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Do fundo do baú

Dama do prazer.

Quando estava passando por aquele lugar famoso de Sampa, eu estava, super chateado. Estava chateado, comigo, com a vida com tudo que pudesse me fazer lembrar que tinha que voltar para casa, pois lá tinha uma pessoa me esperando, para me tornar a noite mais amarga e vazia. Eu não conseguia entender como uma pessoa tão amorosa pode se tornar da noite para o dia, movida por interferências familiares, uma recalcada. Não podia imaginar, minha mulher, que desde o nossos tempos de namoro fora uma pessoa cheia de novidades, onde a ousadia me fazia deseja-la cada vez mais, se tornaria um poço de restrições, me levando a sair pela noite a procura de distração. Da ousadia ao puritanismo, bastara nos casarmos e ter a família dela sempre frequentando o nosso lar para que tudo ficasse pecaminoso. Ela que até miss fora, tinha tudo que um homem poderia almejar em sua companheira, mas que se via tolhido de poder sequer vê-la nua, pois era uma coisa que deveria ser preservada. A nudez de minha mulher tinha que ser preservada. Mas para quem?
Muitos, estavam entrando naquele local e e eu automaticamente, segui aquela fila. Quando chegou a minha vez, depois de uns 20 minutos de espera, entrei no elevador com mais algumas pessoas. No quinto andar onde a maioria desceu, fiz o mesmo e depois de me deparar com aquela vitrine ou passarela de mulheres seminuas, que puxavam uns e outros para as acompanhar para dentro de uma das portas daquele andar, resolvi subir aos andares superiores para ver o que acontecia. Fui até o décimo segundo andar, onde terminava tudo, e tinha observado uma gama diversificada de mulher, jovem, maduras, belas, feias, corpos esculturais, outras nem tanto, com aquela maquiagem excessiva que parecia mais uma máscara, para ocultar seus rostos de um possível reconhecimento por algum conhecido que por ventura ali se dirigisse a procura de um prazer pago. Senti o braço seguro, por uma mulher de pouco mais de 40 anos, que ainda mantinha em seu semblante uma pouco da beleza que tivera outrora.
_ Oi amor, vamos fazer amor gostosinho? Sem pressa. Garanto que você vai ficar fregues - disse-me ela chegando mais perto. Ela era agradável, e seus olhos brilhante e meigos me cativaram. Me deixei levar para o interior daquele corredor onde várias portas indicavam um quarto. Podia se ouvir, gemidos(falsos) de um prazer comprado, e eu comecei a questionar o que estava fazendo ali, seguindo aquela mulher desconhecida, de belo traseiro, diga-se de passagem, que me levava, sabia-se lá pára onde. Os gemidos e barulhos, que indicavam, atividades sexuais, sendo executadas, nos saldavam a passagem. No final do corredor havia uma única porta a esquerda, e foi lá que ela abriu e entramos. O cheiro que tinha no ar era um misto de cigarro barato, perfume de procedência bem duvidosa e não sei mais o quê. Sexo, talvez. Ela fechou a porta atrás de nós, e mandou que eu tirasse a roupa e dependurasse em um prego. Ela começou a se despir. Eu olhava para aquela mulher madura que deveria ter uma filha da idade de minha esposa, que poderia se minha sogra e começara a pensar se estava certo o que estava ou iria fazer. O local onde estava era estreito. onde comportava uma cama de solteiro com um colchonete, onde um lençol que pareia não ver água e sabão a muito tempo, se juntava com um travesseiro. Do lado onde uma pequena lampada, debaixo do abajur iluminava de forma quase que indireta o ambiente, estava um criado mudo, sobre o qual havia preservativo e uma bisnaga de lubrificante,que deveria estar no fim. Uma toalha de rosto estava dependurada acima e a janela, fechada, que dava para a rua, onde minutos antes eu estava passando. Vendo-me ali parado, e ela já só de calcinha e sutiã, mostrando um corpo marcado pelo tempo, mas ainda muito apetitoso, onde pernas que mantinham ainda o viço, de uma pessoa que fora poderosa, quando jovem e que abraçava, o tronco de um macho, saciando sua necessidade sexual quando solicitada,se mostrou uma pessoa capaz de sacar a inquietude do ser humano. Não se desfez do restante da veste, me pediu para sentar na cama e ficando muito perto de mim, foi direto na ferida:
__Problema em casa? - quis sabe colocando a mão em minha coxa bem perto onde estava meu pau.
__Dá para notar?
__Sim! Dá e muito. Quer conversar?
__E fazer você perder dinheiro lá no corredor? Não. A não ser que você cobre pela conversa, como se fosse uma trepada.
__Não se preocupe, já estava terminando o meu período de trabalho. Se não fosse você, eu estaria encerrando com outro, se houvesse.
Começamos a conversar e ela a me ouvia e e ao mesmo tempo fazia pressão sobre onde percebera que meru pau estava. Como eu estava desabafando, fui ficando menos estressado e aos poucos ela foi me deixando excitado. Não percebi quando ela abriu a minha calça e tirou meu pau para fora. A quentura de sua boca me devolveu a realidade e ao olhar bem para ela, que tinha o meu pau na boca o chupando deliciosamente, comecei a esquecer meus problemas, me concentrando na deliciosa chupeta que ela fazia. A boca daquela mulher, parecia revestida de veludo, onde acolhia o meu mastro o levando a ficar cada vez mais duro. Com habilidade ela me fez deitar sobre a cama e pouco depois tirava a minha calça e cueca e voltava a cair de boca em meu pau. Tirou o sutiã e uma seio, que o tempo exercia sua ação tocou em minhas pernas. O que me deixou mais gratificado, era que enquanto me chupava ela dizia alguma coisa, sobre o que eu lhe dissera, me aconselhando a dar tempo ao tempo e não deixar de demonstrar carinho a minha mulher. Dizia ela que eu deveria, por a ponta pés para fora de casa, quem estava se intrometendo em nossa vida conjugal, mesmo que fosse a família de minha mulher.
__Como é que pode uma mulher se negar a não colaborar com uma pica tão gostosa dessa? Você tem certeza de que sua sogra ou suas cunhadas não estão querendo usar você como peça de troca de favores não ? Pode ser que elas estejam querendo é sexo contigo e procuram desestabilizar o teu casamento. Veja bem. Você está aqui hoje, comigo, como poderia estar com alguma delas. Não deixe que vençam, procure, limitar a ida delas a sua casa. Faça sua esposa ver o perigo que ela corre.
Eu não podia dizer a ela que tinha razão. Eu tinha notado que era exatamente isso que estava por acontecer, porém eu amava minha mulher e não queria ter um envolvimento nem com sua mãe ou suas irmãs. Não achava justo. Com isso eu estava me distanciando mais e mais dela, e do seu corpo sedutor. A mulher de programa, se levantou e indo até o criado mudo, pegou um preservativo. Colocou o mesmo na boca e depois foi até meu pau e o vestiu, com a boca. Me cavalgou, introduzindo a pica em sua xoxota, que para uma mulher de vida fácil, estava bem estreita. Eu olhava seus peitos que pulava de maneira escandalosa. Ela tinha uma técnica de apertar o pau com sua vagina se contraindo além do normal, o que devia provocar uma ejaculação precoce em seus clientes. Eu estava curtindo aquele corpo, vigoroso, que estava sobre o meu me dando um tremendo prazer. Foi então que mais ousado eu lhe fiz uma pergunta:
__Você tem algumas restrição no sexo?
Ela sorriu adivinhando o que vinha pela frente.
__Quer comer meu cú, não é? Tudo bem. Só que cobro mais caro- disse ela voltando a ser a profissional do sexo.
__Eu pago.
__OK. Como você quer? De quatro ou de bruços?
__Sou vidrado em foder um cuzinho estando a mulher de bruços. - expliquei, no que ela sorrindo se ergueu de cima de mim. Me levantei e ela se pôs no meu lugar, exibindo um rabão de dar mais tesão ainda. Pegou o tubo de lubrificante e depois o espremer nos dedos os levou até o rego onde besuntou tudo e enfiou dois dedos no cu para deixa-lo pronto para a invasão.Me olhou e sorriu.
__Você come a bunda da sua mulher também?
__Isso foi quando eramos ainda noivos, mas depois de casados, não quer saber mais disso.
__Sinto muito. Sempre que você desejar um cu, pode vir aqui que estarei lhe esperando. Pronto, já esta bem lubrificado, venha.
Me postei sobre sua bunda e ela mesma trouxe a mão até meu pau e o encaminhou para o lugar certo. Quando deu uma erguidinha de bundo, percebi que a cabeça do pau começou a se comprimir até que passou todinha para dentro ao ânus dela. A mulher se agarrou ao parapeito da janela e eu comecei a empurrar m o restante da vara. Quanto mais eu olhava para sua bunda, mais meu pau latejava. Ela deu umas reboladinhas e depois de duas arfadas, o que indicava que estava se adaptando ao volume dentro do rabo, me olhou e mandou que eu mandasse ver. Eu estava tendo uma relação anal.como a muito tempo não tinha. Aquela mulher era muito receptiva, passando a executar movimentos de subida e decida com o tronco o que me deixava mais dentro dela do que já conseguia estar. O suor já começava pingar da minha testa para as costas dela. Por vezes, eu via naquele corpo sob o meu, não o corpo de uma profissional do sexo, mas de minha adorada esposa. E foi sem perceber que comecei a dizer o nome dela, acelerando os meus entra e sai, me debruçando por completo sobre as costas dela e me agarrando em seus seios, senti que meus sentidos saiam do corpo e o gozo delicioso veio, coroando aquele ato. Estertorava, ainda, quando ia me retirar de dentro dela, quando a mesma me impediu, com uma das mãos forçando minhas costas para que não saísse ainda de dentro dela. Quando ela começou a ter tremores eu entendi que ela gozava.
Nos vestimos, eu a paguei e dei-lhe um pouco mais, por achar sua conversa muito agradável. Ela olhou-me e sorrindo disse:
__Você me fez gozar, sabia? Posso lhe dizer que poucos conseguem isso. Vá até sua esposa e como gritou o nome dela enquanto me enrabava, o faça e tome-a para si fazendo ela feliz. Faça, Penélope, o seu tesão, voltar a ser a mulher que sempre foi. E quando quiser e precisar de mim, sabe onde me encontrar.
O frio da noite,parecia bem mais acolhedor e eu ainda sentia no meu pau,os estímulos anais daquela dama do prazer!

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:6 de julho de 2015 17:22

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Maduras

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