Conto Erotico | Historia Erótica

Publique seu texto gratuitamente!

Autores mais lidos
Loja História-Erótica
Conto erótico no isntagram
conto erotico no youtube
conto erotico no tumblr
Imagens Eróticas
Do fundo do baú

Isabel, meu tesão

Quando eu soube que Isabel ia se casar, o mundo pareceu desabar sobre mim. Não podia ser. A minha frutinha do pecado, ia se casar. Como podia isso acontecer? As nossas juras de amor, as pegadas firmes que demos uma na outra, não significaram nada? Era muita coisa para assimilar assim de um momento para outro. Algo estava errado e eu precisava saber. Tomei uma decisão e me arrumando parti para um encontro com ele afim de que me explicasse que decisão infeliz era aquela. Eu a amava. A caminho de sua casa, peguei o celular e me comuniquei com ela. Me atendeu depois de algum tempo e se mostrava nervosa. Me pediu que não fosse a sua casa, que nos encontrássemos em outro lugar. Disse que a esperaria no fim da rua onde muitas vezes namoramos. Fui para o endereço e lá aguardei. Não demorou muito, mas demais pelo tipo de envolvimento que tínhamos. Estava bonita como sempre e me deixou com mais tesão ainda. Tentou explicar o que estava acontecendo, mas eu não estava querendo ouvir nada naquele momento. A beijei, chupando sua língua com fúria e ela tentava se desvencilhar, porém eu estava disposta a não permitir que nada fosse impossível, desde que eu quisesse. E para provar isso a encostei no muro daquele terreno e fui desabotoando sua blusa , expondo um seio para fora da mesma. Ela gostava de minha loucuras e eu queria provar a ela que ninguém iria faze-la vibrar como eu.Ansiosa desnudei o outro seio e assim a mantive com os belos peitos a mostra para quem quisesse ver. Eu estava com o corpo em brasa e já começava a suar. Eu sabia que ela estava se molhando, era sempre assim e para comprovar enfiei a mão dentro de sua calça e sob a calcinha alcancei a sua boceta, metendo os dedos no meio dela, sentindo o calor e a umidade que já estava escorrendo em abundância. Mexi no seu grelo e ela procurou se abrir mais para que meus dedos a invadisse. A calça ainda fechada não dava esta abertura necessária. Agachei-me a sua frente e sem que ela pudesse fazer nada, desabotoei a calça e a puxei para baixo, amontoando-a a seus pés.Isabel só me chamava de louca , olhava de um lado para o outro e gemia. O fundo da calcinha estava todo úmido e eu cheirei o perfume que estava ali, exalando. Puxei a peça branca para ir se juntar a outra e separando com os dedos seu s lábios sexuais a chupei. Ela gritou e se agarrou a minha cabeça. Separou o máximo as coxas e eu pude suga-la com vontade. Bebia o seu suco vaginal com um prazer imenso. Eu estava louca de tesão, assim como ela e o fato de estarmos a descoberto, aumentava mais a luxúria. Pedi que ela dobrasse um pouco as pernas para que eu pudesse enfiar a língua dentro de sua boceta e ela assim o fez. Depois de chupar-lhe o clitóris fui metendo a língua dentro de sua xana e rebuscando lá dentro, mas se sua essência. Isabel, gemia como uma pessoa desvairada e se debatia. No fim da rua uma luz surgiu e Isabel se assustou. Não permiti que ela se vestisse, apenas me levantei e a abracei colando-a ao muro. Ela tremia, de tesão e de medo de sermos atacadas por um maniaco, mas a acalmei beijando-a com volúpia. Quase que chorando ela me pediu que saíssemos dali e fossemos mais a frente onde o muro era quebrado e nos possibilitaria passar para o lado de dentro e ficarmos mais a vontade. Achei a ideia excelente e assim fizemos.Do lado de dentro procuramos um lugar onde o mato fosse baixo e tivemos a sorte de encontrar um pouco de grama. Disse-lhe que ali estava muito bom e voltei ataca-la e retirando a sua calça no total. Tirei a minha também e abraçando-a enfiei a minha coxa entre as suas e passei a roçar sua xoxota com a mesma ao mesmo tempo que a minha também recebia o mesmo tipo de afago. Dava para se ouvir o barulho da sucção que as vezes a pele com as bocetas molhadas faziam. Depois de gozarmos naquela tesoura em pé, estendi a calça dela e a minha sobre a relva e a deitei sobre ela. Abri suas coxas e procurei com minha boca o sexo avermelhado de tanto esfrega que tivera. Separei seus lábios e chupei o botãozinho brilhante que estava bem saliente. Ela estremeceu todo o corpo e com as pernas forçou minha cabeça fim de que a boca ficasse grudada em seu sexo. Ela já não se preocupava se alguém pudesse passar do outro lado do muro e escutasse seus gemidos. Teve um momento que berrou a plenos pulmões, o que cegou a me assustar. Cravou as unhas na grama e as jogou para o alto, vindo cair sobre nós. Apertei seus seios e mantive a boca ocupada e recebia com isso uma enxurrada de seiva íntima que ela produzia sem parar.Com o corpo entorpecido, a pressão das pernas em minha cabeça cessou e eu pude respirar e com isso eu deixei seu sexo e fui em busca dos seios.Suguei os mamilos e os mordisquei, provocando-lhe dor. Ela me xingou e me enlaçou a cintura com as coxas. Levou a mão até minha xoxota e me tocou. Avancei mais com o corpo e ela pode enfiar um dedo , que me encontrou ensopada. Remexeu dentro do meu sexo e lá, encontrou algum ponto de prazer, pois me desandei a tremer e remexer o corpo sentindo um calor imenso para depois começar e sentir que algo se diluia e escorria para fora. Fizemos um 69 nove e bebemos nossos brindes que coroava a entrega total dos corpos. Respirando com dificuldades ficamos estendidas ali olhando as estrelas. Não queríamos tocar no assunto delicado que nos levara a ter aquele delicioso encontro. Ela olhou para mim e acariciou o meu rosto, como que dizendo; como seria dali para a frente.Nos abraçamos fortemente e depois de algum tempo, começamos a vestir nossas roupas e em seguida caminhávamos abraçadas rumo a casa dela. Vendo-a entrar em casa sem olhar para trás, me sentir amargurada e quase que arrependida de te-la procurado. Isabel era o meu tesão, mas agora estava em outra.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:11 de fevereiro de 2015 19:24

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Lésbicas

Compartilhe este conto erótico com seus amigos
Este texto foi lido 784 vezes desde sua publicação em 11/02/2015. Dados do Google Analytics

Comentários

Novo comentário

Os comentários serão moderados. Não serão aceitos comentários agressivos ao autor e/ou que divulguem sites comerciais. No campo nome só aceitaremos nome de pessoas. Se tiver interesse comercial Fale conosco para saber nossa política de publicidade.

  • Eulália
    Postado porEuláliaem12 de fevereiro de 2015 08:46

    Moro em Salvador e ante de me casar com meu marido tive um caso escondido com uma mulher, depois do casamento nos encontramos uma ou duas vezes. Tive filhos e parei, mas sinto falta dela

Deixe seu comentário abaixo

*Campos com esta marca são de preenchimento obrigatório.
*

Seu endereço de e-mail não será publicado

Mova o seu mouse para fechar essa ajuda.
*