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Com ódio no coração - 3

Saulo, atrás dela se mostrara excitado com o volume de seu traseiro, que ia de encontro a sua masculinidade que já se encontrava tesa. Fora algo involuntário, mas que não tinha como não deixa-la notar, já que estava bem colado a sua maravilhosa preferência nacional. Para Gisele, aquela aproximação atrevida era bem vinda, pois ela estava muito carente e via naquele "envolvimento" uma chance para se excitar e solitariamente ir para uma siririca. Teve momento que procurou, se curvando um pouco para trás, procurava medir a capacidade daquela excitação masculina. Sorriu ao sentir que a formação estava mais endurecida.Com algumas instruções, ela começou a melhorar suas sessões de tiros, que começou a ser certeiros no alvo.
Quando estava saindo do local de treinamento, Saulo a alcançou e passaram a trocar algumas palavras. Ela se encantara com a sua forma de aborda-la, onde jogou todo seu charme e até depois de algum tempo, já a tinha para jantar, num jantar famoso restaurante. Ela que não tinha ainda uma rotina para se divertir, achara que o convite viera em boa hora. Estava claro para ela que naquela noite, não escaparia de uma cantada para passar a noite com ele num motel, e por isso mesmo sorriu. Não iria se fazer de santa, pois não era e estava carente de ter uma gostava pica entrando em sua boca ou na boceta e até quem sabe, se ele tivesse essa preferencia, iria sofrer um pouquinho para ter uma relação anal. Era dolorida, mas cacete, também era gostosa e ela curtia muito um pau no cu.
O jantar decorrera em uma harmonia total, onde as palavras foram de puro encantamento , sempre direcionado para a beleza dela e sondagens do que poderia acontecer depois de uma balada que ele lhe propusera, assim que saíssem dali. Riram muito e ela acabou sabendo um poco da vida dele e ele da dela, onde contou que tinha uma irmã, que era sua maior dádiva e por quem morreria. Mostrara a Saulo a foto dela, uma sorridente e bonita jovem, que muito se parecia com ela.
__Adoro, minha irmã e quero tudo de bom para ela. Sei que vai ser uma grande mulher.
__Presidente da república?
__Se for para ter um exemplo que pessoa que não saber ter a palavra própria e se fazer se impor com o cargo que tem, não gostaria não. Estamos vivendo um descalabro que lhe foi imputada, e a nossa dama maior não esta sabendo por as coisa nos eixos, permitindo que tudo fique cada vez pior. Não, politica, não. Anita ainda não decidiu o que vai ser mais de mim terá todo apoio.
__Bacana, sabia? Acho que mulheres como você deve realmente dar o que poder para que outra mulher de sua família, concretize seus sonhos. Só que não pode deixar os seus próprios.
E o papo continuou. Depois o convite para a balada fora natural, pois não tinham naque momento melhor ideia. Não queriam se precipitarem, ele em querer e ela em ceder uma ida para um lugar mais intimo. Apenas sabiam que ia rola a proposta e a aceitação.
Brincaram pra valer, num club muito badalado da zona sul da cidade e depois quando mandaram uma seleção de músicas mais lentas, ao toma-la em seus braços o rapaz não deixou a chance passar e a beijou. Gisele se derreteu por dentro, com a saborosa língua de Saulo duelando com a sua. Depois do beijo se fitaram procurando um saber do outro o que estava acontecendo dentro de cada um. Sentindo que havia um mesmo sentimentalismo, as boca se procuraram em outro beijo, que mais demorado, demonstrou a tesão que estava aflorada entre eles. Com uma das mãos afagando-lhe a bela cabeleira, Saulo causava em Gisele uma frenesi total, que a deixou com a vulva palpitante. Se ele pedisse para ela, que o permitisse a desnudar e joga-la no piso para meter-lhe a rola dura como estava, ela o faria sem pestanejar. Queria ir para a cama com aquele cara que a estava deixando em queda livre, com aquele friozinho na barriga por uma boa trepada. Saulo parecia que estava sabendo tudo que se passava dentro daquele cabeça e no interior daquele corpo que parecia ser algo de espetacular, por isso se fazia de desentendido e nada fazia para dizer que a queria, a não ser que estava de pau duro e ele sabia que a mesma já tinha notado na hora do beijo.
Continuaram naquele embalo onde cada vez mais, percebiam a atmosfera que os isolava dos demais, fazendo com que se desejassem muito. Saulo olhou para Gisele e sem dizer nada a pegou pela mão a puxando atrás de si.
Quando entraram naquele quarto de motel, onde imperava um certo requinte de bom gosto e muita fantasia, que servia para excitar mais, quem dava preferencia para o local. Ainda sem falar nada, Gisele pegou uma das toalhas de banho que estar ornamentalmente dobrada sobre a cama impecavelmente bem forrada, e se dirigiu para o banheiro, que ficava dentro do quarto, onde se subia uns dois degraus e se estava dentro de uma gaiola de vidro fosco, onde uma ducha espetacular aguardava os amantes que se entregariam a uma trepada inesquecível. Era um local amplo onde tinha um armário para ser coloca as roupas dos frequentadores e depois num dos cantos é que vinha a parte do banho. Nua ela se preparava para abrir o registro d'água, quando a porta de vidro correu para um lado e ela se virou, mostrando o que tinha de melhor e excitante, sob a roupa que usava. Ficou olhando para Saulo, correndo os olhos até o pênis que estava eriçado, apontando em sua direção, com a glande reluzente. Saulo se aproximou da hipnotizada Gisele e a abraçou, espetando-a com o seu pau duro. Ela apenas gemeu levando as mãos as suas costas o acariciando. Teve a boca que estava aberta, invadida pela boca do homem que acariciava seus duros e perfeitos seios, apertando os bicos com suavidade, a deixando com aquela ar de sufoco, de ansiedade, de fome, de tesão puro.
Quando Saulo a empurrou em direção ao seu pau, ela se agachou e não quis nem saber de preâmbulos, metendo a pica na boca. Mamou com prazer exacerbado aquela peça de carne que enchia sua boca. Olhava para Saulo e via na expressão dele o prazer que sua boca estava provocando ao chupa-lo. Ficou um bocado de tempo naquela posição a chupa-lo, até que começou a sentir uma certa câimbra e por isso se ergueu, mas mantendo a mão na vibrante pica. Então teve forças para falar:
__Como pode ser tão cruel comigo, demorando para me trazer a esse paraíso e me oferecer essa fruto do pecado. Sabia que te desejei desde quando encostaste em meu traseiro trazendo essa delicia para pressionar minha bunda? Por que foste tão malvado? Por que não me cantou logo de cara.
__Por que queria te curtir com esse fogo dobrado. Pois uma mulher como você, se deve chegar devagar e saborear tudo que puder. E é isso que vou fazer. Sinta como meu pau vibra em sua mãozinha de anjo. Já imaginou quando ele estiver dentro da tua cona deliciosa? Quero de chupar como você merece após nos banharmos.
__E seu eu te disser que o quero agora, antes do banho?
Saulo a carregou em seus braços e pouco depois a depositava sobre a cama. Não perdeu tempo e foi separando suas coxas para ficar com a cabeça entre elas cheirando a boceta que estava toda melada, brilhando, abrindo e fechando aquela abertura rosada e mais acima se projetava para fora da bainha aquela azeitoninha, que tinha uma cor viva, um pouco mais clara que as demais parte de onde ficava escondida. Sobre ela a língua se projetou e acariciou com todo o carinho que aquele montículo merecia.
__Ai...meu gostoso. Ui...esta bom demais e eu vou gozar mais uma vez. Lambe mais o meu grelinho...ai...ui...gostoso...eu gozoooo!
__Minha delicia, como você é gostosa. Sua boceta é maravilhosa e vou meter a pica nela para te fazer desmaiar.
__Desmaiar eu não quero. Quero foder gostoso sentindo todo seu pau.
Enquanto falavam a mulher se desmanchava em gozos consecutivos.
__Vem amor, me fode com essa pica. Entra dentro de mim com força e me faz gozar mais ainda.
Saulo, com a pica na mão dela, o direcionando para sua entrada vaginal, foi forçando entrada naquela caverna lubrificada. Apesar de ser bem vivida sexualmente, ela era bem apertada e gostosa de ser penetrada. Saulo sentiu esse aperto na rola e começou a estocar com lentidão, pois queria saborear cada parte da parede vaginal que o comprimia, brindando com aquele aperto que era um delicioso tormento. Gisele, passou a gozar, sem poder se conter, pois era surpreendida a cada estocada ou chupada nos seios por parte de Saulo. Ficou naquele vai e vem que não desejava terminar nunca, pois nunca havia se relacionado com uma mulher que explorasse um pica como ela o fazia. Passou a mãos por baixo da nádega dela e correu um dedo sobre o rego que estava todo molhado com o mel dela que escorrera por aquela canal e depois de exitar quando ficou com o dedo sobre as pregas dela ouviu:
__Por favor, enfia logo esse dedo no meu cu que eu não suporto esperar mais. Prepara ele para receber seu pau.
Saulo, pressionou o dedo que estava num lugar bem lubrificado e foi entrando, sentindo as contrações do canal que invadia. Com idas e vindas do dedo e da pica, Gisele gemia e urrava como se estivesse a beira de um ataque de histeria.
__Vem meu macho, me come com prazer, atola a pica em mim, me leva para o paraíso.
__Fica de quatro para mim, que quero por no seu rabicho, vem!
Gisele ficou de joelhos sobre a cama e levando as mãos para as nádegas separando e mostrando o alvo da pica de Saulo, que era seu cu.Depois de dar um belo beijo nas pregas que "piscavam", ele pincelou a cabeça de pica na boceta molhada e com o mel dela recolhia, postou a glande sobre o orifício piscante. Forçou e Gisele gemeu de dor. Recuou um pouco a bunda, mas depois ela mesma foi empurrando aquela virtude sexual, dando a entender que a dor não era maior que sua vontade de ser penetrada. Com um salto fenomenal, a glande subiu dentro do cu que o abraçou com carinho e depois foi acolhendo toda aquela vara, até que sentiu os pelos de Saulo encostar em sua bunda. Desceu a mão até os ovos do homem que acariciou com carinho, provocando um certo choque em Saulo. Se curvou mais sobre aquele corpo e se apoderou dos seios da mulher, massageando os pomos com carinho. Gisele, não só gemia, como soluçava de puro tesão. Saulo começou a se exercitar no rabo de Gisele, vendo o pau entrar e quase sair em sua totalidade, para seu prazer e muita satisfação da moça. Ficaram naquele jogo vaivém, onde o prazer era cada vez maior para ambos até que o momento decisivo chegou e com gritos, ambos gozaram exaustivamente, fazendo até que a porra de Saulo escorresse para fora e o pau ainda latejando ia perdendo sua potencia, diminuindo de tamanho, a ponto de quando Gisele se deixou fica de bruços, o mesmo escapuliu e um som se ouviu, com a escapada de ar. Saulo deitou ao lado dela e acariciou sua bunda, chegando a enfiar um dedo no cu dela para ali ficar, sentindo-a latejar.
Fora uma noite, madrugada marcante em sua vida, onde se realizara com um belo macho a lhe proporcionar momentos tão excitantes.
Saulo. Naquele momento que estava com um alvo na alça de mira que aquela luneta de incursões noturna permitia ver, ela pensara nele. Todo seus ensinamentos ela iria por em pratica, para começar a vingar a morte de Anita, sua irmã querida.
Puxou o gatilho! (continua)

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:30 de janeiro de 2016 18:00

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 30/01/2016.

Comentários

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  • Vivi pedroso
    Postado porVivi pedrosoem20 de abril de 2016 17:14

    Olá gostei muito
    Porem gostaria muito de saber
    O final da história
    PÚBLICA POR FAVOR
    Um abraço

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