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Do fundo do baú

Cada uma ama quem quer

Isabel sempre foi uma menina que adorou ser a mais badalada onde quer que estivesse. Não queria saber de concorrencia e quando essa surgia partia para cima a fim de ser a única a mandar no pedaço. Quando Maria Lúcia surgiu para integrar o grupo de amigos, causou um alvoroço muito grande por ser ela uma menina muito bonita e inteligente.Isabel foi a primeira a rejeitar a nova amizade por uma série de motivos, sendo que o principal era ver o seu reinado ameaçado pela novata. Ao contrario desta, Maria se aproximou dela com a certeza de que poderia encontrar uma amiga.Meio que forçada, Isabel procurou não demonstrar que não suportava a nova integrante do grupo. Conversando com Marcelo ela deixou bem claro que não estava gostando da repentina amizade que estavam dedicando a estranha. Marcelo era apaixonado por Isabel e ela sabia disso esnobando o rapaz, mas mesmo assim tinha uma amizade que era para mais para deixa-lo preso a ela do que para deixar uma porta aberta para a conquista. As vezes saia com ele e até permitia que o mesmo a beijasse mais sempre lhe alertando que era por pura farra e não por querer namora-lo.Um dia ela flagrou o rapaz em companhia da novata e percebeu que os dois se davam muito bem. Uma ponta de ciúmes começou a ser a parte que mais a incomodava, com relação a Marcelo. Maria não tinha a menor intenção de entrar em concorrencia com a pseudo amiga e tratou de deixar isso bem claro quando se encontraram a sós. Isabel alegara que e não estava nem ai para Marcelo e Maria a contestou dizendo não ser certo que ela estava fazendo com o rapaz. Se não gostava dele deveria deixar o caminho livre para outras chegarem nele. Isabel ficou irritada mas não deu a entender que se ofendera. Quando saiu com Marcelo procurou sonda-lo com relação a Maria e ficou preocupada ao perceber que ele estava achando a novata muito amiga e inteligente.Elogiou a beleza facial e corporal, aí o bicho pegou dentro de Isabel. Ela resolveu tomar uma atitude e sem que Marcelo esperasse o puxou para si e o beijou de forma provocante, o que o deixou surpreso e excitado. Isabel ousou acariciar o mesmo que se mostrava com uma forte ereção. Ousadamente abriu a braguilha da calça e libertou o membro duro que ficou em sua mão sendo acariciado e manipulado com uma certa violência. Isabel no entanto não estava nem ai para o que fazia, queria apenas mostrar para o rapaz que poderia ter muito mais com ela que com a novata. Depois de fazer aquele ato de pura maldade, pois o fez guardar o membro e se levantando despediu-se dele e o deixou ali sentado sem entender nada. O que ela não sabia era que Marcelo e Maria eram confidentes e aquela atitude foi descrita minunciosamente á ela. Maria não perdeu tempo e quando encontrou com Isabel cobrou dela uma explicação sobre o ato. Isabel tomou aquela ademoestação como uma afronta e Marcelo foi quem pagou o pato. Maldosamente contou a uma garota que era a fofoqueira oficial da turma que ele tinha negado fogo com ela quando sairam e pretendiam transar. Marcelo logo se viu no centro das piadas e pouco entendeu a razão daquilo tudo, porém Maria tinha entendido o recado e o alertou sobre que tinha criado a difamação. Marcelo ia tirar satisfações com Isabel, mas Maria o aconselhou a deixar com ela. De fato a garota foi até Isabel e mais uma vez a cobrou, chamando-a de mal carater e sem capacidade de conquistar ninguém , dizendo mesmo que a outra era mal amada e invejosa. Para Isabel, que ficara sem ação, a atitude de Maria
calou fundo dentro de si. Ela nunca tinha sido enfrentada daquela forma nem por homem e muito menos por mulher. A sua tristeza foi notada por todos e muitos se perguntaram o que tinha acontecido. Apenas Maria e Marcelo sabiam a razão.Os dois engataram um namoro que começou a dar certo. Eram vistos juntos em todos os eventos, para tormento de Isabel. Passou a odiar Maria e estava sempre alerta para pegar um ponto fraco dela. Mas a bela menina não se deixava apanhar e se divertia como nunca na companhia dos antes eram amigos de Isabel. Excluida, por sua própria decisão. Isabel passou a viver reclusa. Não queria saber de sair, nas poucas vezes em que fora convidada.Uma das meninas fez aniversário e convidou todos para irem a sua casa comemorar onde haveria até um Dj, para abrilhantar o evento. Todos receberam um convite, inclusive Isabel. Cansada de ficar no isolamento resolveu que iria comparecer ao evento.Se produziu e foi. Temia ser mal recebida, mas longe disso a trataram com cortesia, talvez em função de ser uma festa de aniversário, mas trataram bem. Começou a se enturmar com as pessoas. Viu chegar Marcelo com Maria, que aliás era a mais linda de todas ali. Essa constatação a deixou bem frustrada. Marcelo tinha se saido bem. Trocara o duvidoso por uma coisa certa e bela.Como que adivinhando o que ela pensava, se aproximaram e a cumprimentaram. O perfume que Maria exalava era por demais embriagador. Por diversas vezes o olhar das duas se cruzaram e sem saber porque razão, isso incomodava Isabel que pegando um drinque saiu e foi para o terraço onde em um canto se sentou e ficou observando a noite e alguns casais que se entregavam a algumas carícia mais ousadas.Um cheiro já conhecido chegou a suas narinas e ao se voltar deparou com Maria, que com um copo na mão a observava. Estava radiante e seu sorriso encantador apaziguava qualquer rancor. Ela era cativante e sem sombra de dúvidas Marcelo fizera uma excelente escolha. Sentou-se ao lado dela e encarando-a quis saber o que fazia ali sozinha. Isabel em resposta a inquiriu por também estar ali. Maria disse que se sentia pouco a vontade naquele lugar, não gostava de festas, ás frequentava , mas não era muito chegada. Isabel alfinetou, querendo saber se ela estava assim porque a anfitriã era sapatão. Maria disse que desconhecia esse fato mas que não era por essa razão já que ela era lésbica também. Isabel não aceitou aquela explicação e refutou como verdadeira, já que a outra namorava um homem. Isabel perguntou o que a impedia de fazer isso. Isabel disse que uma lésbica era uma lésbica por não sentir nenhuma atração por homem, o contrario dela. Isabel sorriu e disse que ela estava errada, que a lébica pode continuar lébica sem que para isso tenha que se abdicar totalmente de um contato com um homem. Indagou se uma garota de programa que se relacionou a vida toda com o comercio de seu corpo com homens e depois de décadas resolver partir para o lesbianismo, tem que ser excluida? Passou a ter contato com mulheres, achou mais romantico, mais carinhosoo contato, quis experimentar algo novo. Uma determinada cantora que até mãe é,não passou a se relacionar com mulher da noite para o dia, assim como uma comediante não deixou de ser hetero, virou homo, e agora não voltou a ser hetero novamente? Cada uma ama quem quer, foi a resposta a todas as dúvidas de Isabel. A medida que a outra ia dissertando sobre o assunto, ela foi ficando cada vez mais impressionada com a facilidade que ela tinha de se expressar e confundir com fatos. Tomou um gole de sua bebida e quis saber onde estava Marcelo. Soube que o mesmo tinha ido embora pois tinha um compromisso de relevante importancia para ambos no dia seguinte bem cedo e não podia ficar ali, mas que a deixara a vontade para usufruir daquele momento de descontração. Ele confiava nela e ela garantiu que só não o trairia com homem. Riu da piada e Isabel que tinha se assustado com a obsevação, acabou rindo também. Ficaram conversando por muito tempo e por fim resolveram entrar, pois tinha caido muito a temperatura. Alguns casais dançavam no centro da sala e Maria convidou Isabel para dançar. Tomando-a nos braços começaram a se requebrar no ritmo caribenho que estava sendo executado e chamaram a atenção sobre si, pela dança e por serem elas as declaradas inimigas. Se divertiram muito e quando pararam para descansar Maria disse que queria ir embora pois já estava com sono. Isabel também quis sair e ambas se foram. No caminho ainda conversavam sobre o assunto que Isabel achara estranho ela ser partidária e sem que ela esperasse Maria a agarrou e tomou sua boca sobre a dela num beijo que Isabel se sentiu per-
dida e sem folego. Maria sorriu ao ver a cara atônita da outra e disse sem cerimônia que gostaria de mostrar muito mais que aquilo para ela. Quis saber se ela gostaria de ir até sua casa. Isabel ainda boquiaberta apenas a acompanhou e poucas quadras dali entraram em um casa, onde Maria pediu que se fisesse silêncio, pois poderiam acordar seus pais. No quarto, mal entraram Isabel foi empurrada para a cama e Maria subiu sobre ela. Sorriu mais uma vêz de forma cínica dizendo que ia comer a sem reação garota que tinha sobre si. Se esticou sobre seu corpo e procurou a boca de Isabel, que fechou os olhos e ficou saboreando aquela impetuosidade que vinha de uma pessoa que ela julgava ser cândida e não ousada á aquele ponto.Ficou desnorteada quando sentiu a mão lhe abrir a calça e se enfiar dentro de sua calcinha alcançar seus tufos de pelos e descer até sua intimidade. Por instantes que foram rápidos empurrou o corpo de Maria e tentou tirar a mão do seu sexo, mas ela era muito decidida e voltou a atacar novamente.Os dedos da jovem eram atrevidos e rebuscavam cada canto do sexo explorado e procurava se insinuar dentro da vagina.Não queria liberar a invasão, mas foi admitindo aos poucos que a ousadia era muito boa. Não podia ficar inerte e tratou de apalpar aquele corpo que mesmo vestido parecia ser muito bonito.Sentiu os cortonos duros e sensuais da jovem e quando procurou abrir-lhe a blusa, esta mandou que ela esperasse e se ficando em pé, de pernas abertas sobre o corpo de Isabel começou a ondular o corpo somo se fizesse uma striptease e foi tirando peça por peça revelando o que Isabel já suspeitava. Um corpo mignon, sem uma grama de gordura localizada, um par de seios pequenos mais belos, um ventre achatado e um púbis peludo, adornava aquela suprema visão. Ficou de costas para que Isabel apreciasse sua bunda e se curvando para frente possibilitou a visão de parte do sexo. Isabel suspirou diante daquele ninfeta que se permitia ver a sua intimidade de forma tão insólita, despudorada mesmo. Quando Isabel começou a se despir foi observada por Maria que se ajoelhara e sentada sobre as pernas dava um toque especial a revelação de sua nudez. As duas se compararam e nenhum defeito fora encontrado, eram perfeitas e desejaveis ao mais exigente dos mortais. Maria pediu que ela abrisse as pernas, queria ver-lhe o sexo e diante deste quadro se curvou ficando entre as coxas separadas de Isabel. Sem saber por que se agarrou nas laterais da cama e esperou. A primeira lambida a fez estremecer, depois veio a segunda e ela achou que o ar lhe faltava,mas quando teve a boca espremida junto a seus lábios intumescidos, gemeu tão alto que Maria levou sua mão a boca dela, antes de continuar a chupa-la.Com delicadeza prendia os lábios dela nos seus e sugava, soltava passava a lingua novamente e os prendia de novo. Percebeu quando o primeiro gozo chegou e pouco depois as primeira goticulas de prazer afloraram pelo buraco vaginal. Levou a lingua para o mesmo e a introduziu em seu interior. Mantinha a mão na boca de Isabel, que continuava a gemer e se requebrar em um desespero total.Maria demonstrava que sabia muito bem levar uma mulher ao delirio. Com uma guinada de corpo montou sobre Isabel e lhe ofertou o sexo para ser manipulado e chupado. O odor que as narinas de Isabel sentiam era extasiante e ela perdendo o pudor quer até então estava sentindo, beijou o sexo molhado e lambeu demorada-mente tudo que lhe era oferecido. Maria, agradecia esfregando a racha na boca de Isabel ao sentar sobre seu rosto. Apertou os seios quando o gozo chegou e se jogou novamente entre as coxas aberta para chupar mais o sexo que estava avermelhado pela sucção sofrido. Não satisfeita Maria inverteu a posição e ficou com sua coxa entre as de Isabel, roçando-a em sua boceta. Tomou na boca um seio e mordeu o biquinho, sorrindo por ver a outra se segurando para não gritar alto e depois a beijou com volúpia. O beijo de Maria tinha uma carga muito grande de erotismo e isso desencadeava o surgimento de uma nova onda de tremores que antevinham ao gozo. Isabel estava vivendo o momento mais delicioso de um relacionamento lésbico, justamente com quem tinha demonstrado uma animosidade sem propósito. Jamais esperaria tal intimidade justamente com Maria. Mas, ali estava, nua, de pernas abertas, sexo manipulado, sentindo um prazer enorme, nas mãos de sua pior inimiga.
Deitadas uma ao lado da outra sorriam, satisfeitas , saciadas. Isabel estava enamorada, mas Maria deixara bem claro que não iria largar Marcelo. Poderiam ficar os três juntos se fosse o caso...Isabel aceitou.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:3 de fevereiro de 2015 10:09

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Lésbicas

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Comentários

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  • Vivi pedroso
    Postado porVivi pedrosoem20 de abril de 2016 15:48

    Adorei muito bem escrito
    E as vezes é assim que acontece
    Nossa inimizade vira um caso
    De amor
    Bjo

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