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Do fundo do baú

Bem longe dos olhos mas perto do sexo

Quando o amor está no ar, nada nos impede de contaminar tudo que esta ao redor com esse radiante vírus.Eu amava aquela menina como nunca havia amado outra em toda minha existência de entendida. Pâmela era um sonho de mulher que me fazia sucumbir aos seus encantos. Era inteligente, brincalhona e muito companheira, principalmente nas horas difíceis que enfrentamos. Quando perdi o emprego por não ceder aos "encantos" do meu patrão e nele sentei a mão, sendo mandada embora por justa causa, já que plantaram coisas em minha bolsa e eu não soube explicar como tinha ido parar lá, ela me ajudou financeiramente sem eu pedir.Eramos amigas até então, mas com o passar do tempo começamos a nos sentir atraídas uma pela outra.O primeiro beijo veio sem querer, quase que acidental. Foi assim:
O tempo estava escaldante e nada melhor que e uma piscina para refrescar o corpo. De posse de um maiô, passei na casa de Pâmela e a convidei para dar uns mergulhos e ela prontamente aceito e lá fomos para o clube. No vestiário trocamos de roupa e pouco depois exibíamos os nossos corpos, para o deleite da rapaziada.De fato eramos bonitas de corpos e sabíamos disso. As cantadas que levávamos comprovavam que eramos atraentes. Depois de alguns mergulhos nos estiramos a beira da piscina e ficamos vendo as pessoas se divertirem na água. Havia um grupo de rapazes que não tiravam os olhos de nós desde que chegamos e eu não estava afim de nada com ela e ela menos ainda, no entanto os mesmo, penso eu, fizeram alguma aposta para ver quem ganhava nós duas ou pelo menos uma de nós. Deu para perceber isso. Dois chegaram até nós e com conversas surradas tentaram a sorte. Pâmela se divertia com aquilo, mas eu não, e estava já me prontificando a dar no pé, quando ela se saiu com essa:
___Aqui vocês estão perdendo tempo rapazes, vão procurar outras por que da fruta que vocês gostam nós chupamos até o caroço, não é amor. - disse ela para mim que não demorei muito a entender a jogada dela.
___Realmente vocês estão perdendo tempo. - completei vendo que eles ficaram meio em dúvida.Eles riram demonstrando que não acreditavam no que falávamos. Então Pâmela nos surpreendeu ao me agarrar puxar para si e me dar um tremendo beijo.Foi como se uma ducha fria se abatesse sobre os cara que resmungando que eramos sapatas se afastaram. Eu ainda estava olhando para ela sem entender, não o beijo , mas o que causou dentro de mim aquele beijo. Vendo-me parada a olha-la sem reagir ela se desculpou:
___Desculpe, mas só vi essa solução para nos livrarmos deles. -disse tocando minha mãos que estavam frias. - Você está bem Bruna?
__Oh, claro, sim estou bem e você fez o que devia. - acrescentei ainda me sentindo bem desconfortável. Quando fomos para casa e eu sozinha em meu quarto em meu quarto comecei a recordar daquele episódio, comecei a ficar com tesão. O beijo dela fora muito gostoso e mexera com alguma coisa adormecida dentro de mim. Me vi com as mãos entre as coxas sentindo minha própria quentura e lentamente comecei a massagear o meu sexo. A cama começou a ranger quando os movimentos foram ficando cada vez mais vigorosos e quando o ápice chegou, meu corpo dava chicotada sobre a cama, como seu estivesse possuída por uma entidade do mal. Passei a ter ilusão com a possibilidade de ter um caso com aquela bela e ousada mulher. Um dia nos encontramos como que por acaso em frente a um supermercado onde ela tinha ido comprar produtos para fazer uma lasanha pois sentia vontade de comer uma. Ela me convidou para ir até sua casa e assim eu lhe faria companhia. Topei mas ela teria que esperar um pouco pois tinha que comprar algo para levar. Mesmo sob protesto, comprei duas garrafas de um bom vinho e fomos para sua casa. Ela na cozinha era tão boa quanto beijando pois preparou uma comida deliciosa que apreciamos com muito vinho. Depois fomos para a cozinha lavar a louça e enquanto ela enxugava eu movida pelos vapores de baco puxei o assunto que estava me deixando louca:
__Então amiga, aquele dia no clube não me sai da cabeça. Sonho com aquilo e estou querendo entender por que estou assim. - comecei sem encara-la.
__Você fala do beijo?
__Sim, daquele beijo.
__Você não gostou não é? - perguntou como que se sentindo uma pecadora.
__Não.Não reside ai a questão, eu queria saber por que fiquei tão mexida por dentro. Sabe é quase que um sufoco o que sinto quando penso naquilo. - procurei explicar e ao mesmo tempo pedir explicação.
__Olha Bruna eu confesso que sinto o mesmo que você. Desde aquele dia eu me senti confusa, sem poder entender como pude agir daquela forma, mas fui encontrar a solução quando passei a sentir a tua falta. Quando você se afastou de mim e eu não pude mais ver seu sorriso, seu olha maroto, teus cabelos esvoaçando ao sabor da brisa, não poder curtir o balançar dos teus quadris, eu pude perceber que eu sentia era falta de tudo que representava - você. Fiquei com medo de que estivesse sentindo algo que nunca senti por mulher alguma ou até por homem nenhum - disse se aproximando de mim por trás e me enlaçando pela cintura sussurrou em meu ouvido o que eu desejava ouvir mais temia ter que fazer isso. __Bruna, não sei o que você vai me dizer mas eu posso lhe garantir que o que eu sinto por você vai muito além de um simples desejo. - virou-me para ela e sem dizer mais nada colou seus lábios nos meus e nossas línguas travaram uma batalha insana e nossas salivas se misturaram ainda contendo o sabor do vinho ingerido. Minhas mãos molhadas tocaram seu corpo e eu a empurrei para cima da mesa fazendo-a se sentar. Mãos ousadas abriram blusas quase as rasgando e peças intimas saíram voando para o piso. Nos olhamos demoradamente e aos poucos cada uma foi descendo o olhar para o corpo semi nu, da cintura para cima , da outra e apreciando de forma muito diferente cada pedacinho de pele.Quando os dedos dela tocaram meus seios eu me arrepiei toda. Tomei seu rosto entre as mãos cobrindo-o de beijos e afagos, chupei seu pescoço deixando-o marcado de vermelho, dei uma mordidinha em sua orelha que lhe causou cócegas e por fim meio que deslumbrada cheguei aos seios que altivos lançavam-me um desafio: beije-me ou de deixo louca de vontade de faze-lo. E eu os beijei, com carinho, devagarinho em toda sua formação, sentindo a pele que se arrepiava e os bicos que se enrijeciam ao toque de meus lábios famintos. Ela desceu da mesa e me tomando pela mão me puxou para seu quarto onde diante de uma cama muito confortável me olhou e fez um sinal com a cabeça indicando que ali selaríamos o início de uma nova etapa em nossas vidas. Concordei em ir para a cama pois estava pegando fogo e queria desfrutar de tudo que ela poderia me oferecer.Não falamos muito quando nos deitamos ao lado da outra. O cheiro de amaciante que vinha das roupas de cama pareciam vir do corpo dela e a medida que íamos nos despindo das últimas peças de roupas nossos beijos se tornavam mais selvagens. As unhas arranhavam a pele deixando marcas avermelhadas. Me deitei sobre seu corpo e procurei afastar suas pernas com a minha e ela me impedia de faze-lo. Queria que eu disse a palavra mágica para que as mesmas cedessem a entrada do tesouro e foi assim que eu disse o que nunca pensara em dizer a uma fêmea:
__Eu te amo. - e ao mesmo tempo que repetia minhas palavras fran- queava as pernas para que eu me pusesse entre elas roçando com minha coxa o seu sexo escaldante. Ela suspirou e me puxou para sua boca.Seus braços me enlaçaram as costas e meus seios se encontraram com os seus. Acariciava seus cabelos sedosos, beijava seus olhos que irradiavam raios de amor e contentamento. Lá embaixo eu sentia a umidade morna que molhava minha coxas e me dava mais tesão por aquela mulher sob mim. Desde então atamos um namoro sério. Foi assim que tudo começou.Ai vem ela linda como sempre toda molhada do banho que tomou. Se vocês pudessem ver como ela está gostosa mas só eu tenho esse privilégio, né?Até breve pessoal!

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:14 de janeiro de 2015 15:58

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Lésbicas

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