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Do fundo do baú

Matilda mais que uma simples amiga, um tesão de mulher!

Numa noite fria do mês de Junho, onde todos comemoravam as festividades juninas, os sabores predominavam no ar. Milho verde, curau, pamonha, pinhão, a batata doce e aquele delicioso e inesquecível quentão, principalmente este, abrilhantavam as noitadas. Era comum serem vistos as pessoas se descontraindo ao ingerir a bebida.
Dna.Isaura, era famosa pelo quentão que preparava. Melhorava o mesmo a cada ano que passava.Naquele noite específica eu estava ali participando daquele grupo de pessoas que estavam preocupadas, apenas em beber e jogar conversa fora. Entre elas estava a bela Matilda, filha de Isaura, garota cobiçada por todos os rapazes da nossa roda de amigos. Eu me colocava no meio deles. Apenas nunca me salientara, por não querer estragar a nossa amizade que vinha desde a infância e nos considerávamos como se fossemos irmãos. Apesar disso, o meu tesão por ela crescia de forma avassaladora, tornando-se quase que insuportável ficar ao lado dela, sem deseja-la, a olhar de uma forma bem diferente que um irmão olharia. Ela era extrovertida e por isso, não era levada muito a sério. Brincava com todos e dizia muitos palavrões, o que a deixava em igualdade com os rapazes.Como eu disse, ela era uma garota bonita, de curvas generosas, que atraia a atenção dos rapazes, dando-se destaque a sua avantajada bunda. Era seu charme, pois era bem mais vistosa do que a maioria das garotas tinham. Ela sabia disso. Com a bunda, que se sobressaia, ela tinha outro potencial que eram as magnificas coxas que ela fazia questão de exibir, usando sempre minissaia, mesmo que estivesse fazendo frio, como naquela noite. Bebíamos alegremente em torno da fogueira, quando dna. Isaura veio alertar a filha de que não a queria bêbada. Matilda, fez que tinha concordado com ela, mas me puxando para o lado disse que se eu topasse ela queria beber mais em um lugar bem reservado, que sua mãe não imaginaria que ela fosse estar. Para agrada-la, e poder ficar a sós com ela, concordei. Matilda de posses de um litro, o encheu com quentão e me pegando pela mão, deu a volta pelos fundos da casa e pouco depois, estávamos indo em direção ao quarto dela. Assim que entramos ela apagou a luz central e acendeu a do abajur, que ficava sobre um criado mudo, junto de sua cama. Nos sentamos nela, e Matilda me brindou, ao se sentar sobre uma das pernas, com a visão deliciosa de suas coxas. Olhou para mim e sorriu, vendo o meu interesse em suas pernas. Disse:
__A quê vamos brindar?- perguntou enchendo nossos copos com o líquido alcoólico.
__A você. A essa noite gostosa! - disse quase que querendo dizer, que não tão gostosa como ela, mas me contive.
__Então a nós! - foi ela mais democrática elevando o copo em um brinde.
Ela estava uma tentação, como sempre e eu com a visão das suas coxas, estava com a minha excitação crescente, e logo seria bem visível, o que eu não queria que acontecesse, pois seria constrangedor. Mas mesmo assim eu não podia deixar de ficar olhando-a. E foi num momento de pura contemplação, que ela me flagrou e não consegui disfarçar em tempo:
__Que foi? Por que me olha tanto assim? - questionou ela. Fiquei meio sem jeito, mas vi naquele momento, que deveria me soltar e encara-la de frente e torcer para que a nossa grande amizade não terminasse ali.
__Você não vai ficar com bronca de mim, se eu lhe falar uma coisa?
__E por que ficaria. Somos como irmãos, não?
__Por isso mesmo.
__Fale.
__Gostaria de beija-la. - deixei escapar de forma quase que inaudível.
Ela se aproximou de mim, com o semblante sério e elevando a mão, a dirigindo em minha direção...me puxou para bem perto de si, dizendo:
__E porquê não beija? - inquiriu com as nossas boca quase se tocando.
Dizem que o beijo tem o poder de modificar o nosso comportamento, de liberar hormônios que outros atos do ser humano não consegue a não ser sob forte provocação, e eu senti que a boca de Matilda, era sem sombra de dúvidas, um poço de sugestões implícitas. Eu nunca tivera a oportunidade de beijar uma boca tão apetitosa como aquela, onde o sabor do quentão ainda prevalecia de forma tão perceptível. Fora isso, havia um perfume naquele quarto, que estava entrando pelas narinas e indo se alojar nos sensores do prazer, pois estava me deixando meio que alucinado.Ela beijava como uma bacante, provocando o que poderia estar adormecido abaixo de minha cintura porém encontrando a perfuratriz, pronta para começar seu trabalho. Inadvertidamente, ela se desequilibrou e suas mãos se apoiaram em minhas coxas, sendo que uma delas ficou bem em cima de onde meu pau duro, estava colocado. Notei que ela fez uma leve pressão sobre a dureza e quando nossas bocas se separaram, ela me olhou com o olhar que não parecia injetado de sombra alcoólica, dizendo:
__Era só o beijo que você queria? Olha bem o que você vai dizer, pois se for a resposta errada, muitas coisas podem mudar entre nós, para bom ou ruim. - enfatizou, ainda com a mão no lugar proibido.
Depois de encara-la, sentir o pau latejar, o folego, quase sumir, eu decidira por uma cartada final, desse no que desse.
__Quero transar com você, mesmo te considerando como minha irmã - soltei, e esperei o que viria.
Ela nada disse, apenas se levantou, caminhou até a porta...olhou para mim e girou a chave. Quando voltava, já começava a desabotoar e se desfazer de suas roupas e quando estava já perto de mim, ela tirou a calcinha e expôs a nudez mais desejada do mundo, Se aproximou mais e puxou minha cabeça de encontro ao seu ventre, tocando meu queixo em seus pelos pubianos. Acariciou-me os cabelos e depois se afastou, passando por mim, se deitando na cama. Levantei-me, começando a me despir. Quando desci a cueca e me endireitei, ela viu o que a esperava e fez-me sinal com o dedo para que eu me aproximasse dela, ao mesmo tempo que se punha deitada de lado. Assim que teve a minha pica a uma distância que pudesse toca-la com a boca, estirou a língua por entre os lábios e deu uma lambida na glande. Meu pau deu um salto, no que ela o segurou com uma das mãos e o manteve à altura de sua boca. Delicadamente ela foi abocanhando o meu pau, até que a cabeça da pica tocou o inicio de sua garganta, depois passou a movimentar a cabeça para frente e para traz, numa felação deliciosa.Depois que se satisfez na chupeta que fez, ela se estirou na cama e separando as pernas, me chamou, para brinda-la com uma caricia oral. Me coloquei entre as sedosas coxas, que ela elevou,e colei a minha boca, nos lábios separados da boceta cheirosa. Ao sentir os meus lábios na sua intimidade, ela , pousou ambas as mãos sobre minha cabeça a forçando contra o sexo. Passeei a língua por toda a extensão daquela vulva, até que toquei em seu clitóris. Ela acusou o toque apertando minha cabeça com as coxas. Gemia baixinho, talvez temendo que fossemos descobertos ali, e dizia cada coisa, que excitava mais ainda:
__Seu puto. Como você chupa gostoso. Lambe mais o meu grelinho, bem na pontinha dele...ui...ai que delicia...vou gozar...aaah!...esta chegando. Chupa mais forte. Isso...oooh...esta chegando...aah, delicia de gozo. Vem agora e me fode. Enfia a sua pica em minha boceta e me deixa esfolada. Filho da puta, porque não me cantou antes. Se você soubesse como eu desejava que o fizesse.
Me ajeitei entre suas coxas e depois de olhar para seus seios duros, a beijei e depois dei uma bela chupada em cada mamilo.
__Eu temia que se dissesse que a desejava, perderia a nossa linda amizade. E isso eu não posso querer nunca. -confessei a ela.
__Seu bobo. Mesmo que não namoremos nunca, não vou deixar de ser sua quando me quiseres. Sinto imenso desejo de estar sempre a tua disposição, contanto que me deixe do jeito que estou, pegando fogo. A nossa amizade tem que estar acima de tudo isso, mas com muito mais disso. - sorriu e se agarrou a mim, forçando o baixo ventre de encontro ao meu, para uma penetração mais profunda, onde meus testículos batiam em sua bunda. Coloquei-a de quatro e enfiei-lhe o pau por trás na suculenta boceta. Me excitava ver suas nádegas de uma posição bem mais excitante e parecendo que ela estava vendo o que eu visualizava, a mesma levou a mão sobre uma das nádegas, a separando e mergulhando um dedo no cu que parecia piscar. Ela me assanhava o tesão e quando retirou o dedo do lugar, eu retirei a pica da sua boceta e a levei, toda lubrificada, para o seu orifício anal. Matilda deu uma reboladinha e me olhou. Pressionei a glande sobre as pregas dela e fui avançando lentamente. Tento ver se ela não estava sentindo muita dor e depois de breve pausa, senti que ela empurrava a bunda de encontro ao pau, com isso fazendo a glande ir se perdendo dentro de seu cu que se afrouxava. Vi, com deleite a cabeça sumir e o resto do pau ir deslizando para dentro daquele canal estéril. Fui deslizando para dentro da minha amiga, até que encostei meus pentelhos em suas nádegas. A segurei pelos quadris e depois de olhar para ela, passei a executar as estocadas. Matilda, levou as duas mãos ao rabo, me deixando ver toda a dinâmica das investidas naquele rabo.Teve um momento em que a penetrei com uma certa violência, não por maldade, mas porque me foi impossível haver um controle diante da beleza da cena. A bunda de Matilde era espetacular e deixava qualquer um sem saber o que pensar, ficando na eminência de gozar sem ter aproveitado bem, aquela delicia. Fiquei parado, com o pau latejando,preso naquele anel de pele. Matilda, então, começou a se movimentar, puxando e socando a bunda no meu pau, no inicio com lentidão, mas foi aumentando a velocidade até que já me deixava com a pica super sensível e com a concentração cooperando para o gozo que se avizinhava. Ela ainda não estava á porta do mesmo e por isso, comecei a me distrair, pensando em coisas, que não estavam ali a minha frente, e com isso, deixa-la a se comandar para ter um excelente gozo. Matilda, quis ficar de ladinho, e sem tirar o pau do seu cu, ficamos da forma que ela queria. Com uma das mãos em um dos seus seios, comecei a estocar com vigor. Matilda virou o rosto para mim, e quase acreditei que vi em sua expressão, muito mais que simples tesão. Não quis acreditar naquilo e por isso mesmo, busquei sua boca e enquanto a fodia, me deliciava com sua boca.Ela passou a acaricias a xoxota com uma mão e com a outra, apertava os seios. Gemia muito. Quando começou a se agitar, levantando a perna e a sustentando com a mão, deu para perceber que o seu maior trunfo estava vindo de encontro a tudo que ela queria. Acelerei e quando a senti estremecer, deixei que os meus sentidos ficassem livres e então a apertei e despejei no cu de minha amiga, toda a minha porra que estava acumulada.
Ficamos, naquele abraço, por longo tempo. Minha pica não amolecia e por isso mesmo Matilda a prendia dentro de si. Quando, depois de muito tempo, me retirei de dentro dela, nos vestimos e fomos ter com o pessoal que se divertia. Casualmente, meus olhos se encontraram com os de dna Isaura e vi que ela desconfiava de onde vinhamos.
Eu e Matilda, nunca namoramos, porém sempre nos encontrávamos e trepávamos muito.Nosso amizade, apesar dela ser hoje, uma mulher casada, nunca foi abalada. As vezes eu olho para ela e não sei por que não fomos namorados. Teria sido diferente o nosso relacionamento, mas seria também, igualmente delicioso?

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:10 de julho de 2015 08:12

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Lingerie

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