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Do fundo do baú

Menina Veneno ou Anjo e Demônio

Para Sabrina, a perda do pai fora um momento muito triste em sua vida. Sempre fora muito apegada á ele, que lhe devotava um carinho que transcendia a tudo. Ela era a menina dos olhos dele e todos os seus caprichos, por mais absurdos que fossem ele os realizava, só para vê-la feliz, com aquele sorriso que iluminava seu belo rosto, agora de adolescente, com seus 17 anos. A festa de 15 anos fora uma coisa monumental, que acabou sendo o assunto nas bocas daquela que sonhavam em ter uma coisa mais refreada, mas que vendo uma amiga ter uma de espetáculo único, era de se morrer de inveja. Tudo que ela sabia sobre o corpo dela e suas transformações, fora ele que lhe ensinara, fugindo daquele primazia de quê, o pai educava sexualmente seus filhos e a mãe as filhas. Quando sua primeira menstruação surgiu, ela estava preparadíssima e enfrentou a mesma de forma natural, sabendo que dali para a frente, se transasse poderia engravidar. Era no entanto cabaço e aconselhada por seu pai de que só se livrasse daquele selo feminino, por sentir que estava preparada para tal e não por imposição de quem quer que fosse. A fez ver que ser virgem, não era ser careta, mas sim estar aguardando a oportunidade de encontrar a pessoa certa ou que ela achasse merecedora para lhe fazer o presente de a desvirginar, sem culpa ou pressão. As vezes se sentia até mal por ter tanto conhecimento , que garotas de sua idade, nem sonhavam ter um dia. Mas tinha orgulho de se sentir sábia, através de seu pai.Mas ele se fora, vitima de um câncer, que o levou assim que foi diagnosticado que ele tinha essa maldita doença. Não sofrera muito, pois em pouco mais de 6 meses após a confirmação e se iniciar os tratamentos, ele, partiu para sempre. Ela nunca o abandonou e sempre deu o melhor de si para aliviar seu sofrimento. Em seus derradeiros momentos, ainda lúcido, ele pediu a ela que não permitisse que sua mãe ficasse sozinha, que a incentivasse a arranjar alguém, pois era ainda muito jovem e bonita para ficar curtindo uma viuvez absurda. Catarina, sua esposa ouviu esse seu pedido e teve que jurar que assim seria para que ele ficasse em paz. Ele se foi em uma manhã bela, onde os pássaros, enchiam o ar com seu cantos e uma belo sol surgiu para aquecer todos.
Não derramou uma lágrima sequer, pois achava que seu querido pai estava melhor, sem sofrimento, apenas descansando.
O tempo foi passando e a vida tomando seu curso. Nada podia ficar parado no espaço e tempo e por isso mesmo, pouco mais de 1 ano, Catarina estava casada novamente, com um homem que recebera a aprovação de Sabrina, para alegria de sua mãe. Rodolfo, era um cinquentão, muito bem apanhado, com enorme senso de humor e que tinha se mostrado verdadeiramente apaixonado por Catarina. Ele era um cara legal, tanto é que fizera questão de levar Sabrina, na lua de mel do casal. Ela achou aquilo um absurdo, mas para não contrariar o desejo daquele que seria seu segundo pai, guardando as devidas proporções do primeiro. Achava Rodolfo um cara legal, bonito, elegante e que fazia um belo par com sua mãe que estava visivelmente apaixonada por aquele tipão. Rodolfo, se dedicava as duas de uma maneira até que surpreendente. Era tratada como sua filha legitima e apresentada a todos que não os conhecia, como tal. Isso a cativou muito, a ponto de torcer muito pela felicidade do casal.
Sabrina, viu que seu corpo a cada dia que passava, se desenvolvia mais e os olhares dos rapazes já se tornavam mais lascivos. Era uma bela moça, que se
tornava a caça marcada pelos lobos. Só que ela sabia bem como agir e levava todos na maré bem mansa, não dando e nem tirando esperanças de quem quer que fosse. Popular, ela era. Todos as festividades sua presença era obrigatória. Sua página na internet estava sempre bombando, com milhares de seguidores, onde ela falava muito se sexo para adolescente. Até os pais, que acessavam essa página, postavam seus elogios pelos conselhos maduros e acertados que ali estavam, vindo de uma adolescente. Sabrina , não se achava adolescente, pois acabara de fazer
18 anos e muito menos mulher, a não ser pelo fato de já menstruar e poder ter filhos. Mas, muitas meninotas, tinham a mesma capacidade reprodutiva que ela, sendo que nem mais virgens eram. Não era seu caso. Seu hímen continuava intacto.
Gostava de se admirar diante de vitrinas, onde seu reflexo lhe garantia a certeza de que estava desabrochando em uma bela mulher. Seu narcisismo, ia muito além, quando nua passava minutos admirando as curvas do seu corpo, onde seios intocados se mantinham firmes com seus bicos rosados, o ventre achatado, os quadris que deixavam sua cintura bem delgada, pois eles se sobressaiam, o monte de vênus, em seu triângulo perfeito, ornamentava o que mais abaixo seria o seu sexo virginal, as coxas roliças de uma penugem dourada, e quando se olhava por trás, sorria diante das nádegas absolutamente perfeitas, que incrementavam seu andar matreiro. O rosto, era perfeito, onde olhos vivaz iluminavam seu semblante. O nariz ligeiramente arrebitado, era o seu charme principal e o sorriso, era um verdadeiro colar de pérolas. Se existisse um ser humano perfeito deveria ser ela. Frequentava um bom colégio e era uma ótima aluna. Gostava de ajudar as amigas que se encontravam em dificuldades de entende alguma matéria. Mas o que estava fazendo o maior sucesso era mesmo a sua página virtual.
Os rapazes que sonhavam em ter um pouco de sua atenção, e assim namora-la, chegaram a fazer uma aposta, para ver quem iria ficar com ela primeiro. Isso chegou aos seus ouvidos e longe de envaidece-la, apenas causou repulsa. Ela não queria ser um objeto de aposta. Via com tristeza, que naquele meio não encontraria nunca o homem que tiraria sua virgindade.
Sentada beira da piscina, chutando água com os pés, ela pensava em como seria a sua primeira vez. Não tinha receio da dor, mas será que iria doer muito?

__Pensando na morte da bezerra, filha?
Ela levantou a cabeça e deu de cara com sua mãe que de maiô se sentou ao lado dela. Duas belezas clássicas, onde o velho e o novo , mostravam estarem em perfeita harmonia no quesito.
__Bobagens. Mamãe me diga uma coisa. Sua primeira relação foi dolorida?
__Não, Não senti dor, apenas uma fisgadinha, um desconforto passageiro, talvez até devido a ansiedade da primeira relação. Mas porquê? Esta pretendendo ter sua primeira relação?
__Não é bem isso. Estou apenas curiosa.
__Olha, filha, sei que seu pai lhe ensinou muitas coisas, e que a aconselhou a pensar bem no que irá fazer no momento que vai chegar para você. O que eu posso lhe pedir é que tenha calma e escolha bem. Eu tive sorte de encontrar um cara que era paciente e me deu toda segurança.
__Quem sabe um dia eu encontre alguém que seja tão legal, como você encontrou? Mas me diga uma coisa, é verdade que você e Rodolfo vão fazer uma viagem?
__Ainda não esta certo. Pretendíamos ir para a o nordeste do Brasil. Não quer ir conosco?
__Olha mamãe, eu já participei da lua de mel de vocês e foi muito legal, mas não posso ficar no meio de vocês. A privacidade do casal é sagrada. Não, não quero ir não.Pretendo fazer uma trilha com amigos.
__Bom, espero que se divirta. Vamos dar um mergulho?
Ambas mergulharam e deram algumas braçadas naquela água que estava numa temperatura excelente. Rodolfo, da sala, através da ampla vidraça, observava a brincadeira de mãe e filha na piscina. Fazia suas comparações e achava que era difícil dizer quem era que tinha o melhor corpo. Adorava sua mulher, que era de uma capacidade sexual que o animava a cada dia que passava. Catarina, esbanjava sensualidade e na cama exigia muito dele. Adorava passear pelo corpo da esposa, onde com calma, como ela sempre gostava, explorava os pontos que ele sabia ser o que mais deixava ela generosa na entrega. Ela era fogosa e fazia de tudo para que seu companheiro a acompanhasse em sua tour sexual. Gostava muito de sexo oral, tanto para ela ou de por em prática nele. Chupava como uma mestre no assunto e sempre o deixava gozar sobre seu corpo. Nunca em sua boca.Mesmo assim, ele relevava, por ser ela uma mulher que o satisfazia plenamente, fora esse detalhe. Quando desejava ver realizado seu desejo, ia a casa de prostituição, onde escolhia a melhor menina da casa e com ela a lhe cobrar um pouco mais, satisfazia sua tara. Fora assim que conhecera Gertrudes, uma garota de pouco mais de 25 anos, que tinha uma boca nervosa e sabia chupar um membro como ninguém. Se tornando freguês assíduo dela,ficaram amigos e dai para confidentes, foi um pequeno passo. Gertrudes via nele, uma pessoa compreensiva e que desejava apenas que a esposa fosse mais liberal e não tão careta a ponto de lhe recusar, algo que ele tinha que pagar para ter. Com o passar do tempo, ela não cobrava a mais pelo sexo oral que fazia nele. Gostava de vê-lo se contorcer, quando ela atingia o auge daquele seu ponto fraco e o mesmo resfolegando, prendia sua cabeça com as mãos e ejaculava todo seu esperma, na boca que o estimulava. Gertrudes, que com os outros não tinha o costume de engolir, começou a fazer com o esperma de Rodolfo. Ele já não pedia á Catarina, que lhe fizesse aquele tipo de sexo, apesar de sentir falta dele, com ela.
Rodolfo, continuava observando as duas, que já estavam fora da piscina e sob as espreguiçadeiras, se secavam.Catarina, em uma virada de corpo, viu seu marido e com um sorriso nos belos lábios, acenou para ele, convidando que viesse se juntar a elas. Munido de uma bandeja onde levava sucos naturais e copos, ele se juntou a elas. Riam, contavam piadas até que o celular de Sabrina vibrou e ela se levantou, procurando se afastar dos pais. Rodolfo observou a desenvoltura do andar dela e Catarina comentou, percebendo seu interesse no corpo, e principalmente no belo traseiro da enteada:
__Já tive a atenção despertada para essa aparte do meu corpo um dia. Mas o tempo passa e tudo despenca. - lamentou-se
__Você continua com tudo em cima, meu amor. És uma mulher que consegue manter uma plástica invejável para muitas adolescentes.
__Sejamos realista, não posso competir com o corpo de minha filha. Ela é muito mais saudável, desejável do que eu? Vejo seu interesse nela. Não pode vê-la para não ficar de olho em suas poses. Vai me enganar que quando o surpreendi a pouco nos olhando, não fazia comparações? - quis saber, enfatizando algumas frases.
__Estou te estranhando. Você esta com ciúmes da sua filha? Não acha um absurdo?
__Absurdo? Acha mesmo, uma absurdo? Não tem nada que eu precise me preocupar?
__Mas o que você esta tentando insinuar Catarina?
Eles estavam tão entretidos naquela discussão que não perceberam que Sabrina estava voltando por um lado onde havia uma cerca viva que impedia a visão dos dois. Ela parou a uma certa distancia para poder ouvir direito, pois era primeira vêz que ouvia eles discutindo. O se seguiu de conversa a deixou incomodada.
__Você esta desejando nossa filha, confessa. - desafiou Catarina, que vinha de a muito notando as atenções que seu marido dedicava a enteada.
__Mas isso é uma absurdo, mulher. Você deve estar brincando. Aliás uma brincadeira de péssimo gosto - rebateu Rodolfo, sentindo-se acuado.
__Ah, é? Por que você a olha de forma diferente? Por que em todas as festividades que vamos, ou mesmo viagem, você a que levar junto. Já não bastou o absurdo de te-la levado em nossa lua de mel?
__Mas você concordou!
__Claro, você insistiu. Olha Rodolfo, eu estou a par de muitas coisa que você vem fazendo. Por exemplo, sei que você tem ido a uma determinada casa de prostituição e se encontrado com um mesma garota de programa. Vai me negar? Vou até lhe adiantar, que contratei os serviços de um detetive, que me trouxe até o nome desta garota. Quer saber o nome que me deram? Gertrudes. Preciso continuar a lhe narrar outros detalhes, do que fazem ou já está bom?
__Como pode fazer uma coisa dessa? Não acha muita baixaria de sua parte? - perguntou indignado.
__Por quê? Você deixa para ir atrás de uma mulher de zona, só por que não quero que goze na minha boca? Ora meu caro, não acho que minha boca sirva de depósito de esperma. Agora também não vejo motivos para você, inclusive deixar de me procurar. Eu gosto de te chupar, apenas não concordo que goze em minha boca. - explicou a mulher sentando-se na espreguiçadeira e encarando o marido que a olhava sem saber o que dizer.
Sabrina ouvia tudo, sentindo pena dos dois. Não queria os dois brigassem.Só não entendia por que sua mãe a colocara no meio da conversa como objeto de desejo de seu padrasto, que ela tratava como pai. Sentiu-se incomodada a ponto de dar meia volta e ir para o interior da casa, procurando seu quarto. As palavras de sua mãe estavam martelando em sua mente:
" Você esta desejando nossa filha confesse, confesse, confesse..."
Depois daquele dia, Sabrina passou a ficar mais distante de seu pai e aquelas intimidades que achava tão natural, acabaram. Rodolfo, claro, notou esse distanciamento e ficou questionando o que teria ocorrido. Teria, sua mulher, falado com a filha, algo com relação á aquela estranha conversa que tiveram? Foram fazer uma viagem e Sabrina ficara em casa. Convidara uma amiga para ficar com ela nos dias que os pais estariam fora.A alegria voltara a se aproximar dela, pois podia se expandir com aquela outra jovem e passaram a ficar na piscina ou na cozinha preparando coisas para comerem.Naquela tarde, quente como estava, depois de assistirem um bom filme, decidiram nadar. Sem se preocupar com nada pois estavam sozinhas, Sabrina se despiu e exibindo um corpo perfeito e nu, mergulhou nas águas que refletiam o azul doo céu. A amiga ficou de boca aberta diante do que vira de perfeição no corpo da amiga. Ao ser convidada para fazer o mesmo, ficou a principio encabulada, mas depois aderiu ao nudismo da amiga e foi atrás dela. Como crianças travessas, passaram um bom tempo se refrescando. Ainda nuas ficaram estiradas nas espreguiçadeiras, desfrutando do calor da tarde que chegava bela, já sem o efeito estufa anterior. Mara não se cansava de olhar para o corpo de sua amiga e isso lhe chamou a atenção. Sabrina sabia, que apesar de tímida, Mara era uma das mais entusiasmada representante do grupo feminista do grêmio estudantil, onde proclamava que as garotas tinham que ter mais liberdade sobre seus corpos e que não precisavam de homens para serem felizes. Claro que os rapazes a detestavam, pois muitas aderiram as suas ideias.Diziam a boca pequena que ela era sapatão, só que não podiam provar, pois ela nunca fora pega com uma mulher. Tinha um belo corpo, apesar de não poder nem de longe se r comparado com o de Sabrina, mas era um corpo apreciável, onde seus seios, não tinham a mesma dureza que da outra, mas eram bonitos e graúdos. Seu púbis avermelhado a deixa mais exótica e se assemelhavam aos seus cabelos, que ela mantinha sempre presos. Sardas em seu corpo a deixa em condição de ser uma figura bem diferente das demais. Sabrina estava intrigada e resolvera atacar para ver o quê acontecia:
__Mara! Você já transou com mulheres ou pelo menos sente atração por elas? - perguntou virando-se para o lado dela e com a mão no queixo encarou-a.
__O que te faz pensar isso. Pela minha postura com relação aos rapazes, que para mim não passam de uns aproveitadores? - quis saber evitando encara-la.
__Não, não. Não é isso não. Eu pergunto por que te flagrei me olhando a pouco.
__Não posso admirar teu belo corpo?
__Sim, mas...
__Acho que qualquer ser normal te olharia.
__Qualquer um? Mesmo que não devesse? - quis saber lembrando-se da conversa que ouvira entre seu padrasto e sua mãe.
__Claro. Seu corpo é belíssimo e confesso que gosto de te olhar, ainda mais vendo-te nua pela primeira vez. Coitado dos rapazes, que não podem ter esse privilégio.- concluiu, agora encarando a amiga que não estava totalmente convencida da sua falta de interesse sexual, nela. Sabrina não tirava da cabeça a ideia de que seu padrasto a estava desejando. Teria sua mãe enlouquecida, pelo fato de ter descoberto que ele procurava por prostitutas para se satisfazer no sexo oral? Ou seria verdadeiras, suas suspeitas?- Você me acha com cara de sapatão, Sabrina?
__Mesmo que você seja o que tenho eu a ver com isso? É seu gosto, ninguém pode ir contra. - disse se estirando de costas, olhando o azul do céu. Percebeu pelo canto dos olhos, que Mara se sentara e depois de a fitar por longo tempo, se levantou e veio ficar junto dela. O olhar das duas se encontraram. Por uma razão já esperada, seu coração pareceu palpitar mais aceleradamente e uma leve contração em seu baixo ventre a deixou em alerta. Mara lhe estendeu a mão e de posse da mesma a puxou para que se levantasse da espreguiçadeira e ficasse em pé a sua frente. Tinham a mesma altura, apenas a beleza era diferenciada. Se entreolharam e Sabrina viu nos olhos da amiga o fogo do desejo que queimava dentro de si. Estava certa, quanto a opção sexual da amiga e seu interesse nela.
Os corpos nus caminharam para o interior da casa e no quarto de Sabrina se deitaram sobre o leito. Não diziam nada, apenas se olhavam. Dedos nervosos, tiraram cabelos da testa de Sabrina, que estava com as mãos sobre as costas da amiga. O desejo crescia de forma intensa, mas não queriam dar o primeiro passo para não quebrar o encanto daquele momento de enlevação. Os bicos dos seios se tocaram e um formigamento se apoderou deles incomodando gostosamente cada uma delas. Sabrina estava ansiosa para que Mara a beijasse e acabasse com aquela doce agonia. Se concentrava na quentura daquele corpo de mulher sobre o seu, experimentando a sensação de que estava se preparando para perder a sua tão delicada virgindade. Mas com uma mulher? Por outro lado Mara estava em plena euforia de saber que estava sobre o corpo tão desejado de Sabrina, e que poderia desfrutar dele. Sabrina sempre fora sua paixão secreta e alimentava por ela um desejo que era absurdo a ponto de ficar no anonimato, só imaginando como seria se tivesse chance de estar com ela intimamente. Ficou do lado dela e passou á acariciar seu corpo, começando pelos seios perfeitos, brincando com os bicos que se enrijeciam ao toque. Percebendo que não era impedida tomou um deles entre os dedos e o torceu. Sabrina acusou a excitação que sentiu e gemeu demonstrando que ali estava um dos seus pontos erógenos. Foi com a boca no outro bico, passando a língua sobre ele e depois os sugando Sabrina arquejou e apertou a cabeça da amiga de encontro ao peito. Separou as pernas de Sabrina, quando a percebeu entregue as suas carícia e a tocou bem no centro de sua feminilidade a encontrando febril. Quando separou as suas pétalas sexuais e procurou se introduzir nela, percebeu a barreira que ali estava protegendo a entrada da caverna do amor. Olhou para a amiga e retirou a mão. Foi em busca da sua boca, onde a beijou calidamente até perderem o folego. A mão de Sabrina procurou abrigo entre as coxas de Mara, no sexo que estava espremidos entre as colunas sedosas. Encontrou mesmo totalmente molhado e desimpedido de qualquer obstáculo e por isso mesmo dedos especulativos se introduziram dentro daquele poço escaldante. Mara separou as coxas e permitiu que lhe fizesse o que devia fazer em sua preciosidade nua, que beijava afoitamente. Mesmo sendo sua primeira experiencia lésbica, Sabrina era toda desenvolta no que dizia respeito a dar prazer a outra pessoa. Soluçando muito, Mara se entregou ao mais caudaloso dos orgasmos de sua vida de lésbica. Fora algo inusitado em sua vida.
Durante a janta, não se olhavam direito, com vergonha, com medo de se detestarem pelo que acabaram fazendo ou temendo que poderiam magoar uma a outra. Sabrina, no entanto estava pensativa e só conseguia pensar em seu padrasto. Apertou as pernas, quando sentiu uma deliciosa comichão bem no seu centro de prazer. O celular vibrou e ela foi ver do quê se tratava e com alegria viu uma mensagem de seu padrasto onde dizia que voltariam na manhã seguinte e perguntava como ela estava. Sorriu. Mara adivinhando comentou:
__Estão regressando?
__Amanhã pela manhã.
__Bom creio que está na hora de me retirar.
__Por quê ? Fique comigo esta noite e amanhã você vai se quiser. Eu preferia que você ficasse mais alguns dia me fazendo companhia.
__Sério? - admirou-se a outra.
__Ora e por que não? Você é uma pessoa muito agradável e me deu muita alegria esses dias.
__Mas...
___Sobre o que aconteceu hoje conosco? Nada a comentar a não ser que foi bom.
___Você repetiria outra vez?
__Quem sabe... - deixou no ar aquele incógnita.
O casal chegou quase que no meio da manhã. Ambos muito bronzeados. Pela primeira vez, ao se abraçarem Rodolfo sussurrou no ouvido da filha algo que a fez estremecer:
__Você esta mais linda que nunca. Senti saudades.
O abraço dele fizera com que seu corpo todo vibrasse e os bicos dos seios endurecessem. Recebeu alguns pacotes, que eram presentes típicos. Sua mãe estava radiante e parecia de melhor humor. Mara ficara mais alguns dias, só que as duas não mais tiveram qualquer contato íntimo, para desespero desta. Quando partiu sentiu que estava se despedindo de algo que não teria volta.
Os dias passaram e a rotina se acentuando, mas Sabrina se resguardava, fugindo dos espaços em que poderia ficar a sós com seu padrasto, para não despertar o vulcão que estava adormecido em sua mãe, caso os surpreendessem isolados, mas juntos. Mas o destino estava a fim de aprontar alguma.
Sabrina, depois de uma noite agitada onde sonhos estranhos a deixaram de mau humor, se encaminhou para o banho e depois de ir para o quarto colocou seu short de jeans e uma blusinha curta e foi para a cozinha onde preparou o café e o colocou na mesa passando a arrumar os demais pertences á primeira refeição do dia. Estava com a mesa posta, quando chegou sua mãe. Beijou-a no rosto e se sentou.
__Vou dar uma beliscadinha rápida, pois daqui a pouco Elisa estará aqui. Vamos fazer umas compras. Seu pai ainda dorme, deixe-o em paz. Vai querer alguma coisa?
__Não mamãe. Vou sair com a Mara e depois vamos ao club jogar tênis.
__Que legal. Bom divertimento. Não me espere para o almoço caso chegue cedo- disse se apressando em engolir o croissant, pois tinha ouvido a buzina do carro da amiga. Beijou Sabrina na face e saiu. Sabrina. estava lavando as louças do café quando Rodolfo ainda sonolento entrou e foi até a cafeteira para pegar o seu café. Sabrina se antecipou a ele e o mandou que se sentasse, que ela iria o servir.Ao passar na frente do padrasto, ficou prensa entre ele e o balcão da pia
e seus corpos, depois tanto tempo, depois daquela conversa que ouvira. se tocaram. Ficaram inertes, sem saber como agir, até incomodado pelo calor do corpo da enteada e sentindo que o efeito estava começando a surgir, se separou indo se sentir, já notando que estava excitado. Sabrina, também sentira que algo se agitara entre seus corpos, mas procurou tirar aquilo da cabeça. Serviu o café para ele e voltou a cuidar do que estava fazendo, antes dele chegar. Mesmo de costas, ela sabia que ele estava olhando-a. Toda tremula, ela continuava a lavar pela décima vez, a mesma xícara. Rodolfo na verdade a analisava e sentia que aquele interesse por aquela que ele considerava uma menina, sua filha, algo mais que uma simples consideração, crescia dentro dele e vinha desde o primeiro dia em que a vira. Sempre temeu que aquela consideração, não ficasse apenas no plano familiar, mas depois da conversa com Catarina, percebeu que algo muito forte, nascia dentro de si, com relação a Sabrina. E não era amor paternal. Com o passar do tempo, viu que o sentimento que alimentava dentro de si, era de puro desejo de um homem, por uma bela mulher. Naquele exato momento em que a via, ali , na sua frente com o corpo sinuoso, as coxas sedosas e as proeminência de suas nádegas, que o short muito curto, não ocultava, percebia que estava tendo uma violenta ereção, ao se imaginar tocando aquela preciosidade. Terminado seu café, foi depositar a xícara na pia. e por breve instantes os dois se olharam fixamente. Coube a Sabrina recuar para o lado e Rodolfo saiu da cozinha, após lhe agradecer e foi para a sala, onde pegou um livro e tentou se concentrar na leitura, mas estava impossível disso acontecer. De sua mente não saia a figura de sua enteada, aquele momento em que os corpos se tocaram, e isso o atormentava demais. Jogou o livro para o lado e se levantando, foi até a vidraça. Olhava a piscina e pensava se estava agindo direito desejando aquela que ele orgulhava em dizer a todos que era sua filha. Voltou-se para dentro e caminhou em direção a cozinha, onde naquele momento, Sabrina guardava os talheres. Ele se aproximou e quando ela foi notar, sentiu os braços dele cingindo seu corpo e aquela direção que ela bem sabia o que era a lhe cutucar o traseiro.Por mero instinto se voltou, ficando de frente para ele.Rodolfo, não pensou nas consequências, mas sim no que o estava perturbando.As bocas se aproximaram e ele de forma até que violenta, a beijou. Ainda sem se recuperar do fato de estar nos braços do que ela considerava como pai, Sabrina, estava atordoada, ao sentir o sabor do beijo dele. Tentou lutar, num momento de lucidez que tivera, mas a pressão dos braços de daquela boca sobre a sua a deixou inerte, apenas se permitindo beijar. Num instante a sua língua dava sinal de vida e contribuía para que Rodolfo soubesse, que ela o estava desejando também. Seu corpo foi alçado do chão e seus braços se firmaram em torno do pescoço dele e assim se viu sendo levada para um dos cômodos da casa, que era o de seus pais. Se viu depositada sobre a cama que rescendia ao cheiro da lavanda que Rodolfo usava, e olhando de lado o viu se dirigir a porta que fechou a chave. Veio em sua direção já se despindo. A cada peça que tirava, revelava a Sabrina, um corpo de proporções que ela sempre admirou nele, quando tomavam banho de piscina. Começava a compreender perfeitamente, que o sentimento que nutria por aquele homem que respeitava além da conta, era alimentado por um desejo de mulher, que necessitava de um carinho masculino. Seu corpo pedia isso.Ao se relacionar com Mara, ela notara, que aquilo era apenas uma forma carinhosa de se dedicar a uma grande amiga que a desejava, mas que não preenchi a lacuna que o verdadeiro desejo, dentro dela queria ser aplacado. Desejava aquele homem, que se punha nua a sua frente e ostentava seu pênis, cuja glande brilhava ao reflexo da luz que a cortina filtrava para dentro quarto. Sabrina, sentia o descompasso das batidas do seu coração e quando Rodolfo subiu na cama e começou a desabotoar seu short ela o queria só para si. Teve a peça retirada do corpo juntamente com a calcinha. Ela mesma se desfez da blusa revelando um corpo lindo, onde deixava de fora o uso de sutiã , tal a dureza de seus seios. Rodolfo, olhou aquele corpo e deslizou a mão por todo ele , parando nos seios e depois descendo para aquele triangulo de pelos enegrecidos que ornamentava mais ainda o que já era belo. Ela lentamente separou as pernas, permitindo que a mão dele tomasse contato com toda sua vulva palpitante, ansiosa por aquele momento. Rodolfo, delicadamente pousou a palma da mão, naquele lugar que exalava um calor úmido. Sentiu aquela espécie de beijo que aquele conjunto erógeno lhe aplicava. Olhou para o rosto que irradiava ternura e uma agora demostrada paixão e murmurou:
__Você é perfeita e bela minha menina amada.Será que exites mesmo ou é apenas a mais bela das fantasias que a minha mente criou?
__Uma fantasia, pode falar que você é um homem adorável? Pois eu digo isso. Uma fantasia pode vibrar o corpo? Eu posso.Uma fantasia consegue desejar um homem, mesmo que esse homem seja o marido de sua mãe? Eu te desejo. Uma fantasia anseia pelo momento em que vai deixar de ser virgem? Eu anseio. Como pode ver, eu existo e estou aqui para ser a sua menina, que vai passar a ser mulher e é você quem vai fazer essa transformação. Sua mente não criou nada. Eu existo.
Rodolfo se postou entre as pernas dela e levou a boca até seu sexo. Beijou toda a extensão dele, depois separou aqueles lábios e passou a língua naquele vale rosado, onde havia uma depressão que estava tapada com uma tênue pele. Chupou-lhe o clitóris, forçando-a a gemer com toda uma intensidade que não tinha ciência de ser capaz. Deu a ela o prazer de extravasar seu gozo e depois subiu sobre seu corpo. Se beijaram e ela foi com a mão direcionando a cabeça do membro para que a mesma ficasse colada a sua virgindade. Olharam-se amorosamente e quando ele viu que as mãos dela estavam crispadas nas roupas da cama, a beijou e foi forçando o corpo de encontro ao dela. Sentiu quando seu beijo puxou mais ar que naturalmente seria. Sabrina, quis fechar as pernas quando a lança de carne iniciou a sua penetração em sua lâmina virginal. Gemeu dentro da boca de Rodolfo, o recebendo lentamente dentro da sua intimidade devassada pelo delicioso intruso que a estava transformando em mais mulher que nunca. A boca dele deslizava pelo seu pescoço, seguindo um caminho de arrepios que levavam aos seios, onde se apossou dele. Sabrina era induzida a sentir prazer e não se lembra de alguma possível dor. No auge daquele ritual, Sabrina sentiu que abriam-se suas comportas intimas e águas caudalosas eram contidas naquele dique pela tora que se tornara o único empecilho, para que se derramasse, o seu prazer. Sabrina estava enlouquecida com aqueles deliciosos e estranhos impulsos que afloravam em todo seu corpo, deixando-a sensível. Se apertou ao corpo do padrasto e elevando as pernas, as cruzou as costas dele. Batalharam aquela disputa por minutos intermináveis onde ela estava vazia de seu néctar. Rodolfo, já não podia mais se restringir em ficar impedindo que o seu prazer aflorasse, e quando anunciou que
iria gozar, retirou seu membro de dentro daquele sexo lacerado.Quando os primeiros jatos de esperma saíram daquele pênis, encontraram a boca de Sabrina, que tinha se levantado e de joelhos sobre o leito, amparava a seiva masculina que ia fundo até chegar a sua garganta. Cerrou os lábios em torno da glande e passou a senti-la pulsando em sua missão de descarregar todo aquele líquido seminal. Rodolfo se contorcia observando aquela proeza da sua filha em não deixar nenhuma gota escapar da sua degustação. Sabrina, não sabia por que, mas se sentia acima de qualquer mulher naquele momento em que deixou o membro sair de sua boca. Rodolfo a fez se deitar novamente e cobriu o corpo dela de beijos, até atingir sua boca e selaram com efusivo beijo, um amor que surgira entre dúvidas, mas que tinha, efervescido a medida que o tempo passava.
Quando a porta daquele quarto foi aberta, por ela passou uma pessoa, que ali entrara menina, mas que agora seguiria seu destino, de uma outra forma, como uma mulher. Sentimento de culpa haveria, devido as circunstância de com quem tinha sido a sua primeira experiência sexual? Quem poderia dizer?

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:18 de maio de 2015 18:22

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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Este texto foi lido 370 vezes desde sua publicação em 18/05/2015. Dados do Google Analytics

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