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Desejos profanos

Joana podia-se dizer que estava na idade da loba. Era bonita, tinha um status muito bom, um marido atencioso e muito carinhoso que lhe dera um filho, que tinha seus 25 anos e era um conquistador inveterado. Também com a pinta de galã da novela das oito, não havia mulher que não se jogasse aos seus pés. Tinha 1,78m, cabelos e olhos castanhos escuros, timbre vocal grave e uma boca que levava as mulheres a deseja-lo cada vez mais. Não se prendia a ninguém, queria apenas curtir a boa vida que tinha, financiado pelo papai e principalmente por ela Joana. Seu marido como disse no inicio era um homem atencioso e muito carinhoso...mas só isso. Alfredo gostava de se dedicar aos seus negócios que iam de vento em popa e com isso negligenciava mais a parte do comparecimento conjugal.Ele , claro que sabia que a esposa necessitava de sexo, pois era uma mulher que se cuidava e tinha o corpo de parar o transito. A tinha uma vez por mês quando sua amante estava naqueles dias, fora isso, não se aproximava do corpo da esposa para nada além de lhe dar um beijo de boa noite na testa.
Joana no entanto tinha um segredo. Gostava de alguém e pretendia ter essa pessoa para si, só não sabia como. Pensou muito e a solução veio em uma reportagem que assistiu sobre assédio sexual na rua, onde as mulheres se disfarçaram para se expor e se fizeram passar por vitimas monitoras.Achou que nos dias de hoje a mulher que não gosta de ouvir que é: "gostosa, essa é a nora que mamãe quer,etc..." deve estar com algum problema de existência, mas enfim aquela reportagem acendeu a luz da solução para seus desejos.Comprou acessórios para um bom disfarce e na internet estudou as possibilidades de se transformar em outra pessoa sem deixar de ser ela mesma.Comprou roupas até certo ponto chamativas e depois se fotografou para não perder nenhum detalhe da transformação.Era uma outra mulher, mais bela do que já era, com o corpo perfeito apesar da idade. Estava pronta para agir. Alugou um carro esporte, que deixava em uma vaga de garagem que pagara por um mês, e consultando o relógio que tinha na bolsa deu partida e pouco depois rodava por uma das marginais mais movimentadas de São Paulo. Se fosse alguém analisar seus batimentos cardíacos, creditaria a ela um enfarto. Olhou no retrovisor e se achou linda com as lentes de contatos. Estacionou o carro em meio a outros sob as arvores do campus e saindo do carro começou a andar em uma certa direção passando por entre alunos que começavam a sair das aulas. Viu um grupinho de jovens e para lá se dirigiu. Sua figura se destacava de longe e não passou despercebida pelos estudantes que pararam de conversar e ficaram a admira-la. Claro está que as garotas não gostaram nem um pouco de serem deixadas de lado, mas a verdade era que nenhuma delas podia se igualar com Joana. Dentro daquele grupo ela conseguiu chamar muito a atenção de um jovem. Ela notou o interesse dele e isso a excitou.Caminhou uns cinquenta metros depois de sair do raio de visão do grupo, parou, deu um tempo e regressou passando por eles e desta vez lançando um olhar mais direto para o rapaz que ela percebeu um certo interesse. Por várias vezes ela ali esteve e sempre teve a sorte de encontrar com o rapaz. Fazia sempre a mesma coisa e daquela vez não foi diferente. Entrava no carro quando ouviu uma voz atrás de si:
___Está pagando uma promessa?
Ela se virou deparando com um rapaz que teria seus 25 anos ou mais, que lhe sorria abertamente.Era o rapaz do primeiro dia que ali estivera e que lhe chamara a atenção.
___Que foi que você disse? - encarou séria.
___Eu perguntei se você está pagando uma promessa. - repetiu ficando mais perto.
___ Por que diz isso?
___Pelo fato de vir no mesmo horário, fazer esse percusso e não ir a lugar algum.
___Como sabe que não vou a algum lugar?
___Tenho um espião que seguiu você esse tempo todo.
___E por que esse interesse? Acho que posso fazer o que bem quiser sem precisar ser o convencional. - retrucou aborrecida por ter se descuidado e ficar a descoberto. Ia entrar no carro mas teve o braço seguro.
___Calma. Peço desculpas por ter feito isso. É que você me chamou a atenção. És diferente das moças que frequentam o campus e por isso me interessei, sem contar que me preocupei, pois aqui não é muito seguro, principalmente para uma mulher bonita como você.
Joana o achou galanteador e adorou. Tinha o tipo que procurava e podia estar enganada mais ele parecia querer algo com ela.
___Obrigada pela preocupação porém sei me defender?
___Acredito que sim. Mas você não me disse a que vem aqui. Namorado não é pois sempre esta só, estudante também não.Mistério.
___Poderia estar atrás de uma pessoa.
___Opa!És comprometida?
___Ainda não...talvez em breve, quem sabe.A vaga está em aberto.
___Então posso me candidatar? - perguntou sorrindo e tocando-lhe o queixo com um dedo.
___Se não for tão afoito, até pode.- lançou a isca vendo que ele se afastara um pouco, dando a entender que a respeitaria. Aquele gesto a fez sorrir e comentar.
___Só não precisa ter medo. - fechou a porta mas ficou sem dar partida no carro deixando-o saborear a visão de suas pernas que a saia curta permitia mostrar.O rapaz ficou vidrado em suas coxas e isso a divertiu - Gosta do que vê, então fique sabendo que podes ser o dono delas. - dito isso deu partida e saiu cantando pneus deixando o rapaz de boca aberta, intrigado.Enquanto se desfazia de todo aparato do disfarce, ela começou a rememorar a conversa que tivera. O cara era bem atrevido e isso mexeu com ela a ponto de literalmente se oferecer a ela. Fora fácil demais e se maldizia por isso. Deixou de ir no campus por três dias. Tinha que dar a entender que tudo não passou de uma brincadeira. Mas em casa ao deparar com o marido uma angustia muito grande a atingia, a ponto de sair sem dar satisfação de onde ia e depois de se disfarçar partiu em direção ao campus.Não saiu do carro. Queria ver o rapaz de longe se possível. Estava absorta em sua observação que não o viu se aproximar pelo lado oposto.
__Achei que tinha a ofendido e que não te veria mais. -disse ele com o semblante triste. - Aconteceu alguma coisa?
__Não. Apenas achei que estava sendo muito fácil para você - foi direta esperando a reação dele.
__Você se interessa perlo que eu penso?
___Claro.
___Posso entrar?
___Você não tem aula?
___Não.
Ela olhou para ele e sentiu que não podia deixar escapar aquela chance de ter um pouco de satisfação. Ele não sabia quem ela era e na verdade nem ela sabia quem era, a não ser que era um aluno. Achou que deveria por em prática o plano estabelecido e por isso mesmo arriscou:
__Entre. - disse se ajeitando no banco o que facilitou a olhada cheia de cobiça. - Quer ir a algum lugar?
___Onde você preferir.Sou todo seu.
Ela sorriu e não pensou duas vezes arrancando dali para com algumas manobras chegar a marginal e pouco depois estava na rua do quartinho que alugara.
__Você mora sozinha?
__Com uma amiga - mentiu
__É bonita como você?
___Porque quer saber?
___Tenho um amigo que poderia vir a conhecer sua amiga e quem sabe...
___ Sim ela é muito bonita, mas não creio que se interesse. É muito careta.
___E você não é?
___Pareço ser? - disse entregando a ele um copo onde colocou cerveja.
___Gostaria que não fosse.
Ela estava excitada e ele desconfiado. Olhava e estranhava a quantidade de móveis e a cama de solteiro. Seria ela sapatão? Mas se fosse não sairia com ele Poderia ser Bi, ai sim explicaria tudo. Se levantou e foi até ela. Joana ficou por um instante aterrorizada, com medo, mas lembrou-se de que ela provocara aquilo e que tinha que ir em frente, por isso mesmo foi ao seu encontro e o enlaçando pelo pescoço, puxou para si. Olharam-se demoradamente e foram chegando as bocas até os lábios se tocarem.Estava cheia de tesão e no beijo deu vazão ao seu instinto de mulher carente. Não sabiam nada um do outro nem os nomes, mas isso no momento não importava, o que interessava era aquilo que se formava na calça dele e se fazia sentir quase que em seu ventre. As mãos dele acariciavam suas costas e descendo apertaram sua bunda. Foi puxando a saia justa até que expôs as belas nádegas de Joana protegida por uma calcinha que nada escondia.Ele a levou pra a cama e lá se sentaram. O rapaz tirou sua blusa e o soutien colocando dois belos seios ao alcance de sua boca e mão. Joana se contorcia ao ter os mamilos chupados.Procurou por sua vez abria a calça do rapaz e libertar o objeto dos seus desejos. Era uma pica bem avantajada que ela encontrou dura como ferro latejando dentro da cueca. Apertou aquela peça de carne e se sentiu flutuar. Pediu que ele tirasse a roupa e que lhe facilitasse a chupada que ela queria lhe dar na pica que empinada parecia olhar para ela com seu olho ciclópico. Tomou a cabeça na boca a levando até a garganta onde se engasgou e a retirou com lágrimas a descer pelo rosto. A pica estava lubrificada com uma saliva espessa que gotejava até o piso e ela se posicionou abaixo dela e abrindo a boca a foi solvendo até chegar a pica que engoliu novamente. Brincava de pornôstar como vira em um dvd de pornografia, queria ser puta fora dos olhos de Alfredo e do seu filho. Chupou muito a pica enchendo a boca de saliva que engolia sentindo o gosto da pica.Lá embaixo ela sentia seu sexo latejar e projetar algo que escorria entre suas coxas.A umidade a incomodava, fazia com que ela desejasse que o rapaz a penetrasse o quanto antes. Por isso ela se deitou e abriu as pernas enquanto ele se despia por completo e avançava sobre ela se imiscuindo até o sexo aberto. Cheirou sentindo o sabor envolvente que só um sexo de mulher exala e depois o saboreou degustando o mel que ele deixava fluir pela abertura vaginal. Joana se revolvia gemendo como louca. Estava desvairada e gozando muito. Ficou assustada quando a pica a invadiu preenchendo todo o seu canal e tocando bem no fundo. Seus grandes lábios pareciam querer estourarem de tão irrigados que estavam. A sensibilidade estava presente. Levantou as pernas e se deixou levar pelas estocadas. Pensou em Alfredo desejando que ele visse ela naquela posição sendo fodida por um garotão daquele. Esse pensamento foi como uma bomba eclodindo bem dentro de si num gozo maravilhoso. Estava com o corpo entorpecido quando se viu virada de bruços e teve o rego da bunda acariciado e seu cú lambido, perfurado por dedos que se inseriram dentro dele, incomodando Joana que se sentia sem forças para protestar se ele a quisesse possuir por ele. Nunca tivera uma relação anal em toda a sua vida. Era chegada a hora. Quando o rapaz salivou o seu alvo e a flecha que o iria atingir ela se ficou aterrorizada. Sentiu a pressão da glande que a invadia e gemeu de dor. Se agarrou ao travesseiro e se sujeitou a invasão. Sentia-se lacerada ao meio mas estava procurando não demonstrar. A cama rangia sob os corpos que se entregavam aos prazeres do sexo, dolorido para ela mas gratificante para ele.
Naquela noite por ironia do destino Joana foi procurada pelo marido, porém desta vez ela não podia satisfazer seus desejos e se dependesse dela nunca mais faria nada com ele. Tinha arranjado uma forma de aplacar sua necessidade de sexo...inclusive o anal.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:8 de janeiro de 2015 18:55

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Maduras

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