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Do fundo do baú

Impacto profundo

Raul, estava ansioso para por o pé na estrada. Queria estar bem longe da capital quando a noite derramasse seu manto enegrecido, acordando uns e adormecendo outros. Esperava encontrar um pouco de paz, fora do agito da cidade grande que não estava lhe trazendo boas recordações. Pensativo, viu o ônibus sair da rodoviaria do Tietê e pouco depois estavam na rodovia, rumo ao tão almejado refúgio, bem longe de tudo que pudesse lembrar a desdita que tinha sofrido. Seu coração ainda sangrava com aquela ferida enorme que abriram nele.
A primeira para que tiveram,os passageiros desembarcaram e foram adquirir algo para o restante da viagem. Raul, também desceu e na loja de conveniência, começou a procurar alguma coisa que pudesse comprar. Esticou o braço para pegar um pacote de biscoitos quando teve interrompido seu gesto, visto que outra pessoa tivera a mesma idéia. Suas mãos se tocaram e imediatamente recuaram. Se desculparam e cada um cedeu a vez para que o outro fizesse as honras de pegar o tão disputado pacote. Raul, encarou a pessoa que estava naquela disputa e não soube por que sentiu um calafrio percorrer todo o corpo. Estava diante de um rapaz, que o encarava sorrindo, que parecia ter saido de uma novela principesca, tal era a notória beleza e ao mesmo tempo garbosa masculinidade, que remontava a uma reminiscência de algo que não sabia explica bem o que era. O rapaz, continuava a sorrir e lhe estendia o pacote, que sem saber por que o pegou e nem ao memos agradeceu, tratando de se dirigir a geladeira de onde tirou duas latas de bebidas e foi até a caixa pagar.
Sentado em seu banco, no ônibus, olhava pela janela, vendo a movimentação das pessoas que se preparavam para embarcar. Procurava com os olhos encontrar alguem em toda aquela muvuca e de tanto procurar encontrou. Viu o motorista, abrir o bagageiro e guardar algo qaue nçao sabia definir o que era, tirou um recibo que entregou ao dono daquele objeto. Ao pega-lo, a pessoa olhou para a janela do ônibus e viu o olhar perdido, mas fixo em si, de Raul. Se retirou em direcção a porta do ônibus, saindo do raio de ação de Raul. Não conseguia entender o que estava lhe chamando a atenção naquele cara. Não era viado, nunca curtira homem, apenas mulheres, uma mais linda que a outra. Então por que se via perturbado por aquele...
__Com licença? Este lugar está vago?
Raul se virou e sentiu que o mundo girava ao contrário. Ali a sua frente estava aquele rapaz, um pouco mais velho que ele, moreno, olhos esverdeados, barba bem feita, um bigode que o deixava mais interessante, um sorriso escancarado, como quê a debochar de algum fato ocorrido ou que fosse ocorrer. Era belo, sem sombra de dúvidas, causaria um furor em uma roda feminina. Qualquer mulher estaria naquele momento com o coração em batimento acelerado com sua presença e perfume tão marcante. Qualquer mulher. Então por que Raul estava, com o coração em ritmo acelerado, quase que a ponto de ter um ataque cardiaco? O rapaz percebia a perturbação que estava causando em Raul, por isso mesmo se sentou passando a falar expontaneamente:
__ Por pouco que não perco este ônibus. Se não fosse um amigo, me trazer de carro, ainda estaria e quilometros daqui. Vai para longe?-quis saber se ajeitando na poltrona.
__Mais umas duas horas de estrada.- conseguiu dizer Raul, sentindo a fragrância do perfume, que embriagava, e o fazia se sentir incomodado com aquela descoberta de que estava admirando a masculinidade de outro ser igual a ele.
__Isso vai dar exatamente na divisa de São Paulo com Minas.
__ Mais precisamente Pocos de Caldas. - respondeu Raul, procurando não encarar o estranho.
__ Que coincidência, estou indo para lá também. Detesto viajar sem ter com quem conversar, portanto você vai ter que me escutar muito. Vai a passeio ou negócio?
__ Passeio. Refrescar a cabeça um pouco.
__ Qual delas? Brincadeira...
__ Posso dizer que é as duas, se é que você me entende. - completou Raul.
__ Meu, fugindo de boceta? Coisa rara.
__ Não no meu caso. Fujo de recordações e não de relacionamento sexual. Viajo para apagar certasd coisa que aconteceram em minha vida ultimamente.
__ Entendo. Se quiser contar um pouco do quê o aflige, pode se tornar mais leve a carga.
__ Estou tentando apagar uma desilusão amorosa.
__ Mas foi tão perverso assim?
__ O que você acha de pegar a sua noiva trepando com seu pai?
__ Porra, cara. Teu pai traçou a futura nora? E como você agiu quando flagrou os dois?
__ Apenas, os cumprimentei e virei as costas. Que mais eu podia fazer? Matar um dos dois ou até os dois? Não resolveria, ela não deixaria de ter recebido a pica dele na bunda.
__ Cara, tua mina estava dando o cu para teu pai?
__ E o pior é que para mim ela sempre negou alegando não gostar desta prática. Agora sabe-se lá a quanto tempo eu estava levando chifre.
__ E tua mãe, ficou sabendo?
__ Resolvi poupa-la de um desabor tão grande. Ela não merece passar por nada constrangedor.
__ Fez bem. E a vagabunda. Desculpe pela rotulação.
__ Não passa disso mesmo. Ela eu não quis saber de ouvir e a deixei falando sózinha, com a pica na bunda. Que poderia lhe dizer, além de parabéns? Peguei o anel de volta e ela que se explique com os seus sobre o rompimento do noivado.
Foram papeando por um longo tempo. Se apresentou como Geraldo, dizendo ser massagista. Quando chegaram ao destino, lá pelas 3 horas da manhã, foram para um dos muitos e confortáveis hoteis da região e lá se estabeleceram.
Pouco depois da hora do café, Raul saiu para dar umas voltas e se interessou por fazer uma visita aos pontos turisticos. A tarde, que estava quente por sinal, foi para a beira da piscina do hotel e sentou em um dos muitos bancos que estavam por ali. Apreciava a " natureza" feminina que fervilhava dentro e fora da água. Muitas delas, o olhavam,sentido que ali havia um bom partido para investir, mas ele mesmo estava apático, não tinha mais vontade de se envolver com mulheres.
__Olá seu sumido!
Raul se voltou e deparou com Geraldo, todo sorridente, ostentando um físico que impressionara as meninas, que voltaram para ele sua atenções. Sentou-se ao lado de Raul e ambos ficaram curtindo o que acontecia ao redor.
__ Estive dando um passeio pelos pontos turisticos, almocei, tirei uma soneca e agora estou aqui. E você?
__ Consegui alguns clientes, graças a portaria do hotel, ganhei o meu e agora estou aqui. Vamos dar um mergulho para refrescar?
__ Não estou com vontade.- disse Raul, olhando para Geraldo que tinha se levantado. Sentiu aquela sensação estranha, diante da semi nudez daquele homem que estava perturbando sua mente.
Assim que deu alguns mergulhos, esbarrando nesse ou naquele corpo, de alguma mocinha que desejava tirar uma casquinha, ele saiu da piscina e veio até Raul.
__Cara, a água esta uma delicia, você devia experimentar.
__ Não estou a fim!
__ Olha cara, sem querer me meter em sua vida pessoal, eu acho que você esta fazendo tempestade em copo de água. De que vale você ter vindo para cá, se não consegue esquecer a putinha que trepou com seu pai? Olha como você esta tenso. Anime-se , cara. Vocêjá enfrentou uma sessão de massagens?
__Não, Nunca me ative a isso, pois achava coisa meio...
__Boióla? Pode ser que seja para uns, mas para outros combete o stress, que no momento você esta cultivando. Isso não é bom, e massagem o faz relaxar e se sentir muito bem. Não gostaria de experimentar?
__ No hotel não tem esse serviço.
__ Não tinha, até eu chegar. Não lhe disse que estive ganhando alguns trocados. Esqueceu que sou massagista? Vamos para meu quarto ou para o seu que vou lhe aplicar uma massagem que o deixara relaxado para curtir a noite numa boa. Para onde vamos?
__Pode ser para seu quarto.- aquiesceu Raul, sentindo uma certa temeridade ficar sózinho com aquele homem atraente.
No quarto de Geraldo, ele instalou uma mesa de massagem que era dobravel, e que Raul, agora entendia o que o motorista do ônibus tinha colocado no bagageiro.
__ Pode se despir e colocar a roupa sobre a cama.- disse Geraldo. Raul ficou parado olhando-o fazer todo os preparativos para iniciar a massagem. Começou a se despir ficando de cueca.
__ Suba na mesa e se deite.
__ Que posição devo assumir?
__ Pode ficar de bruços.
Raul se colocou na posição e Geraldo começou a massagea-lo, começando pela nuca. Procurou dissipar os locais que apresentavam uma rigidez que causava aquela sensação de pressão, que descia para os ombros. Aplicou neles toda a técnica que conhecia e foi descendo para as costas. Raul estava ficando relaxado. O óleo aromático e as mãos de Geraldo, aquelas mãos eram por demais entorpecedora e uma certa sonolencia foi tomando conta da mente de Raul. Sentia o borrifar do líquido que era seguido por apalpações. Estava recebendo a desintóxicação nas sola dos pés, que o estava levando a viajar para outros rincões. Não pensava em mais nada que não fosse o prazer que seu corpo deixava aflorar, aceitando das mãos de um homem o que uma mulher até então não lhe fizera. Era estranho, pensar daquela forma. Mas quando teve a cueca retirada, mesmo sem o seu consentimento, Raul estremeceu ao imaginar os olhos de Geraldo em sua bunda. Na verdade, o que ele não sabia era que realmente sua bunda era muito desejada pelo massagista, que via nela, uma parte bem formada anatomicamente visualizada. Se dedicou nela com delicadeza e a cada abertura das nádegas, a visão daquele ponto, quase que totalmente centralizado no rego oleado, começou a deixa-lo excitado e seu membro passou a endurecer. Raul, tremia, pois seu pau estava dando sinal de vida e ele não queria que assim fosse, pois era dar muita bandeira, do que estava sentindo. Geraldo, percebeu aquela manifestação, quando olhou entre as pernas de Raul, e viu a intumescência do membro entre as bolas, que brilhavam devido ao óleo que escorria sobre elas. Levou a mão ao próprio pau e depois reiniciou as massagens, com as mãos, uma em cada nádega, onde podia separa-las e seus olhos gulosos, viam sempre que desejava o ânus daquele rapaz, infeliz no amor, que poderia superar aquela fase, bastava que ele, Geraldo, atacasse o ponto certo. A medida que massageava aquela bunda, deixava "acidentalmente" que um ou outro dedo, deslizasse pelo rêgo oleado e mais " acidentalmente", lhe tocasse, vez ou outra as pregas anais. Aqueles toques, arrepiavam todo o corpo de Raul, que sem querer, soltara um gemido tênue, e incentivara a Geraldo deixar que o dedo ficasse sobre o cu piscante e o fosse penetrando lentamente. Raul, se contraiu, quando o dedo o invadiu e...gostou. Esqueceu de todas as mazelas que o rompimento do seu noivado tinha causado, até então. Era uma sensação nova para ele, que a medida que era violado, em seu mais intimo lugar, ia sentindo um calor delicioso, que só um bom vinho, produzia dentro de si. Vendo que ele não tinha esboçado a menor reação, contraria á aquela invasão, Geraldo retirou o dedo e se debruçando sobre a bunda de Raul, passou a lamber-lhe o rêgo, fazendo interrupção quando chegava perto das pregas, até que percebeu um leve movimento para cima da bunda do rapaz.Um gemido, que era mais um grito de prazer, deu o sinal á Geraldo para colocar a ponta a da língua nas pregas e pincelar as mesma até que aos pouco, notar que as mesmas relaxavam e já deixavam ver, uma leve abertura do ânus. A ponta foi entrando e Raul se agarrou a mesa. Ergueu um pouco a bunda e Geraldo aproveitou para pegar no pênis de Raul e o elevar um pouco em direção ao rêgo. Percebeu que o mesmo estava duro ao extremo e podia até ser doloroso a forçada de posição do mesmo, tirou a boca do cu e a levou para a glande, abocanhando. Ai, Raul passou a tremer sem poder se conter, soluçando como uma virgem que tinha seu primeiro gozo. Na boca, o salgadinho que se apresentou na língua de Geraldo, indicou que Raul tivera um pré-gozo. Depois de muito chupar a rola do outro, Geraldo, se afastou e começou a se despir, da pouca vestimenta que tinha sobre o corpo. Raul via, aquele parco strip tease e quando o membro robusto, do massagista, se fêz visivel, ele se assustou e ao mesmo tempo, admirou de ver a plásticidade exuberante do pau que não parava quieto, enquanto era exibido por seu dono. Pela primeira vez, imaginou como sentiria uma mulher ao receber aquele membro dentro de si. E um homem? Como seria ter dentro do seu orificio ou da boca, aquele pau? Tentaria saber, ou não teria coragem?
Quando Geraldo o virou e ele ficou com o pau a pino, sem se comparar em garbosidade com o do outro, teve o mesmo abocanhado de novo. Vendo a possibilidade de saber se toparia uma relação homossexual, ele deixou o braço cair para fora da mesa e a sua mão procurou o membro de Geraldo. Era uma sensação diferente, porém gostosa. Raul estava empolgado por ter na mão o pau de um homem, sentindo o mesmo pulsar. Era a primeira vez que fazia isso e estava gostando. Enquanto o chupava, Geraldo, procurou o rabo de Raul e o penetrou com um dedo, depois outro, iniciando um entra e sai no orificio anal que estava deixando Raul alucinado. Geraldo deixou a pica, que durissima, vibrava, e se apossou da boca do rapaz em um beijo carregado de tesão. Sua língua trabalhava em todo palato, quase chegando a garganta, tirando o fôlego daquele que estava vibrando por uma descoberta incrivel. Nunca se imaginou ficar com um homem. Nunca até aquele momento. Não se achava gay, mesmo desejando aquele homem, mas estava gostando de ter contato com o corpo de um macho. Geraldo, experiente, sentiu que era o momento de testar a resistência de Raul e por isso se afastou um pouco e foi em direção a cabeça do massageado e colocou seu pau a altura de seu rosto. Raul, viu aquele bitelo a sua frente e exitou. Olhou para Geraldo e ele levou uma das mãos para a cabeça dele o forçando a se aproximar do talo nervoso. O pau se aproximou mais e roçou os lábios de Raul, que tinha uma palpitação muito forte. Ainda encarando o amigo,ele abriu a boca e a maciez da glande em contato com a língua, impressionou. Nunca pode imaginar que, aquela textura, fosse tão deliciosa. Fechou os olhos e sugou a pica até onde pode. As caricias que Geraldo aplicava em seu corpo, enquanto era chupado, o deixava sem noção. Geraldo, retirou a pica da boca de Raul, que ficou com um gostinho de querer mais e olhando-o fixamente partiu para o ataque final:
__Quero foder você! Mas se você quiser. - falou bem perto dele.
__Nunca me relacionei com homem.-choramingou Raul
__Sempre tem uma primeira vez, que pode ser agora, comigo. Prometo ser bem delicado com você.
Raul estava desejando aquele contato, mas temia não aguentar o membro taludo lhe penetrando. Mas a curiosidade e aquele sentimento de que precisava sair daquele mundo sem novidades...
__Esta bem, mas vá devagar.
__ Venha, vamos para a cama.
Trocaram muitos beijos e caricias , onde alisavam os pênis e se desejavam. Quando Geraldo o colocou de quatro e besuntou-lhe todo o rêgo com óleo, passando a dilatar o ânus com várias incursões dos dedos, dentro do mesmo, até que percedbeu que podia toma-lo de assalto. Seu pau, bem lubrificado, tocou com a glande as pregas do cu de Raul e as foram laceando ao ir rompendo toda resistência que o cérebro impunha. Raul, no inicio, sentiu pressão e dor, mas as caricias que Geraldo empregava, principalmente no pau dele, o foi deixando relaxado e com isso, não notou que estava com o grosso pau, todinho em seu cu. Só começou a notar que tinha sido penetrado, quando o pau passou a se movimentar e um som de ar que escapava começou a ser ouvido. Geraldo, hábil, se debruçou sobre as costas de Raul e passou a morder-lhe a nuca, causando um arrepio em toda a pele que estava visivel. Não deixava de empurrar o pau inteiro no profundo cú de seu amigo e notava que o mesmo reagia o apertando em toda sua extensão. Geraldo começou a acelerar as estocadas e segurando os quadris de Raul, anunciou que iria gozar.
__Segura um pouco que eu também quero gozar...com você! - disse Raul, já sentindo o latejamento que seu pau demonstrava nervosamente, anunciando a eminente ejaculação. Parecia que o mundo estava dando muitas voltas e ele girava com elas. Olhou para trás e com voz rouca pediu:
__ Goza, comigo, agora.- disse jogando a bunda para trás se empalando todo, percebendo a torrente aquecida que o inundava. Seu pau passou a lançar, jatos de porra que caiam sobre o lençol. Urrou de prazer pleno e depois se deixou cair sobre a cama, sentindo o pau sair do seu cu. Geraldo, caiu sobre seu corpo, mais precisamente sobre a bunda descabaçada, com o pau ainda escorrendo porra e melando a bunda do mancebo.
Depois de alguns dias de encontros maravilhosos com Geraldo, Raul, se despediu dele na rodoviaria local e embarcou no ônibus em direção a Sampa. Olhou para aquele homem que lhew acenava,certo que ele tinha lhe proporcionado em sua vida nova, um impacto profundo.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:19 de novembro de 2015 20:50

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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