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Do fundo do baú

Louca de tesão

O que vou contar a vocês aconteceu comigo a muito tempo atrás e me deixou uma lição.Eu e meu namorado sempre discutíamos no que dizia respeito ao sexo e ele sempre me dizia com uma raiva incontida:
__Ora, eu não vejo razão para você ficar tão chateada assim. Todos os casais que se amam fazem isso uma vêz na vida que seja.
Eu estava ficando constrangida com a insistência dele. Ele me amava e eu não ficava insensível a isso mas me incomodava muito aquela situação.
___Claro que muitas mulheres ficam como você indignada. Mas compreenda meu amor é de você que gosto. Sinto tesão por este corpão sarado. Te desejo muito.
___Eu sei amor. Sei que você me quer e eu o quero também. Mas...
___Mas...?
___Amor, sou virgem.
___Eu sei meu amor. Por isso que quero você não aguento mais.
Estava mais do que na cara que ele queria me arrebentar o cabaço. Sentia isso quando seu corpo se colava ao meu e eu sentia a dureza do pau sob calça.Queria te-lo dentro de mim, mas tinha medo do que iria acontecer depois. Não era só a dor física que me preocupava, mas o depois. E se ele me largasse após ter me arrombada a bucetinha? Eu temia isso.Minhas amigas, que não sabiam que eu era "pura", diante da coisas que eu contava que fazia com meu namorado e até o que fizera com outros rapazes, me achavam uma garota liberal. Se soubessem.
___Veja bem amor. Se você não gostar do que vai acontecer eu prometo que paro se você pedir.
___Depois que a vaca for para o brejo, não adianta fechar a porteira. Tenha paciência que um dia quem sabe eu ficarei bem mais preparada.
___Paciência eu estou tendo até demais. Não aguento mais. Você tem que se decidir.
Eu estava assustada, confesso, mas quando senti sua mão apertando meus seios sobre o soutien fui relaxando e ficando com em ebulição e uma comichão na
buceta.Era um manifesto que sempre ocorria quando eu estava sendo acariciada por Alfredo. Era gostoso e eu vibrava. Ficava na expectativa de ter os seios desnudos e os bicos sugados por aquela boca deliciosa que me levava a loucura. Aquelas caricia me deixavam, mole, tonta e sedenta com uma vontade de que el me deixasse núa o mais rápido possível e me comesse a força. Eu queria ser pega na marra e acabar com todo aquele sofrimento.Porém Alfredo ao saber que eu era virgem, apesar da idade e num mundo em que já até se nasce sem as pregas, me respeitava e muito. Mas com o passar do tempo foi ficando difícil para ele ficar só nas caricias. Chegara a querer por no meu cú. Ai é que eu me apavorei. Se por na buceta era terrível imagine no cú. Fiquei uma semana sem falar com ele. Não admitia tal proposta. Era a possibilidade de permanecer virgem e usufruir do seu pau em minha bunda.Minha blusa tinha sido aberta e tirada do corpo permitindo assim a Alfredo retirar meu soutien e ficar com meus seios a sua disposição. Mamava como um bezerro na mamãe vaca. Separava minhas pernas e metia a mão entre elas chegando á minha bucetinha onde afastava a calcinha e tocava meu grelinho que estava durinho pronta para ser acariciado. Eu rangia os dentes e sentia uma corrente elétrica percorrer o corpo me fazendo escancarar mais as coxas e permitir que seus dedos me percorresse até onde estava meu sêlo e ficar roçando. As vezes eu pressentia que ele iria me rasgar e rapidamente cerrava as pernas com medo. Estávamos no sofá e eu me remexia toda diante de
sua caricias, semi núa, a espera de orgasmos que viriam de forma avassaladora. Alfredo tinha um costume de me colocar de bruços em suas pernas e depois de alguns tapinhas descia a minha calcinha e ficava alisando minha bunda, passando o dedo em meu rêgo até ficar com a ponta do mesmo coçando o meu cuzinho. Eu ficava eufórica e suando muito esperando por aquele momento em que ele forçaria minha preguinhas e me penetrasse.Eu gostava.Era incomodo mas eu gostava daquela invasão. Provocava aquela sensação de ter que ir ao banheiro e arrepios. E das vêzes em que eu esperava a penetração e ele apenas se inclinava sobre meu corpo e não fazia nada além de beijar minha bunda. Eu queria morrer de ódio. Mas quando ele metia lingua para molhar meu cú e depois enfiava o dedo com carinho, eu subia pelas paredes e gozava muito. Colocando-me de pernas abertas sobre o sofá caiu de boca em minha buceta molhadíssima. Delicia das delicias. Gozei escandalosamente.Para não deixa-lo na mão eu sempre pedia para chupa-lo e que gozasse em minha boca. Era sempre atendida e daquela vêz não fora diferente. Eu o chupava como se chupa um picolé do nosso sabor preferido. Era muito salutar aplicar nele aquela chupeta e vê-lo se contorcer na minha boca até explodir em uma fonte de porra que eu bebia satisfeita. Depois de nos recompormos ficavamos trocando idéia e ele sempre vinha com aquela conversa fiada de por na bundinha.
Amadurecia a idéia de dar a bunda a ele, só precisava ter certeza de que não sofreria muito pois tenho fobia de dor. Por isso continuo ainda virgem nos dois buracos mas sei que vou dar para meu namorado oque ele tanto quer, quem sabe se não acabe dando os dois . Caso ocorra algo neste intervalo eu volto a falar com vocês. Ok?



Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:21 de dezembro de 2014 18:06

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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