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Do fundo do baú

Com ódio no coração - 2

Com aquela determinação dentro de si, Gisele se pôs a caminho em sua incessante busca a procura dos assassinos de sua irmã. Jurara não descansar enquanto não pegasse e punisse um por um daqueles elementos. O Céu se tingia de cores, que se não fosse pelo que sentia no coração amargurado, poderia até considerar cores mágica de um encanto só, mas não para ela, pelo menos por enquanto.Cavalgou por léguas, sem ver viva alma, mas sabia que estava indo para o lugar certo. Parecia que o espirito de vingança da sua irmã a estava guiando, não a deixando sair do rumo certo.
Passavam do meio dia quando firmando a visão, percebeu que ao longe surgia umas edificações e a medida que se aproximava, podia ver pessoas que circulavam pelas ruas do lugar. Entrou na vila, sob os olhares de pessoas curiosas. Motos circulavam em todos os sentidos, demonstrando qual era o meio de locomoção local. Em frente de um bar, apeou e se dirigindo ao balcão, primeiro pediu um recipiente para dar água fresca ao cavalo e depois quis saber se havia algum lugar onde se poderia comprar um pouco de milho para o animal. Depois que o viu cercado de um certo conforto e á sombra,pediu algo para comer. Sentada em uma mesinha começou a comer, até que uma conversa entre dois moradores locais, no balcão lhe chamou a atenção:
__ Até agora estou perturbado com a morte violenta de Gerônimo. Foi defender a filha e o alvejaram!
__ O pior é que a mulher dele não escapou do estrupo. Teve que assistir os vagabundos comerem ela e depois partirem para cima da filha do casal. Ai é que ele não suportou e se atracou com os marginais, segundo a garota que escapou.
__Que barbaridade. Aqui que era tão tranquilo...
__Você sabe que o que eles queriam mesmo era dinheiro, mas como não encontraram fizeram essa barbaridade. É verdade que eram quatro homens, com um deles parecendo ser o pais dos demais?
__Quem pode garantir que sim. Marilda estava transtornada com o que vira seus pais sofrerem que pode estar dizendo besteira. A policia esta no encalço deles. O rastro do carro que eles estavam nele indicou a direção do Brejo Seco e lá eles podem querer assaltar o banco local.
__Se fizerem isso, estamos perdidos.
__Acredito que o delegado vai conseguir encurralar os cabras.
Atenta a casa palavra dita, Gisele, comeu, bebeu algo refrescante e ficou pela mesa por mais uns 15 minutos, até que achou que tinha que seguir caminho, não sem antes perguntar se estava longe de Brejo Seco. Sabendo que se saísse naquela momento, iria chegar lá ao anoitecer pôs o pé na estrada. O animal revigorado pela água e refeição, devorou as léguas deixando cada vez mais a vila para trás até não se poder mais vê-la.

- X -
Marzagão e seu filhos estavam escondidos nas imediações de Brejo seco, onde aguardavam a noite e madrugada chegar, para impetrarem uma ação violenta no banco local, onde sabiam que o carro forte tinha abastecido para o dia seguinte, logo cedo o pessoal não ficarem sem sacar o dinheiro ali depositado. Não desconheciam que havia um mandado de prisão expedita em decorrência dos outros assaltos e das violências praticadas, principalmente com as as mulheres, por onde passaram. A única coisa que não sabiam, era que uma pessoa, só uma pessoa, estava sedenta de um vingança, que nutria ser bem cruel para vingar a morte de sua irmã.
__Ha, ha, ha, você viu que boceta gostosa tinha aquela menina? - comentou o mais velho dos três rapazes. - o pai lascou foi o cu dela, como sempre. Ei, velho, por que você sempre tem que comer o cu da mulheres que pega?
__ Por que a mãe de vocês nunca quis saber de me dar a bunda. E ela tinha uma bundona que dava água na boca. Mas nunca me deu. Por isso me vingo, comendo o das outras - respondeu o velho de forma rabugenta.
__Pai! - começou o mais novo dos filhos. -Você achaque tem muito dinheiro no banco?
__Olha filho, o lugar é pequeno, mas como é o único que vimos até agora, desde que saímos da outra vila, deve ser o que abastece o pessoal de lá também. Deve ter uma boa importância. Boa o suficiente para darmos um tempo. Checaram as dinamites, os estopins, as ferramentas que iremos usar na grande empreitada?
__Tudo em ordem pai. Por que não vamos nos divertir em alguma pizzaria ou deve haver algum puteiro nesta merda de vila - disse o rapaz do meio- estou louco para mergulhar o pau numa boceta gostosa.
__Não pode espera até atingirmos um lugar bem seguro, depois do assalto?- quis saber o que parecia ser o mais velho. Afinal sua pica não é de aço para sair por ai só entrando em bocetas.
__Ora mano, você pinta e borda, ficando mais tempo com as garotas e vem falar de pica de aço?
__Olha, temos que manter o foco no que vamos fazer, depois, ai sim pau na chapeleta. Vamos sossegar por ora.

- X -
Gisele, estava confiante de que os cara iriam dar sinal de vida, naquela vila, e por isso ela foi dormir cedo para que pela madrugada estivesse atenta a qualquer movimento suspeito.Verificou suas armas antes as deixando de prontidão e pegou no sono.
Quando o celular a despertou, verificou a hora e sentiu que o momento se aproximava. Se esgueirando por entre as poucas casas e comércio local, ela se postou em um lugar de onde podia ver bem todo movimento em torno do banco. Deixou as armas á mão e agachada, bem protegida, ficou na espreita, sem saber de que lado iriam vir. Passavam das três hora da manhã, quando já pensando que tinha dado um tremendo furo em suas percepção, ela ouviu o som de um carro, que fora aumentando até, pelas suas costas, passar por ela e se dirigir para o banco onde parou. Ela pegou o rifle o posicionou na direção da porta do banco. Os bandidos, desceram do carro e olharam para todos os lados, antes de começar a descarregar os materiais que iriam usar. Esperou que os meliantes se aproximassem da porta do banco e tentasse arromba-la para começar a agir. Seu coração estava sereno, mas o semblante se mantinha carregado, pois já tinha tomado um deles como alvo. Iria ver naquele entrevero, se as aulas que fizera de tiro ao alvo naquela academia, iriam lhe valer naquele momento. Foram um bom tempo de aprendizado, onde conhecera pessoas bacanas, principalmente Saulo. Ele surgira em sua vida para a deixar mais feliz e acreditar que o amor existia. Começou a ter uma maior percepção, quando ele lhe dera algumas dicas de como empunhar a arma mais corretamente e aguentar firme o coice da mesma ao disparar um projétil. Lembrava-se da vez que o mesmo ficara atrás dela e lhe mostrara a posição correta. Sentira que ele acabara ficando excitado pois tinha se encostado muito em seu traseiro.
(continua)

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:25 de janeiro de 2016 16:21

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Comentários

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  • Vivi pedroso
    Postado porVivi pedrosoem27 de janeiro de 2016 16:02

    Caramba cade o final da historia
    Ta muito boa

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