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Do fundo do baú

Feliz aniversário continuação

__ Como disse á ele, no dia que pela primeira vez transamos, eu devia ter feito o que você fez, ou seja, me dirigir a ele e rasgar o verbo. Você, que não tinha nada a ver com isso, apenas quis ajudar uma amiga, o fez, por quê, não fiz o mesmo? Mudei, porque quero tê-lo para sempre, só isso.
__Não acha que para sempre é muito tempo? - questionou Regina encarando a amiga.
__Quando se ama, não.
__Quer dizer que você esta fechada a novos relacionamentos?
__Claro que sim.
__Totalmente fechada? Tem certeza? Pensa bem no que vai dizer.
__Ué, não estou te entendendo. Por que me vem com essas perguntas, que para mim não tem o menor fundamento?
__Deixa pra lá. Você obviamente vai na festinha que vou dar a ele?
__Pode ter certeza que sim, pois depois vamos terminar a comemoração em grande estilo.
__Ele socando em seu cu e você gozando?
__Credo! Como você esta ácida hoje. Será falta de pica?
__Pode ter certeza de que não é. Bem, quando chegar a hora vou mandar um táxi vir buscar o bolo.
Patricia, ficou encafifada com aquelas palavras de Regina. Parecia que ela desejava dizer alguma coisa. Estaria Bruno a traindo e a amiga quisera lhe alertar sobre isso?
Várias pessoas se aglomeravam, nos comados da casa, só sobrando o quarto dos fundos da casa, que servia para acomodar hospedes. Eram rapazes e moças, amizades de Regina e seu irmão, bem como de Patricia também. Esta não largava o namorado de jeito algum, ainda tendo na memória a conversa que achara estranha, com sua amiga. Seus olhos, buscavam em cada rosto feminino uma possível paquera ao seu amado. Bruno estava estranhando aquele grude por parte dela e a questionou:
__ O que esta acontecendo? Por quê, você não esta indo conversar com as pessoas?
__Não esta gostando da minha companhia? - quis saber ela toda desconfiada.
__Eu não disse isso, apenas estou te achando isolada. Você que é tão extrovertida, esta aqui ao meu lado. Até parece que faz marcação cerrada para que ninguém se aproxime de mim.
__Exite motivo para isso?
__Eu é que te pergunto se exite motivo para isso.
Vendo que estava realmente exagerando, ela disse que iria atrás de Regina. Depois de muito a procurar, saiu para a parte dos fundos da casa, onde a encontrou bebendo. Parecia triste. A questionou:
__Posso saber o que a minha melhor amiga faz aqui sozinha, enquanto todos se divertem.
Regina a olhou, tomou mais um gele da bebida e começou a andar, sem dizer uma só palavra. Foi em direção ao quarto destinado aos hóspedes, abriu a porta acendeu a luz e entrou.
Foi em direção a cama e se atirou nela. Pati se aproximou, sentando ao lado dela e colocando a mão em seu braço a forçou para se virar e encara-la:
_ O que esta havendo, amiga? Qual é o seu problema? Vamos dividir e tentar solucionar o mesmo. -disse a acariciando no braço.
Os olhos de Regina começaram a ficar marejados e pouco depois as lágrimas começaram a rolar pela face bela, daquela jovem que era irreverente em todas suas ações. Pati se acercou mais da amiga e limpou com os dedos aquelas lágrimas que teimavam em escorrer pelo seu rosto.
__Ei,ei! Nunca te vi assim. Posso te ajudar?
__Poder até pode, mas não sei se vai querer.- disse Regina.
__Faço qualquer coisa por você?
__Até deixar o meu irmão?
__O que? Que papo é esse? Por que deveria deixar Bruno?- perguntou Pati se assustando e recuando. largando o braço da amiga.
Regina sentou-se ficando de frente para Pati.
__Você quis saber o que estava havendo e qual era o problema, não foi? Pois bem, estou assim por que estou amando.
__Mas isso é muito bom. Até que enfim. Eu conheço? Mas...qual é o problema de você estar amando?
__Você!
__Eu? Mas porquê, eu?
__Por que eu amo ...você.
__Você ficou louca Regina? Que absurdo.- disse ficando em pé.
__Não é de hoje que sinto esse amor por você. Nunca deixei transparecer,mas te amava em silêncio. Aliás esse mal e familiar, não? Veja o exemplo de meu irmão. Ainda quer me ajudar a solucionar esse problema?
__Olha. vamos esquecer essa nossa conversa. Vou me embora e te prometo que vamos continuar sendo amigas. Amigas, só.-disse Pati se encaminhando em direção da porta que ainda estava aberta.
Regina, em uma ágil ação, ultrapassou Pati e fechando a porta a chave, barrou sua passagem. Se encararam.
__Abre essa porta que eu quero sair. Por favor, não vamos estragar essa nossa amizade.-implorou colocando a mão no ombro da amiga, que encostou o rosto na mesma e a beijou. Pati recuou e tentou pegar a chave da mão dela, mas o que fez foi ficar presa em um abraço apertado. Quis dizer que não queria aquele tipo de situação, mas teve a fala interrompida, pela boca de Regina que estava colada a sua, num beijo de desespero, que clamava reciprocidade. Pati se debateu, mas estava muito bem cerceada de seus movimentos e se viu sendo levada para a direção da cama. Não conseguiu evitar a queda sobre ela, com o corpo de Regina sobre o seu. Não conseguia deixar de fitar o rosto congestionado de sua amiga e sentir a sua saliva se misturando a dela. Era involuntário, mas ela sentia que a língua da outra, tinha uma audácia maior que a de Bruno, rebuscando no céu da boca, algo que excitasse. Com a coxa entre as de Pati, Regina subiu-lhe a saia e meteu a mão dentro da calcinha dela, chegando na vulva, onde penetrou em busca do" elo "escondido, onde os lábios vaginais se união. Pati ainda lutava, mas analisava o que aquele ataque estava provocando dentro de si. Não queria admitir que estava sentindo algo de diferente em sua corrente sanguínea, nos batimentos do seu coração ou na revolução que estava ocorrendo em seu estômago. O toque em seu clitóris a fez estremecer e puxar o folego pela boca, mas apenas absorveu o que a boca de Regina lhe impunha. Sentiu um dedo da amiga penetrar o lugar que seu amado Bruno iria receber com muito carinho e desejo. O dedo de Regina remexeu dentro da vagina, que já começava a ficar molhada. Era um sinal positivo para ela. Deixou a boca da amiga e a olhando dentro dos olhos disse:
__Não me odeie por te amar. Lutei muito para ficar no anonimato, mas tendo entregado você de bandeja para meu irmão, compreendi eu devia ter-me revelado antes de te perder para ele. Te amo tanto, Pati. Quero te amar muito mais. Mostrar a você que meu amor é sincero. - dito isso voltou a beija-la, agora com dois dedos dentro da vagina que pulsava descontrolada. Pati, diante da violação, não lutou mais, deixando que a amiga fizesse o que desejava. Se bem que não esperava chegar a um estágio tão avançado de tesão nos dedos de uma mulher, ainda mais ela sendo sua melhor amiga, irmã do seu grande amor. Deixou o corpo relaxar de todo o esforço que fizera para impedir aquela posse, passando a analisar cada toque da amiga em seus pontos mais sensíveis. Ao ter os seios acariciados e depois os mamilos sugados pela boca macia de Regina, comparou as mesmas caricias com Bruno e as achou diferentes, mais excitantes. Gostava de Regina como se fosse sua irmã e não desejava vê-la infeliz por uma coisa que poderia fazer muita diferença em seu relacionamento com ela, mas...queria vê-la feliz. Por isso se deixou levar pelo momento, curtindo aquele novo tipo de carinho. Seus olhos se fecharam e ela viajou em um mundo de coisa estranhas, mas gostosas de sentir, até que corpo estremeceu e tudo se apagou. Goza, de forma radical, a assustando. Regina sorriu e a abraçou com força.
O bolo, entrou na sala, nas mãos de Regina e Pati, que o depositaram sobre uma mesa. As luzes se apagaram ficando a luminosidade só das velas que vinham do bolo. Todos começaram a cantar, saudando o dono daquele acontecimento festivo. Pati, com o braço na cintura do namorado, entoava a velha canção, sentiu que uma mãos se punha sobre a dela e os dedos se entrelaçavam. Era Regina que do outro lado abraçava o irmão. Quando ele tentou por diversas vezes apagar as velas sem sucesso, desistindo, até ve-las se apagarem sozinhas, recebeu os cumprimentos das duas que lhes desejaram um:
Feliz aniversário!

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:23 de setembro de 2015 10:28

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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