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Do fundo do baú

Morgana e Karen - Duplo segredo.

Morgana, viu a filha chegar, notando que a mesma estava com um astral bem diferente. Estranhou o fato da mesma ir direto lhe dar um beijo.
__Olá mamãe, tudo bem? - disse ela lhe roubando uma torrada. Belo dia, não?
__Olá! Vejo que a noitada foi muito boa, para que e deixe logo pela manhã com um espirito tão parcimonioso.- disse a mãe, deixando de ler o matutino para observar a filha.
__Posso dizer que tive uma magnifica noite. Posso até dizer que a melhor de minha vida.- sentou-se na outra cadeira de vime que estava ao lado da mesa de café da manhã. O brilho do sol, refletido no azul da água da piscina, parecia que induzia Karen, a desafiar sua mãe. Tanto é que tirou a parte de cima do que vestia e vendo que ela não estava, ainda incomodada com sua atitude, se levantou, desceu a outra peça mais a calcinha e nua pulou para dentro da piscina. Nadou de um lado para o outro, sem se incomodar com nada, inclusive, com a presença do Pai, que acabara de chegar e vendo a sua travessura, sorriu e se sentou na cadeira, que sempre lhe fora destinada. Sem se incomodar com o fato de estar nua, Karen saiu da piscina e veio caminhando para junto do pai. Sentou-se no colo dele e o abraçando, beijou-o na boca, como sempre fazia, começando a pega mais uma torrada e passar geleia na mesma. Morgana, olhava por baixo do óculos, não aprovando aquela atitude da filha e pouco menos do marido que não a repreendia por certas atitudes, principalmente a que ela estava tomando naquele momento. Resolveu dar uma bronca nos dois:
__Isso são modos de pai e filha? Onde está a sua educação menina. Nua no colo do seu pai, nesta idade que tem? E você Armando? Não sabe que ela não é mais uma garotinha, e sim uma mulher?
__Uma belíssima mulher, você esqueceu de dizer...- completou ele sorrindo.
__Obrigada papai!
__Olha, vocês dois, os empregados estão vendo isso e aposto que criticam essa liberdade toda.
__Mamãe, eu quero que os empregados se fodam! Eles são pagos para trabalhar e ficar na deles e não se importar com os donos da casa onde trabalham.
__ Tudo bem. Pode você estar certa em certa questão, mas veja bem, você é uma mulher, belíssima, como disse o puxa-saco do seu pai, e não pode ficar nua, diante dele e tão pouco sentar no colo dele sem roupa.
__Ué, porque não? Você acha que meu pai vai ficar excitado por eu estar nua no colo dele? Deixa eu ver..._ disse ela levando a mão entre onde ela estava sentada. __Papai, não esta de pau duro!
__Já chega Karen. Você já foi longe demais. Saia já dai, senão eu vou perder a minha calma e você vai se arrepender. - vociferou Morgana, ameaçando a filha.
__Vais me bater, mamãe?
__Se não sair dai, não vejo outra alternativa!
__Ei, meninas, calma. Levante-se e vá se vestir filha. Você sabe que sua mãe tem uma certa razão - ponderou o pai, vendo que o clima estava ficando alterado e não ia acabar bem.
Karen para não elevar mais aquele mal estar, levantou do colo do pai, se curvando, pegou as partes do seu vestuário e ao passar pela mão se inclinou sobre ela e lhe deu um beijo na boca, dizendo:
__Não se preocupe, mamãe, você é mais gostosa que eu, e eu te amo muito, ciumenta. - dito isso saiu toda rebolativa, sem se preocupar com quem poderia encontrar pelo caminho e adentrou a casa.
O pai, que acompanhou a saída da filha, não deixou de nota a bela plástica que ela exibia.
__Precisava dizer tudo aquilo para nossa filha, Morgana?
__Você acha que eu estou errada? Caramba, Armando. Pode ser sua filha, mas é adulta, estava nua e não é normal, uma filha fazer isso. Pode até achar que eu estava com excesso de zelo, mas não é normal. Não que eu não confie em você que é pai dela, mas...não acho legal.
__Compreendo o que você quer dizer. Vamos passar uma borracha em tudo isso. Me diga, vais sair hoje a tarde?
__Pretendo ir na casa da Natália para irmos ao club, jogar uma partida de tênis. Por quê?
__Por nada. Apenas acho estranho quando você não manifesta desejo de sair.
__Até parece que você quer se ver livre de mim.
__Muito pelo contrario amor. Por mim ficaria com você o dia inteiro.
__Na cama, não é? - disse se levantando e vindo sentar no lugar onde a filha tinha estado. Estava vestida com uma saia branca e um top, que mal conseguia esconder os volumosos seios.__Você só me quer na cama, não é meu amor?
__Acha que não tenho razão? - perguntou ele beijando-lhe os bojos dos seios. __Você é uma mulher deliciosa. Desejada por todos.
__Mas que é só sua.-disse ela, sabendo que mentia, pois tinha em Gustavo, a mais recente aquisição amorosa, fora do casamento.
Karen, que estava olhando o casal por trás da porta por onde entrara, não pode deixar de sorrir de forma irônica, pois sabia, que a mãe chifrava o pai, apenas não tinha a comprovação dos fatos mas queria provar, diante das suspeitas que tinha. Viu quando o pai tirou os seios da mulher para fora passando a beija-los com intensidade. Um dos empregados da casa surgiu e passou, fingindo que não a tinha visto, mas ela sabia que não era bem assim. Foi para o banheiro onde pretendia tomar um belo banho e depois cairia na cama onde pretendia dormir um bom sono.
Armando e Morgana, se refugiaram na suíte do casal, onde ele a despiu, passando a acaricia-la em cada parte mais sensível do corpo
que se contorcia, demonstrando que estava desperta para o prazer. Armando de pau duro, ofertou para a esposa, que o tomou entre os lábios passando a chupa-lo. Fazia aquele exercício, pensando nos artifícios de uma outra pessoa, de quem ela não esquecia, apesar de ter um marido maravilhoso, só que nem sempre presente.
Morgana, separou as pernas, a pedido do marido e o viu se engatinha por entre ela, com o pau duro, se preparando para a possuir e fechou os olhos quando a cabeça da pica começou a forçar a entrada, imaginando que era Gustavo ali, fodendo-a. O pau do marido, percorreu o seu canal, até que os ovos dele se encostaram em sua bunda. Armando fodia sua mulher com vontade extrema, sem desconfiar que a mesma, com os olhos fechados, tinha outro em sua mente. Era gostosa e exalava um odor por demais agradável, que o deixava mais excitado, a cada estocada que dava na boceta que o engolia. Era impossível não sentir um prazer, enquanto era invadida, pois ela estava adorando a penetração, chegando logo ao gozo. O que a deixou sem folego mais sem ceder ao pedido, fora:
__Amor! Vira a bundinha e dá ela para mim?
O encanto do gozo, acabara, pois ela se recusava a dar a bunda para o marido. Essa primazia era para Gustavo. Queria a pica dela em seu rabo. Por isso empurrou o marido para o lado e se levantando da cama, foi para o banheiro. Armando, sorriu sem graça. Ficou ali na cama estirado, ainda de pau duro, quando foi surpreendido pela entrada da filha Karen, no quarto. Não deu tempo dele esconder a sua dureza, e ambos se encararam, com ela não conseguindo evitar a apreciação do membro do pai. Perguntou pela mãe e assim que soube que a mesma estava no banheiro, passou pelo pai e foi até ela. Morgana,estava mergulhada num mar de espuma dentro da hidro.
__Deseja alguma coisa? - quis saber ao vê-la se sentar a beira da banheira.
__Mamãe, eu gostaria de fazer-lhe uma pergunta e gostaria que você fosse sincera comigo.
__Se puder lhe responder...
__Só não o fará, se você não quiser.
__O que você está pretendendo Karen? Sei que você de uns tempos para cá, vem sendo muito malcriada. Lhe aviso que não vou permitir mais suas impertinências. Mas pode perguntar.
__Você tem um amante?
__O QUÊ? Como ousa me afrontar desta forma? - perguntou se levantado da banheira.
__Afrontar? Tem certeza de que eu a estou afrontando? Ou é você quem o faz, com aquele coitado, que esta lá na cama de pau duro, por algum motivo relacionado a você?
__Mas você é muito petulante. O que lhe dá o direito de se dirigir a mim desta maneira?- disse, já junto da filha que havia se levantado da borda da banheira.
__Eu só preciso flagrar você e ele.
__Mas, mas o que te leva a crer que eu tenha um amante? Que provas tem disso? - disse Morgana, se arrependendo de ter continuado com a conversa, pois acabara de dar um fora, ao perguntar:" Que provas você tem disso?". Percebera pelo sorriso da filha, que tinha se entregado.
Karen, sorrindo, deixara sua mãe pensativa. Passou pelo pai, deu-lhe um beijo e saiu. O que ela não sabia, era que Armando tinha ouvido a conversa de mãe e filha. Para ele não era segredo, que sua esposa estivesse saindo com outro. Não ligava, por isso não falara nada a ela, deixando que suas "saídas ao club", tivesse credibilidade. Ele sabia que ela era uma mulher, que tinha um super interesse em homens mais jovens. Sabia muito bem que ela a cada tempo arranjava um amante, onde o presenteava com presentes caríssimos, como viagens ao exterior, carros e o que pudesse mais agradar, desde que o mesmo ficasse a sua disposição, sem vínculos com outra mulheres. Quando ela se apresentara a ele, a muitos anos atrás, ela trazia a tira colo, a jovenzinha Karen, que ele adotara como filha, inclusive dando seu sobrenome a ela.
Karen crescera o admirando e o amando como um pai verdadeiro. Não admitia que ninguém falasse mal dele, quanto mais trai-lo, como ela tinha certeza de que sua mãe o fazia. Ela só não estava sabendo era, que seu pai, não estava sendo enganado sem saber.
Morgana, enrolada em uma toalha adentrou o quarto e sentada diante do toucador, meditava no que sua filha lhe dissera e estava preocupada, pois tudo indicava que ela sabia de alguma coisa. Onde deixara um fio solto no seu relacionamento extra conjugal?
Quando Morgana, pegou seu carro e saiu de casa, não percebeu que um carro passou a segui-la de longe. Tentando esquecer todo o ocorrido com sua filha, ela pegou o celular e digitou alguns números e quando atenderam apenas disse:
__Já sai de casa. O local é o mesmo de sempre. Estou fervendo para me dar a você. Beijos! (continua)

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:27 de dezembro de 2015 21:11

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Exibicionismo

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