sandra não polpava em dar a Nicolas tudo que estivera acumulado ao longo de anos de espera. Numa das vezes que a pica escapuliu, ele se ergueu e colocando-a de joelhos apoiada no encosto do movél deixando a mesma com abunda empinada a lhe dar boas vindas par a uma boa enrabada. Ela que tanto desejava aquela forma de extravasar a sua tara, levou as mãos ao traseiro e separou as nádega. Para brincar com o gosto por sexo anal de seu cunhado,umedeceu um dedo em sua boceta e o levou até o cu lubrificando-o ao inseri-lo todinhdo dentro dele. Olhava para Nicolas, tirando e colocando o dedo várias vezes do seu buraco. Estava levando-a a loucura. Ansioso, ele quis enfiar a pica junto com o dedo, mas ela o impediu de avançar e procurou se ajeitar melhor empinando mais o traseiro. Ela mesma conduziu a cabeça da pica para seu ânus e a forçou a entrar em si. Sentiu a pressão e não recuou, percebendo que a cabeça começara a entrar e enlarguecer o caminho para a penetração profunda. Sandra se sentia realizada com a invasão, pois tinha dentro de si a tão sonhada rola, de seu grande amor de adolescente. Estava, naquele momento de puro prazer, agradecendo a sua liberal irmã a realização daquele sonho de dar para seu marido. Sentia em meio a gozos o vaivem da pica dentro do seu canal anal e lágrimas afluiam em seus olhos. Gemia sem pode se conter e foi assim que sentiu os primeiros jatos de porra a lhe inundar o intimo. Se agarrou no encosto, jogou a bunda de encontro a vara e ficou curtindo o pau que pulsava, lançando as ultimas gostas de esperma. Ela ainda tinha forças para contrair a musculatura anal e extrair o que poderia existir de liquido seminal no pau que ainda latejava dentro dela. Sandra gozava a cada contração da pica e estava extenuada. Seu belo corpo estava coberto de suor. Mesmo depois que Nicolas retirou o pau do cu dela , a mesma permaneceu naquela posição deixando que ele admirasse o quanto era gostosa. Mentalmente agradeceu a Marisa.
Quando a noitinha sairam da empresa, ele a levou a uma loja de departmento em um shopping e comprou-lhe uma bela blusa. Numa buate do centro os dois se divertiram e ela chamou a atençãos dos rapazes.
Já em casa ao lado de Marisa no leito, Nicolas contou-lhe tudo que tinha acontecido naquele dia. Apesar de satifeito não deixara de pensar em Giselle. Confessou a Marisa que sua irmã era um show de mulher na transa anal e oral,mas que tinha ainda mais desejo em Giselle que nela.
Marisa pediu aque tivesse calma pois faltavam poucos dias para o grande encontro. Dois dias apenas os separavam do que poderia ser uma noite mágica ou desastrosa. Se beijaram e cada um virou para o lado e rpocuraram dormir. No quarto ao lado, Sandra que ainda trazia dentro de si vestigio da seiva do cunhdado, com um dedo no cu se masturbava pensando nele e de olhos fechado imaginava a pica do cunhado em seu intimo. Chamava por ele e estremecendo, gozava.Estava ansiosa por tê-lo novamente.
( continua em A vida sexual de Nicolas e Marisa - parte III )


Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:9 de fevereiro de 2015 09:07

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Swingers

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