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Coisas que fazemos quando temos tesão

__Puta que te pariu Rosa. Afinal, você é mulher ou não? Vai regular esse cu novamente?
Mario estava puto da vida com sua noiva. Não aguentava mais as recusas dela em permitir que ele comesse seu rabo.
__Eu não aguento mais essa situação. Porra, eu desejo te enrabar e não ficar na punheta, imaginando estar pondo em seu rabo. Você parece que se diverte vendo a minha frustração. Eu não aguento mais. Você me assanha e depois dá pra trás.
Mario, se vestia furioso, por mais uma vez, não ter conseguido comer o cu de Rosa. Ela era uma mulher de 22 anos, com 1,68m, 55kg, um belo corpo, onde tinha um atrativo que era uma apelação aos sentidos dos homens...sua bunda. Era linda, quer ela estivesse de vestido, calça comprida ou até um trapo qualquer sobre o corpo. Era gostosa. Ninguém conseguia ficar insensivel, ao vê-la caminhando e a olhasse por trás. E Mario, era previlegiado, pois a tinha núa, sempre que assim o desejasse. Mas sua bela e cobiçada bunda, ele não comia. Alisava, com mãos trêmulas, separava as nãdegas e até lhe era permitido correr o dedo pelo rêgo, onde coçava as pregas, chegando até a enfiar um dedo ou outro naquele emaranhado de ruguinhas, mas Rosa logo o desencorajava á pensar em por o pau dentro daquele lugarzinho tão desejado por ele. Amar, ela o amava, mas isso não queria dizer que o deixaria por o pauem seu cu. O rabo não cedia de jeito nenhum. Ficava zangada, com a inssitência dele em tal intento. E daquela vêz não estava sendo diferente.
__Vocês homens são engraçados. Pensam que nós, mulheres, somos obrigadas a satisfazer todos os seus desejos. Ora, não é por ai. Vocês só pensam em cú. Acham que para nós é fácil receber, vocês no rabo. Sai fora. Isso dói prá caralho.
Mario achou estranho aquela afirmação e questionou:
__Como você sabe disso?
__Disso o quê?
__Que dói dar o rabo.
Vendo que tinha dado um fora, bem grande, Rosa se defendeu:
__Claro que não. O que pensa que eu sou? Acha que vou dando o rabo para qualquer um?
__Me parece pouco provável. Falei, sem saber exatamente, por quê. Você me deixa maluco, que acabo falando bosta. Mas me diga como sabe que dói?- insistiu ele para ver se descobria quem a influênciava a ponto da mesma se negar á sodomização.
__Sei porque tenho amigas que me contaram. Elas dizem que não é legal, não dá prazer a elas, só eles aproveitam, prá gozar.
__Isso depende dos caras e das garotas. Se houver, preliminares antes e ela colaborar relaxando, claro que vai doer. O sexo anal, é curtido por todos os casais, nem que seja uma vêz por mês.
__Eu garanto que nem minha mãe ou a sua curtem isso.
__Você pode estar redondamente enganada. Eu, não ponho a mão no fogo pela minha mãe. Meu pai não dá sossego á ela.
__Olha, o que você está falando é nojento. Não respeita a sua mãe, não?
__Ué!Onde é que eu faltei com o respeito com ela? Posso garantir a você que sua mãe curte uma metidinha no rabo. Pergunte a ela.
__Claro que não. Respeito minha mãe e jamais falaria de tal assunto com ela.Olha amor, eu te amo. Eu te chupo, numa boa e sei que você gosta, deixo você comer a minha boceta em todas as posições. Gosto de deixa-la sempre prontinha para você me foder. Eu não engulo, até sua porra, quando você goza, em minha boca? Nem todas fazem isso, e você sabe bem disso. Então por que não desiste dessa idéia absurda? Por favor, amor, não me peça para fazer o que não desejo.No meu cú não entra nada.
Mario, já tinha acabado de se vestir.Não tinha clima para continuar ali. Machismo? Poderia até ser, mas havia uma questão. Antonia. Quem era Antonia? Era amiga do casal. Ela era muito liberal e contara uma vêz ao Mario, que seu namorado era louco pelo rabo de Rosa. Mario achara estranho saber que o rabo de sua mulher era cobiçado por outro homem. Já Antonia, dissera que achara engraçado por que, dava o cú para ele numa boa e gostava de o fazer, mas o mesmo queria o rabo de uma outra pessoa. Fora então, que diante da amizade liberal que tinham, Mario acabou, dizendo a ela que o destino pregava peças, pois sua mulher não dava o rabo nem, que a vaca tossisse.
__O quê? Quer dizer que você não conseguiu nada com ela?
__Pois é, não!
__Deus dá asas, para quem não sabe ou não quer voar. Quando alguém liberar geral para você, faz o que ela não faz, ai ela vai ver o que é bom e não vai poder lamentar e dizer que é traída. Que mulher não gostaria de dar o rabo para um homem como você? Vou ser franca com você, até eu.
Mario, não levou aquela conversa adiante. Antonia era muito brincalhona e eles tinham uma amizade antiga. Ela era uma bela mulher de predicados sexuais que dava para levantar a vara de qualquer homem. No entanto, Mario preservava muito a amizade que os dois tinham. Quando saiu de casa, após aquela explanação sobre o fato de desejar o rabo de Rose e ela o negar mais uma vêz, Mario saíra e fora ter uma conversa com sua amiga. Desabafara e estava voltando para casa, pois deixara Rose de cara virada. Ela, não conseguia entender o porque daquela fixação em seu rabo, já que tinham um vida sexual ativa. Achava que Mario, era egoista demais. Com aqueles pensamentos, que ela não aceitava, ficava dificil ver um bom relacionamento entre eles. Pensara, muito, na conversa que tivera com Mario e na mãe, não querendo acreditar que a mesma pudesse um dia ter pensado em uma relação que não fosse a convencional com seus pais. Ela teria tido a coragem de um dia, ter permitido que seu pai enfiasse em seu rabo o pau dele? Ela tinha medo de perder Mario e por isso mesmo iria ter uma conversa com sua mãe a respeito daquele assunto. Mas o destino, iria lhe aplicar um duro golpe. Fora ver a mãe e como sempre fazia, entrou sem bater indo para os fundos da casa, onde sua mãe sempre ficava, mas ao passar pelo corredor do lado externo da casa, junto a janela do quarto de seus pais, ouviu gemidos que não eram de sofrimento , mas de muito prazer. Seu pais estavam transando. Tinha uma chave da casa e fora para a porta dos fundo onde abriu a porta e entrou, caminhando em silêncio, foi rumo a porta do quarto dos genitores, que despreocupados, deixaram aberta. Se aproximou e olhou com cuidado para dentro do quarto, quase ficando sem fôlego ao ver a cena que estava se desenrolando sobre a cama do casal. Não estava, vendo demais, mas conseguir visualizar muito bem , seus pais nus, sendo que a mãe estava de quatro e o pais a enrabava, com golpes cadenciados. De boca aberta, ela via o pau ir e vir dentre a bunda, que ainda era extremamente bela, bem como todo o corpo, de sua mãe, que gemia gostosamente e incentivava o marido a socar com movimentos mais céleres, o membro.Rosa, não acreditava que estava vendo uma relação anal de seus pais. Parecia que tudo tinha sido combinado com Mario, para que ela visse que eles eram adepto daquele tipo de prazer e que ela devia explorar aquela forma de amar. Sentiu um calor muito intenso, tomar conta do seu corpo e lhe causar leve vertigem. Quando o pau retirou do o pau de dentro do cu da sua mãe e a deitou na posição de frango assado, para a possuir daquela forma, onde estava antes, ela se retirou da mesma forma como chegara, em silencio.
Em casa, quando Mario chegou, a encontrou toda vaporosa, com sua melhor lingerie. O recebeu com um beijo, molhado e sua mão procurando se apoderar do pau dele. Mario, ainda estava chateado com ela, mas ao vê-la, tão gostosa, como antes, se atirou sobre ela e cobrindo-a de beijos a atirou sobre a cama e foi descobrindo cada ponto daquele corpo delicioso. Chupou os seios mimosos, cujos bicos despontavam, acrescendo mais ainda a vontade de Mario os chupar. Levou a mão entre as pernas da mulher e acertou-lhe o ponto nervoso, tocando no clitóris, provocando tremores e gemidos. Se enfiou entre suas coxas e abocanhou a boceta, a mordendo levemente. Umedeceu, com saliva a vulva toda e depois se posicionou com o pau em riste a penetrando de um só golpe. Não tinha tirado a roupa em sua totalidade, mas estava com todo pique. Rosa estava ansiosa para revelar a ele, que estava disposta a ceder ao que ele queria. O fato dela se imaginar sendo enrabada, a fizera gozar e quando a sua mente aflorou a cena da mãe dando o rabo para o pai, ela ficou excitada demais.
Rosa pediu um tempo, e foi até as coisa de Mario e pegou o tubo de lubrificante que ele mantinha em casa achando que iria uma hora a enrabar e o trouxera para a cama. Mario, ficou sem entender a razão, dela ter pegado o gel, mas quando a mesma se posicionou de quatro e ficou esperando, ele mesmo não acreditando, acabou por ficar nu e se aproximou do corpo da mulher, começando a acariciar as nádegas dela, onde passava as mãos em cada uma e ainda sem acreditar que ela se preparando para algo mais positivo, levou a boca até a bunda, que beijou por longo tempo. Temia ir mais longe, até Rosa tomou mais coragem e ela mesma separou as nádegas e disse:
__Te quero aqui. - apontou com um dedo para o cu que se contraia.
__Eu, ouvi bem?
__Sim. Ouviu muito bem.
__E o que foi que ouvi?
__Que eu te quero aqui, no meu cú. Quero ver no que vai dar.
__Tem certeza?
__Não me faça mudar de idéia. Vem logo me foder e deixe de graça.
Mario, não esperou mais, e depois de lubrificar o pau com o gel, passou a lamber o rego, daquela bunda, e com a ponta da língua invadia as pregas. Estava tremulo passando a Rosa toda emoção que estava sentindo. Amaciou o caminho que iria invadir. Colocou a cabeça da pica sobre as pregas e foi empurrando bem lentamente, ao mesmo tempo que levou uma das mãos, até o clitóris dela passando a dedilha-lo. Rosa estava perdida naquele amaranhado de prazeres e não percebia que o pau estava já pela metade dentro do reto. Sentia que o canal estava aquecido, com um certo desconforto, que era o mais excitante. Rose, sentia que estava vertendo líquido abundante entre os lábios vaginais. Procurava sentir, cada veia do pau que a tinha penetrado e que latejava dentro de si e com isso gozava. Era um gozo mais farto, diferente dos que habitualmente sentia. Começou a pensar que tinha perdido, muito em sua tola recusar em se deixar penetrar no rabo. Mario, ainda incrédulo, estocava, observando o pau que se movimentava entre aquela nádegas o deixando mais endurecido. O cu da mulher já estava bem relaxado e facilitava muito as estocadas, permitindo um entre e sai sem muito atrito. Estava maravilhoso e quando ele anunciou que iria gozar, Rosa se preparou para o sentir se derramar dentro de si. Corpos suados, cheiro almiscarado, odor de sexo selvagem e a plenitude daquele momento mágico.Puxou os quadris da mulher para junto de si e se derramou no cu de Rosa. Latejava dentro dela, lançando jatos de porra que a queimava no canal. Mario, permanecei engato na mulher por mais tempo que devia, mas não queria se deligar daquele momento delicioso. O pau saiu, duro, ainda, pingando esperma e Rosa, demonstrando que estava pronta para lhe demonstrar que era avançada, se virou e o tomou na boca o sugando na pouca essência que havia ali no canal do pau de se amado Mario. Daquela trepada em diante a vida deles seria bem diferente, com a introdução do sexo anal.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:26 de novembro de 2015 23:34

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Casal

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 26/11/2015.

Comentários

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  • Renata
    Postado porRenataem3 de dezembro de 2015 23:14

    Este conto me fez sentir vontade de experimentar com meu marido.

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