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Do fundo do baú

Em busca da cidade fantasma 2

O lugarejo foi ficando para trás á medida que o casal foi adentro naquela mata, que pelo tamanho das árvores, podia se dizer que era uma floresta. Por entre as folhagem, eles ainda podiam ver o brilho do sol, que ia em breve desaparecer na linha do horizonte. Angélica, por mais que tentasse não conseguia esquecer a bela e enigmática figura daquele rapaz de aspecto que lembrava muito um lenhador dos sertões europeus. Seu olhar era quase que hipnótico e parecia que ela podia até ler nele um apelo de posse. Estremeceu! Não falara nada a Murilo, para não provocar nele insegurança, já que era muito ciumento. Sorriu, ao se lembrar, do ciumes do namorado. Ela sabia que ele a adorava, e ela não ficava atrás, afinal, sem combinaram tudo juntos e apreciavam as mesmas coisa, o que facilitava a vida dos dois. De todos os namorados que tivera, sem contar com as aventuras lésbicas, Murilo, era o único que a satisfazia plenamente em todos os quesitos
Se podia notar que em pouco tempo a noite viria e por isso apressaram os passas afim de encontrar um local adequado para armarem acampamento. Se orientando por um mapa, ele chegaram a uma pequena clareira, onde decidiram acampar.
Quando a noite chegou, a luz da fogueira, protegida por pedras, iluminava e ajudava no preparo do jantar deles. Angélica, olhava para seu companheiro, que procurava, não deixar o fogo apagar, e se sentia em paz, segura. Sabia que podia confiar nele, para tudo que viessem a enfrentar. Mexeu nos bicos dos seios, e começou a lembrar da primeira vez, que Murilo, os tocara. A sensação fora tão boa, pois por incrível que pudesse parecer, ela se sentira tímida, recatada em sua presença. Estava formigando por dentro na esperança que ele a possuísse logo, mas ao mesmo tempo, talvez por ama-lo, e não ser simplesmente uma aventura de fim de semana, queria que tudo ocorresse de uma forma bem diferente dos demais encontros com outros rapazes ou meninas. Lembrou-se do beijo que antecedeu tudo. Fora, diferente, mais carinhoso, delicado, envolvente, a ponto dela sentir uma descarga de hormônios dentro da sua corrente sanguínea, que não fora possível deixar de gozar. Ai, a coisa pegou fogo e ela demonstrou que tinha sentido que o momento era de total entrega. A mão do rapaz, se dirigiu para seu busto e encontrou de passagem, os mamilos dela totalmente enrijecidos. Era o ponto, que indicava que ela estava pronta para que ele avançasse mais.Quando o mesmo apertou um deles, mesmo sobre a blusa, ela sem querer, pousou a mão na pernas dele, bem sobre um monte alongado, que tinha vida própria. Aquele contato a deixou fora do ar e quando ele começou a levantar sua blusa e tomar contato com a pele dos seios, ela agarrou aquilo que estava sob sua mão, apertando com muita força, o que provocou, até, um certa dor, pois Murilo retraiu um pouco o corpo. Ela o soltou e pediu desculpas, mas ai, teve o que queria, pois ele libertou o pássaro da gaiola, e elevou a mão dela sobre ele.Ato continuo, enquanto, ela alisava a peça de sua adoração, ele tomava um de seus mamilos entre os lábios e o sugava, ao mesmo tempo que o titilava com a língua. Seu gozo era intenso e ela percebia que entre suas coxas, bem onde as mesma se encontravam, uma umidade crescia cada vez mais. Não o impediu, de descer-lhe a calcinha e a fazer sentar em seu colo. Despiu-lhe a parte de cima do seu corpo e ai se banqueteou nos seios dela, a deixando ensandecida. Os dedos dele, a penetraram bem fundo, rebuscando dentro dela, talvez um ponto que a fizesse se derreter mais do que já estava. Foi ela quê, não aguentando mais, ao ter a calcinha retirada, encaminhava a vara do namorado para dentro da boceta, passando a fazer movimentação que os excitava ainda mais. Nunca gozara tanto como, naquele dia de iniciação entre os dois. Sim, ele era tudo para ela, e o olhava agora, com aquela cor, que o fogo lhe impingia. e sentia que estava louca de tesão.
Uma névoa, que contradizia tudo o que fora o calor do dia, começava a cair sobre eles. Estava esfriando e por isso eles resolveram entrar na barraca armada. Angélica fora na frente e arrumara o saco de dormir, depois se enfiara dentro do mesmo a espera do se amado. Murilo, fazia anotações, numa espécie de diário de viagem, sempre observado por Angélica. Ela começou a se remexer dentro do saco de dormir e depois de alguns minutos, estava pronta para a chegada de seu namorado. Dentro da barraca, não estava tão frio e por isso quando Murilo, após colocar um short e uma camisa abriu o saco em que sua namorada estava, para se juntar a ela, teve a surpresa de encontra-la inteiramente nua a lhe sorrir. Estendeu os braços para ele, que se aninhou entre eles e buscou sua boca, a beijando como ela gostava. Ela o foi despindo e pouco depois o tinha entre suas sedosas coxas, com o pau a espetar-lhe a vulva aberta. Não teve dificuldades em recebe-lo, pois estava muito molhada, com as recordações a beira da fogueira.Se agarrou a bunda dele e o incentivava a ir fundo dentro dela. Olhava sobre seus ombros, vendo a luz da fogueira, atrás da lona da barraca. quando teve a nítida impressão de ter visto duas sombras passarem entre a luz e eles. Fora tão rápido
que apenas dera para notar que uma das sombra tinha algo comprido que vinha da cabeça, cabelos talvez, que esvoaçavam com o movimento de deslocação. Não sabia por que mas podia aposta que quem acompanhava aquela pessoa era um homem. O cara do vilarejo. Um calafrio percorreu-lhe todo o corpo, e ela se apertou mais ao corpo de seu namorado. Murilo interpretou aquilo, como um gozo arrasador, não suspeitando que ela estava com medo. Mas de quê?
No dia seguinte, bem cedo, levantaram acampamento, seguindo a trilha, que cada vez ficava mais inacessível. Não viam, o sol em sua totalidade, pois as copas das árvores eram bem fechadas. Plantas, que nunca tinham vistos, abundavam pelo caminho que tentavam descobrir. Estavam caminhando a mais de cinco horas e extenuados, e já com fome, se preparavam para dar uma parada, quando Angélica, puxou o braço de Murilo.
__O que foi amor?
__Escute. - disse ela.
__O quê? Não estou ouvindo nada.
__Sim, De fato, até agora não ouvimos o som de nada. Mas eu tenho certeza de que ouvi uma risada, de mulher. Naquela direção, ouça, outra vez.
__É verdade.É uma mulher que rir. Será que encontramos a tal cidade?
__Mas se for ela. esta habitada. Não é fantasma.
__Bom, vamos seguir o som da risada e ver onde vamos chegar.
Apressaram os passos, esquecendo o cansaço e a fome, sentindo que o som estava cada vez mais próximo. Enfrentaram uma subida e repentinamente, saíram em uma campina belíssima, que terminava ao longe em um aglomerado de casas.Tinham encontrado a cidade fantasma. Um riso forte veio a direita deles e quando conseguiram ver quem estava tão contente, a ponto de ter um riso tão cristalino, depararam, com uma cena surreal, pois viam uma jovem que corria a frente de uma rapaz, inteiramente nua, coberta apenas por uma longa cabeleira loura, que lhe atingia as nádegas. Era um corpo esbelto, de forma delicadas, onde a bundinha redonda, se destacava , quando era vista pelas costas.Atrás dela, vinha um rapaz, alto, de porte atlético, que lembrava muito uma lenhador europeu. Angélica estremeceu ao reconhecer nele o mesmo cara do vilarejo e tinha quase que certeza de que eles eram as sombras que passaram a noite pelo acampamento, enquanto ela era possuída por Murilo. Mal teve tento de encerrar seus pensamentos, quando o rapaz interrompeu sua perseguição a garota nua e se voltando para o lado do casal, olhou diretamente para Angélica e deu um sorriso quase que imperceptível. Não para Angélica, que se via hipnotizada novamente, pelo olhar e beleza daquele ser. Sentiu, que eu clitóris formigou e se preocupou.
Depois de breve observação, tanto dele, quanto da bela jovem, ele reiniciou a perseguição á garota. Angélica, não deixou de perceber que da frente do calção do rapaz,saía o que parecia ser um pênis cavalar. Com um bote certeiro, ele conseguiu abraçar a garota por trás, passando a esfregar aquela monstruosa ferramenta na bunda dela, que esperneava de contentamento. O rapaz tornou a olhar em direção ao casal e carregando a jovem, adentraram a mata.
__Que coisa mais bizarra. -disse Murilo. - Você viu, que ela estava nua e que el estava com o pau para fora? Que diabos de lugar é esse?
__Sei lá. Vamos para o povoado?
__Para isso estamos aqui. Cansada?
__Um pouco. Carregar todas essas tralhas, cansa. E você?
__Louco para tomar um banho, comer algo e depois, conhecer o lugar.
Seguiram em direção ao aglomerado de casas e tiveram surpresa de encontrar tudo em ruínas. Não havia nada que pudesse indicar que houvesse alguma pessoa morando por ali. Mas de onde vinha, então aquele casal de jovens que se infiltraram na mata? Foram andando pelas ruas deserta, e nem ser vivente. Porém ao dobrar uma rua que já tinham passado, depararam com uma casa, que parecia ser muito grande, que não tinham visto antes, quando por ali passaram. Angélica argumentou que tinha certeza de que não havia nada naquele lugar. Murilo, também tinha essa certeza, mas como explicar então a presença, dela, bem a frente deles? Chegaram, ao alpendre, após subir dois lances de degraus, estava diante de uma porta onde havia uma aldrava, que Murilo se fez anunciar. O som da argola de ferro batendo na madeira, parecia ressoar por todo o vilarejo, tal era o silêncio que imperava no lugar. Sinalou por várias vezes, sem sucesso. Até que resolveu tocar e girar a maçaneta. A porta de abriu, em meio a um ranger de gelar o sangue nas veia. O cheiro que predominava ali, não era nada agradável. Angélica, não achou que era uma boa ideia permanecerem ali, mas Murilo lhe adiantou que não tinham escolha. Poucos móveis na enorme sala de espera. Tudo indicava que ali fora uma pousada, Entraram em um corredor, onde haviam várias portas fechadas.Porém, do lado esquerdo de quem seguia para os fundos da residência, encontraram duas portas abertas e ao adentrarem por uma delas, se surpreenderam, ao ver que o mesmo, diferentemente da sala de entrada, estava totalmente arrumado e limpo. Foram o o outro e encontraram a mesma cena. Parecia que estavam esperando por pessoas. De volta para a sala, levaram um susto, ao deparar, sentado, com o rapaz da campina. Murilo que já estava incomodado com a audácia do rapaz, que insistia em olhar diretamente para Angélica, colocou ela atrás de si e foi ter com o rapaz.
__Gostaria de saber, que lugar é esse e se quem toma conta deste local se encontra por perto, para lugarmos um quarto.
" Um quarto?"
__Sim. Um quarto para mim e minha esposa. - mentiu Murilo.
" Sua esposa?"
__Sim. Somos casados. -confirmou, vendo o sorriso irônico do rapaz, que parecia contestar o que Murilo dizia.
" Bom, com relação a sua primeira pergunta, aqui é um vilarejo abandonado. Em épocas passadas era a cidade de extração de minérios, mas depois que o veio extrativo acabou, a cidadezinha foi abandonada e hoje esta reduzida a isso"
__Nunca ninguém soube de qualquer tipo de mina de minérios. Como pode ser isso? Outra coisa, porque você vive aqui, sozinho com aquela moça que vimos?
" Tomamos conta do lugar"
__Mas tomam conta do quê, se não existe mais ninguém por aqui?
" Sempre aparecem pessoas, que como vocês, procuram esse lugar"
__Quer dizer que não existe mais viva alma por aqui?
Não foi preciso nem que a resposta viesse do rapaz, pois repentinamente, do corredor, começaram a surgir pessoas estranhas, que tinham aspecto assustador e entre essas pessoas, uma se destacava. Era a garota nua, que o rapaz perseguia na campina. De perto, se podia ver que ela tinha uma beleza perturbadora, e sua nudez a deixava muito mais bela tendo forte influencia no comportamento de Murilo. O tom de sua pele, era bem mais saudável, assim como o do rapaz, perante os demais. O cheiro que naquele momento predominava, era de podridão. O rapaz levantou-se e se aproximou de Angélica e a pegou pela mão. Ela não esboçou a minina resistência, seguindo-o em direção ao corredor. Ao mesmo tempo, a garota nua se aproximou de Murilo o pegando pelo braço, seguindo pelo mesmo caminho. O destino dos dois casais foram os quarto arrumados, cujas porta se fecharam atrás deles. Angélica, estava fascinada,por estar a sós com aquele belo rapaz, que despertava nela um sentimento obscuro. Sabia que estava sob seus domínios e que não podia esperar boa coisa daquele encontro, pressentia isso em seu subconsciente, mas estava com a mente embotada e não conseguia reagir. Estava indo para o abatedouro, sem ter a volta garantida. Estava recebendo ordens, que vinham sibilar dentro de sua mente, e ela obedecia. Tanto é que estava se despindo na presença do rapaz que a olhava com um sorriso malévolo nos lábios.Obedecendo uma voz que lhe dizia que deveria se entregar ao estranho, martela em seu cérebro. Nua se dirigiu para a cama e ali se estendeu, ficando a espera. Ao olhar para o estranho, viu aquele mastro surgir para fora do calção e apontado em sua direção, se aproximar de forma ameaçadora. Ainda, lhe restava um resquício de pavor que podia por para fora, mas não tinha forças. Sabia que ia ser empalada por aquela pica enorme, mas não podia reagir. A dor lhe penetrou o cérebro, quando a lança do rapaz começou a penetra-la.Sabia que estava sendo dilacerada, mas o que podia fazer , senão deixar-se abater, naquele estranho sacrifício. A monstruosa pica a invadiu, rasgando sua tenra carne, vertendo sangue por todo lado, tingindo de vermelho a alvura do lençol que estava sob seu corpo. Sentiu que a sua vida se esvaia, e ela queria lutar para não deixa-la ir, mas estava perdendo aquela batalha. Um frio muito forte tomava conta de todo seu corpo e ela já não via beleza naquele que a possuía e lhe ceifava a vida. Num lampejo, ainda de lucidez, ela pensou em Murilo. Ele que sempre estivera ao seu lado,mentindo até que eram casados, para poder protege-la, não estava ali ao seu lado para livra-la daquele mal.Sua , pouca recordação, se voltou para a noite que passara em total entrega a ele no meio daquela floresta.A ultima coisa que viu, foi a verdadeira forma daquele ser que a possuía e ai tudo se apagou.Gargalhando muito, ele se retirou de dentro daquele reduto que já não tinha mais vida, e estava inerte ali, sofrendo uma transformação cadavérica.
Murilo, quando se deitou sobre a bela jovem e penetrou-a com uma tesão exacerbada, ele viu que algo estava errado. Uma moleza inesperada se abateu sobre ele e a jovem começou a se movimentar sob seu corpo, parecendo que mastigava o pênis que a possuía. Murilo, não tinha como escapar e percebia que tinha caído em uma armadilha fatal. A dor em seu membro era alucinante, e ele foi se deixando dominar. Imaginou que sua amada Angélica, estava correndo perigo e desejava poder ir salva-la, mas sabia ser impossível. Deixou-se abater. Era o fim. A bela jovem, saiu de sob aquele corpo sem vida, olhando para o que restou de um ser que ali entrara belo e que só era a sombra de um ser humano, e sorriu, notando que seu corpo ficava mais formoso que antes.
O tempo passou e lá no vilarejo, um casal de estudantes estava a procura de um bom lugar para tirar fotos. Perguntaram se era longe, uma tal cidade fantasma. Num canto, em uma mesa solitária a jovem notou a presença daquele belo rapaz com aspecto de lenhador europeu, que a fitava, causando-lhe um arrepio!

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:22 de julho de 2015 20:37

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 22/07/2015.

Comentários

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  • zegeraldo
    Postado porzegeraldoem12 de março de 2016 13:30

    os contos nao tem um final porque descreve-os em capitulos se nao os conclui. falta inspiraçao. faça como o devil e o ehoros tomazini um capitulo por dia uito melhor doque ficar esperando postar um a cada mes quando postam.isto e uma critica pois oscontos sao bons so que pela metade perde -se o tesao de ler desmotivando os assiduos leitores deste maravilhoso site

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