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Do fundo do baú

Breakfast

O alarme estava soando insistentemente, ao lado da cabeceira da cama de solteiro. Uma mão saiu dentre as cobertas e deu um tapa no despertador que logo emudeceu. Paula, abriu os olhos e olhou para o mostrador do mesmo. Estava na hora de levantar, pois tinha que tomar um banho e em seguida, subir para a casa principal, onde iria preparar o café da manhã para seus patrões, que surgiriam uma hora depois. Espreguiçou, coçou a cabeça de cabelo loiros e depois se pôs de pé.
Tomou uma banho rápido vestiu seu uniforme, abriu a porta do seu quarto, que ficava nos fundos da propriedade e de posse de chaves, foi até a porta que a levaria para o interior da residencia.
Paula, era empregada doméstica, que os Silva, contrataram. A principio era para ser apenas uma simples pessoa que limparia a casa e serviria quem dela seus serviços precisasse. Das muitas que as agências mandaram para fazer entrevista, nenhuma tinha caído no conceito da matriarca. Sempre ela colocava um defeito para não admitir as enviadas. Mas com Paula, assim que bateu os olhos nela, não precisou nem ler o currículo, para á aproveitar. Seus olhos de lince, viu logo que aquela jovem tinha um grande potencial. Era bonita de rosto e com um corpo escultural, que chamava a atenção, seria uma bela apresentação aos ideais dela. Odete a admitiu e lhe fez uma proposta. Se ela agradasse a todos daquela casa, a remuneraria de forma, que ela se sentisse bem. Queria que ela sempre estivesse pronta quando fosse solicitada, de forma impecável, com um uniforme que mais parecia, para Paula, uma roupa de passeio. Moraria no emprego e teria suas folgas nos finais de semanas se não houvesse nenhum evento na casa, ou onde convidasse a família. Não seria excluída de nada. De fato as coisas decorreram bem até demais para Paula. Todos gostavam dela e não exigiam muito a não ser...
Estava com os Silva a pelo menos 1 ano e se sentia como da família, como Odete, a patroa, lhe falara no dia da sua chegada.
A família era composta por Odete, mulher que beirava os 50 anos, mas que de tanta plastica ficara com idade indefinida. Romero, o patrão,tinha 52 anos, homem que aparentava ser uma pessoa que vivia no passado, porém era bondoso. Abílio, filho mais velho do casal,um rapaz que tinha uma beleza que chegava a deixa-lo afeminado, onde sua idade de 25 anos, caia muito bem. Por fim vinha a raspa do tacho. Sandra. Ela era um poço de excentricidade,fugindo de tudo que era normal naquela casa. Cinco anos mais nova que Abílio, ele era o xodó de todos, inclusive de Paula que era sempre convidada para ir ás baladas com ela, sendo tratada, não como empregada, mas como prima que estava morando com os Silva.
Paula, que tinha conhecimento de culinária, coisa raríssima em mulheres deste nosso século, gostava de fazer pãezinhos de minuto, os quais eram servidos, fresquinhos no café da manhã. Por essa razão que levantava com alguma antecedência e ia para a cozinha. Sovava a massa, sobre o tampo de mármore, pensando em como a vida estava sendo boa para ela, quando sentiu duas mãos agarrarem suas nádegas as apertando e já levantando o seu uniforme. Seu corpo se arrepiou, mas ela não deixou de continuar o que já estava fazendo. Um corpo se encostava no seu a prensando de encontro ao balcão, e logo percebeu que sua calcinha era abaixada até o meio da bunda.O corpo escorregou atrás de si e ela sentiu aqueles beijos demorados em cada nádega. Uma da mãos a forçou a se curvar, o que a deixava com o traseiro mais empinado. Traseiro esse que a deixa muito contente pelos elogios que recebia, pois era de fato dona de uma anatomia privilegiada sem ter aplicado nada nela.
Paula sabia quem estava atrás de si, lhe aplicando linguadas no rego e brincando com seu ânus. Tudo começara quando ela estava em seus afazeres de pegar as roupas que tinham que ser lavadas, e teve que passar pela porta, onde se encontrava Romero. Ele não lhe deu passagem a obrigado a se encostar nele. Por coincidência, uma peça caiu e ela se curvou para a apanhar, pressionando mais o seu traseiro no corpo do homem. Não fizera por malicia, pois considerava ele como se fosse seu pai, guardada as devidas proporções. Quando se endireitou ele lhe disse que, se ela deixasse cair mais uma., iria receber uma gratificação. Ela voltou a cabeça para ele e vendo o seu sorriso maroto, deixou que várias delas caíssem e assim demoraria mais ás pegando, mantendo mais tempo seu traseiro de encontro ao do patrão. Ela sabia o que estava fazendo. Disseram-lhe que tudo que fosse solicitado deveria acatar, não fora dito por Odete? Então ela cumpria o papel a ela destinado. Sentiu que algo se elevava onde seu traseiro tocava,pois esse era o objetivo dela, excita-lo e ver no que dava. Quando cansou de ficar se esfregando, no volume que se formara na calça do homem, ela começara a se endireitar, mas fora impedida, por uma mão que a forçara a ficar um pouco mais naquela posição. Romero entregara a ela um lenço para que fosse lavado e piscando para ela se retirou para o banheiro social. Ela riu, sabendo o que ele ia fazer. Mal chegou na lavanderia, ela começou a separar as roupas, inclusive o lenço que lhe fora entregue e ao desdobra-lo, viu que Romero realmente era legal e cumprira o que lhe prometera, pois colocara para ela uma bela cédula de cem reais. Dali para frente, em um determinado dia da semana ele levanta mais cedo e vai até a cozinha e ali se esfrega nela, até que pratica o sexo oral, só ele, ela não. Isso a deixava intrigada. Um dia quando quis fazer nele o que ele fazia nela e ser recusada, ela quis saber por que ele não permitia. A resposta a surpreendeu mais que tudo:
__Por que assim, você se parece com minha filha!
Depois de se satisfazer a chupando, Romero se levantara e com o pau duro, que tirara para fora, aproximou o mesmo do traseiro de Paula e o pincelou, varias vezes em seu rego, depois, levantou-lhe a calcinha, desceu sua saia, desejou-lhe um bom dia e saiu silenciosamente, como entrou. Quando ela foi arrumar melhor a calcinha, percebeu que algo havia dentro dela. Sorriu.
Á mesa onde todos tomavam café, inclusive ela, todos estavam serenos e com a consciência tranquila. Paula, furtivamente olhava para cada um daqueles personagem que estavam sentados ali e os analisando, queria ser um sopro de ar para entrar em cada um e saber o que pensavam dela. Cada um ali tinha uma história para contar, mas saberiam que entre si havia um elo comum a todos?

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:24 de setembro de 2015 15:01

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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