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Do fundo do baú

Com ódio no coração

O sol estava a pino. No ar quente e seco, num céu sem nuvens. apenas o revoar das aves que se banqueteava em carniças, revelando o local onde poderia estar sua alimentação.
A mulher que montava naquele alazão, já quase sem forças assim como ela, pareciam perdidos naquele mundo de desolação, onde nada de habitação se via. Em algum lugar dali estava escondido quem ela procurava e tinha que encontrar para cumprir com sua fixação. Passou as costa da mão na testa que estava coberta de suor, um contraste da natureza, diante da sede que ela estava sentindo, já que seu cantil estava quase que vazio, dando só para mais um "gole" que seria para ela ou o animal. Tinha que resistir e por isso já tinha decidido que Fogoso, seria o privilegiado com o líquido que salvava vidas. Ela sentia, por baixo de toda aquela roupa pesada, que a abrigava do sol forte, sentia a necessidade de tomar um belo e demorado banho numa banheira com sais e até pétalas de flores, onde o perfume compensasse as agruras que estava passando. Saíra a vários dias pelas terra do sertão a procura daquele grupo de infelizes que a haviam violentado e mato sua unica irmã, quando as duas foram sequestrada e por dias foram abusadas por rapazes que com elas fizeram as mais horripilantes coisas que nunca iria sair da mente de Gisele. Viu sua irmã ser abusada repetidas vezes por um homem de idade avançada e seus filhos, Viu de perto o que aqueles monstros acabaram por fazer com uma menina que ainda era virgem por opção. Odiou ver o regozijo do que era o pai dos rapazes sorrir diante da virgindade que a menina- moça dissera ter e que Gisele pedira que fosse respeitada, podendo fazer com ela o que quisesse contanto que deixasse sua irmã em paz. Mas para seu desespero, viu ela ser desnudada e com a ajuda de dois dos rapazes, o pai exibindo um pau que balançava diante do rosto da jovem, ir para o lado onde suas pernas eram separada e seguras por mãos forte, para ali se ajoelha e depois de cuspir na cabeça da pica a direcionou á boceta da jovem, que gritava, não querendo ser penetrada. Gisele implorava que não fizesse o que pretendia, mas era só risada que ouvia.
Não iria esquecer jamais o doloroso grito de dor que sua irmã imitira, quando a pica do cara lhe atravessou o hímen, com uma violência que a dilacerou, não respeitando a sua condição de inexperiência sexual. Gisele fora obrigada a ver o que se passava a sua frente e ver por entre as pernas da jovem o sangue que escorria. Chorou, soluçou em ver a sua irmã estrupada por aquele que ela denominara " monstro". Viu a irmã ser virada de bruços e ter o ânus atravessado por aquele homem safado que depois de muitos grunhidos gozara no rabo dela. Ato contínuo, os outros foram e se revezaram, numa foda criminosa, onde entupiram vagina e ânus de porra que deviam ser originárias dos filhos do mal. Ainda queriam mais e se aproximaram de Gisele passando a chupa-la ao mesmo tempo em todo seu corpo, não se importando com o seu choro, que fora parando a medida que olhava para o corpo da irmã, que estava imóvel, parecendo estar sem vida. Sabia que alguma coisa estava errado com ela e ao fixar mais o olhar, não encontrou a menor reação de respiração. Quis acreditar que ela estive desacordada, mas achava estranho a imobilidade do corpo. Estava sendo fodida no catre ao lado, mas não sentia as pica que nela entraram, apenas prestava a atenção para ver se reconhecia um laivo de vida naquele corpo inerte e...
Morta!
A sua irmã estava morta, não tinha mais qualquer dúvida sobre a triste constatação. Conseguira se desvencilhar das amarras e pouco depois abraçava o corpo sem vida da irmã. Já não chorava, pois o ódio que alimentava a alma, era bem maior. Se comunicou com a policias e passou toda as informações que ainda estavam frescas na sua memória, mas iria esperar apenas o sepultamento da irmã para cair na estrada em busca dos bandidos que as tinham sequestradas. Não queria deixar que as pistas se evaporasse.
Do cemitério, ela alugou um jeep e depois de algumas informações, se dirigiu para um povoado a beira savana nordestina, onde numa bodega colheu informações sobre aquele grupo maldito, sabendo que os mesmos tinham passado por ali, causado terror e seguido por dentro daquele deserto brasileiro. Quis saber onde poderia comprar um cavalo que aguentasse com ela a procura dos marginais. Se armara com duas automática, caixas de munições, um rifle, faca e facões, cordas, algumas lacres, chamado enforca gato, comprou roupas rusticas dos vaqueiros da caatinga e estava pronta para o que desse e viesse. Por fim conseguira seu cavalo e depois de colocar tudo que podia sobre a cela montara no mesmo e saíra a galope por aquele mundo de terra árida deixando uma nuvem de poeira atrás de si.
__Como que pode uma moça tão bonita dessa se enveredar, por terras tão perigosa - comentou um senhor que vira toda aquele preparativo.
__Essas moças da cidade pensa que sabe tudo. Os urubus é que vão ficar alegre com a chegada dela. Pode ter certeza de que não a veremos mais.
__Espero que ela consiga o objetivo, pois não se pode fazer com uma mulher o que fizeram com sua irmã. Que Deus a proteja e a faça alcançar seus objetivos.
Gisele avançava dentro daquele terreno inóspito.Por horas, seguiu pista que foram se apresentando, com informações que não eram nada agradáveis, pois por onde eles passavam , destruíam famílias onde afrontavam os chefes das mesmas, violentando suas filhas e mulheres diante dos maridos irmãos ou filhos.
Depois de muito cavalgar, começou a se aprofundar mais ainda dentro do sertão onde era difícil encontrar uma moradia habitada. Em uma dela, parou para se abastecer com á de uma cacimba e a sombra da casa descansou com seu cavalo. Olhou para o céu e percebeu que a noite não demoraria a chegar. Por que não ficar por ali mesmo forçando a porta e ficando em seu interior. Se chegasse os donos, lhe daria uma pequena recompensa pelo arrombamento e tudo se arranjaria. Feito isso ela percebeu que ali não havia gente a muito tempo. Apanhou para tirar o arreio do animal, mas prestou atenção para não esquecer como estava antes arreado o cavalo. Preparou uma ligeira refeição no fogão a lenha e depois se preparou para dormir. O dia seguinte seria longo e ela pretendia sair com a fresca da manhã a procura de novos rastros do bando. (continua)

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:24 de janeiro de 2016 17:33

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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