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Do fundo do baú

Desejos ardentes a soma do prazer

Quando marcaram de se encontrar para se conhecerem melhor presencial do que virtual Madalena mal via hora do ônibus estacionar na plataforma de desembarque da rodoviária do Tietê, pois lá Carla a estaria esperando.Vindo do Interior, onde estava acostumada a andar de cavalo, nadar núa no riacho que passava dentro do sitio dos pais, ela crescera linda e livre de qualquer tipo de preconceito. Transa como uma verdadeira potranca no cio e adorava mulheres fogosa, pois gostava de suar quando estava com uma na cama. Era apaixonada por sexo fosse da forma que fosse, contanto que lhe desse muito prazer ia fundo.Sentir como se fosse Eva no paraíso ou uma índia no seu habitat natural, onde podia se ver livre de roupas, era o ideal para ela. Sua beleza ajudava a ter o que desejasse e disso de valia para por em pratica as mais diversas modalidades de prazer. Assim que o ônibus estacionou, pela janela ela viu a bela morena que segurava uma placa com seu nome e um ramalhete de flores vermelhas. Sorriu internamente percebendo que iria se dar muito bem. Carla também a reconheceu pela beleza e o sorriso que vira tantas vezes no monitor. Se abraçaram e sem pudor se beijaram calorosamente, lógico que causando comentários, que ouviram e deram muitas gargalhadas.Foram direto para a casa de Carla onde ao chegar Madalena foi logo tomar um bom banho e a amiga aproveitou para entrar com ela sob a chuveirada e com isso mostraram os corpos que só tinham visto no campo do virtual. Eram belas e sabiam disso. Se admiraram e deixaram que suas mãos e bocas falassem por sí. Se beijaram muito e depois do banho foram comer o que Carla já tinha deixado preparado, acompanhado de uma cerveja. Não paravam de tecer elogios uma a outra. Mas estavam mesmo era interessadas em ir para a cama descobrirem o ponto extremo em prazer de cada. No quarto ambas ficaram núas e cada uma pode ficar alisando com toda a calma o corpo da outra, sentindo a pele se arrepiar e o tesão aumentar quando os dedos avançavam além do ventre e se enroscava nos pelos fartos de uma e na falte dos mesmo na outra em, um belo contraste. Madalena foi a mais atrevida e começou a chupar a xaninha de Carla, observando as feições dela se modificar a cada lambida em seu clitóris e na descida da língua entre seus lábios úmidos e penetrar dentro da vagina quente. Deu um chupão que tirou um grito de agonia da garganta de Carla que passou a rebolar sobre a boca de Madalena. Esta por sua vez a virou de costa e foi abrir-lhe a maravilhosa bunda onde mexeu no cuzinho dela e meter a língua logo em seguida. Novamente a outra rebolou e empurrou mais a bunda sobre a boca. Ficou histérica ao sentir que algo morno a penetrava e provocava uma deliciosa coceirinha em seu ânus. Sem poder se controlar começou a gritar. Madalena salivou um dedo e o foi enfiando no rabo de Carla. A outra mão estava em sua própria buceta dedilhando-a. O cheiro da bunda de Carla a ex- citava e ela estava tendo gozos como imaginava que teria quando estivesse com a amiga. Tirou os dedos molhados da xana e os ofereceu a Carla que os sugou saboreando um pouco da intimidade molhada da loira.Carla se virou para a amiga e depois de beija-la sentindo o cheiro e gosto de seu cú na boca dela a arrastou para o leito Onde a derrubou e caiu de boca em sua intimidade que emanava um perfume que deixava ela ensandecida. Enfiou a língua o mais fundo que pode lambendo a parede vagina recolhendo cada gota de orvalho intimo.Fez a outra levantar as pernas e encostar os joelhos nos seios e vendo o cú dela se contraindo beijou e depois o invadiu. Madalena não se conteve e soltou um peido na boca de Carla que sorrindo deu-lhe um tapa na nádega e voltou a se aprofun- dar no orifício anal. Enfiou um dedo na buceta de Madalena e o sentiu em sua língua pressionando o canal. A língua foi substituída por dedos que desencade-aram uma torrente de gozo e ergueu um pouco e puxou a cabeça de Carla para cima e a aprisionou em sua buceta para que chupasse . Tremia como se estivesse com febre e num último ato de descontrole deixou que seu liquido esguichasse na boca da amiga que tudo solveu.Abraçaram-se e uma esfregando a buceta na coxa da outra procuraram gozar entre beijos e chupadas de seios. Estavam molhadas de suor e de seiva íntima mas se mostravam insaciáveis. Queriam matar a vontade que tinham de transar. O cansaço venceu as duas depois de exauridos todos os líquidos íntimos mas estavam só começando a se conhecerem. Carla mostrou a amiga a coleção que tinha de vibradores e pênis maciços e até uma tanga onde se acoplava um desses assessórios. Madalena lambeu os lábios e disse que a outra aguardasse que naquela noite iriam fazer uma orgia.Afinal estavam apenas come - çando e tinham alguns dias para porém para fora tudo o que estivera represado.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:5 de janeiro de 2015 17:51

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Lésbicas

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