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Do fundo do baú

Confissão do outro lado do armário

Nunca tive coragem de falar sobre o que passo a narrar aqui. Quem vos digitou, o que passam a ler, sabe muito bem o quanto fui engajado em ser o mais correto possível, procurando não fugir das verdades e nem criticando aquilo que me era estranho ao conhecimento. Vivi por muito tempo preso nas teias do meu próprio medo de poder sair para fora daquele maldito armário social. Talvez esse depoimento, que é mais uma confissão, sirva para alertar e libertar os que estão ainda sem tomarem uma definição de quê, se querem ser felizes ou ficar para sempre se enganando e sofrendo.
Nasci, numa cidadezinha do interior de São Paulo, onde a fofoca come solta pelas bocas da marocas e dos enrustidos de plantão. Uma das mais fofoqueiras estava dentro da minha própria família, minha tia.Ela era uma mulher boníssima, mas tinha o defeito de cuidar da vida dos outros de forma gratuita, causando as vezes um mal estar geral. Mulher mal amada, como se intitulava abertamente, ela procurava sanar essa carência amorosa, fazendo da vida os outros um inferno. Era uma mulher madura e de boa aparência, com seus seios enormes, corpanzil avantajado, mas estava sempre muito perfumada e arrumada. Sim, era bonita a danada e podia se dizer que comestível, mas... sempre tem um mas, a língua dela afugentou até o próprio marido. imagine se alguém iria se aventurar a mergulhar nas carnes intimas dela. Ela tinha dois filhos, Marcos e Victor, com 20 e l8 anos. Eram belos, e despertavam o tesão da meninas do bairro. Principalmente Victor, com sua cabeleira loira, que caíam-lhe sobre os ombros como uma cascata dourada. Só que ele não era muito de ficar pulando de galho em galho. Era até estranho observar seu comportamento com a garotas. Nos dávamos muito bem, pois eu o desejava. Achava nele a minha inspiração diária, para o imaginar nu, me oferecendo seu corpo, sabendo eu que viria a mudança de lado depois. As vezes eu o convidava para vir a minha casa e ficava sempre na expectativa de roçar nele, ou que o mesmo se encostasse em mim, pois me dava um frisson, que já tinha chegado a me fazer gozar na cueca. Seu cheiro adocicado, era o que mais me excitava e me obrigava a me masturbar. Um dia eu resolvi que iria ousar e ver no que dava. Ao meu convite ele foi até minha casa. O recebi e quando quis saber o que eu queria, disse-lhe que tinha uma coisa que vinha martelando a minha mente e que eu precisava por para fora, pois estava tornando a minha vida muito atribulada. Ele quis saber o que estava acontecendo e se podia me ajudar. Olhei bem para ele e levei a minha mão até seu rosto o acariciando. Ele me fitou, com seus belos olhos azuis, não piscando em momento algum. Meu coração estava batendo descompassadamente, quando desci a mão pelo pescoço, acariciei seu peito sob a camisa e vendo que ele não reagia, contrario ao que eu fazia, me aproximei mais do mesmo, e ao mesmo tempo que apertava um de seus mamilos, colei minha boca na dele, num beijo sutil, medroso a principio, o que me levou a me afastar um pouco e olha-lo.Estava ainda de olhos fechados, que foi abrindo aos poucos. Havia no brilho deles um pedido que diz para que eu repetisse o que tinha feito. Abracei-o e depois de olha-lo de forma apaixonada, o beijei, num beijo longo, esmagado, mordido, cheio de linguadas no céu da boca. Levei a mão dentro da calça dele e fui até chegar na cueca onde agarrei seu pênis e testículos, começando a massageia-los, sentindo que a vara crescia, ficando de um tamanho que me desejava, te-lo dentro de mim. Aos poucos o fui despindo e pouco depois o tinha em toda sua beleza nu, com um pau de pouco mais de 15 cm, de cabeça vermelha com o corpo todo raiado de veias azuladas que o deixava mais exótico. O fiz fica de pé a minha frente, e sem saber se podia ou não, cheirei aquele pedação de desejo e depois de muito beija-lo o introduzi na boca, sentindo aquela maciez, que eu nunca imaginara que um pênis duro teria. A cabeça da rola dele era extremamente lisa e o restante do corpo peniano apresentava aquelas saliências que as veia entumescidas deixavam aparente. A deixei tocar no fundo de minha garganta e depois de um breve engasgo a retirei da boca cheia de uma saliva gosmenta, que formava fios qual teia de aranha. Os ovos dele, eram pequenos mais deliciosos de os ter na boca. Depois de o deixar em ponto de bala, o virei de costas e depois de alisar sua bunda redonda, a beijei, separei as nádegas e beijei seu cu. Me levantei e depois de descer minha calça e cueca, com o pau duro, o abracei por trás e comecei a roçar o pau em sua bunda. Mordi seu pescoço, enquanto segurava seu pau. Subitamente ele se virou e ajoelhando perante meu pau, o tomou na boca, me dando a mais deliciosa mamada. Enquanto ele fazia isso eu me vi no espelho que estava bem a minha frente e me senti um sátiro, o que foi a minha maior perdição naquele momento, pois não me contive e ejaculei fartamente na boca de Victor que não desperdiçou nenhuma gota do esperma. Me desculpei com ele e disse que continuaríamos e poderíamos fazer um troca-troca, mas ele se recusou. Se vestiu e foi embora me deixando sem saber se tinha o ofendido ou o quê. No dia seguinte fui até sua casa, já que não atendia o celular e Marcos, seu irmão, me disse que Victor tinha ido passar um tempo na casa de parentes. Fiquei frustrado. Ele estava fugindo de um novo encontro. Me despedi de Marcos e ia saindo quando ele me segurou pelo braço:
__É verdade, que você gosta de chupar um pica?
Fiquei lívido. Aquele filho da puta tinha me dedurado. Que fazer, pensei.
__Não sei do quê você esta falando.
__Olha, primo, não precisa ficar constrangido. Victor não está aqui, mas eu estou e posso garantir que sou bem eficiente. Ele nunca reclamou?
__Como? Você seu irmão?
__Já que você se revelou, eu quero lhe dizer, que sim, eu e Victor, temos relações sexuais. Quero lhe confessar uma coisa. Sempre quis ter algo com você, mas te achava muito prepotente. Agora que sei o que você é, acho que podemos ser mais íntimos, o que você acha? Ou você prefere caras como meu irmão, com uma beleza mais feminina?
O papo estava me excitando e me fazendo perceber uma coisa que me assustou. Eu sempre o admirara, mas era mais por seu porte físico, que pela familiaridade, porém, olhando bem para ele, eu tinha antes, era medo de que ele descobrisse que eu gostava de meninos. Quando ele, tirou a camisa mostrando aquele peitoril sarado, o descontrole que ocorreu em meu interior, deu a entender de que eu ira sucumbir aos desejos dele. Ainda sem saber se deveria me revelar de verdade e dizer que estava assumindo a minha verdadeira identidade, ainda tentei me desvencilhar da mão de Marcos, mas ele me puxou para junto do seu corpo e levou a minha mão até a frente de sua calça, onde podia se notar a deformidade no tecido, indicando que sob ele estava um senhor membro endurecido.
__Por que que quer negar o que eu já sei. Olha primo, não vamos ser hipócrita. Você me quer e eu o quero. Vou lhe adiantar uma coisa, sou bi e sou passivo também, pois o prazer não deve ser exclusivo em sensações. Quero transar com você e se você me quiser, eu topo numa boa. Na verdade eu sempre te achei um cara excitante, mas era muito fechado, machão, entende? Vamos, se abra de deixe de pensar besteira. Podemos ser felizes e quando Victor voltar, os três, seremos mais que um trio feliz. Mas...veja bem, se você não quiser, morre tudo por aqui.
Ainda estava segurando seu pau sobre a roupa, analisado cada palavra que ele havia dito. Então, ainda sem nada dizer, soltei o cinto de sua calça, a desci, e depois de puxar para baixo a zôrba que ele vestia e que aprisionava um pau, que parecia ser enorme, tive a comprovação de que de fato o era. Sabe quando você fica sem saber o que fazer, diante de uma coisa bela? Fora assim que fiquei ao ver a beleza plástica, da rola imponente, que apontava em minha direção, com aquele olho de ciclope. Me ajoelhei diante daquela peça maravilhosa e a alisei, sentido cada veia e nervo, passando a mexer nos testículos, sobrepesando-os.Levei a boca até os mesmo tomando entre os lábios, aqueles bagos. Os chupei e depois de os deixar de lado, passei a levar a língua em toda a extensão da rola, até chegar na cabeça, onde beijei e fui a tomando para dentro da boca lentamente, passando a executar movimentos de ida e vinda com a cabeça afim de ativar, mais a dureza daquela ferramenta nervosa. Estava mudo até então. Não queria perder tempo com conversa, pois estava me realizando, agora com o primo mais velho, onde pretendia soltar tudo que estava preso dentro de mim. Fui me livrando das roupas e quando ele me pôs em pé, me deu um beijo caprichado. Parecia que o quarto onde estávamos começava a girar e quando ele me pediu para deitar com ele na cama, me senti como se estivesse nascendo naquele momento. O corpo dele se postou sobre o meu e começou a esfre-
gar pau contra pau. Se o cheiro de Victor era adocicado, o de Marcos era cítrico. Depois de muito me beijar, ele abriu as pernas sobre meu corpo e me virou de bruços sob si. Arranhou minhas costas, me arrepiando todo, e depois dedicou sua atenção a minha bunda. Abriu- a passou um dedo com saliva em todo o meu rego, num delicioso e torturante vai e vem, pousando depois sobre o meu cu, onde começou a "cavocar" com a unha, minha pregas. Estava delicioso, e eu de olhos fechados, imaginava o prazer das mulheres quando lhe faziam isso, ou mesmo dos gay que tinham o privilégio de receber aquele tipo de carícia sempre.
Tremulo, eu senti a cabeça de sua pica passar sobre meu cu vária vezes. Ele quis saber seu era virgem e diante da minha afirmação com o movimento de cabeça, ele se ergueu, saiu de cima de mim e foi até uma comoda de onde tirou de dentro da gaveta um lubrificante. Aquela coisa gelada foi enfiada pelo dedo, para dentro do meu cu. Ele pediu para que eu relaxasse pois estava mordendo seu dedo com o cu, mas era impossível de deixar de o fazer. Depois de muito enfiar e tirar, ele conseguiu enfiar mais dois dedos, deixando meu cu bem aberto, ai debruçou sobre o meu traseiro e começou a encaixar a glande no meu buraco. Meu corpo esquentou todo, quando a cabeça forçou passagem, e num salto entrou, me fazendo gemer de dor e de muito prazer. O pau que não era pequeno, como o de Victor, foi me arregaçando até que senti que os pelos do púbis encostaram em minha bunda. Marcos me deu um bela mordida na nuca e começou a se movimentar dentro de mim. Ardia, mas estava gostoso. Procurei olhar para trás e vi ele subindo e descendo sobre minha bunda. Fechei os olhos e me deixei ficar quieto, só. fazendo mentalmente. o caminho que a pica dentro do meu reto eu me sentia recompensado por todos os anos de enruste, onde eu fazia aquele tipo de trabalho dentro do cu da garotas, ansiando apara chegar o meu dia de ser elas. Levei a mão para trás de separei mais as nádegas para melhor receber o pau, bem lá no fundo de mim. Marcos me acariciava o pau e continuava a me morder a nuca, o que me levou a lhe molhar a mão com um bom jorro de porra. Passei a fazer movimentos de subida e descida da bunda, absorvendo assim mais a penetração. Me abraçando, Marcos fez um movimentos, tombando para o lado me levando com ele, ficamos de lado, onde elevei uma das pernas e me curvando, passei a acompanhar as entradas e saídas da vara em meu cu. Suava abundantemente, e me esfregava naquele corpo delicioso do homem que me fodia. Ele ficou mais de 20 minutos me fodendo, proporcionando-me mais um gozo. Quando senti que seu pau ficara mais grosso anunciando que ele iria gozar, me preparei para o receber. Foi maravilhoso sentir os jatos dentro de mim, me provocando um desarranjo total por dentro. Estertorando Marcos ainda ficou um bom tempo dentro de mim para depois ir lentamente saindo, provocando um sopro de ar que saiu do meu interior. Estava feito. Quando ele perguntou-me se não desejava te-lo, eu disse que se ele não se incomodasse que não faltaria oportunidade para isso. Quando cheguei em casa, expelindo porra pelo cu, estava me sentindo completo. Hoje eu sou feliz. Diga-se de passagem, que comecei a ser feliz, com Victor e hoje nós três somos um só e nos damos o maior prazer. Nunca me arrependi de ser o que sou e posso garantir que hoje eu dou mais valor a tudo que seja relativo a ter uma liberdade de ser ou querer o que quer que seja, sem
ter medo de ser feliz. Com tudo isso, cheguei em meus pais e expus a eles o que eu sentia e depois de lhes dizer que era muito feliz daquela forma, recebi a compreensão deles. A unica coisa que me preocupa é a língua de minha tia!

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:30 de junho de 2015 15:35

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Gays

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