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Do fundo do baú

Cozinha, salada e tesão

Meu nome é Maria das Dores, mas me chamam de Maria simplismente. Vivo com mais duas meninas em uma casa alugada. Elas são Lívia, uma negra maravilhosa que tem tudo de exótico em seu corpo de exageros gostosos, onde se destacam os seios volumosos e a bunda aperitivo da perdição, digno de matar qualquer um de ataque cardiaco, com seu cabelo afro, ela era uma perfeita selvagem e Inês uma cabelo de fogo que o mantinha curto o que lhe proporcionava um charme a mais. Esta era minha mulher. Tinhamos um caso recente. Por uma coincidência da vida, trabalhavamos na mesma empresa, em funções diferentes e assim podiamos estar em casa sempre no mesmo horário.Viviamos em plena harmonia. Tiravamos todos o finais de semanas para por a casa em dia e eu como de costume depois de uma noitada de amor, me levantava no sábado bem cedo para preparar uma salada específica, que tinha aprendido na internet e que gostava de a fazer logo pela manhã.Com todos os ingredientes sobre o marmore da pia, eu cortava os legumes e folhas para a salada. Estava absorta, relembrando as delicias da transa da noite passada. Era deliciosa aminha menina, se deixando amar como ela o fazia, se tornando uma bebezinha manhosa que gostava de estar nos meus seios, com sua boquinha delicada, a sugar um leite imaginário que saia do fundo do meu ser. Para mim era uma parte de nossa intimidade que eu mais me realizava, pois por momentos eu me transformava em uma mãe, o que me levava a gozar e me tornar mais ardente na hora de devolver a minha parte de prazer.Adorava brincar com seus seios miudos de biquinhos quase que imperceptivel, onde eu extraia o que era mais delicioso naquele corpo. Inês era uma garota que nos dava muitas alegria e fazia a gente rir muito. Estava sorrindo quando notei que alghuém estava parada no batente da porta. Ao me virar deparei com Lívia, que me olhava séria. Como eu ela trajava roupa de dormir, eu de camisola que vinha até o meio das coxas, sem mais nada por baixo, e ela de baby doll. Cumprimentei-a:
___Bom dia. Como passou a noite? - perguntei voltando aos afazeres.
___Com essa casa mal assombrada, não é possivel dormir bem. - disse caminhando até uma cadeira que arerastou e sentou.
___Como é que é? Desde quando esta casa e mal assombrada?
___Se não é mal assombrada porque ouço na calada da noite gemidos ecoando pelo quarto? Deve ser alma penada.
Não pude deixar de rir. Ela se referia ao fato de que Inês não era nada discreta quando estavamos fazendo amor e sem dúvidas, Lívia que dormia no mesmo quarto ouvia seus gemidos, apesar de eu lhe pedir que se contivesse. Me desculpei e prometi que só transaria com Inês quando ela estivesse dormindo e sem fazer barulho, ou então iriamos para a sala. Ouvi a cadeira ser arrastada e pouco depois ela era posta a minha direta e ela sentando-se nela passou a me olhar . Me deixou incomodada e sem saber porque lhe perguntei porque me olhava no que ela respondeu:
___Você é muito bonita Maria.
___Obrigada. Mas você também é e muito.
___Você acha?
___Quem não acha? Você tem uma beleza que chama a atenção. Na verdade somos três mulheres que tem a sorte de ser agraciada com um pouco de beleza. Não vê a Inês que graça de mulher que é?
Lívia continuou a me olhar e eu fui ficando sem saber o que fazer. Ela percebeu isso e se levantou e sem que eu npudesse evitar ela colou seu corpo no meu, me prensando contra a quina da pia e suas mãos espalmadas em minhas coxas, começaram a me alisar. Assustada com aquela atitude eu quis argumentar, mas ao sentir seu hálito quente na nuca o que fiz foi me arrepiar e m,e apoiar na pia. Meu coração disparou e não conseguia encontrar uma explicação para aquele ato tão radical. Eramos amigas, nada mais, quer dizer, nada mais até minutos atrás, porque naquele momento suas mão estavam provando que havia algo que estivera oculto alem da amizade. Suspendeu minha camisola e descendo a parte inderior do baby doll, colou seus pentelhos encaracolados de encontro a minha bunda e passou a esfrega-lo de forma sensual. Deixei a faca cair na cuba e esquecida que o meu amor poderia surgir na porta e nos flagrar fiquei na ponta dos pés e lhe permitir ter mais contato com meus glúteos.Seus lábios se fecharam em uma das minhas orelhas e eu me derreti. Passou a boca em meu pescoço e mordiscou o meu ombro. Se afastou um pouquinho para se livrar da peça de roupa e puxar a cadeira onde se sentou. Forçou-me delicadamente a me debruçar sobre o tampo da pia, sobre os legumes. Levantando o mais que pude a camisola expus meus seios que tocaram nas verduras elegumes cortados. Aquele frio dos mesmo me deixou com mais tesão. Lívia, separou minha coxas e visualizando o que queria, colocou um dedo em minha pregas e as coçou. Gemi, iniciando uma caminhada sem sair do lugar, que a deixou alucinada, pois aproximou a boca do meu botão e o beijou ruidosamente. Me agarrei a legume e até a faca que estava na cuba e estremecendo gozei fartamente. Ela salivou um dedo e me umedeceu o orificio que retraia a qualquer toque e provocava uma onda de calor em todo o meu corpo. Eu estava ofegante e ela determinada a me foder o cuzinho com seu dedo.Separei o máximo as pernas e com isso possibilitei a ela que pudesse lamber minha vulva. Ela com dedos atrevidos da outra mão separou meus lábios vaginal e enfiou a ponta da língua dentro do meu canal.Naquele momento rebolei e joguei o corpo para trás de encontro a sua boca e fiz sentir o meu caldo em seu rosto. Eu gemia como uma louca. Era tudo muito louco. O que eu sentia não tinha ainda acontecido em minha vida, com relacionamento lésbico anteriores e nem com Inês. Não sabia o que pensar. Ela me lambia tudo, do grelo ao introito vaginal até meu cu, onde parava e se dedicava a me perfurar, abrir minhas pregas e invadir o meu rabo.Estava super excitada, quando me virei ecomas pernas ainda separadas a recebi em meu sexo. Ela me obrigou a subir e sentar na pia sobre os perparados da salada e caiu de boca em minha boceta. Gritei, sem me importar se Inês iria ouvir e a prendi com as pernas forçando-a me chupar com mais força. A língua dela trabalhava de forma frenetica dentro de mim e eu soltava sobre ela minhas seiva intima. Parecia que eu estava levando um choque de baixa voltagem:
___Sua filha da puta, como você chupa gostoso. Vai sua vaca, acaba comigo, comeu meu grelo, chupa meu caldo e enfia um dedo em meu rabo, me mata de tanto gozar. Vai chupa, chupa muito. Isso meu amor,chupa o meu grelinho ,vai sua vaca. - esbravejava como forma de procurar demonstrar tudo que estava sentindo e em seguida gozei fartamente.Ofegante me deixei cair para trás me encostando na parede. Ela, também ofegante se levantou
arrastou a cadeira novamente e pegou a peça do seu baby doll e se encaminhava para a porta. Gritei para que parasse. Saltei da pia e fui ao seu encontro. A peguei pelo braço e apuxei para mim buscando sua boca carnuda. Enquanto a beijava corria as mãos pelas suas costas até chegar ao bundão que era coisa de louco. Olhando-a dentro dos olhos disse-lhe:
___Você me assanhou sua vaca. Agora é minha vez de te comer. Venha.-disse puxando-a de volta ao interior da cozinha. Diante da mesa onde faziamos a refeição a empurrei sobre ela e a obriguei a ficar com o bundão exposto a mim, que o acariciei e dei-lhe alguns tampas que ressoaram entre os utensilhos. Beijei suas nádegas e as mordi. Sem pensar muito enfiei a mão entre as nádegas e alcançando o seu cu o acariciei. Cuspi nos outros e os direcionei aos demais lubrificando-os elentamente fui enfiando um dedo, depois outro até que três estavam dentro do seu rabo, Me postei atrás dela e copmo se meus dedos fossem um pênis a fodi.Era gostoso ouvir o seu gemido e ver aquele corpo todo largado sobre a mesa. Retirei os dedos e obrigando-a a se voltar a fiz se sentar na mesa e colocar suas pernas em meus ombros. Separei sua boceta rosa choque e sentindo aquele cheiro delicioso de sexo umido, a beijei ali naquele lugar tão desejado. Ao ter contacto com minha boca Lívia retesou o corpo e passou a dar murros sobre a madeira e jogar a cabeça de um lado para o outro e depois fez uma careta e me segurando a cabeça estremeceu demoradamente e me fez ver o liquido brilhante que escorria em um filete saindo dentre seus lábios sexuais se perdendo em suas pregas. Aproximei-me dela por uma lateral e a beijei ternamente. Nos olhamos como que querendo agradecer por um momento tão delicioso passado naquela cozinha, onde saboreariamos em seguida uma deliciosa salada que fora prepara por nós com um tempero mágico - o tesão. Ela da porta me jogou um beijo e foi se embora para o banheiro e eu com um sorriso diferente no rosto, fui juntar as coisas para preparar o nosso desjejum. Desjejum?

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:14 de fevereiro de 2015 23:40

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Lésbicas

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