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Do fundo do baú

Meu mundo é você meu tesão.

Assim pensava Margarida, ao se aproximar do corpo nu de seu namorado que a aguardava sobre a cama:
__"Ele é tudo que uma mulher pode desejar. Adoro vê-lo num a me esperar com seu pau duro pronto para me possuir. Será que ele fica com o mesmo tesão que eu por me ver nua?"
Se aproximou de Eduardo, que a puxou para junto de si, passando a beijar-lhe o ventre e mais abaixo dele em meio aos pentelhos que ainda cheirava a suor devido a batalha que tinham disputado a pouco. Quando sua narina chegara mais junto da intimidade da garota, pode perceber que ela não se lavara ao sair do banheiro, onde fora fazer xixi, pois o cheiro do mesmo estava impregnado no meio de suas pernas. Aquele cheiro diferenciado, excitou mais ainda o rapaz, que já ostentava o membro empinado pronto para entrar em ação.
__Sinto teu cheiro de mijo, sua vagabunda. Fez de proposito?
__Não gosta de carne mijada literalmente falando? Pois tome-a.
Ele a derrubou sobre a cama e cobriu seu corpo de beijos. Chupou os seios que eram belos e depois a boca carnuda que entreaberta deixava escapar um doce hálito. Aquela mulher o enlouquecia e ele a cada encontro a desejava mais. Não importava que estava arriscando a vida por ela, mas sim que a tinha, que era plena em seus braços, se entregando de corpo e alma, para saciar a sede de ter contato com um corpo que a deixava louca de desejo.
Margarida, conhecera Eduardo, através de seu marido. Eram amigos e um dia ele o levou para almoçar e bastou o primeiro olhar e viram nascer uma pecaminosa identificação que os iria atrair naquela tarde mesmo. Depois do almoço, Mario, pedira licença e fora para o quarto, onde pretendia tirar um bom cochilo, habito de longo tempo, deixando o amigo á conversar com sua mulher. Eduardo se propusera a ajuda-la a lavar as louça do almoço e ela aceitara de bom grado,sentindo que tudo dentro de si estava se revolvendo. Arranjou um avental para ele que se dispôs a lavar e ela teria que enxugar. Conversavam despretensiosamente, me sentindo que algo os atraia. Margarida olhava para o corpo daquele homem e suspirava o achando um cara muito gostoso. Assim que terminaram a tarefa, deviam guardar no armário parte das louças. Estava ela a colocar os copos na arte superior do armário, quando Eduardo se aproximou dela para lhe entrega mais copos e o encontro com seu traseiro fora inevitável. Ela que usava uma saia, que ficava acima dos joelhos, não mexera um só músculo com a intenção de escapar do contato. Percebeu que ele estava de pau duro e vibrou com aquela sensação, que a encouchada estava lhe dando. Eduardo, bom no que fazia, ficara esperando a reação de desagrado dela. Mas, Margarida, não estava disposta a se descostar daquela forma que a pressionava nas nádegas e por isso ficou ali, respirando fundo, mas parada. Vendo que a ração dela era positiva para um avanço maior, ele depositou os copos sobre o balcão e a envolveu em um abraço, pressionando mais seu corpo de encontro ao dela, para que sentisse o quanto a estava desejando. Ela pendeu a cabeça sobre seu ombro, o que facilitou que Eduardo lhe procurasse a boca para dar um beijo bem molhado. A mulher toda derretida, não estava se preocupando muito se o marido os surpreendesse. Sentiu os dedos dele lhe abrindo a blusa para em seguida, perceber que o seu sutiã se deslocava de sobre os seios e os mesmos ficavam prisioneiros de mãos, que os apertava. Instintivamente, ela levou uma mão para trás entre os corpos e se apossou daquela coisa que fazia pressão na sua bunda.Alisou, sobre a calça, o que achou maravilhoso. Queria sentir, ver e poder desfrutar daquele " objeto"e por isso mesmo pegou Eduardo pela mão e o arrastou para fora da cozinha em direção aos fundos da casa onde havia um quartinho, que era a sua área de lavar e passar roupas. Fechou a porta e se atiraram um nos braços do outro trocando calorosos beijos. Eduardo a livrou da blusa e sutiã passando a chupar seus seios. Margarida, acesa, como estava gemia, clamava por mais chupadas. Desceu a saia e depois a calcinha, mostrando a Eduardo a beleza do seu monte de venus que cuidava, sem depilar, fugindo um pouco do padrão de mulher, que gostava de deixar tudo careca ou com um filete de pelo. Eduardo, tratou de ficar nu e mostrar a ela o que desejava tanto ver.
__Sinta o sabor dele em sua boca. De uma bela chupada nele - pediu Eduardo a vendo se ajoelhar e tomar na mão a peça de carne, que levou a boca, não sem antes de lambe-la.
__Bom. Muito bom o gosto. - disse olhando para ele e em seguida envolvendo a pica que se aprofundou em sua cavidade até chegar a garganta. Quase teve um engasgo, mas Eduardo retirou rapidamente toda a pica de sua boca e a fez se levantar. Puxou-a até perto da máquina de lavar e a suspendeu para ficar sentada de pernas separadas sobre a mesma e lhe oferecendo a chance de devolver-lhe a chupada. Margarida se abriu toda, quando sentiu a boca começar a roçar sua boceta. Meteu a mão entre a boca de Eduardo e a xoxota e esfregou vigorosamente o grelo. Com a boca exageradamente aberta, gemeu e passou a estrebuchar quando o gozo
chegou. Eduardo aproveitando aquele momento, se ergueu e levando o pau até a boceta dela a penetrou de uma só vez. Margarida, agarrou ele pelos ombros, fincando as unhas na pele dele.Com cadenciamento, passou a se aprofundar em fincadas vigorosas, dentro da vagina que se contraia. Olhava para Margarida e sentia que seria difícil não a querer de novo. Olhava para suas coxas de marfim e mais excitado ficava. Apertou os seios dela com tanto ímpeto, que ela que estava de olhos fechados os abriu arfando.Puxou-a de encontro a si e a beijou com uma sede de sentir aquela boca sobre a sua. O clímax chegou e ele alagou sua vagina com o esperma derramado, fazendo com que ela excitada não conseguisse conter a emissão de toda urina acumulada em sua bexiga. Aquela chuva dourada quente, o cheiro diferente, os deixou mais alucinados que passaram a copular novamente, até ficarem exaustos. De tudo aquilo, uma marca fetichista ficara. Quando terminaram, Eduardo se projetou entre as coxas de Margarida e a chupou, sentindo o cheiro diferente das ,misturas de sexo com a urina vertida.
Como se nada tivesse acontecido voltaram para a casa, indo ficar na sala. Meia hora depois,Mário aparecia, vindo do seu sono reparador.
Desde então, quando Mário, por alguma razão, não estava, Margarida telefonava para Eduardo e os dois desfrutavam de momentos de intenso prazer. Como naquela tarde, onde Eduardo cheirava as partes intimas exalavam aquele odor que os alucinava. Mais uma bela sessão de sexo estava para se completar!

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:10 de setembro de 2015 14:17

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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