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Do fundo do baú

Minha cunhada é demais

Nada importa quando queremos ter a atenção de alguém. Mesmo que seja por alguns instantes, é muito bom ter o comando de tudo. Tenho uma mulher que sabe ser gostosa quando eu quero que ela seja ou esteja dessa forma.Marina é uma mulher de 39 anos que se dedica a me dar o que eu pedir, e para falar a verdade eu sou um pouco exigente. Gosto de mulher ousada e principalmente peituda. Adoro seios grandes, onde posso me fartar de tanto massagear ou chupar e ter conteúdo na boca. Acredito que essa tara por seios tenha vindo da minha infância quando fui um dia amamentada por uma mulher de seios enormes. Ela não era minha mãe, mas mesmo assim matou a minha fome e me passou esse vicio delicioso. Como em casa de ferreiro espeto é de pau, Marina, tinha pouco deste atrativo, o que me frustrava um pouco. Porém ela compensava quando se insinuava na hora do sexo e me amolecia para dar uma bela e passiva trepada. Sou gostosa, posso garantir e já tive o meu passado de hétero onde deixava os homens malucos para mandar ver em minha bundinha empinada ou uma boa espanhola em meu seios, que se não eram fartas, pelo menos serviam para tal prática. Com o passar dos anos fui cansando de servir de depósito de porra e me mandei para o lado lésbico da coisa e me dei bem. Foi de uma forma bem aleatória, mas que deu resultados a meu favor e hoje eu estou engajada a me dar e receber o prazer nos braços de outra mulher. Sou feliz assim.
Marina é muito ciumenta isso é ponto pacifico, no entanto eu acabei por convence-la a mantermos um relacionamento aberto. Ninguém proibiria ninguém de se relacionar com uma terceira pessoa. Só não podia se apaixonar. Caso isso acontecesse, deveria contar e ver o que era melhor para si, ficar ou cair fora.
Um belo dia Marina recebeu um torpedo que a deixou meio estressada. Não queria me dizer do que se tratava, mas na hora do vamos ver, com jeitinho eu a fiz dizer do que se tratava. Sua irmã Nádia estava vindo ficar uns dias conosco. Eu não a conhecia, mas sabia por Marina que ela era muito bonita e bem safadinha.Tudo bem eu disse, a nossa casa tinha um quarto a mais e ela poderia ser acomodada lá sem problema nenhum. Mas, percebi que Marina ficara muito retraída, não se concentrava mais em nada e na hora da transa, já não se empenhava como antes, mantendo-se distante. Eu não sabia porque e para falar a verdade pouco me importava. Fiquei em casa, arrumando as coisa, quando Marina foi buscar sua irmã na rodoviária. Queria causar uma boa impressão e por isso mesmo dei um duro para deixar tudo em ordem, principalmente o quarto onde Nádia ficaria. Feito o que tinha que ser feito, fui tomar um banho por estar muito suada e também por estar um dia muito quente.Estava enrolada na toalha, verificando no espelho do banheiro, alguma imperfeição na pele, quando ouvi vozes vindo da sala e Marina me chamando. Estava sem as roupas que iria vestir, que havia deixado no quarto, pois não contava com a chegada da visita. O jeito foi sair com uma toalha na cabeça, onde meus cabelos estavam úmidos e outra enrolada no busto. Quando abri a porta e sai, parei boquiaberta. Junto com Marina estava uma pessoa do sexo feminino, que podia ser tudo, menos uma pessoa real, de carne e osso. Era Nádia. Uma tremenda gata loira de olhos azuis, cabelos longos, boca super carnuda e...pães de açúcar, dois magníficos pães de açúcar...enormes pães de açúcar no lugar de seios. Meus olhos não desgrudavam deles o que causou um certo constrangimento em nós três. Quando, Marina, pigarreando me tirou daquela contemplação perturbadora, fui até a recém chegada e a cumprimentei com os clássicos beijos nas faces que nunca se tocavam, só que eu sem perceber estava estalando os lábios na pele acetinada daquela mulher que me olhava sorrindo diante de todo o meu embaraço. Me abraçou com força comentando:
__Prazer em conhece-la cunhadinha. Vejo que minha irmã não exagerou ao dizer que você era muito bonita e ... bem deixa isso pra lá. Espero não estar trazendo nenhum incomodo a vocês. - disse e completou em meu ouvido - Você é bonita e gostosa, sabia?
Eu fiquei sem ação. Aquela deusa estava dando encima de mim na presença da irmã. E que gostosura fora aqueles seios de encontro a mim, naquele abraço forte que me deu? Não consegui articular palavra alguma e coube a Marina dizer algo.
___Ora, mana, você é muito bem vinda, não é amor? - disse enlaçando-me pelo pescoço, me chacoalhando.
___Sim, sim faz muito calor, por isso estava tomando banho. - disse eu sem perceber que nada me fora perguntado a respeito do tempo. Marina olhou para mim de cenho franzido e depois pegando a irmã pela mão a arrastou em direção ao quarto que iria ocupar. Seu rebolado, era algo perturbador. Olhou para trás e fez um bico de beijo enviado. Pensei comigo: Meu Deus como será possível viver sobre o mesmo teto com aquela tentação ?
Quando ficamos a sós, Marina quis saber o que tinha acontecido comigo para ficar daquele jeito diante de Nádia. Achou que eu tinha agido de forma ridícula demonstrando vivo interesse nele. Quis contradizer, mas estava mais que evidenciada a minha atitude.
__Viu por que eu temia a vinda dela? Eu sabia que você ia ficar parada nos peitões que ela tem e na sua beleza. Eu temia isso, só não esperava que você fosse se manifestar daquela forma tão prosaica.
__Vulgar? - me indignei, só para fazer contradição. - Acho que você esta exagerando.
__Olha amor, nós temos um trato, mas vamos com calma. Com Nádia, não. Não quero você de relacionamento com ela. Se eu desconfiar tudo estará acabado entre nós.
__Ei, amore mio,calma. Do que você esta falando. Meu amor, eu só tenho olhos para você. - disse eu cruzando os dedos sem que ela percebesse. Claro que eu tentaria chegar junto com aquela beldade que me dera aquela cantada. Eu necessitava de chegar junto com ela. Só não sabia como, sem que Marina percebesse.
Nádia era muito divertida e me fez rir muito diante de varias situações constrangedora que passara. Para Marina, que a conhecia bem, estava longe de ser engraçado o que dizia ter acontecido com ela. O dia seguinte, foi ainda mais quente que o anterior e eu resolvi ir tomar um banho para refrescar um pouco. Estava no box me ensaboando e o barulho da água nos ouvidos me impossibilitaram de ouvir que alguém mais tinha entrado naquele recinto e estava atrás de mim. Quando dedos me tocaram a bunda, dei um grito e um pulo para o lado me virando. Com um sorriso largo e aquele olhos azuis brilhantes, com os cabelos já recebendo água, estava Nádia inteiramente nua. Confesso que me assustei mais ainda por fazer essa constatação maravilhosa.
__Que faz aqui sua maluca? - gritei, mas ela não me deu chance alguma de saber. Saltou sobre mim e sua boca colou na minha, enquanto esfregava aqueles monumentais seios contra os meus. Eu nunca tinha tido um gozo tão rápido como aquele. Fiquei com a visão turva e ela me amparou antes que eu batesse no acrílico do box. Me encostou na parede fria e me lambeu todo o rosto, pescoço e desceu para os seios que chupou um á um me deixando elétrica. Mordeu os meus mamilos até que gemi de dor, ai desceu para o ventre e pouco depois chupava meus pentelhos, ou o lugar onde eles estariam se eu não me depilasse. Com certa habilidade ela separou as minhas coxas e meteu a língua entre meus lábios vaginal, alcançando o meu clitóris, o lambendo. Provocou uma reação muito forte em meu corpo que já se encontrava erotizado pela sua presença, e então nova onda de prazer tomou conta de mim e novamente eu gozei fartamente. Eu não conseguia raciocinar. No meu íntimo eu queria saber onde estava Marina, mas a voz não saía;queria saber porque eu que sempre fora a dominadora, estava sendo dominada por aquele belíssima mulher, que agachada diante de mim, chupava a minha boceta, mas não conseguia articular nada.
__Estou ficando louca. Pare um pouco senão foi ter um troço - consegui murmurar já entregue a um terceiro ou quarto goza, já não sabia mais quantos tinham me assaltado desde que ela me beijara. Mas Nádia não obedeceu e continuou me chupando. Comecei a olha através do acrílico para ver se Marina não entrava, mas ai percebi que seira o mesmo que nada, pois nos flagraria e ai o caldo iria entornar. Eu sabia que ela não merecia isso, mas aquela boca lá no meio da minha intimidade estava tão boa que me deixei levar. Nádia se ergueu e me olhando bem dentro dos olhos disse:
__Desde aquele instante que te vi saindo banheiro ontem, me imaginei te chupando, sua gostosa. Estava ansiosa para meter a língua nessa buça melada.Queria que você tivesse ido no meu quarto esta noite. Fiquei te esperando e nada. Você não entendeu o meu recado, hein sua delicia?
__Você é mais louca que eu. Nunca pensei que fosse encontrar uma mulher assim,- confessei sentindo sua mão se insinuar entre minha coxas e alcançar minha boceta. Apalpou, apertou e correu o dedo até encontrar o meu buraco, onde se perdeu.
__Assim como, ahn? Com tesão por você? Ou com os dedos dentro da tua xana? E minha irmã, não te come gostoso, hum?- gemia enquanto me cutucava deliciosamen-te me fazendo gozar e banhar seu dedos com meu suco.
__Ela é boa no que faz. E por falar nisso, onde está ela que não nos importunou até agora? - eu quis saber afinal.
__Vieram chamar ela para ver não sei o quê e ela saiu. Me pediu para avisa-la e é isso que estou fazendo. -disse rindo debochadamente - Esta gostando do aviso?
__Sim, muito sua doida. Como pode ser ão bela e doida assim?
__Você me acha bonita, mesmo?
__Não viu como me deixou sem ação. ontem?
__Vi, mas achei que você ficasse assim com todas.
__ Nunca fiquei caída assim por outra mulher como por você.
__Jura? - quis saber se aproximando de minha boca.
__Juro. Estou me realizando.
__Você me quer? Quer me comer ? - perguntou entre um beijo e outro
__Quero. - confessei, tendo o lábio inferior preso entre seus dentes
__Pois te espero esta noite em meu quarto.
__Mas Marina pode perceber. Não quero magoa-la - confessei.
__ Não sei o que você vai fazer, só sei que estarei te esperando. Tchau gostosa.
Dito isso ela se afastou de mim, me deixando deslizando pela parede até sentar no piso. Respirei por diversas vezes procurando entender o que tinha acontecido ali naquele box, sem chegar a uma conclusão. Teria sido um desmaio e tudo não passara de minha imaginação? Com muito esforço me coloquei de pé e terminei o meu banho deliciosamente interrompido. Como ir ao seu quarto naquela noite escondida de Marina. Não sabia, mas teria que dar um jeito. Não queria magoar a minha companheira e nem ser vitima do nosso acordo. Que faria?



Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:5 de março de 2015 09:39

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Lésbicas

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