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Olhava extasiado para Paulo, que aos poucos foi se despindo, primeiro exibindo aquele peitoril malhado que parecia ter muito orgulho de o exibir para mim, depois passou a desfivelar a calça, desabotoando-a para descer o zíper que a abriu e me deixou ver aquela marca estufada na sua cueca branca. Passou a mão sobre ela e disse sorrindo para mim:
__Quer mesmo se dar a mim Raul? Não quero força-lo a nada que você não esteja disposto a fazer de livre e espontânea vontade. Somos amigos de longa data e eu te estimo muito.
__Você esta me deixando confuso com suas palavras. Não queres ser o meu primeiro homem? - perguntei, sem entender que ele estava me preservando e não me rejeitando. Queria que a minha primeira vez fosse sem traumas.
__Raul! Acho que ninguém te estima mais do que eu já disse. Estou disposto a tudo para te ver feliz e quero ser o teu primeiro homem, mas gostaria que você tomasse ciência que ser homossexual não é fácil, ´principalmente aqui no Brasil.
__Eu sei. Eu pensei por muito tempo nesta decisão que tomei e sei que é melhor para mim. Não aguento mais esse tormento de ter que me esconder, ter uma namorada, chegar até as ultimas consequência com ela, só para enganar a sociedade, quem esta do meu lado e o que é pior, a mim mesmo. Estou partindo para a liberdade de usar o meu corpo, como e com quem eu quiser. Por isso escolhi você, tenho certeza de que farei uma transição sem trauma.
Depois de ouvir isso, Paulo abaixou a cueca e exibiu, um pênis, que saltou soberbo em minha direção. Naquele momento de deslumbre diante de uma peça tão bela, que enchia o meu âmago de um sentimento de passividade total,olhei para o meu amigo e deixei que lágrimas rolassem pelo meu rosto. Com carinho, diante daquele meu estado de contemplação, ele me fez levantar e me abraçando disse em meu ouvido ao passar a língua dentro dela:
__Nada tema meu anjo. Vou te realizar com todo o carinho que você merece receber. Me da um beijo e se dedique ao que quer fazer. - encerrou colando a sua boca na minha, no meu mais gostoso beijo, até então recebido.Levei a mão entre nossos corpos e agarrei aquela pica que estava dura e que vibrava muito. A boca de Paulo, resvalou para o meu pescoço e suas mãos alcançaram a minha bunda, passando a aperta-la e me provocar uma volúpia muito grande.Abriu minha camisa e foi morder meus mamilos e os chupar. Me despiu por completo e me virando para a parede se acercou de mim por trás e me abraçou. Sua boca se colou em minha nuca, me deixando todo arrepiado e pica, aquela pica quente e palpitante estava espremida entre minhas nádegas e os ovos tocando minha bunda, quando ele se esfregava em mim. Uma ereção deliciosa foi tomando conta do meu pau quando Paulo começou a morder meu ombro. Comecei a gemer e rebolar para o sentir melhor, apesar de estar com os sentidos, todos embotados pela emoção de estar sendo introduzido naquele que seria, o meu mundo novo. Imitando aquele personagem vulcano de uma série espacial famosa eu dizia para mim mesmo: Fascinante!
Paulo, me virou para si e me fez ficar com as mãos para cima , me beijou com um tesão que se exprimia em sua respiração pesada. O beijo dele era de enlouquecer e me fazia vibrar por dentro. Devagar fui escorregando e agradecido em minha trajetória pelo seu corpo, fui distribuindo carinhos, com delicados beijos que deixavam marcas por onde passavam, até que cheguei na sua densa mata de pelos. Quando passei a beija-los, sua pica toda altiva, tocava em meu queixo me deixando com mais vontade de ir direto para ela. O meu lado masoquista, me impedia de assim agir e por isso mesmo me deixei levar pelo fato de estar ansioso e comedido em ter aquele belo exemplar de prazer, para sair de sua mata e descer para suas pernas peludas atingindo seus pés, que me curvando os beijei e depois mordisquei dedo por dedo. Como estava com a bunda voltada para o alto, Paulo se aproveitou e passou a me alisar as mesma e meter um dedo no meu rego em busca do meu ponto de consumo. Eu já não beijava mais nada, apenas gemia com o carinho que recebia no rabo. Quando, Paulo cuspiu nos dedos da outra não e os levou até o meu cu para lubrificar, o dedo invasor entrou com mais facilidade e o meu prazer aumentou. Eu não conseguia qualificar o que estava ocorrendo naquele momento, apenas achava que as preliminares estavam sendo maravilhosas. Paulo usou e abusou de cutucar o meu rabo e depois parou e quando me virei para olha-lo o que meus olhos viram foram a majestosa rola corcoveando no ar como um ginete selvagem. Sai da posição que estava, não de ficar de joelhos e subindo beijando sua coxas, atingi seu saco peludo. Primeiro toquei com os dedos, cada um dos ovos e depois os cheirei e os tomei, cada um em sua vez, na boca. Queria mastiga-los, mas me ative de jogar de um lado para outra da boca e depois, com os lábios bem unidos,ir puxando a cabeça para trás até que o ovo saia todo molhado de saliva. Era gostoso ouvir o urro que Paulo dava. Por fim eu tinha chegado num dos momentos mais esperado por mim. Olhei para Paulo e sem deixar de o fazer por momento algum, passei a língua em toda a extensão da vara que vibrava. O rosto de Paulo estava crispado como se estivesse se controlando para não explodir. Envolvi a pica em sua lateral com os dentes sem pressionar para não machucar e fui subindo até a glande. Não a abocanhei de imediato, mas a lambi e beijei muito. Algo já saia da abertura dela e eu dei um ultimo beijo sobre ela puxando a prova da grande excitação que estava provocando em Paulo, para em seguida a envolver com meus lábios e ir abocanhando lentamente aquela delicia. Não deixava de olhar para o que seria o meu primeiro homem, vendo-o se contorcer e fazer caretas, até que engraçadas, diante da minha sucção em sua pica. Era muita, a saliva que se formava em torno dela e eu a engolia gostosamente. Forçava a cabeça para trás até a pica quase escapulir e em seguida, tornava a leva-la para o céu da boca e até a entrada da garganta. Era delicioso sentir aquele pedaço da anatomia humana, que dava prazer a homens e mulheres, pulsando de encontro a sua língua e eu estava tendo aquele doce privilégio. Chupei aquela delicia por muito tempo, até que Paulo não se conteve:
__Para, para, seu sacaninha. Assim você me mata e eu gozo antes de te comer. Vem cá meu putinho delicioso, vem para a cama que vou te fazer sentir isso que você tanto gosta de chupar, vem. - me colocou de quatro na cama, se afastou e foi pegar lubrificante e uma camisinha. Vendo aquilo comecei a tremer de emoção pelo que iria acontecer. Dedos foram inseridos em meu cu, preparando-o para o grande momento. Quando achou que estava tudo em ordem, Paulo vestiu a rola com o protetor. Quando a cama se afundou mais, eu sabia que estava chegando o momento, pois Paulo já estava trás de mim separando minha nádegas. Senti a cabeça da pica encostar em meu cu e as mão de Paulo segurar em minha cintura.A primeira investida, ela resvalou e eu ansioso levei a mão até a mesma e a direcionei para o alvo ficando a segura-la ali para que não escapasse.
__Se estiver doendo muito, fale. - disse Paulo e antes que eu dissesse qualquer coisa forçou. O golpe firme fez com que a glande abrisse caminho e eu tive que solta-la e me agarrar à roupa da cama e morder os lábios, pois não queria deixar transparecer que doía, mas Paulo percebeu e parou. Meu cu passou a se contrair em torno da porção da cabeça que tinha passado. Querendo demonstrar que o meu prazer era maior que a dor, eu fui empurrando a bunda para trás, sentindo que tudo ia se alargando e com mais um impulso acabaria perdendo a minha virgindade anal. Não pensei duas vezes e empurrei com tudo a bunda de encontro a pica, sentindo-a deslizar rapidamente em toda sua extensão, até os pelos colarem em minha bunda. Doera, mas estava feliz. Paulo ficou inerte me esperando recompor. Acariciava minha barriga e chegou a pegar em minha pica a punhetando por instantes, depois se curvou sobre mim e passou a lamber minha nuca e quando me voltei para encara-lo, me beijou ardorosamente falando palavras que me levaram a outra dimensão do prazer:
__Meu gostoso, delicioso. Te adoro meu querubim. Tens o cu mais gostoso que já comi. dizia me alisando o ventre com um das mãos iniciando as investidas dentro de mim. Ardeu um pouco no inicio, mas aos poucos foi ficando gostosas aquelas enfiadas. Comecei a gemer pois sentia uma sensação de bem estar. Meu corpo respondia ao estimulo que o membro de Paulo provocava dentro do meu cu. Meu pau estava duro e eu me vi alisando-o freneticamente, sentindo um misto de purificação e exaltação ao desejo que a tanto eu tinha represado e que naquele momento colocava para fora com as estocadas firmes do meu homem, com o seu instrumento do meu prazer. Do gemido passei ao choro e deste a dar risadas sem nexo para os que por ventura estivesse nos vendo, mas de muito sentimento e sensação de liberdade, para mim. Eu me realizava na pica de outro homem e não me sentia anormal. O prazer era o que importava e a sensação de bem estar era maravilhosa e compensava tudo que havia sofrido calado.Fiquei sob o jugo de Paulo por quase meia hora, onde ele parava, saía de dentro de mim, e tornava a se enfiar cada vez mais gostoso. Em uma dessas estocadas, meu corpo se incendiou e eu senti o meu pau crescer e pulsando, jorrar porra que foi lançada sobre as roupas de cama.Não demorou muito para que ele anunciasse que iria gozar e como estava com a camisinha, eu pedir tirasse o pau de meu cu, o presrvativo e viesse esporrear em minha boca, coroando a minha iniciação. Assim ele o fez e o primeiro jato acertou-me o olho o outro o nariz e os demais eu os tomei no céu da boca, pois abocanhei a cabeça da pica, chupando-a com gosto e me fartei engolindo do aquele caldo divino.
Paulo não me largou de imediato, foi muito atencioso me tomando em seus braços, cobrindo-me de beijos por todo o corpo.Aquilo fora lindo demais.
Quando sai da casa de Paulo, estava mais leve. Apesar de começar a sentir o cu ainda dolorido, era compensado pelo que eu tinha vivido. Não me sentia diferente de qualquer um daqueles homens, que estavam circulando ao meu redor, em sua passadas disformes, que talvez muitos deles estivessem indo ou vindo como eu, de um encontro com um amigo maravilhoso chamado, Paulo.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:17 de março de 2015 15:28

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Gays

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Este texto foi lido 1.059 vezes desde sua publicação em 17/03/2015. Dados do Google Analytics

Comentários

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  • silvacrb
    Postado porsilvacrbem9 de maio de 2015 21:15

    que delicia de conto ai paulo queria tb que voce realizassem meu sonho ser enrabado gostoso por um macho carinhoso

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