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Desejos incontroláveis

Adamastor, era um home que gostava de transar. Não perdia uma oportunidade que fosse. Sempre ia a cidade, onde em um certo bordel, deixava certa quantia em dinheiro, para ficar com uma ou duas mulheres. Gostava de passar muito tempo com elas e ouvir suas história depois de uma boa trepada. Já tinha até, uma disputa, para se saber com quem ele ficaria naquele dia. Elas gostavam de vê-lo chegar, pois era praticamente meio dia de serviço ganho, sem ter que ficar sob vários homens, as vezes em condições, que só as obrigava a abrir as pernas para eles, por mera necessidade de ganhar uns trocados. Com Adamastor era bem diferente. Apesar da idade, ele se mantinha sempre bem asseado, com um perfume de boa qualidade e tinha uma educação com elas, que as cativava. Apesar de ser casado com uma bonita mulher, que deixava qualquer homem babando, ele não se contentava com a ideia de só a ter e por isso ia para a zona. Tinha um filho, Daniel, que estava prestes a apresentar sua futura mulher aos pais, já que decidira se casar com a bela Francis. Ninguém poderia imaginar a vida quase que dupla que o chefe da família tinha. Mas como era carinhoso dentro de casa e se preocupava em satisfazer a mulher em suas principais necessidades, não deixava motivos que desconfiassem de qualquer conduta indigna , dele.
Mara, era uma meretriz, com quem ele mais se identificava. Ela sabia que ele era casado, mas que a aventura fora de casa, tinha sua preferência. Sempre estava disposta a dar a ele o que ele queria, fosse em uma posição ou relação que a obrigasse a sacrifícios, como o sexo anal. Ela o fazia, mas com os outros era o dobro de uma trepada normal. Já com ele não. Se entregava a pratica por prazer, só para vê-lo contente e sentir em si a realização da tara de um homem. Esperava ansiosamente por sua chegada, dispensando as vezes clientes, só para que quando ele chegasse, não a encontrasse em plena função, e tivesse que esperar. Ela sabia que estava acontecendo algo de novo em sua vida. Temia, estar amando aquele cliente que se tornara especial em sua vida. Acreditava estar iludida, pois quem de sã consciência, iria querer ter um caso amoroso com uma mulher da vida?
Quando uma das amigas que sabia da sua fixação nele, o viu chegar, o encaminhou para o quarto destinado a Mara e correu para encontra-la, sem dizer nada a mandando ir para seu quarto, pois tinha deixado uma encomenda para ela. Perguntara, se não tinha visto o seu homem e ela descaradamente mentira. No meio de perfumes ordinários, com aquele cheiro impregnador, que todos os prostíbulos tem, era fácil sentir um de boa qualidade, caraterístico de determinada pessoa. Ela sentiu isso, mas achou que alguém por ali tinha o mesmo bom gosto do seu amado. Mas quando abriu a porta e o viu sentado na cama, ela abriu o mais radiante sorriso de felicidade e fechando a porta atrás de si, se atirou nos braços dele como sempre fazia. Adamastor a acolheu, apertando aquele corpo que tão bem conhecia e a beijou. Não ligava se ela tivesse chupado algum cliente e até que o tivesse deixado ejacular na sua boca. Sabia que ela se higienizava para recebe-lo e não se preocupava. Passava a mão em todo o corpo dela, alisando sua bunda rechonchuda, metendo a mão dentro de sua calcinha chegando até seu sexo ou entre suas nádegas para a apalpar com força e desejo. Se deixavam cair sobre a estreita cama e ali as roupas iam se abrindo e saindo dos corpos, até que ficavam nus. Não havia penetração logo de cara, não. Gostavam de se curtirem, chupando, beijando, mordiscando, sentindo o tesão que um tinha pelo outro. Parecia que havia um certo encantamento naquele cubículo, de onde se podia ouvir, gemidos, muitos falsos de clientes e suas escolhidas. Não se falavam, apenas trocavam olhares e deixavam que os dedos, expressassem o que cada um estava sentindo no corpo do outro, mergulhando em orifícios, e gruta, que ardente se contraia, os prendendo dentro dela. Os seios de Mara sempre agraciados com uma atenção redobrada por parte de Adamastor, eram sempre acariciados com chupadas ou mera bolinações dos dedos dele em seus mamilos grossos. Gostava de os verem bem saltados sobre as aréolas amarronzadas. Ela sorria e dizia que eles estavam dando as boas vindas. Gostava de alisar o pau dele, que ficava pulsando em sua mão. Vendo-o com uma cara feliz, ela is se esgueirando até fica junto do membro, que passava a beijar. Gostava de passar os lábios sobre todo o pau e chegando nos ovos o manter dentro da boca, os fazendo saltar de um lado para o outro. Não era raro que tudo aquilo acabasse culminando com um gostoso 69. Adamastor percebia que essa posição tinha uma certa predileção por parte de Mara e por isso a deixava a vontade. Mara adorava sentir, por trás a língua dele a lhe percorrer toda a vulva, saindo do clitóris, entrando em sua gruta, roçando o meato, deixando seu sexo úmido direcionando para o rego, se fixando em suas pregas. Quando isso acontecia, ela não impedia o gozo de chegar e fazia com que Adamastor percebesse o que estava acontecendo. Engolia seu pau até que o mesmo encostasse, a cabeça, na sua garganta, pois aproveitava a aquela viscosidade que era deixada em todo o pau, e se levantando, vinha e se ajeitava para sentar sobre o mesmo, quando estava colocado em seu orifício, e assim o ia fazendo sumir dentro do seu rabo que era visto por Adamastor. A penetração se dava profunda, sem um gemido de dor, e logo após, ela iniciava os movimentos de sentar e levantar. Aproveitava para ter os ovos dele na mão. Quando se deixavam cair de lado, ela apoiava uma perna na parede e assim ficava a se deliciar com a penetração e as massagens nos seios. Metia os dedos dentro da xana para os sentir no meio de muito líquido e começava a gemer de prazer. Talvez fosse a única puta, ali, a sentir prazer, com o cliente. Quando o gozo de ambos chegavam e se sentiam plenamente satisfeitos, ainda ficavam por algum tempo presos um ao outro. Depois, ele pedia uma pizza com alguma bebida e ali ficava. Adorava vê-la receber, o rapaz que trazia o pedido, nua, como ele pedia que ficasse. Como tinha um belo corpo, se podia imaginar os olhos do jovem, por todo ele, principalmente quando ela vinha pegar a gorjeta e se curvava para pegar o dinheiro, expondo mais ainda seu belo rabo. Ela sabia que ele gostava de ver como ela se sentia feliz com a brincadeira. Riam muito.
Depois de horas juntos, Adamastor, dava-lhe uma certa quantia em dinheiro que dava para ela pagar a diária com folga, se despedia e pouco depois estava chagando em sua casa. Isabel o recebia, como sempre, com muito carinho sem nunca imaginar que a boca que ela beijava, tinha chupado uma xoxota até bebido o líquido que dela escorrera, de uma mulher, que não muito longe dali, estava entrando em sua casa, para saudar seu marido e sua filha, ao termino de mais um dia de trabalho, naquela louca e amorosa, vida fácil!

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:17 de setembro de 2015 10:26

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Heterossexual

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