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Do fundo do baú

Ligação errada, prazer confirmado

Estava lavando a louça da noite anterior, por uma série de coisas, fosse a crise do abastecimento ou mesmo por uma questão de preguiça. Era uma manhã, gostosa, com o sol começando a brilhar num céu azul, belo de se ver. Acordara de muito bom humor, depois daquela balada onde conheci pessoas incríveis, me divertindo muito.
Comecei a rir, ao pensar no carinha que dançando comigo, começara a fica excitado e mal podia esconder a virilidade que teimosa se fazia presente na frente de sua calça. Para deixa-lo mais espicaçado, eu me esfregava nele, sentindo que estava bem duro mesmo. Mas era só para provocar pois eu não fora aquela diversão para transar com ninguém. Queria apenas me divertir e fechar o final de semana com chave de ouro. O pior de tudo é que o carinha ficou amarrado na minha e se achou no direito de propor que saíssemos dali e fossemos para um motel. Se fosse em outros tempos, ou num momento de depressão, eu até que toparia, mas não, eu estava bem, me curtindo muito, sem ter que ficar chupando pica ou dando a bunda para ninguém com o intuito de passar o tempo. Queria apenas continuar em paz com o meu interior nada mais. Porém para não deixa-lo muito frustrado aleguei estar naqueles dias. Alegou, pasmem, que não tinha nojo e que nada podia permanecer sujo depois de uma bela lavada. Olha, mesmo que eu tivesse afim, depois de me chamar de porca, eu jamais abriria minha xoxota para um cara daquele. Dei outra desculpa e encerramos o papo por ali e eu me retirando na companhia de minha irmã Cacilda.Quando contei a ela o que tinha acontecido, ficamos com dor de barriga de tanto rir.
__Olha mana, você definitivamente não vai para o céu. Não quis fazer uma caridade ao rapaz? Não posso acreditar. Deixe-me ver se você esta com febre. Não, não esta. Foi pura maldade mesmo. Você vai ver quando chegar lá encima e as portas estarem fechadas, indicando que deves ir para as profundas.
__Pode até ser, mas lhe garanto que nada por lá vai me comer se eu não estiver afim.
Rimos muito. Cacilda era uma garota muito legal. Me apoiava em tudo e dividia comigo, fosse as tarefas de casa ou até problemas familiares. O fato era que estava morando comigo, quando sai de casa, por causa do assédio do meu padrasto que tentara me pegar a força no banheiro de casa. Minha mãe me culpou pelo fato de eu andar muito a vontade em casa e que pelo fato de ser uma garota muito bem distribuída na forma física, encorajava os homens a me desejarem. Com meus 23 anos eu resolvi abandonar a casa e Cacilda decidiu que viria morar comigo, pois já tinha percebido que o cara a olhava de forma diferente. Ela tinha apenas 18 anos e se sentia muito insegura. Deixa me dizer uma coisa, ambas não eramos mais virgens, mas nem por isso queríamos, que o companheiro de nossa mãe abusasse de nós. Como trabalhávamos, fora fácil conseguir alugar uma boa casinha, que dispunha de dois quartos, sala cozinha ampla, um banheiro, área de serviço e um pequeno quintal. Na frente da casa um gostoso jardim equilibrava harmoniosamente a frieza da alvenaria. Vivíamos muito bem sozinhas, uma cuidando da outra. Adoro minha irmã. Ela é bonita, educada, divertida e muito gostosa. Se não fosse minha irmã eu até que dava uma traçada nela. É, estou falando séria. Se sou lésbica? Sou, mas me diverti muito com rapazes também. Sabe aquele negócio de ser aquilo ao pé da letra? Não me amarro muito nisso não. Imagino que neste exato momento o mundo safo, deve estar horrorizado com essa minha afirmação, mas creia, sou sincera e autentica. Acredito em momentos que posso precisar de uma companhia masculina, como já, precisei e fui muito bem acolhida, recebendo exatamente o que uma mulher não me dera , carinho, compreensão, colo e até um cafunézinho. Nunca vou esquecer esse acara super maravilhoso, que infelizmente se apaixonou por mim, mesmo sabendo que eu apreciava o sexo oposto ao dele.Sabe, tentei depois de muito tempo, ver se me apaixonava por esse cara, mas não consegui. Seria trair a mim mesma e a ele mais ainda, não dando-lhe o devido valor e com isso sofreríamos muito. Que tudo de bom aconteça na vida dele, que hoje em dia está muito bem estruturada, mas quê demonstra ainda gostar de mim quando nos encontramos ou até mesmo por telefone.Telefone? Sim era o telefone que estava tocando. Deixei a louça de lado e fui até a sala atender.
__Alô. Pois não?
__Oi, posso falar com a Cinara, por favor?
__Me desculpe, mas aqui não tem ninguém com esse nome.Posso saber para qual número você ligou?
__........
__ Você deve ter colocado o dedinho errado no número final, querida. Sinto muito não ter nenhuma Cinara aqui.
__Olha me desculpe e parabéns pela excelente educação. Se todos fossem assim quando recebessem uma ligação errada. Mias uma vez me desculpe, parabéns, obrigada e tenha um feliz dia.
__Ora não foi nada. Sinto muito não poder ter ajudar. Bom dia.
Voltei para os meus afazeres não dando muita importância ao telefonema errado. Após colocar a cozinha em ordem fui para a área de serviço, onde coloquei roupas na máquina e me preparei para limpar a casa. Cacilda dormia, e como aquela semana era minha, para cuidar de tudo, não me preocupei em acorda-la. Passei por seu quarto e abri a porta para ver se tinha mais alguma roupa suja para ser lavada. Estirada sobre a cama, inteiramente nua, ali estava minha bela irmã, mostrando aquela bunda deliciosa de se ver, bem empinadinha e sem marcas alguma encimada sobre coxas lisinhas e cheias de pelinhos e se olhássemos bem por trás entre as pernas, veríamos a bocetinha carnuda aparecendo, como que nos provocando para um breve beijo. Sacudindo a cabeça, fui em direção a algumas peças de roupas que ela já tinha usado, as pegando para depois por para lavar. Sai do quarto, indo para o outro lado da casa onde estava a maquina batendo roupa e ia colocar as novas roupas para bater junto com as outra, quando ouvi o telefone tocar. Fui atender.
__Alô!
__Oi, esta reconhecendo a minha voz?
__Oh, sim,a moça da ligação errada?
__A quê colocou o "dedinho" no número errado. Eu mesma. Só que agora eu não fiz isso não. Estou ligando para você, para lhe fazer um convite, como forma de agradecimento por você ter sido tão legal ao me atender.
__Mas que é isso. Acho que todos nós devemos ter um pouco pelo menos de educação.
__Que seja, mas você agora vai demonstrar que tem mesmo essa educação toda, aceitando o meu convite.
__Mas nem nos conhecemos. Não sei nem seu nome qual é.
__Vai saber agora. Sou Lúcia.
__Muito prazer Lúcia, meu nome é Beatriz.
__Posso chama-la de Bia?
__Claro, afinal já somos amigas, não?
__Creio estar te perturbando, não é?
__Não Lú, não esta me perturbando não. Estava sem fazer nada.
Ela pareceu não acreditar na mentira que estava pregando, mas se manteve naquele papo que me agradava, ainda mais por causa da voz, calma, aveludada que ela tinha. Parecia ser uma locutora de aeroporto anunciando as aterrissagem e decolagens dos voos.
__Faz de conta que acredito. Fala a verdade, te tirei de alguns afazeres, não foi?
__Você sabe que a mulher moderna nunca faz nada, a tecnologia faz por ela.
__Entendi. Mas isso não vem ao caso agora. Quero fazer um convite especial a você e desde já lhe alerto que não quero receber um não de você. Especialmente de você.
__Nossa, quanta consideração para uma pessoa que não conhece.
__Podes crer que te sinto muito próxima, mais do quê muitas pessoas que vivem ao meu redor.
__Obrigada. Mas do quê se trata o convite?
__Quero que você compareça a festinha de aniversário que vou dar aqui em casa.
__Quem vai aniversariar?
__Euzinha.
__Meus parabéns antecipado. Olha Lú, eu não sei se poderei ir. Portanto...
__Mas eu nem disse quando será?
__Ok, quando?
__ Será no próximo sábado as 20 horas.
__ Não sei não. Temo não ter tempo.
__Arruma um, para mim, como presente de aniversário. Diga que sim.
Ela era tão convincente, sua voz tão perturbadora, que me vi no dever de dizer:
__Esta bem. Me passe o endereço. Ah, outra coisa, vou levar minha irmã comigo.
__Ótimo, traga sim. Anote o endereço e desde já fico muito feliz em saber que você aqui estará.
Anotei o endereço e pouco depois nos despedíamos, ela jurando que não me ligaria mais. Mas por incrível que possa parecer, me ligou mais duas vezes e confesso que adorei a brincadeira dela.Cacilda acompanhou as minhas conversas com ela e ficou tirando sarro da minha cara, dizendo que Lúcia estava interessada em mim. Mas como, cogitei, não nos conhecíamos fisicamente.
__Sei lá mana. E posso adiantar também que você ficou na dela. Confessa.
__Ficar na dela eu não fiquei. Acho a voz dela gostosa e suas brincadeiras, lembram as suas, sua danada, e eu não estou interessada em você, a não ser como irmã.
__Sei!
__Que foi? Por quê esse sorriso bobo?
__Mana, me diga uma coisa, você teria coragem de me levar para a cama?
Aquela pergunta me pegou desprevenida, mas me recuperando a repreendi.
__Que pergunta mais absurda é essa , menina. Somos irmã.
__E daí? Somos mulheres e sentimos tesão. Eu sinto tesão por você.
__O quê? Você ficou de miolo mole? Bateu a cabeça na parede quando se levantou? Olha Cacilda, respeito é muito bom e eu gosto. Vou fazer de conta que não ouvi você falar nada disso.
__Desculpe, mana, não quis te ofender. Me perdoa? Vamos, diz que me perdoa. Se não disser que sim vou prender a respiração até ficar roxa e se eu morrer você vai ficar com sentimento de culpa. Vai, mana.
Era impossível não desculpar aquela diabinha. Sorrindo eu estiquei os braços e a prendi junto ao corpo. Beijei seus cabelos e afaguei suas costas. Adorava aquela peste. Não podia dizer a ela que a achava gostosona e que se não tivéssemos aquele grau de parentesco eu já tinha traçada.
Os dia foram se passando e o tão famigerado sábado chegou.O presente que eu e Cacilda íamos levar já estava comprado.Fomos a cabeleireira dar um trato no visual e depois ficamos no aguardo da hora que demorou a passar, talvez devida a minha ansiedade em querer conhecer a dona daquela voz sensual. Uma hora antes eu já estava lá, tocando a campainha. Uma garota, que logo percebei não ser ela nos atendeu e mandou que entrássemos. Nos conduziu até uma sala, onde já se encontravam algumas pessoas e se afastou indo chamar a aniversariante. A garota voltou logo em seguida, acompanhada por uma sereia, sim devia ser um ente mitológico o que vinha caminhando para o nosso lado toda sorridente. Fiquei de boca aberta olhando para aquela mulher, que se apressou vir me abraçar.
__Você veio. Que bom. Não sabe como estou feliz.
Me olhou dentro dos olhos e sem constrangimento disse:
__Como você é bonita. Bela e educada, dois ingredientes que não são para qualquer pessoa possuir.
Aquela voz, aquele brilho hipnótico nos olhos, a boca a lá Joli e o corpo terrivelmente, maravilhoso, compunham a beleza anatômica de Lúcia.
__Meninas, quero lhes apresentar uma grande amiga.
Foram vários ois e olas, como cumprimentos, das aparentes, simpáticas amigas de Lúcia. Um cutucão em minha costela me devolveu a realidade. Era Cacilda.
__Oh! Lúcia, esta é minha irmã Cacilda que eu lhe disse que me acompanharia.
__Oi, bonequinha. Não precisava dizer que era sua irmã, pois a beleza é genética.
Senti que Cacilda dera uma cambaleada se apoiando em mim.Estendi o presente a Lúcia, que radiante me assegurou:
__O melhor presente é a sua presença, mas mesmo assim duplamente agradeço.
__Este é o meu.
Obrigada, bonequinha. Venham, vamos até os outros estão guardados.
Minha irmã estava com a face corada pelo fato de ser comparada a uma boneca. Caminhamos atrás de Lúcia que nos levou para um quarto, onde se viam alguns pacotes com cartões. Numa das paredes ela tinha um espelho em tamanho gigante que refletia a cama cor de rosa bem abaixo. Eu nunca tinha visto algo semelhante. Não querendo ficar sem fazer nada, me ofereci para ajuda-la a terminar de preparar algumas coisas que seriam servidas aos convidados, que pareciam serem só convidadas. Cacilda se enturmou com as outra garotas e eu fiquei com Lú na cozinha. Começamos a conversar e eu ficava cada vez mais enfeitiçada por aquela bela mulher. De vez em quando nos tocávamos acidentalmente e riamos de algum embaraço. A noite já ia a dentro quando na sala em que estávamos entrou uma pessoa. Todas se voltaram para ela. Algumas pararam de dançar, outras passaram a cochichar e olhar para o lado de quem tinha chegado. Na verdade era uma outra beldade. Não se igualava a Lú, mas estava dentro do padrão de beleza que ela ocupava. Lú foi ao encontro dela e para acabar com o mistério, as duas se beijaram na boca. Confesso que fiquei decepcionada. Já desconfiava que Lú era entendida, mas jamais poderia imaginar que ela tinha um caso e que o mesmo estaria ali na festa dela. Cacilda olhou para mim, como que querendo me consolar. Lú trouxe a recém chegada até nós e a apresentou. Era Cinara. Sim a tal que Lú procurava e a ligação fora parar no meu número. Os olhos de Cinara eram extremamente azuis e frios. Ela não exalava simpatia e parecia não ser muito benquista pelas demais.Resolvi que iria embora e fui me despedir de Lú. Ela não queria que eu e minha irmã saíssemos. Pediu para quê dormíssemos lá. Não aceitei e ela se dispôs a nos trazer em casa. Eu estava tão chateada que não me opus, pois era uma forma de me vingar de Cinara, deixando-a por alguns minutos sem a bela Lúcia.
Chegamos em casa e eu a convidei para entrar. Cacilda se despediu dela e entrou e eu fiquei no carro convencendo-a a conhecer de onde conversamos pela primeira vez. Eu sabia que ela não iria entrar pois tinha que voltar, por causa da sua namorada que ficara na festa. Sorrindo, ela levou a mão ao meu rosto e passou-a delicadamente, me acariciando carinhosamente. Eu que já estava inebriada com a figura dela, não me contive e deixei vazar o que estava represado dentro de meu intimo.Talvez o brilho do meu olhar tenha revelado o que estava sentindo naquele momento e ela captou aquela centelha de desejo. Foi inevitável a aproximação de nossos rostos até que o beijo aconteceu. No inicio, foi calmo e sereno, um beijo adolescente, puro, criado em meio a fantasias e sonhos, calcado na pureza de sentimentos de duas pessoas que se querem, mas com o passar do tempo, fração de segundo, talvez, foi se tornando ambicioso e num crescendo eclodiu em nossos sentidos de fêmeas sedentas de se entregarem a paixão. Eu já não sabia se estava em êxtase ou na iminência de uma comoção. Sentia sua língua dardejar o meu palato e tentar alcançar o impossível. Sua mão pousou sobre meu busto e ali massageou o que tinha por baixo, causando uma quentura que se espalhou por todos os seios provocando o endurecimento dos bicos. Com habilidade ela foi descendo a mão e depois de puxar a barra da blusa, insinuou-a por ali e foi subindo, acariciando a pele por onde passava até que chegou ao bojo do sutiã.Sem deixar de me beijar, ela passou a mão sobre a peça e pelo decote da mesma enfiou a mesma e me tocou no pomo que já estava sensibilizado. Levou a mão por baixo dele e o trouxe para fora. Dedos, se apossaram do bico torcendo- o levemente. Gemi, com o som saindo preso em sua boca. Quando nossas boca se separaram, nos olhamos e racionalizamos o que nossos sentidos pediam. Ela abriu a porta do seu lado e eu do meu. Descemos. Esperei ela travar o veiculo e em seus braços entramos no jardim de casa. Parou e me olhando disse:
__Te quero aqui, agora.
__Vamos para dentro, em meu quarto.
__Te quero em meio a essas flores para sempre que ver uma saber quê ela é você junto de mim.
Procuramos um lugar entre as rosas, margaridas, hortênsias e , cheirosas dama da noite, onde havia um espaço decorativo com gramíneas e nos sentamos. Lú me tomou em seu colo e depois de muito me beijar, começou a abrir minha blusa. Feito isso, olhou para os meus peitos, ainda protegidos pelo sutiã e me forçando ficar sentada,despiu -me da blusa e do sutiã. Fez-me voltar a posição de antes e começou a a correr os dedos sobre o bojo do seio, da base até o bico. Titilava o mesmo ou o torcia gostosamente, sempre de olho em meus olhos. Apertou o seio gostosamente e depois se curvou e colou a boca nele me chupando. A mesma mão que acariciava o seio desceu pelo ventre e depois desabotoou a minha calça, desceu o zíper. Sua boca já estava na minha me despejando a sua saliva que me deixava mais inebriada , quando a mão entrou sob a minha diminuta peça intima tocando meus pelos. Os dedos brincaram com eles e depois se perderam no vale alagado, que entre coxas em brasas, represava a seiva que teimava em fluir da minha profundeza intima. Senti que ela estremeceu quando se lambuzou com o meu néctar. Com a outra mão ela passou se despir e aos poucos foi me revelando a beleza da sua pele sedosa e perfumada. A danadinha não usava sutiã e me dedicou a expiação de dois belíssimo para de seios. Curvando-se ofertou um, colocando o mamilo em minha boca. Me derreti como a manteiga que se coloca em um chapa aquecida. Para me deixar mais ensandecida ela levou minha mão para massagear seu seio livre. Fechei os olhos e passei a sonhar que estava no Paraíso, onde ela era a Eva e eu o seu Adão transex. Era assolada por ondas luxuriosas que invadiam a minha praia particular, causando uma ressaca de prazer. Minha pressão tinha subido, e eu estava ficando cada vez mais elétrica e num ato de pleno desespero olhei para ela e pedi despudoradamente:
__Me fode, penetra-me até o útero. Faz o tempo parar e nunca deixe esse momento terminar.
__Te prometo, se puder adquirir esse poder, o farei com o maior dos prazeres, minha paixão.
Aquela palavra soou tão gostosa em meus ouvidos que tive vontade de agarrar aquela mulher e me fundir dentro dela. Com gentileza, ela desceu minha calça e com a minha ajuda me deixou só de calcinha, Ai ficou fácil para que ela me possuísse com seus dedos deliciosos, indo onde outras não tinham conseguido ir, com exceção de uma pessoa. Ao pensar nela lembrei-me de suas palavras, no meu pior dia:
"__Uma noite igual a essa, você vai estar nos braços de uma pessoa que vai estar com você por que te ama, como eu te amo "
__Lú!
__Fala meu anjo.
__Te quero para mim.
__Também te quero para mim. Te quero desde que ouvi tua voz pelo telefone, falando do meu dedinho ter teclado o numero errado. Bendito dedo que hoje, agora, está dentro de você, meu amor.
__Repete.
__O quê?
__ Que sou seu amor!
__ Você é meu amor e já devia saber disso. Quero você para sempre.
__ E Cinara?
__ Ela sabe que você estava me deixando sem saber o que pensar, desde que te ouvi.
__ Mas hoje vocês se beijaram.
__ Somos amigas. Ela sabia que não dava mais, diante de uma série de coisas. Sofri muito até encontrar você minha preciosa e não vou te largar por nada e te proíbo de me trocar por outra.
__Nunca!
__Minha gostosa!
__Delicia minha eu...oooh, estou gozando de novo...aaahhh! Te amo!
Fui dela por horas a afim. Olhava para o céu e o via estrelado e
eu deitada nos braços da minha estrela maior, mais brilhante.
Para concluir, hoje estamos morando juntas felizes nos amando como duas adolescente que descobre o amor pela primeira vez.Cacilda?
Ela é nossa irmãzinha querida e amada.





Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:27 de março de 2015 10:43

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Lésbicas

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