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Do fundo do baú

Ele, ela e ele, amantes para sempre!

Jamile, estava desnorteada. Ficava assim sempre que conseguia ficar a sós com seu namorado e ele começava a acaricia-la. Antecipava seus orgasmos, imaginando o rapaz a lhe acariciar por baixo da blusa, os seios turgidos cuja admiração ele nunca esquecia de lhe dizer. Desejava sentir os dedos dos rapaz bolinando seus bicos os deixando doloridos de tão tesos que ficavam, iniciando lá entre suas coxas, uma evolução de tiques eróticos que aguçavam sua parte carente de caricias que fossem mais ousadas. Procurava ver se não aparecia ninguém para atrapalhar e depois de se sentir bem segurava, baixava a calcinha até abaixo dos joelhos, as vezes a tirava e depois se recostava no sofá, separava as pernas e aguardava que a boca do namorado fosse lhe dar boas vindas na parte que mais precisava. Mordia os dedos da mão para não gritar, quando a língua começava a trabalhar entre sua pétalas que já se encontravam úmidas. Gostava quando a língua a invadia e o nariz do rapar encostava em seu clitóris. Quando via o pau do namorado em toda sua pujança de 23cm que ostentava uma glande de pouco mais de 5cm, ela endoidecia e procurava toma-la em sua boca para a deixar maior do que já era. Vibrava coma peça na boca, sentindo-a latejar e ficar acada vez maior. O dia que Marcos, pedira para comer sua bunda, ela ficou excitada, mas depois o temor tomou conta de seu ser. Sabia que não ia aguentar, que doeria e quem não era essa sensação que desejava enquanto estivesse transando. por isso mesmo sempre dava uma desculpa para fugir do sexo anal. Marcos que era tarado na bunda dela, ficava sempre frustrado de não poder aprofundar sua pica no cu dela. Tentara argumentar que poria só um pouquinho, que se ela não aguentasse e pedisse, ele tiraria, só que Jamile não acreditava naquela argumentação, pois tinha ouvido de colegas que se aventuraram a ir para o sexo na porta traseira e se estreparam. Depois que iniciavam a penetração, nunca voltavam atrás , por mais que se pedisse, pois estava doendo, os mesmo atendiam. ao contrario, empurravam o máximo que podiam e as deixavam empaladas, as vezes até sujando o pau dele pois não se continham de tanta dor.As brigas sempre ocorriam por causa de sua negativa. Brincavam de todas as maneira, e ela até que sentia uma comichão no cu, quando via aquele colosso de pau e o imaginava lhe invadindo o rabo, mas o medo da dor era maior e a tolhia de se soltar e oferecer ao namorado o que ele maias desejava. Numa dessas brigas, os ânimos ficaram mais acirrados a ponto de chegar aos ouvidos de uma pessoa que estava chegando e que ele não tinham notado. Atrás da porta de entrada, da sala, Daniel, irmão de Jamile, escutava a discussão dos dois. Esperou e procurou não interferir. Sabia que a irmã, era uma garota que facilitava as coisas para os rapazes com quem namorava, mas ignorava que ela fosse regulado em dar a bunda para Marcos que era um cara muito legal. Sabia que o cara tinha uma pica que assustava as meninas quando o via, mas para ele aquele era um troféu que desejava carregar dentro de si. Estava no armário, não se atrevendo a revelar para ninguém a sua atração pelo mesmo sexo, principalmente pelo de Marcos, quando se tratava de um pênis. Sofria com aquele segredo, que mantinha a sete chaves. Não era virgem. Já tinha se aventurado em uma aventura homossexual, no Sex dark room, onde pode desafogar o seu desejo. No quarto escuro do sexo, em uma casa especializada em contato GLS, ele matara sua vontade de se sentir enrabado, onde fora "mulher" de mais de um cara, naquele ambiente escuro, onde só se sentia o cheiro de sexo e os gemidos do penetrado, e dos quê o penetravam. Como ninguém sabia quem era quem ali, naquele lugar escuro, ele procurou se soltar e deixar rolar. Aproveitou as picas que lhe foram oferecidas, onde chupou, de forma alucinada, até sentir que alguém separava suas nádegas e lubrificava seu rego com gel, depois foi a pressão de algo morno que ia aos poucos abrindo caminha entre suas pregas e esquentava o seu reto, quando a glande venceu a barreira e trouxe consigo o restante do que ficara de fora, entupindo o seu canal excretor.O que sentiu ao se perceber invadido, e ter na boca, glandes de mais dois machos que estavam ali para fode-lo, o levou a ter uma tremenda ereção. Levou a mão ao próprio pau, passando a manipula-lo com vigor. Parecia que estava em meio de uma festa de final de ano, onde tudo era magnifico e esperançoso. Quando descarregaram seus fluidos espermáticos em seu intestino e na sua boa, Daniel, desejou que aquele momento não acabasse nunca. Encontrara um lugar onde podia desfrutar da sua identidade
sexual, sem ter que se revelar. No entanto o desejo que sentia, o tesão que o consumia, em relação ao namorado de sua irmã, o consumia cada vez que o via. Na verdade estava enamorado de Marcos, fazendo com que seus sonhos fossem sempre dirigidos a ele.
Naquela noite, Daniel, não conseguiu dormir, pensando na forma que tinha de fazer, para que Marcos soubesse que ele o queria. Pensou, até pela manhã e foi tendo suas intenções convertidas em certeza de que teria um relacionamento com Marcos, naquele dia.
Marcos atendeu o celular e ficou surpreso com quem estava do outro lado da linha. Ouviu, que tinha algo do seu interesse que podia ser muito positivo para continuar seu relacionamento com Jamile.Ele só estranhou o fato, de ser Daniel, que o estava convidando para ir a sua casa. Sabia que Jamile estava no cursinho, portanto ela não participaria da conversa que teria com seu irmão. Resolveu ir e com isso confirmou um determinado horário para chegar.
De fato assim foi. Daniel, o recebeu na porta da casa com um sorriso cativante nos lábios. Estava de short, por sinal muito cavado, que parecia ser de Jamile, pensou Marcos, mas procurou achar que estavas errado. Daniel oferecera um drinque alcoólico ao rapaz e começou a conversa, se abrindo, de forma que o deixou ciente que que tinha ouvido a sua conversa com a irmã na noite anterior. Marcos, estava tenso com aquela conversa, pois não era normal um irmão falar certas coisas com relação a sua irmã, ainda mais se tratando de sexo. Começaram a conversar, e talvez por causa da bebida, Marcos acabou confessando que desejava a bunda a irmã de Daniel,mais que sua boceta, mas que ela temia, ele bem o sabia, que era por causa do seu dote ser bem avantajado. Quando disse que não sabia o que fazer, pois gostava muito dela, sentiu a mão de Daniel pousar sobre sua coxa, bem perto onde estava seu pau por baixo do pano. Sentiu que um dedo procurava onde estaria a glande e quando a encontrou passou a coça-la. Marcos, apesar de meio ébrio, começou a se excitar e em pouco tempo estava de prontidão. Não se importou quando viu seu pau ficar a descoberto, depois que Daniel lhe abrira a braguilha e puxara de dentro da cueca o pau soberbo. Não perdeu tempo e se lançou de boca sobre a pica que vibrava. Chupou, com maestria enquanto mexia em seu bagos, o excitando mais ainda. Com capricho deixou a cabeça da pica, para atacar os ovos. Marcos gemia e olhava admirado de ver como o irmão de sua namorada chupava deliciosamente suas bolas. Lentamente dirigiu uma mão, até o short , onde a enfiou, descendo para a bunda e entre o rego, procurou e encontrou o cu que piscava. Mergulhando o dedo ali, ele se revitalizou e empurrando Daniel sobre o sofá, o virou de costas para si e separando sua bunda, cuspiu no rego e sem se preocupar com mais nada, se postou atrás do rapaz e pincelou o pau em todo o rego até firma a glande nas pregas, fazendo força para a introduzir. Com relativa facilidade, o cu engoliu aquela cabeça de pica, e quando a metade da pica estava dentro daquele canal, Daniel surpreendeu Marcos, ao empurrar a bunda de encontro ao membro, o engolindo por inteiro. Marcos estava admirado de ver que a bunda, do seu cunhado estava em contato com seu pentelho, indicando que Daniel tinha engolido com seu rabo, os 23cm de pica. Rebolava sobre ela, como se nada tivesse no reto. Marcos o enlaçou pela cintura e passou a fustigar o rabo de Daniel, com um prazer redobrado. Para Marcos aquele era o melhor rabo que ele tinha comido, não só por recebe-lo por inteiro, mas por ser muito prazeroso. Martelou como pode. Pensou em sua namorada e sentiu que tinha naquela casa tudo o que precisava. Quem sabe um dia ele não comeria o cu da namorada como estava comendo o do irmão dela. Para Daniel, a realização de um sonho, estava concretizando. Não era preciso mais ficar no armário.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:24 de junho de 2015 18:46

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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