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Do fundo do baú

Conversa básica para amar melhor.

Muitas vezes ouvimos conversas, sobre mulheres que são fria na cama. Claro que achamos, que elas são assim porque já nasceram assim e não que nós as tornamos assim. Parem e pensem bem:
Qual de nós não se encantou com uma jovem, que nos despertava um tesão que nos corroía por dentro, a ponto de nos levar ao prazer solitário? Quando ela vinha nos encontrar com sua saia curta, onde as coxas grossas e prometedoras nos induzia a adivinhar como seria bem mais acima, junto da calcinha. O decote então, era o nosso foco principal, pois quando ela fechava os olhos diante de um beijo demorado, os nossos estavam atentos procurando ver muito mais do que já estava exposto, dos seios dela. Que desejo tínhamos de os retirar para fora e os contemplar com beijos e amasso não é mesmo?
Ficávamos imaginando uma jeito de tocar em seu corpo, e dai pra frente toda sorte seria lançada. Sabíamos que teríamos que sermos hábeis para a deixar em nossas mãos. Não deveríamos ser apressados e logo querer levantar-lhe a saia ou enfiar a mão dentro do decote e se apossar de forma apressada, dos seios, tão desejado, ou tocar na calcinha que escondia algo que desejávamos penetrar. Não nada disso, sabíamos que o caminho mais longo nos levaria a pomares com muitos frutos amadurecidos prontos para serem saboreados. Era só uma questão de não sermos apressados.
Com determinação, íamos conseguindo conquistar a confiança da nossa amada e aos poucos víamos de forma quase que imperceptível, o decote se abaixado e os belos seios aflorados, as coxas franquiadas, e o toque na calcinha realizado.
Atrevidos, já nos permitíamos, colar a boca sobre os bojos que estavam trêmulos e mais ousados induzíamos a nossa parceira a nos tocar mesmo que acidentalmente, por sobre a calça, naquilo que ansiava por estar em sua mão ou dentro dela. Não era paulatinamente que íamos conseguindo vencer as barreiras e não demorava muito para que estivéssemos debruçados sobre o corpo da bela, com seus seios sendo chupados e mão dentro da sua calcinha, remexendo entre segredos preservados, pesquisando o que nela havia de mais proibido. Não nos admirávamos, quando sentíamos, que aquela jovem estava toda umedecida e ofegante, se entregando de uma forma total sonhando em nos dar prazer como o estávamos dando a ela? Não chegávamos a sugerir que ela pegasse em nosso membro e o levasse a boca? Não a beijávamos com ardor, descendo da boca para o pescoço com o endereço certo que seriam seus seios? Não os chupávamos com delicadeza a fazendo gemer? Nos lugares onde podíamos ficar nus, com ela mais maleável, não nos dirigíamos para sua vulva e dela extraíamos a vontade insana de se entregar por inteira aos nossos propósito? E quando com delicadeza a fazíamos nos entregar a sua caverna do amor, para nos aquecermos por inteiro com nosso membro ereto, e ela mesmo temerosa cedia? No balanço daquela experiência, seus olhos revirando nas órbitas, as mãos crispas em nós ou em qualquer coisa que estivesse por perto, querendo dividir o momento da suprem,a entrega, e nós achando aquele momento, ela, a melhor coisa do mundo, ela não era a mulher perfeita, quente, poderosa?
O que mudou depois de a termos conquistado e em seu corpo saciado todos os nossos desejo? Desejos que ela despertou em nós com aquele mesmo corpo, onde estão os mesmos seios, a mesma vulva, as coxas são as mesmas, a boca até com o mesmo tom de batom. Nada mudou. Fria por quê, então?
Sabe por quê? Por que ela não tem mais o fogo que antes a alimentava, penetrando em seus sentidos a fazendo se deliciar e querer que ele a queimasse mais e mais. O fogo da descoberta, da licenciosidade, do atrito, da busca, da troca de saliva, dos olhares de cobiça, até do endurecimento de um membro, que era o ponto de desfecho de todo um ato, onde ela era o centro principal, a madeira a ser consumida. Mas agora, ela não vê mais esse fogo se avivar, pois você não esta mais, com a sede da conquista. Não é ela que esta fria, mas sim você que não tem mais aquele fogo para a inflamar por dentro e lhe devolver em forma de loucas orgias.
Em algum ponto de você, esta perdido, aquela pessoa, que um dia a fez explodir como um vulcão em erupção. Procure-a e veja que você tem a melhor coisa do mundo em suas mãos, para lhe dar tudo de bom, que quer ser tão quente quanto o sol. Você sabe qual é o combustível que tem quer levado em conta, pois corra atrás e nunca mais terás a tal mulher "fria"!

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:18 de setembro de 2015 11:27

Gênero literário:Prosa poética erótica

Tema ou assunto:Dia do Sexo

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