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Do fundo do baú

É dando que se recebe ou desejo de mulher

Patricia estava feliz. Ao ser mãe, ela aprendera que a mulher era o ser mais abençoado que existia sobre a face da terra, assim como todas as fêmea de gêneros que se diferenciavam. Olhava-se no espelho quando estava nua e se perguntava, diante do que via, como o Ser Supremo tinha tido a feliz ideia de criar algo tão magnifico.Mulher! Gostava de ser mulher, de ter aqueles seios cheios de leite, cujos bicos expeliriam o sagrado líquido, na boca do seu lindo bebezinho, e até de seu tesudo maridão, que mais que o próprio filho solvia grande quantidade de leite, após a mamada do rebento ou quando ela retirava para o banco de leite. Olhou para o ventre que á alguns meses atrás estivera entumescido, bem arredondado, servindo de casa para seu adorado filho ficar aninhado até o momento de conhecer o mundo exterior, que agora tinha a forma antiga, onde ela se mantinha esguia, elegante e ainda mais desejável.Correu a mão pelo ventre e a desceu até aquele triângulo negro, bem aparado, que era seu púbis. Acariciou aquele pelos sedosos e depois alisou as coxas, que pareciam duas colunas gregas. Se arranhou de leve, provocando um gosto arrepio. Se endireitou e ficando de lado, quase de costas, analisou os contornos das redondas e belas nádegas, passou as mãos sobre elas e depois as apertou. Com um sorriso pervertido, as separou e se curvando para frente, pode visualizar aquele ponto de cor diferenciada que tanto era desejado e tido por seu marido. Sorriu ao se lembrar dos rapazes que ficaram endoidecidos quando ela lhes flanqueava aquela alternativa para se aliviarem e ao mesmo tempo dar a ela um grande prazer de chegar em casa com o reto cheio de esperma e o derramar no vaso com sonoridade escandalosa. Tocou com a ponta do dedo, bem de leve sobre aquele alvo e teve um choque. Sorriu e se colocou na posição ereta. Caminhou para o armário, de onde tirou um robe, que colocou sobre o corpo nu. Estava terminada a exposição narcisista dela. Toda faceira ela entrou no quarto do filhote que já estava acordado, pronto para mamar. Pegou o rebento, brincou com ele e foi para
a poltrona de amamentação e ali passou a aleitar o pequeno ser. Ela não percebeu quando seu marido chegou e da porta estava parado olhando, se deliciando com a visão dos seios da esposa, que entretida, acariciava a cabeleira do filho que mamava. Ele a amava muito e tinha orgulho de tê-la como companheira, pois á achava uma mulher super sexy, que fazia sua ereção começar, só em olha-la.Sua beleza chegava a ser clássica, como uma bela tela emoldurada, por uma moldura cravejada de pedras preciosas. Quando Patricia se deu conta de que era observada, viu seu marido no umbral da porta. Enviou-lhe um beijo e sorrindo pediu que ele se afastasse dali pois sabia bem quais eram as suas intenções .
Patricia limpava a casa, já que não queria saber de empregada, achava que tinha tempo de sobra para cuidar de tudo e assim o fazia. Vestida com uma camisa de seu marido, que apenas a fechara amarrando-a a cintura, um short bem justo e muito curto, que era a peça que tentava seu parceiro, já que a deixava com a bunda toda exposta, ela estava sobre uma escada limpando o lustre da sala. Cantarolava uma canção dos Beatles e pensava na felicidade que a bafejava quando a campainha soou. Desceu e foi abrir a porta para ver quem era. No portão viu a figura de Georgina, que sorridente acenou para ela. Pediu que esperasse que ia pegar a chave para abrir o portão. Pouco depois, após os beijinhos no rosto se encaminhou com amiga para dentro de casa. Gina, como era normalmente chamada, comentou que ela estava escandalosamente sexy naquele traje, principalmente, sendo vista por trás. Riram. Patricia, preparou um café que serviu e foram papear na sala, por as novidades em dia. Riam muito. Estavam nesse enlevo quando se fez ouvir o choro do bebê. Patricia se levantou e pedindo licença, disse que tinha que fazer uma higienização das mamas, principalmente dos bicos dos seios, para amamentar o filho. Convidou Gina para segui-la pois assim continuariam a papear. Retirou a camisa e pegando um frasco, com antisséptico, e algodão hidrófilo, começou a passa-lo nas formosas tetas. Gina, como uma vampira sedenta de sangue diante de uma pulsante jugular, tinha os olhos vidrados nos seios da amiga. Sentiu uma ligeira vertigem e teve que se apoiar em Patricia para não cair. Esta se assustou e amparou-a , verificando que a mesma estava pálida.Quis saber o que estava acontecendo, mas Gina disse que estava bem, que ela prosseguisse no que fazia e saiu do banheiro. Patricia ficara preocupada.
Enquanto dava de mamar para seu filho, que ao se sentir bem alimentado adormeceu, ela o fez arrotar e o colocou de lado no berço e escorou-lhe as costas com almofadas, impedindo-o de se virar. Foi para a sala, levando uma bolsa consigo. Chegou junto de Gina, que ao vê-la ainda semi nua, abaixou a cabeça, e perguntou se ela estava bem mesmo. Diante da aquiescência da outra, sentou-se do seu lado e retirou dois frascos da bolsa e uma bomba para tirar leite. Manipulava a peça e olhava para Gina que esta com o rosto voltado para outro lado. Resolveu perguntar:
__Amiga, você tem nojo de ver uma mulher tirando leite? Se é isso vou para o quarto e depois a gente conversa.
__Não, não é isso não. Ao contrário. -disse a outra encarando-a.
__Como assim?
__Não sei como lhe dizer. - gaguejou Gina ficando vermelha.
__Mas diga, por favor. - pediu Patricia ficando mais preocupada com a postura defensiva da amiga.- O que esta ocorrendo? Ainda pouco lá no banheiro você quase desmaiou e agora parece incomodada, pelo simples fato de me ver tirando leite dos seios.
Gina respirou fundo e encarando-a disse:
__Quando vejo os seios cheios de leite de uma mulher eu passo mal. Não é por nojo,ao contrário, e por desejo. Desejo de poder sugar o leite dela e me deliciar ingerindo-o. Peguei esse vicio ou tara, quando uma amiga de minha mãe me deu de mamar, a pedido de minha mãe, para que eu não ficasse com vontade, pois tinha assistido dando de mamar ao seu filho. Mamãe achava que eu poderia ficar com a tal de "lombriga assustada" e ficar acamada. Sabe como era as pessoas antigas, né? A amiga de minha mãe não se fez de rogada e me colocou no colo me dando o seio. Desde então eu fiquei viciada e quando vejo alguém com fartura de leite, se não peço um pouco passo mal.
__Mas não seja por isso.Devia ter falado isso antes. Quer um pouco do meu? - ofereceu Patricia.
__Jura que você não vai me achar esquisita?
- choramingou Georgina.
__ Claro que não.Espere só um pouco, vou encher o outro frasco e ai você aproveita.
Patricia lacrou aos frascos e os levou para a geladeira. Voltou para a sala e se sentou ao lado da amiga e pegou a bomba para retirar o leite que daria a ela. Mas ao colocar o aparelho no seio,mudou de ideia e disse:
__Vem!
__A onde?
__Vem mamar direto na fonte.
__O quê? Você não esta falando sério não é - admirou-se ela
__Claro que estou. Você pensa que é a unica pessoa além do meu filho que gosta deste alimento, é? Vem, deita aqui...isso. Agora pode mamar a vontade meu bebezão, - brincou Patricia vendo a amiga se apossar do seu seio, passando a suga-lo. Patricia olhava para aquela cena como se fosse a cena de um filme pornô entre duas lésbicas. Será que sentiam a mesma coisa que estava sentindo naquele momento? Era diferente de quando a boca do seu filho se apossava do bico e ela entendia que ele tirava dali, o seu alimento para sua subsistência.O que estava invadindo seu âmago, não fazia parte do ritual da amamentação infantil, era uma pessoa adulta, que não era seu marido, uma mulher sua amiga, que estava ali deitada em seu colo com a boca a lhe sugar o seio. De olhos fechados, ela tirava daquele seio, não somente o leite, mas a possibilidade de tornar aquilo um hábito e Patricia sabia disso. Acariciou o rosto da amiga, como fazia com seu filho, mexeu em seus cabelos anelados e depois observou o outro seio que começava a vazar. Mandou que Gina mudasse de lado, passando a sugar o outro peito. Sem malicia, passou a mão sobre o busto da amiga e apertou um dos seios dela, por pura graça.
Quando a própria Georgina achou que tinha se satisfeito, levantou do colo da amiga e um tanto quanto quê, envergonhada, agradeceu-lhe pelo que fizera. Pediu que ela não comentasse com seu marido, pois morreria de vergonha caso o encontrasse. Patricia disse que aquele não era um assunto para discutir com ninguém, que ela podia ficar tranquila que ficaria só entre as duas.
Depois que Georgina se foi, ela ficou a analisar o que acontecera com seus sentidos, pois se achava diferente. A sensação de que a boca da outra ainda estava em seus seios perdurava e estava incomodando-a. Andando de um lado para o outro, colocando as coisas no lugar e percebia que entre suas pernas, bem lá na sua racha, alguma coisa a estava deixando lisa. Curiosa, abaixou o short e olhando para o fundo da calcinha, percebeu aquela mancha. Afastou-a para o lado e passou o dedo naquela viscosidade. Tinha gozado! Balançando a cabeça, achou graça e se recompondo foi terminar o que estava fazendo antes da amiga chegar. Tomaria um bom banho depois de tudo acabado. Balançou a cabeça novamente. Tinha gozado, tornou a pensar.
A rotina de uma bela dona de casa, se resumia em ser feliz e dar felicidade aos quê dela necessitasse.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:23 de abril de 2015 13:59

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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Comentários

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  • wcristal
    Postado porwcristalem22 de setembro de 2016 00:33

    Oh delicia,também adoro ter meus peitinhos chupados mas por um bom mamador,e que alterna entre mamadas forte e fracas e mais fortes do que fraca nossa quando vejo uma boca brincando com meus peitos,os chupando de verdd nossa amo demais,principalmente se mamar bem gostoso em um e brincar com o bicao do outro.

  • Peituda Desagradada
    Postado porPeituda Desagradadaem6 de julho de 2015 03:15

    Texto voltado ao deleite, imaginário e prazer masculino.
    Tédio e preguiça me consumiram. Melhore.

  • Peituda Desagradada
    Postado porPeituda Desagradadaem6 de julho de 2015 03:14

    Texto voltado ao deleite, imaginário e prazer masculino.
    Tédio e preguiça me consumiram. Melhore.

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