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Do fundo do baú

Entre duas mulheres

A vida naquela pequena cidadezinha do interior, era realmente muito agradável.O ar que se respirava ali era até um convite para você ficar mais tempo na cama ou numa mesa de café cheiroso, que sua tia preparava todos os dias, desde que chegara da féria estudantil. Ao longe de ouvia o relincho de um cavalo que pastava, saboreando a grama verdinha que tinha sob si. Sandoval, estava debruçado na janela do quarto, vendo a beleza do lugar, aquele céu azul, algumas pessoas que passavam na rua. Muitas, já estavam se tornando familiar dele, pois sempre as via e elas a ele. Risinhos excitados, das moçoilas do lugar, e de algumas matronas complementavam aquele desfile de mulheres do lugar. Apesar de tudo estar ali, com seu encanto interiorano, o mais interessante, para ele estava no quarto ao lado, dormindo o sono das ninfas saciadas, que deveria estar sonhando com a noite deliciosa que tivera com Sandoval. Marcelina era uma jovem, de pouco mais de 19 anos, que sempre tivera uma queda pelo primo da cidade grande. Por isso sempre recusar qualquer contato com rapazes locais esperançosa de ter a atenção do rapaz. Aguardava ansiosa a sua chegada para passar a féria de fim de ano.Sua mãe, Marta, percebera sua ansiedade e a questionara se estava apaixonada pelo rapaz, recebendo como resposta que sim. Disse que desde o ultimo verão que ele ali estivera ela não pode mais esconder se si mesma que estava apaixonada por ele, mas temia se revelar, por não saber se o mesmo não tinha alguém de onde vinha. Marta porém a fez ver que se tivesse uma outra mulher na vida dele, o mesmo não se refugiaria ali por longo tempo como sempre fazia, largando o seu pequeno negócio nas mãos do sócio, mesmo que fosse seu pai. Ela apenas pediu a filha que não se precipitasse, pois não sabiam exatamente o que ele pensava. Alertou-a de quê não devia ir para a cama com ele, queria entrega-la a seu futuro pretendente pura como nasceu. Aquilo deixou ela meio que frustrada, pois se ele a desejasse como ela o desejava, se entregaria de olhos fechados, mandando as favas aquela membrana incômoda, mas mesmo assim se abraçou a mãe, que era tão gata quanto ela, num gesto de agradecimento pelas palavras. Dentro de si o desejo aumentava a cada pensamento que tinha do primo. Com ansiedade incontida o recebeu se dependurando em seu pescoço, beijando carinhosamente em seu rosto. Os pais se entreolharam, apenas Marta não estava surpresa, sabendo bem o que se passava dentro do coração e corpo da filha.
Os dias foram se passando, e os primos eram vistos constantemente em vários lugares de grande aglomerado de pessoas ou solitariamente nas pracinhas. Claro que haviam comentários, uns maldosos e outros até que encorajadores, onde citavam que formavam um belo par. O assédio das garotas do lugar era grande, mas sem saber porque, Marcelina não se incomodava e até achava graça. Era comum chegar em casa, depois de um passeio com ele pelos arredores, se trancar no banheiro e retirar a calcinha que estava sempre molhada em seu fundilho. Por vezes ela encontrava o seu clitóris intumescido, se destacando brilhante como um pequeno olho olhando para ela. Gostava de toca-lo e ter aqueles choques deliciosos, que eriçavam os pelos de seus braços e pernas. O mais engraçado era que depois de se masturbar ela ficava com vergonha de encarar o primo e ai se recolhia em seu quarto, onde fingia dormir. Tomava o cuidado de colocar a calcinha dentro do cesto de roupa, em meio as peças que estavam para serem lavadas. Cheirava os dedos e até chegara um dia provar os mesmo para saber que sabor tinha o seu sexo, ficando mais excitada que poderia supor. Mexeram na maçaneta de porta do banheiro e ela se assustou. Esperou um pouco, até se certificar de que não havia mais ninguém por ali e rapidamente se refugiou em seu quarto.
Sandoval entrou no banheiro assim que percebeu que o mesmo estava vazio, se preparando para tomar um bom banho. Estava se despindo quando notou sobre o lavatório aquele pano enrolado. Curioso o pegou e acabou vendo que se tratava de uma calcinha rendada, muito bonita por sinal. Sabia que só podia ser de sua prima, pelo tamanho. Safadamente ele a levou as narinas para sentir o perfume do corpo da prima. O contato com o frio de uma umidade, o deixou curioso. Viu que era do funda da calcinha que a sensação de friagem chegava. Ficou excitado ao saber que estava em contato com algo muito intimo da jovem e sem pensar duas vezes, diante do pau duro que dava pinote no ar, passou a se masturbar com a peça no nariz. Se imaginou tendo a chance de tomar o que ela expeliria do seu sexo ele chegou ao gozo. Após tomar banho, Sandoval se vestiu e não perdeu a chance de pegar a peça que a jovem esquecera e a guardara no bolso. No jantar, Sandoval, não tirava os olhos de Marcelina. Ela por sua vez estava encabulada, por ter os pais ali também e por isso pouco olhava para ele. Marta que sabia dos desejos da filha, sorria. Sandoval, queria brincar para ver como seria a reação da prima ao saber que ele tinha pegado sua calcinha. Como estavam de frente um para o outro, naquela mesa de jantar, ele sem fazer muito movimento, pegou a peça intima da moça, tirou o pé da sandália e a colocou entre os dedos e por baixo da mesa fez o pé alcançar o colo da moça, que levou um susto, quando sentiu que algo estava se movimentando entre suas pernas. Quando olhou para baixo e viu o pé com sua calcinha, engasgou, o coração acelerou. Não sabia como agir e depois de olhar rapidamente para o primo, o viu fazer um sinal, para que pegasse a peça. Marta que tinha percebido que algo estava acontecendo por debaixo da mesa, olhou discretamente para o lado de onde a filha estava e viu o que estava acontecendo. Marcelina pegou a peça e a enrolou na mão. Não terminou o jantar se levantando indo para seu quarto. O pai estranhou, mas Marta disse que ela, a filha, esta com indisposição de mulher. No seu quarto, sobre a cama, Marcelina estava toda tremula e chorava de vergonha.
Com a janela aberta, Sandoval olhava para aquele céu estrelado. Estava nu, pois fazia muito calor. Alisava o pau, que estava duro. Pensava na prima que estava no quarto ao lado e mais excitado ficava exercitando a mão com mais velocidade até que jatos de sêmen saíram diretos para seu peito e ventre.Na manhã seguinte, ele acordou bem tarde e não sentiu o cheiro gostoso do café que sua tia preparava. Pegou uma toalha e se dirigiu para o banheiro. Estava entretido se esfregando, quando notou que a porta do banheiro se abriu. Gritou que estava no banho, tentando alertar quem estivesse entrando. Ninguém disse nada, sinal de que tinha ido embora, mas para sua surpresa a porta do box se abriu e ele viu a figura bela e madura de sua tia, inteiramente nua,que entrou e fechou a porta atrás de si. Estava com os cabelos presos, mas assim que se aproximou do sobrinho, o soltou, deixando que caísse sobre seus ombros. Os seios graúdos, de bicos grossos, balançavam de acordo com o andar dela, que esbanjava sensualidade que não passou despercebido pelo sobrinho que a olhava, num misto de admiração e de tesão. Estava perturbado, sem saber se devia a tomar nos braços ou se deveria respeita-la, apesar de estar com ele nu e ela nua, dentro de um box de banho, como sua tia, irmã de sua mãe. Enquanto pensava desta forma com a cabeça de cima, a debaixo estava se mostrando agitada. Marta o olhava intensamente e sem a menor cerimônia levou a mão até o pênis do rapaz.Com a outra mão o puxou para si procurando sua boca para um beijo que transmitia o tesão que estava sentindo. Alisou o pau, sentindo a sua dureza e o diâmetro do mesmo e depois do beijo falou olhando nos olhos de Sandoval:
__É essa maravilha que pretende dar a minha filha? - apertou mais ainda como se o punisse pelo desejo. - Ela, ainda é virgem, sabia? Portanto meu amor, vá com calma, viu?
Sandoval, só escutava e não acreditava que estava ouvindo aquele conversa franca da mãe da jovem que ele queria comer. Saindo do torpor que estava, puxou sua tia para junto do seu corpo e a beijou impetuosamente. Acariciou um dos seios dela e depois o chupou. Marta gemia, e ofegava como uma adolescente. O corpo da mulher era puro tesão e vibrava como um diapasão para afinar as notas do desejo. Sandoval, alisava o corpo cheio daquela mulher bela que se entregava aos caprichos daquele rapaz que tinha seu sangue. Agarrada ao pau de Sandoval ela ia aos poucos se agachando e acabou ficando a altura do membro, que estava a poucos centímetros da sua boca. Olhou para instrumento de prazer e muitas coisa passou pela sua cabeça. Tinha se agarrado á aquela oportunidade que se apresentara, do envolvimento de sua filha, amorosamente com o primo, e com isso estava ali para desfrutar daquele jovem mancebo que a estava instigando de a muito, mas que procurava deixar de lado para não complicar. O gosto daquele pedaço de prazer, lhe era familiar. Tinha a textura e a pulsação, dos muitos caralhos que ela chupara na vida de adolescente. Se remeteu aos bons tempo de esfrega-esfrega, no portão de casa ou no pátio do colégio onde estudara, só que agora ela tinha tudo a sua frente e podia aproveitar. Chupou com delicadeza mais com sucções que estremeciam o corpo do rapaz. O mesmo olhava para baixo e não acreditava, que tinha sua pica sendo chupada por aquele mulher que tinha mais experiência do que ele, em termos de sexo. Sentia-se motivado, pelo termo da conversa que ela lhe apresentara, ao afirmar que sua filha era cabaço. Sabia que ele queria come-la e devia saber de alguma coisa com relação a ela que indicava que as duas já tinham conversado a respeito dele. Quando ela passou a chupar seus bagos ele viu que resistiria por pouco tempo e tinha que agir, mas não ali. Levantou-a e pediu que fosse para seu quarto e o esperasse lá. Marta, sedenta que estava por uma boa trepada, se enrolou na toalha e saiu do banheiro. Sandoval ficou um pouco, pensando, em como tudo estava caindo de paraquedas em seu colo. Iria comer mãe e como sobremesa, a deliciosa filha, que ainda era cabaço, Não podia querer melhor sorte que aquela. No quarto, Marta estava toda nua sobre a cama a espera do sobrinho. Sentia o fogo do desejo a consumir por inteiro, começando entre suas coxas e indo até os bicos dos seios. Se acariciava quando a porta se abriu e a figura do rapaz surgiu. Notou que sob a tolha que lhe ocultava toda a nudez, o pau estava duro. Sandoval fechou a porta e a pedido dela, passou a chave. Se aproximou do leito, já se desfazendo da toalha, que ficou jogada no piso, ostentando sua masculinidade que empinada demonstrava toda sua pujança. Marta lentamente foi separando as pernas e luz matinal deixava que se notasse a beleza do sexo, onde uma densa mata púbica, ornamentava, aquele centro erótico feminino. Levou as mãos, até o sexo, e separou os lábios da genitália, demonstrando a beleza rosada de sua intimidade.Sandoval, se ajoelhou entre as pernas da tia e chegou com a boca em seu sexo que já estava bem molhado de secreções intimas. Quando sentiu a língua do sobrinho, ela se esqueceu que no quarto ao lado, estava sua filha Marcelina, que devia estar ainda dormindo. Devia. Mas não estava e ela ouviu o gemido, quase um grito da mãe, quando a boca de Sandoval começou a trabalhar na boceta de sua mãe. Ela porém não imaginava que quem estava propiciando aquele estado de euforia em sua progenitora, era a pessoa que não saia de sua cabeça, e que embalava seu desejo de se tornar mulher, com ele. Se recordava do momento em que o pé dele segurando sua calcinha tocou-lhe as pernas e subiu para seu colo, provocando-lhe um susto enorme e um certo constrangimento por ter esquecido a calcinha no banheiro, quando alguém mexera na maçaneta da porta, provavelmente tinha sido Sandoval e ela, assustada, apenas e preocupara em saber se o caminho estava livre para sair dali sem ser vista, havia esquecido e colocar a peça no cesto de roupas para lavar, como sempre fazia. Suas mãos, procuraram pontos de satisfação em serem acariciados, seios e a xoxota morna que parecia inchada, onde o seu clitóris se destacava. O acariciou e sentiu uma corrente de pequenos choques, a fazer estremecer. Arfou, quando um gozo a presenteou pelo esforço manipulatório. Apertou os seios até os bicos doessem e esticando várias vezes as pernas, deixou-se ficar estática, gozando do prazeroso cansaço pós gozo. Voltou a adormecer, sem perceber que os gemidos se tornavam mais intermitentes no quarto de seus pais.
Marta estava absorta em desfrutar daquele momentos de intensa entrega ao seu sobrinho querido, de sentir uma pica jovem que a invadia, recheando seu intimo com todo aquele vigor. Ela que de a muito não vivia uma relação sexual completa com seu marido, por razões que desconhecia, mas que desconfiava ser por causa de uma outra mulher, estava sendo amada e desejada por um jovem que podia ser até seu filho em idade, o que a deixava com mais tesão e se entregava sem se impor a nada. Até mesmo quando ele, depois de vários minutos em sua vagina, se retirou e pediu que ela ficasse de quatro, se segurando na guarda da cama. Percebeu que algo de diferente ia acontecer e só percebeu o que era, quando a pica que estava sendo esfregada em sua vulva melada, se dirigiu ao seu rego e o lubrificou com sua seiva e depois se concentrou em seu cu, forçando a entra da glande. Nunca tivera uma relação anal, nem nos tempos de solteira, e por isso se assustou um pouco, o que a fazia contrair os tônus anais. Marta se encontrava absorvida em saber o que resultaria daquela posse selvagem. O pensamento a levou a olhar para trás, com o rosto visivelmente contraído pela dúvida. Sandoval, que já tinha notado que ela estava tensionada na região que desejava, e ia invadir, acariciou as costas dela e foi procurar beija-la da forma mais amorosa possível. Levou as mãos aos seios dela e passou a dedilhar os mamilos que foram ficando mais tesos. Mexia neles e apertava as mamas com sutileza, o que foi levando a mulher a se desconcentrar do medo que sentia e relaxando o esfincter, não percebia, mas a glande começava a ser encapsulada pelo ânus que cedia a pressão, dando-lhe a tão almejada passagem. Quando sentiu uma pequena fisgada e voltou a realidade do que estava acontecendo, olhou para o sobrinho, admirada e agradecida. Se curvou mais e assim ficou com o belo traseiro exposto, recebendo as estocadas que a preenchia por completo o reto.Não sabia por que mais estava com vontade de chorar, quando se agarrou as roupas de cama. Se conteve por pouco tempo e logo os soluços, faziam coro, com o som da virilha de Sandoval, de encontro a sua bunda. Marta estava em êxtase, pois estava se entregando, como nunca o fizera em toda sua vida e descobria, não muito tarde, que o sexo tinha suas variantes e que podia se adaptar a elas, se tivesse uma pessoa carinhosa do lado para leva-la a isso. Sem poder deixar de lado, pensou em sua filha, que teria a sorte de se tornar mulher nas mãos de um homem valioso. Ao mesmo tempo sentia que a estava traindo, pois estava levando para a cama o homem de seus desejos, e bem ali do lado do quarto dela.Talvez por isso, por pensar desta forma, sentiu o corpo se desconectar um pouco do que estava acontecendo naquele momento, não percebendo quando Sandoval ejaculou fartamente em seu reto. Quando se deu conta do que tinha acontecido, pulou da cama e correu para o banheiro. Sandoval, não entendeu o que tinha acontecido e foi atrás dela, mas encontrou a porta do banheiro trancada por dentro. Chamou pela tia, mas esta, mandou que fosse embora dali.
Naquele dia pouco se falaram, Sandoval que insistia em ter um diálogo com sua tia, Marta que não queria conversar com o sobrinho por causa do que tinham feito, mas que gostara, e Marcelina que ainda estava envergonhada pelo ocorrido na noite anterior.O clima estava tenso e por isso mesmo Sandoval resolvera sair para dar uma voltinhas na praça. Quando voltou, viu a que a casa estava em completo silêncio, tomou um copo de água e foi para seu quarto. Quando abriu a porta do quarto, levou o maior susto, mas também ficou contente por ver sobre o leito o corpo, que já conhecia, de sua tia, em trajes reduzidos. Com espanto ele viu ao lado da cama, um tubo que reconheceu ser de lubrificante e uma cartela de camisinha. Olhou para Marta e para as coisas ao lado dela. Vendo que ele tinha no rosto a expressão de interrogação ela lhe explicou que aquilo era para ele usar com sua filha. Sandoval, achou estranho, mas aquiesceu e se sentou ao lado da mulher, que lhe permitiu levantar a blusa e expor os seios sem proteção. Massageou-os até ver que ela arfava e comprimira as pernas demonstrando que estava querendo que ele a levasse mais longe naquelas caricias. Quando foi questionada sobre a presença de Marcelina, ela disse que a mesma tinha saído com umas amigas e que não voltaria tão cedo. Ao mesmo tempo que dizia isso se livrava da calcinha que era a outra parte que complementava seu vestiário naquele momento. Separou as pernas, alisou a boceta e de repente se virou, ficou de quatro e se curvando para a frente, levou as mãos as nádegas, que separou e com o rosto voltado para o sobrinho pediu:
__Faz, em minha bunda, outra vez, que quero sentir o que deixei de sentir. Não fale nada, apenas me possua sem demoras!
Sandoval apenas abriu a braguilha da calça, tirou da cueca o pau que já estava tinindo e ia cuspir na glande, quando se lembrou do lubrificante que ela, sua tia tinha trazido, e de posse dele espremeu uma boa dose do gel, que untou todo o rego da mulher e a cabeça do seu pau. Marta gemeu, sentiu a dor da penetração, que foi aliviada aos poucos com as caricias dirigidas a sua vulva, pelos dedos do sobrinho, e pouco depois, se concentrando no que ocorria em seu cu, percebia cada veia do pau que a invadia, pulsando em suas paredes anal. Marta estava disposta a aproveitar o que deixara de faze-lo pela manhã, por causa do bobo sentimento de culpa. Vira, lá no banheiro, que ela não estava fazendo nada demais. Estava se entregando ao sobrinho por que estava carente, e ele muito bem receptivo, ao fato de não se incomodar, dela ser a irmã de sua
mãe o que era considerado como incesto. Mas quê incesto? Talvez incestuoso fosse o fato do seu marido não procura-la por alguma razão. Ali estava um jovem homem, com toda sua pujança, incansável, que lhe dava o que ela precisava, o diploma de fêmea ainda muito fogosa. Marta, gozava, e agora deixava os gemidos brotarem dos eu útero, ecoando por toda a casa, como um grito de júbilo, por estar tendo o prazer que uma mulher sempre deve ter ao lado de um homem que a deseje. Desta vez, ela sentiu os jatos de esperma em seu intestino e vibrou muito. Achou pornográfico, quando Sandoval se retirou do seu cu e o mesmo começou a soltar o ar acumulado, nos entra e sai da pica. Se divertiu, quando a porra em liquidez começou a escorrer entre suas pregas, indo banhar sua vulva.
Felizes foram se banhar e lá continuaram com algumas caricias, que resultaria em uma foda no piso do banheiro.
Marcelina, passara o dia todo fora. Estava ainda meio encabulada, para poder encarar o primo. Coisa de moça do interior, onde ainda se enrubescia diante de um homem, por qualquer coisa que fosse de fórum pessoal. O que ela não sabia era que Sandoval estava disposto o quebrar todas as regras pré estabelecidas e que naquela noite algo de muito importante iria acontecer em sua vida. Já passavam das onze horas, e todos já tinham se recolhidos aos seus quartos. Mais uma noite de temperatura alta, onde a pouca roupa era necessária para ser chegar a conciliar o sono. Se possível ficar sem nada no corpo era o ideal.Marta assim estava, deitada de bruços ao lado do marido. Ressonava, envolta por recordações maravilhosa do dia que chegava ao fim. Com as pernas ligeiramente afastadas, ela propiciava, mesmo no fulgir da luz, que invadia o quarto, vindo do brilho da lua que iluminava o céu, uma tentadora visão daquele corpo de mulher que parecia ter um viço que seu marido nunca vira antes. Ele sentiu o pau vibrar e levou a mão até a bunda da esposa, que acordou mais fingiu que ainda dormia. Sentiu o dedo do marido percorrer seu rego, sem ir mais fundo a ponto de alcançar o seu deflorado ânus. Depois de muito tempo, ele ousava toca-la. Quis castiga-lo e forçou a contratura muscular para unir mais as nádegas e com isso não permitindo ir além da superfície. A mão desceu para a sua vulva, mas a encontrou travada. Pouco tempo depois Marta percebeu que aquele movimento que a cama fazia, nada mais era, que seu marido se masturbando, olhando para seu corpo. Sorriu satisfeita.
Sandoval, tentara entrar no quarto de sua prima, mas encontrou a porta trancada. Ela não queria facilitar. Chateado ele procurou sair e dar umas voltas pela propriedade e apreciar aquela noite belíssima. Sentiu vontade de ter a tia ali do seu lado, para fode-la até o amanhecer. Essa ideia o levou a ir para o corredor lateral que o levaria aos fundo do terreno, passando pelas janelas do quarto onde ele estava hospedado depois viria o de sua prima e logo a seguir o de sua tia. Parou, entre, não saber se a sorte o favorecia ou se era apenas uma ilusão, quando que percebeu que a janela do quarto de sua prima, devido o forte calor que devia estar sentindo, estava aberta, com a vidraça levantada. Foi pé ante pé e chegando a janela, que estava em uma altura que permitia que ele visse o interior do quarto, espiou e deparou com a visão maravilhosa do corpo da prima, envolto em uma diáfana camisola bem curta, onde pouco era escondido. Olhou-a por alguns minutos e depois tomou uma decisão. Com uma agilidade que desconhecia, transpôs a pouca barreira que o separava da sua tão desejada prima. Ele agia como um felino, pois ela não o escutara chegar junto a sua cama, a não ser quando ele se sentou ao lado dela e a mesma assustada ia soltar um grito, que foi abafado pela mão dele. Enquanto impedia que ela gritasse, levantava a camisola e passava a mão em seu púbis, subindo a seguir por baixo do fino tecido, que ia subindo com a trajetória da mão e revelava os delicados pomos, cujos bicos rosáceos, estavam ali convidativos. Sandoval já não fazia mais pressão sobre a boca de Marcelina, que ofegava, diante das chupadas que levava nos seios. Estava entregue a sua mercê.O dedo de Sandoval, sondou entre os lábios vaginais, o introito vaginal, tateando a abertura que realmente estava selada, subiu mais o dedo e tocou-lhe o clitóris, vendo a prima acusar o efeito do toque, ao remeter o corpo com força, para cima. Olhando para a bela jovem, ele deixou de acaricia-la em seu sexo e foi tomar-lhe a boca na sua. A língua de ambos duelaram em busca da maior profundidade, alcançando seus palatos. Ansiosa e amorosa, Marcelina o abraçava e esfregava os bicos dos seios na pele do primo, os comprimindo para melhor sentir seus pelos peitorais, fazendo ligeira cócega, excitando-a ainda mais. Seu pescoço estava marcado pelos chupões que levava. Se olharam por instantes e ela se ergueu um pouco, para olhar o pau dele que se encontrava em sua mão. Havia em sua expressão um desejo insano de ter aquela parte do seu amor, em sua boca, e quando isso se deu, ela suspirou emocionada, passando a chupa-lo com lentidão, mas dando a ele a possibilidade de se sentir amado e querido. Não estava sendo levada a ter uma mera relação sexual para deixar de ser virgem, mas se tornar uma mulher plena. Amava aquele homem e tudo que dele vinha lhe era por demais prazeroso. Molhava-se com uma facilidade que chegava a achar que esta urinando. Passeava a língua por toda a cabeça da pica, lambia e chupava com vontade e quando tirava a boca do mesmo o alisava observando as feições de Sandoval se modificar e seu corpo estremecer, ai tomava novamente a pica na boca e a levava até a garganta. Em dado momento percebeu que a fenda do membro saia um liquido que era salgadinho e muito viscoso. Seus sentidos ficaram mais aguçados e quando ele a deitou de costas no leito e pegou algo no bolso da sua calça, percebeu que estava chegando a tão esperada hora. Viu o rapaz revestir o pau com o preservativo e depois se apoderar de um tubo que apertou e extraiu um gel, que passou sobre a glande protegida e depois passou um pouco em sua boceta. Ela separou e elevou as pernas, deixando a vulva escancarada. Sentiu quando o primo veio para cima dela e depois de pincelar o pau em toda a extensão do seu sexo, conduziu a glande para a sua abertura a ser desbravada e quando sentiu que estava encaixada, procurou sua boca, mas mesmo assim não foi difícil perceber a contração dos seus lábios, quando ele jogou todo seu peso sobre seu sexo forçando o rompimento do hímen, que provocou uma ligeira dor e lágrimas escorreram pelo belo rosto. A pica entrou e foi se aprofundando dentro do canal cuja entrada lacerou. Se olhasse para seu membro, veria que a camisinha estava manchada de vermelho e que o vermelho estava manchando o lençol, abaixo das nádegas de Marcelina. O orgasmo se aproximou violento explosivo, enchendo a camisinha de esperma. Marcelina, se contraiu, estremeceu e ficou com o rosto rubro, quando o gozo chegou, coroando a sua entrada para o rol das ex virgens. Apertou o corpo daquele homem que ainda estava com o pau dentro dela, latejando e ficando mais duro a cada instante. Ela olhava para ele como se fosse um divindade, e depois de beija-lo, declarou todo seu amor.
Sandoval, debruçado na janela, via o dia deslumbrante que estava se fazendo. O cheiro do café, feito por sua amante e tia, enchia o ar com seu delicioso aroma. No quarto ao lado, uma jovem bela estava ainda adormecida, sonhando as delicias que tinha passado naquela noite quando se tornara mulher. Sandoval viu as mulheres que passavam na rua. Sorriu, saiu da janela e caminhou rumo a cozinha, onde uma mulher madura e muito bela, estava preparando a mesa de café. Desde que ali chegara, ou em outras férias ali passadas, nunca a vira tão feliz e apetitosa como naquela manhã. Olhando-a indo de cá para lá, com aquele sorriso malicioso nos lábios, se deu conta de que tinha que dividir, não só sua atenção, mas o seu pênis, entre duas mulheres!

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:26 de junho de 2015 16:38

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Lingerie

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Comentários

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  • Eduardo
    Postado porEduardoem5 de novembro de 2015 14:58

    Um dos melhores contos que já li.

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