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Do fundo do baú

Do virtual ao prazer real a torta queimou

Certo dia entrei em um site de relacionamento. Busquei mais por curiosidade do que por acreditar que algo de bom poderia existir atrás de um relacionamento virtual. As pessoas que estavam conectadas ou eram vazias ou muito exibicionistas e isso era o que mais me deixava frustrada. Mas mesmo assim era divertido ver que existiam pessoas com uma mente até que bem interessante. Depois de muitas pesquisas vi algo que me chamou a atenção pela coincidência de um fato, eu conhecia a pessoa que se apresentava no monitor. Se descrevia com uma característica que estava longe de ser a real, pois não era razoável o seu bio tipo muito pelo contrario, estava sendo muito modesta. Selma se dizia uma pessoa de 52 anos, que fora casada por 10 anos com uma mulher que a trocara por outra e sumira de sua vida. Estava querendo um relacionamento sério, para quem saber ver novamente a sua vida preenchida com alegria e felicidade ao lado de uma companheira que pudesse antes de mais nada respeita-la.Queria dar tudo de si, sem que isso implicasse em mimos exagerados. Eu não entendia o porque da sua separação. Era muito simpática e isso eu comprovava todos os dias pois trabalhava na mesma organização que ela. Sua sala ficava no mesmo andar que a minha e por coincidência as papeladas que eram redigidas por mim iam para suas mãos onde eram feitas as distribuições para os setores devidos. Comecei a levar os papeis pessoalmente para poder sonda-la melhor e ver se de fato valeria apena investir na pessoa que se dizia carente e amiga. Selma estranhou de ver que não recebia mais os trabalhos por auxiliares e sim por mim. Disse-lhe que preferia faze-lo pois chegava a suas mãos mais rápido. Ela era muito mais interessante ao vivo que no virtual e eu passei a curti-la. Não disse que e tinha visto na internet.A nossa amizade começou a ficar sólida a ponto de nos finais de semana, no final do expediente, irmos para um barzinho muito aconchegante e lá entre uma cerveja e outra trocarmos confidencias e depois de um tempo que perdurou por um mês ela começou a se abrir em sua vida intima e confessou que tinha atração por mulheres e que tinha sido traída por uma pessoa em quem depositara todo seu afeto e acreditava que era correspondida. Não sabia que era pela idade da outra que era bem mais jovem ou se pelo excesso que zelo que as coisa desandaram. Na verdade ela sofria ainda com a separação. Ela não tinha me dito nada sobre sua incursão em site de relacionamento mas se abria aos pouco. Disse que estava só. Esperava um dia superar o trauma que a antiga parceira lhe causara. Analisava aquela mulher com certa curiosidade visto que ela tinha todos os requisitos que pudesse chamar a atenção sobre si. Era alta, não era nem gorda ou magra, sob o decote se podia ver que possuía seios bem desenvolvidos para o tipo de corpo que tinha e se deixava imaginar que suas coxas deveriam serem roliças e pela saia justa podia se notar que sua bunda era muito bem feita o que me deixava com sede de aperta-la até sentir em minhas mãos a maciez do glúteos. Eu estava gostando daquela mulher, muito mais do que gostaria e isso me incomodava um pouco. Comecei a desejar vê-la com mais frequência fora do local de trabalho e ela foi se aproximando mais e mais até que um dia, final de semana ao propor que fossemos a um barzinho diferente ela me propôs que chegássemos até seu apartamento. Era muito aconchegante e a primeira coisa que notei foi um porta retrato onde ela se encontrava abraçada e sorridente com uma jovem, que não era outra senão a tal que a abandonara. Vendo que eu tinha notado a foto ela sorriu.Perguntei se ela ainda sentia algo pela moça e sem pestanejar confessou que estava tentando ainda não sentir. Fora um relacionamento muito intenso que não era fácil de se superar.Confesso que fiquei chateada de saber se investisse nela teria a sombra da outra a nos atormentar. Até no quarto havia fotos das duas, fotos inclusive bem intimas, onde os atributos de ambas estavam bem visíveis e eram bem sedutores.Regina, era o nome dela era muito bonita e sempre estava sorrindo. Selma se dirigiu a cozinha e começou a tirar coisa dos armários e da geladeira, disse que ira preparar uma torta de liquidificador rapidinho que era uma delicia e enquanto isso nós poderíamos tomar banho. Queria que eu ficasse com ela aquela noite onde assistiríamos tevê a cabo e depois iriamos dormir. Preparou a massa colocou os ingrediente e levou ao forno. Foi até o quarto pegou duas toalhas me entregando uma e nos dirigimos ao banheiro.Me despi e fui em direção ao chuveiro,abri o registro e o jato dágua desceu sobre mim. Estava me ensaboando quando notei que ela encostada na pia me olhava.Estava nua e mostrando que a idade em nada a tinha afetado, era possuidora de um corpo belíssimo onde os anos o amadureceu mantendo suas formas joviais. Ninguém dizia que ela tinha 52 anos, uns 35, talvez. Notei que ela olhava meu corpo com vivo interesse e dava para se perceber que fazia comparações entre mim e Regina. Parei de me ensaboar e estendi a mão para ela, convidando-a vir se banhar comigo.Debaixo do chuveiro quando ela pediu o sabonete eu pedi que ela se virasse que eu a ensaboaria. Ela prontamente ficou de costas para mim e eu pude me deliciar com a visão do delicioso traseiro. Sua bunda era gostosa demais. Comecei a passar o sabonete em seus ombros descendo pelas costas até chegar as belas nádegas que fiquei em dúvidas se as tocavam ou não. Optei por deixa-la de lado e desci pelas coxas que eram aveludadas e firmes.Ela se virou de frente para mim, ostentando os dois mais belos seios que eu já tinha visto na vida. Eram verdadeiras escultu- ras que me impressionaram e geraram um redemoinho em meu estômago. Respirei fundo e depois de espumar seu colo, pulei os seios e vim para o ventre, então ela se curvou pegou minha mão com o sabonete e a colocou sobre seus seios. Nos fitamos por um tempo muito longo e antes que eu externasse o que estava com vontade de fazer, comecei a ensaboar os delicados frutos. Confesso que estava tremula por dentro, com uma vontade de tomar aquele bicos entre os lábios e suga-los até extrair deles um leite que não havia. A espuma os cobriu inteiramente e eu desci para o ventre e logo abaixo os pentelhos que ela mantinha aparados em V.Passei o sabonete sobre eles e os esfreguei com a palma da mão. Fui para as coxas e terminado o trajeto dei-lhe o sabonete que ela recusou.Separou as pernas e me ofertou o sexo para que eu o lavasse. Sentir. o sexo dela entre os dedos, mesmo que com espuma, me levou a ter um gozo. Selma estava se contendo, mas ofegava,sentindo naquele instante descontraído, um momento de prazer. Pude sentir que um de meus dedos ficou entre os lábios do seu sexo e que a lubrificação dele o deixava, mesmo molhado com água e espuma, bem escorregadio. Selma e eu trocamos um olhar onde o desejo estava estampado. Não sabia se tomava a dianteira ou se esperava mais para ver como tudo ia terminar. Optei pela segunda. Me enxaguei rapidinho e sai do box indo me secar defronte a um espelho que ficava em uma das paredes. Selma chegou por trás e ainda molhada me abraçou. Senti seus seios se espremerem em minhas costas e seu pentelhos molharem minha bunda. As mãos dela em concha tomaram meu seios e entre seus dedos tive os mamilos retorcidos gostosamente. Sua boca estava em minha nuca e sua respiração trôpega chegava ao meu ouvido. Selma me obrigou a ficar de frente para ela, que correu os dedos pelos meus cabelos, inclinou um pouco a cabeça e se aproximou de minha boca. Beijou no cantinho da mesma de depois sobre meus lábios. Não falávamos nada apenas nos olhávamos. Eu não aguentava mais o desejo que estava sentindo e tomando seus rosto entre as mãos a beijei demoradamente naquela deliciosa boca. Nos abraçamos e ela espremeu o corpo escultural contra o meu. Da boca desci para o colo e posteriormente aos delicados seios. Sentir cada um deles na boca era uma sensação que me afogueava até a alma e quando percebi que uma de suas mãos se perdia entre minhas coxas e tocava meu sexo, arquejei e me abri para ela. Habilidosa ela tratou de dedilhar o meu clitóris forçando-me a gemer, como se estivesse ferida. Voltamos a nos beijar. Pegamos as toalha e a estendemos sobre o piso do banheiro e sobre elas nos deitamos com os corpos entrelaçados.De lado, podíamos acariciar nossas bundas, enquanto as bocas se engalfinhavam em um beijo molhado e delicioso. Ela chupava minha língua com vontade eu eu tinha a mesma vontade de fazer tal façanha entre suas pernas. Ela passou a sugar meus seios me deixando tonta de tesão e toda arrepiada. Foi dela a iniciativa de fazer um 69 e assim podermos dar uma a outra o prazer que estávamos procurando. Meu contato com o seu sexo foi extremamente prazeroso, onde pude sentir o cheiro do seu íntimo, que se misturava com a fragrância do sabonete e tornava tudo um delicioso perfume que não se comparava a nada que pudesse existir naquele momento. Ver seu sexo rosado, aberto sobre minha boca, observar a delicadeza das pregas anais e ter sua boca sugando todo o liquido que de minha vagina escorria, era o coroamento de uma certeza, eu queria Selma para sempre.Ela sabiamente passava o dedo em meu ponto de erupção e parecia se divertir com os tremores do meu corpo. Ela não ficava trás pois se entregava de corpo e alma ás minhas carícias.Gozei em sua boca e ela retribuiu com um gozo intenso derramando muito liquido íntimo em minha língua. Quase que simultaneamente enfiamos dedos na xoxota da outra e passamos a nos dar o prazer de uma cópula muito especial e recompensadora, onde o que desejávamos atingir, era o orgasmo pleno. Foi extenuadas que nos quedamos de lado ainda com os sexos latejante, juntos as narinas.Ofegantes aos poucos fomos tomando ciência de que a nossa vida seria outra daquele momento em diante. Quando nos pusemos de pé, passamos a nos vestir. Estávamos belas quando nos olhamos no espelho. Ela estava mais corada e exuberante e eu estava muito feliz por ter encontrado uma mulher maravilhosa para conviver no dia á dia.Fomos para a cozinha onde do forno saia uma fumaça esbranquiçada.A torta tinha se queimado, ela desligou o forno deu de ombro e caímos na gargalhada.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:28 de janeiro de 2015 17:04

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Lésbicas

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