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Gata em desespero total - II e III

Confesso a vocês que passei a olhar minha mãe, com outros olhos a partir do momento que ela me contou sobre o ocorrido no banheiro. Me interessou saber o que se passava entre ela e meu pai, para que se interessasse pela "pistola " do meu amigo. Por coincidência uma noite ao sair para tomar água, passando pelo quarto do casal, escutei o ranger da cama e gemidos feminino e um resfolegar muito gutural de outra pessoa, que no caso era meu pai. Eu nunca tinha ouvido qualquer ruido de transa entre eles, por não prestar a atenção ou os dois pouco transavam mesmo. Quis ver pelo buraco da fechadura mas a escuridão dentro do quarto me impediu de ver qualquer coisa. Enquanto bebia água fiquei imaginando minha mãe sendo comida pelo meu pai. O mais curioso era que eu estava de pau duro pensando em minha mãe. Em meu quarto eu não conseguia conciliar o sono, pois só via a imagem de minha mãe nua de pernas abertas recebendo a pica...minha. O que estava acontecendo comigo, eu estava desejando a minha mãe.Tudo bem que ela era muito gostosa, como minha tia e tão bela quanto, mas era minha mãe. O pau doía quando eu o comecei a alisar, bem devagar e aos poucos fui aumentando a fricção e desenvolvendo movimentos violentos de puro êxtase, vendo as golfadas de porra que saia da cabeça da pica. Eu achava que tinha que me confessar com um padre e pedir perdão pelos pensamentos pecaminosos ao desejar minha mãe. No entanto no dia seguinte ao cruzar com ela na cozinha o diabinho da tentação começou a me cutucar e eu deixei escapar essa:
___A senhora melhorou, mãe?
___Melhorei de quê?
___Ouvi a senhora gemendo esta noite quando vim beber água.
Minha mãe ficou da cor de uma pimenta malagueta. Não me encarou a princípio, permanecendo de costas para mim. Algo me empurrou para ela e me aproximando a abracei por trás fortemente e lhe dei um beijo na nuca. Ela, com um leve tremor pendeu a cabeça para trás apoiando em meu ombro e me olhando sorriu. Alisou meu braço e depois colocou dedos em meus cabelos remexendo-os. Aquele simples carinho me deixara excitado e não conseguir conter a ereção, que ela passou a sentir em seu traseiro.Fechou os olhos por um instante e séria procurou se desvencilhar dos meus braços, mas o pior aconteceu. Eu a apertei mais de encontro ao meu corpo fazendo com que me sentisse mais duro que nunca. Através do decote do vestido, naquela posição que ainda se mantinha pude ver seus seios bojudos que subiam e desciam de acordo com a aceleração de sua respiração que começava a se tornar ofegante. Ela voltou a deixar a cabeça em meu ombro e depois procurou me afastar delicadamente. Eu não sabia como agir diante de ter ficado de pau duro ao encostar no traseiro dela, gostara, ela fora muito delicada comigo ao não me recriminar, mas eu achava que estava super errado. Corri para o banheiro e lá me aliviei expelindo em jatos de porra toda a minha raiva.
III
Passei a evitar ficar a sós com minha mãe que notou e ficava só me olhando pensativa. Por outro lado o meu foco passou a ser a minha tia. Estava perdido de tesão por ela, que abusava de sensualidade e eu não sabia se estava transferindo para ela o tesão que estava sentindo pela minha mãe, fosse por ser provocante ou por se parecer com a irmã.Ela se e insinuava sem demonstrar qualquer interesse. Ela e Gabriel engataram um caso que e logo culminaria com o que ela mais desejava ou seja ver a coisa grande dele e ter uma senhora foda com ela. Sabedora de que meus pais iriam passar a maior parte do dia fora de casa, tia lucrécia marcara um encontro com Gabriel. O que ela não sabia era que eu ouvira tudo e sabendo a hora que o encontro se daria ali em casa, comecei a achar um jeito de poder espiona-la e ver se aconteceria alguma coisa entre os dois. A lavanderia que tinha porta de comunicação com a cozinha e com a parte externa da casa seria o local pela qual eu entraria na casa. Esperei muito tempo até Gabriel chegar. Entrei com todo cuidado do mundo e fui me esconder atrás do refrigerador, de onde eu podia ver a sala. Mal se sentaram começaram a se engalfinhar, onde as roupas foram sendo tiradas e o dois em pouco tempo estavam nus e ela admirada via a sua frente a ferramenta monstruosa que ele tinha entre as pernas. Ela pegou a pica com as duas mãos e a sobrepesou e não se cabendo em si abaixou a cabeça e tomou vara na boca procurando colocar o máximo que podia dela entre seus lábios. Retirava a boca dela e depois de a admirar voltava a engolir até onde dava. A pica dura era mais monstruosa que em estado de letargia e eu ficava a pensar como uma mulher podia aguentar tudo aquilo. Ele a colocou de pernas aberta e foi dar um pouco de carinho em sua boceta carnuda. Tomou toda a parte externa na boca e deu um forte chupão que arrancou dela um gemido de prazer. A seguir trepou sobre ela e com firmeza foi enfiando a pica dentro dela que se juntou a ele gemendo muito como que querendo ser empalada por aquela lança sexual. Gabriel no entanto tinha ciência de que não poderia forçar muito senão a machucaria e assim sendo passou a cadenciar as investidas na boceta de titia. Ela estava desvairada e gritava muito cravando as unhas onde pudesse. A pica entrava e saia brilhante pelo liquido que a lubrificava sem parar. Era bonito ver o contraste dos corpos suados. Gabriel tirou a pica da boceta dela e lhe cochichou algo ao ouvido, como se temesse que alguém ouvisse. Ela o olhou assustada e eu logo calculei o que ele tinha dito.Ela estava temerosa de atender o pedido dele e ficaram dialogando por bom tempo, até que ela foi convencida a ceder e vagarosamente foi ficando na posição de quatro sobre o sofá e expôs a belíssima bunda para Gabriel que separou as nádegas e meteu a cara lambendo da boceta até o cu lubrificando-o com muita saliva e enfiando dedos para lacear-lo mais. Cuspiu no cu mais uma vez e depois na cabeça do pau o direcionando para as pregas de minha tia. As tentativa de enfiar foram várias e ela sempre reclamando que doía e ela pacientemente recuava. Quando menos se esperou ouviu-se um grito alucinante de dor, vindo da boca de minha tia, o que indicava que a pica tinha entrado no seu cu.Ela reclamava e xingava muito. Impedia-o de se movimentar e gemia de dor.Eu jurara que aquela pica não iria entrar em minha mãe de jeito algum. Ficaram parados até que ela mesma se deu conta que teria que enfrentar o que desejou e passou a rebolar. Por sua vez Gabriel começou a agir lentamente dando pequenas estocadas que provocavam mesmo assim gemidos de dor. Fora uma foda anal demorada, mas que aos pouco foi ficando gostosa para ambos. Foi depois de algum tempo que ela gritou que estava se preparando para gozar. Gabriel a acompanhou urrando como se tivesse sido queimado por uma brasa. Caíram de lado ainda com a pica dentro.Com cuidado sai do meu esconderijo indo para a parte exterior e dali para a rua onde fiquei na pracinha analisando a minha situação. Duas pessoas proibidas desejadas por mim que as queria ardentemente. Que fazer. O destino se encarregaria de pregar-me uma peças daquelas. Na parte IV eu conto.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:20 de janeiro de 2015 15:18

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Heterossexual

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