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Do fundo do baú

Instinto de ser desejada.

Mirna, estava afogueada pela perspetiva de que sairia a noite com seus grandes amigos, para uma noitada, onde rolaria, bebidas e muita conversa jogada fora. Não tinha namorado, por achar que compromisso a deixava presa a alguém, e ela, não gostava de ser de ninguém. Tomou um gostoso banho e perfumou o belo corpo como se fosse o aroma natural,dele, apesar de ser algo artificial. Gostava de saber que quando passava, a sua presença era notada. Alegre e expansiva, ela conquistava a todos por onde passava. No entanto, Mirna tinha apenas dois amigos. André e Rafael. Quando tinham que ir para algum lugar, já combinavam por antecipação, jamais deixar qualquer um sozinho.
Pronta, ela ficou no aguardo da chegada de André que tinha carro. Depois iriam passar na casa de Rafael para pega-lo. Já tinham um destino certo, que seria uma balada no centro da cidade. O mais interessante de tudo era que quando estavam nesses locais, não ficavam os três juntos. Fixavam o horário que cairiam fora e não havia nada que os impedisse de saírem.
A balada, estava até bem animada, com gente bonita para todo quanto é lado e claro, Mirna, logo chamou a atenção. Dançou com vários rapazes e ouviu muitas cantadas que efervesceram seu ego, mas que não acrescentou muita coisa, por terem vindas de pessoas sem noção. Estava desanimada, sentada junto ao balcão de bebidas, quando os dois amigos chegaram com caras de enfado.
__Esta uma porcaria isso aqui. Vamos continuar ou sair para outra? - perguntou André.
__O que você acha, Rafa? quis saber Mirna.
__Olha o que vocês decidirem eu topo.
__Tive uma ideia gente. Não adianta mais procurar lugar algum, pois já estamos contaminados com esse tédio, certo? Então que tal se nós passássemos em algum lugar, compramos o que comer e beber e vamos lá para casa. Estou sozinho mesmo e depois vocês podem dormir por lá mesmo.
__Eu topo. -disse Rafael olhando para Mirna.
__Não precisa me olhar assim. Estou com vocês.
__Então vamos embora.
Com tudo que precisavam para passar um fim de noite de forma agradável, eles rumaram para a casa de André. Assim que chegaram foram preparar o que comer enquanto isso tomava goles de vodka, que os animava. Mirna se encarregou de fazer algo que caísse no gosto de todos e pouco depois estavam sentados no tapete da sala, já meio embriagados, onde comeram tudo que fora feito. Depois disso, André colocou um dvd para assistirem e ficaram os três, ali, quase que sem entender o que passava na tevê. Para não acabarem dormindo, foram jogar dominó, e para deixar tudo mais emocionante começaram apostar algumas coisas.Quando nada mais havia para apostar estavam para desistirem da brincadeira, quando Mirna, que estava bem altinha deu a ideia de quem fosse perdendo, iria ter que tirar uma peça de roupa. Concordaram e o jogo reiniciou.Pouco mais de meia hora e todos estavam de roupas intimas. André quis parar pois não havia mais nada que apostar, achou, mas Mirna, não concordou e apontando para o que cobria ainda os corpos, foi enfática:
__Ainda temos roupas no corpo, portanto o jogo continua até nada mais restar.
Os dois rapazes se entreolharam e dando de ombro, começaram a remexer as pedras de dominó para reiniciar o jogo. Cada um se preocupou em tirar a roupa do outro e os amigos com sutis toques, se uniram para derrotar a bela Mirna, que não estava nem aí para o que iria acontecer. Ela queria era se divertir. Depois de algum tempo, os dois rapazes, olhavam extasiados, o corpo nu de sua amiga. Mirna, estava pouco ligando pelo fato de estar, nua, diante de dois homens. Olhava admirada, os pênis altivos que, demonstrava estar bem ativo com a visão daquela suculenta fruta. Vendo o interesse deles em seu corpo, brincou:
__Estão gostando de me ver nua? Sou bonita?
__Você é muito gostosa Mirna. Nunca imaginei que um dia a veria assim. -disse André que estava mais empolgado.
__E você Rafa, não diz nada? - perguntou ela se aproximando dele, rodopiando, permitindo que ele a visse de todos os lados.
__Se você olha aqui embaixo,- apontou para o pau- vai ver que o que eu tenho que dizer , ele esta demonstrando.
Mirna deu uma gostosa gargalhada e foi se estirar no tapete, Separou as pernas e levando as mãos até a vulva, a abriu e mostrou sua cor excitante, aos olhos dos rapazes que alisavam os paus duro. Viram Mirna iniciar uma masturbação, onde apertava os seios com uma mão, enquanto os dedos da outra passeavam entre os lábios vaginais, enfiando dedo dentro da abertura vaginal e o retirando todo molhado e brilhante, Levava o dedo a boca, chupando para sentir o gosto do seu sexo que estava em constante contração. Levantou bem as pernas e alisou a bunda, onde procurou o rego e nele inseriu seu dedos a procura das pregas anais. Puxou ar, entre os dentes cerrados, quando penetrou seu cu com o dedo indicador.Diante dos olhos esbugalhados dos rapazes, enfiou e retirou, por diversas vezes, o dedo
que saia já fazendo um certo barulhinho. Mirna separou as perna, no ar,e olhou por entre elas para os amigos que a olhava sem acreditar no que via.
__Não gostariam de participar, ao invés de ficar me olhando com essas caras de tontos? Venham, estou aqui para todos.
__Você deve estar brincando, não é? - comentou André se aproximando dela.
__Aproxime-se mais André.- pediu ela vendo-o se ajoelhar a sua frente, diante das pernas, agora abaixadas, olhando para aquela boceta que deixava escorrer aquela espécie de muco, que brilhava.- Passe as mãos nas minhas coxas.
André, começou a alisar as sedosas coxas da amiga, por quem nutria um tesão enorme. Seu pau dava pinote de tão excitado que ele estava. Aproximou o rosto daquelas coxas e a beijou, direcionando para o vértice delas onde se encontrava o conjunto feminino, do prazer. A mão de Mirna, foi de encontro ao sexo, o escondendo.Olhou para Rafael que via o amigo tendo aquele privilégio de estar acariciando aquela preciosidade, e apertava o pau nervosamente, e com a outra mão o chamou para junto de si. Quando ele se aproximou, estendeu a mão o puxando para que se curvasse e o beijou carinhosamente. Mas quando este, quis por a mão em seus seios, ela o empurrou para o lado.Fez André sair daquela posição e a seguir se pôs de pé.
__E então meus grandes amigos. Vamos fazer uma farrinha? Gostariam, de desfrutar deste corpo aqui?- perguntou se aproximando dos dois e abraçando-os, foram para o sofá, onde se sentaram, com ela no meio. Querem brincar um pouco?
Os rapazes concordaram. Mirna então beijou um e depois o outro, ai se levantou e com as mãos na cintura os encarou dizendo:
__Rapazes, vamos nos divertir. Todos! Estou disposta a ser de vocês, mas quero impor uma condição.
__Qual?
__Estou aqui. Agora quero que vocês se liberem mais, e depois poderemos começar a nossa festa. Portanto gostaria de saber se estão dispostos a colaborar.
__O que você deseja? - perguntou Rafael
__Quero algumas coisas de vocês.
__Pode dizer o que é.
__Gostaria de ver vocês trocarem um longo beijo.
Os dois se entreolharam abismados e não concordaram com a condição.
__Que é isso rapazes, preconceito? Estou liberando o corpo para vocês e quero algo em troca. Não vale a pena? - perguntou, vendo que eles se entreolharam demonstrando que estava afim de entrar na brincadeira.
__Só um beijo? - quis saber André
__Bem, depende de até onde vocês querem chegar.
__Você esta disposta a liberar mesmo?
__Sim! Estou!Vai depender de vocês. - subornou ela, já com o tesão a lhe provocar comichões pelo corpo. - Vamos rapazes animo.
__Se toparmos, promete que nada vai sair daqui em termos de comentários, aí afora?
__Claro que prometo. Mesmo por que, me comprometeria também.E então?
Após concordarem, ela pediu a André que abraçasse seu amigo e o beijasse. Os dois aproximaram-se e partiu de Rafael tomar o rosto do amigo entre as mãos e colar sua boca na dele. Mirna, olhava, enfiando dedos na vagina e os subindo para o clitóris, voltando a enfia-los novamente dentro de si e depois os levava a boca. Apertava os peitos, como se quisesse esmaga-los. Os bicos dos seios, estava enrijecidos, qual o bico de uma mamadeira e ela, Mirna, se sentia necessitada de que alguém, aliviasse aquela deliciosa incomodação.Terminado o beijo, os dois não ousaram se olhar, um pouco constrangidos, mas ela os animou:
__Viram que não estão mortos por isso? Agora tirem par ou impar para ver quem será o primeiro a vir me fazer uns carinhos. - disse ela sorrindo. Tinha em mente que ela os fariam de escravos sexuais, afinal, estavam espantando o tédio.
Rafael fora o sortudo. Se aproximou dela e sentou-se ao seu lado. Ela o envolveu com os braços, passando a esfregar os seios em seu tórax, enquanto se beijavam. Olhava, ainda com um tesão sobre humano para André, que alisava o pau.Mirna, tinha uma queda por ele, apesar de nunca deixar isso bem claro, mas a convivência dela com Rafael, não era de toda ignorada em termos de, um gostar, diferente. A boca do rapaz, descolou-se da sua e foi em direção a um dos seios. O bico sumiu entre seus lábios e arrancou um suspiro profundo de Mirna, que apertou sua cabeça contra o peito. Mesmo tendo, Rafael a lhe tentar aliviar o tesão que estava crescendo cada vez mais, ela olhava e mostrava a ponta língua para André.Quando Rafael desceu sua mão em direção ao seu sexo, ela o impediu, dizendo que ali, ela disponibilizaria mais tarde. Chamou André e Rafael a contragosto, mas mais excitado que antes, se retirou ficando no voyeurismo do quê
seu amigo fazia.André, estava beijando Mirna alucinadamente. Parecia que aquele prelúdio no beijo gay o tinha excitado. Mirna, apesar de nunca o ter beijado, sentia que algo estava se passando em seu interior. As mãos dele, apertavam os seis dela de forma que já causava um certa dor neles, mas ela masoquistamente, deixava que ele continuasse a trata-la daquela forma. Sentia que a dor, a estava estimulando em mais orgasmos, que desaguavam em gozos homéricos. Tocou com a mão em seu pau, e o acariciou suavemente. Rafael vendo aquele gesto, quis saber por que não fora agraciado com o mesmo. Mirna, apenas gemeu e continuou, mas com a outra mão, convidou Rafael para se aproximar, e a seguir cingiu seu pênis com ela passando a ter dois membro á acariciar. Estremecia quando tentava se concentrar em cada relevo de membro. Queria se tocar, mas como? Ficou a mercê daquele momento de mini orgia. André queria penetra-la, sentir como era aquela sua amiga de longa data, intimamente. Disse isso a ela que o olhou e depois empurrando-o, ao mesmo tempo que deixava o pênis de Rafael em sua mão, disse:
__Você me quer? |Deseja por essa pica gostosa em minha boceta? Eu te dou ela, mas você vai ter que fazer uma coisinha para mim ver. - disse continuando a punhetar Rafael. André logo sacou o que ela iria pedir se de pronto se recusou.- E você Rafa, vai querer? Te dou o meu cuzinho se você chupar a pica de André.
Rafael, engoliu em seco e fez uma avaliação, rápida da situação. Valeria a pena chegar á aquele ponto, só para comer aquela mulher? Ela valia tanto assim? Chegou a conclusão de que valia. Se aproximou se André e ajoelhando-se a sua frente pegou em seu pau e depois de se desculpar com o amigo, colocou a boca em sua glande. Mirna, mais afogueada que antes, mandou que ele tomasse a pica na boca. Viu que, estava com o poder do seu corpo, exercendo uma das maiores pressão na atitude máscula dos dois rapazes. André, gostou da quentura da boca do amigo em seu pau. Não pode, evitar que Mirna visse sua expressão de satisfação, na sucção que aquela boca, exercia em seu membro. Admirava a coragem do seu amigo em fazer aquilo, só para ter o prazer de foder Mirna.
__Chupa as bolas dele. - ordenou ela, vendo que André estava gostando. -Isso. Agora engole o pau de novo. Vai, engole até os ovos e depois vem para mim.
Rafael, após fazer o que ela pediu, se aproximou de Mirna, que separando as pernas pediu:
__Me chupe bem gostoso como fez com André. Se me deixar com mais tesão do quê já estou, vou lhe fazer uma surpresa inesquecível. Vai chupa pra valer.
André, sentia as bolas doendo de tanto tesão que estava acumulado. Olhava, seu amigo, entre as pernas de sua melhor amiga, com a boca colada em sua boceta, a chupando com vigor. Se aproximou mais e ela lhe agarrou o pênis. Apertou a glande com dois dedos e depois passou a ponta de um dele no meato, percebendo que estava lubrificado. Olhou para cima e vendo que André estava de olho nela, mandou-lhe um beijo e passou a alisar seu pau.André começou a se contorcer, notando que o seu gozo estava prestes a acontecer, começou a desviar sua atenção da masturbação e da cena que ocorria logo abaixo de si. Se concentrou no impossível, conseguindo até a amolecer o pau. Mirna percebeu a manobra dele.Pe- diu a Rafael que cedesse seu lugar á André. Rafael, com a boca molhada de gozo, se ergueu e ficou ao lado de Mirna, que pousou a cabeça nas pernas dele.André, cheirou a xoxota dela e deu-lhe uma vagarosa lambida, para depois se acercar da parte inferior daquela parte anatômica, onde começava o rego dela. Mirna, mais uma vez não deixou que ele fosse mais além. Tinha em mente algo mais radical para ceder parte de sua intimidade. A brincadeira dos três estava, progredindo para uma relação mútua e ela desejava isso. Por isso mesmo, se levantou e foi categórica ao dizer aos dois:
__Quero que vocês me façam duma Dp.Mas só serei o sanduíche de vocês caso topem mais uma exigência minha.
__O que você quer agora? - perguntou Rafael.
__Quero ver vocês trepando entre si. Vão se revezar. Topam!
André disse que ela estava pegando forte. Que se quisesse dar, que desse, mas que não exigisse mais nada, principalmente, que ele desse o cu. Quem ela pensava que era? Só que o desejo de possuir sua melhor amiga, agora que ela tinha assanhado sua gula, era maior que o seu sentimento de machismo e depois de muito pensar e olhar para Mirna, com medo de que ela não cumprisse com o prometido, fez uma sugestão:
__Vamos fazer o seguinte, eu quero foder você, mas só deixo Rafa me comer se eu estiver com o pau dentro de você, Depois invertemos e no final lhe aplicamos a Dp. Concorda?
__Mas assim eu não vou poder ver. Eu quero ver o pau entrando na bunda de vocês. Esse é o meu desejo. Se esta com medo de que eu não vá cumprir com o prometido, fiquem sossegados. Não estou aqui para estragar a nossa amizade e nem essa noite super especial. Eu quero dar á vocês. Seria pedir muito essa trepadinha entre os dois? - perguntou, pegando o pau de André e Rafael, os aproximando do seu rosto e logo a seguir os abocanhando valentemente. Levou as mãos até a bunda de cada um e habilmente enfiou um dedo que foi procurar o cu dos rapazes. Sabia que estava iniciando o primeiro passo para que um deles cedesse.O que ela não sabia, era que um deles travava uma verdadeira batalha dentro de si, para não revelar a vontade enorme que sempre tivera, em dar para o outro amigo.
Quando André se postou de quatro e ofereceu o traseiro para que Rafael o enrabasse, Mirna ficou um pouco decepcionada. Nunca iria imaginar que o tão vigoroso André, homem por quem ela tinha um queda, fosse o primeiro a ceder. Rafael, se postou atrás do amigo, levou saliva até seu rego e depois umedeceu o seu cacete, o levando entre as nádegas do amigo. Mirna se aproximou e de joelhos, afastou as nádegas de André. Tomou a pica de Rafa na boca,a deixou mais molhada e depois colocou, a glande, sobre as pregas. Viu a cabeça forçar, abrir caminho e sumir dentro do cu receptivo. Acompanhou a penetração, lenta, mas incisiva, até que os pentelhos se encostaram naquela bunda. Quando Rafa iniciou as investidas, André passou a gemer.Mirna cuspiu rente ao cu e acompanhou o pau levar para dentro daquele rabo, a saliva lubrificadora. Passou a mão sobre as costas de André e se arrastando foi ficar a sua frente, o beijando. Depois se pôs de joelhos e foi virando o corpo, até que ficou de costas para o amigo e veio de ré, procurando ficar a distancia ideal para que a boca dele alcançasse sua bunda e passasse a lamber sua boceta e seu cu. Era um trenzinho sexual, que não deixava ninguém isolado. Esquecendo-se do troca troca que desejava, foi escorregando até ficar de bruços.Meneando o corpo para atrás, se pôs entra as pernas de André e Rafael.Levou a mão a xoxota, melou os dedos em seu gozo e depois os levou até o seu cu. Feita a lubrificação anal, ela empinou um pouco o traseiro encaixando o pau entre suas nádegas, meneando a bunda até que sentiu a cabeça da pica encostar em suas pregas. Fez força para cima e André para baixo, assim iniciando a penetração em seu ânus. Depois de muitas escapadas, por fim se concentraram e houve a invasão. Ela sentiu uma dor forte, quando a cabeça entrou e depois foi ficando mais suavizado, a medida que sincronizaram as investidas. Não demorou muito para se ouvir quela sinfônia de gemidos e o cheiro de sexo, tomasse conta do ar. Os três estavam tendo, uma noite inesquecível em vários aspectos. Mirna, se tornava uma amiga mais do quê, intima, seria a cada um dos amigos em todos os seus desejos sexuais, satisfazendo-a; André, colocava para fora o que deixara por muito tempo escondido no fundo do armário, que era o seu desejo homossexual e Rafael que não estava ligado a nada, a não ser goza e aproveitar tudo que o sexo lhe impusesse de bom. Os três, se achavam, graças ao instinto de ser desejada, de Mirna, na madrugada das descobertas!



Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:28 de maio de 2015 15:00

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Encontro a Três

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Este texto foi lido 636 vezes desde sua publicação em 28/05/2015. Dados do Google Analytics

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  • claudiosorocabasp
    Postado porclaudiosorocabaspem9 de setembro de 2015 15:28

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