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Do fundo do baú

Mother

Dr. Marlene, era uma profissional muito respeita, onde uma abastada clientela a mantinha com uma conta bancaria, que a deixava feliz e em condições de tratar da melhor maneira, seu filho Raul, que tinha 20 anos, mas que para ela ainda era um adolescente sem a minima condição, de seguir sozinho na vida. Ela era viúva a mais de 18 anos. Fora muito feliz com seu marido, tendo nele uma pessoa que além de amiga era um senhor sedutor. Dera a ela os momentos mais significantes que uma mulher , jovem, bonita, estudante aguerrida, que tinha um objetivo na vida, que era um dia ser uma excelente cirurgiã dentista. Do namorado e depois marido, recebera todo o apoio para que se formasse. Os dois se amavam de forma arrebatadora, causando inveja em muitas pessoas, das quais , aquelas que desejavam ter um caso com o homem dela.
Depois que se formara, ela e Gustavo, seu marido, levaram alguns anos para decidirem ter filhos. Curtiram a vida a dois com total liberdade, vendo a alegria das coisas darem super certo no ramo profissional de ambos.
Quando, ela percebeu que sua menstruação estava atrasada, associou o fato a uma possível gravidez, pois deixaram, o casal, a muito tempo de se precaverem, abolindo os métodos contraceptivos. Para confirmar a suspeita ela procurou por um laboratório, que fez a comprovação de que ela estava realmente grávida. A alegria do casal fora tanta, que deram uma festa, onde receberam os amigos que os parabenizavam pela bela conquista.
A vida tocava seu ritmo cadenciado, dando ao formato do ventre da bela doutora, uma forma mais arredonda. Para Gustavo era um orgulho ficar acariciando a barriga da mulher, principalmente quando estavam transando. Gostava de a colocar de lado, para penetra-la por trás e assim enquanto executava os movimentos de penetração, acariciava o ventre gravido e os seios que se avolumavam. Quando os tomava na boca, sempre fazia uma brincadeira meio incestuosa, a chamando de mãe e pedindo o peito pois estava com fome. Para ela essa brincadeira a deixava sempre extasiada. Era forma de amor que ela gostava. Sentia-se protegida, amada, desejada, procurando dar o melhor de si, para que seu homem também ficasse feliz naqueles momentos de intimidades e por isso entrava no clima se passando por mãe dele. "Brincavam" por horas, até que exausta ela caia no sono e ele ficava ainda ali, dentro dela, contemplando a maravilha que ela era.
O nascimento daquele menino, veio para dar mais alegria ao casal. Como quando comemorou o fato de estar grávida, não deixou por menos a chegada do herdeiro.
O tempo foi passando e o casal cada vez mais antenado um no outro.
Raul, esta com um ano e oito meses e já se mostrava um garoto, que dependia muito da mãe. Era até engraçado, pois não aceitava o colo de ninguém, a não ser de Marlene e de Gustavo. Gostava de interferir quando por alguma razão acordava e via eles se amando.Claro, que tudo parava, para se dar toda atenção ao rebento. Se divertiam com ele, empatando a transa deles, mas o enchiam de beijos e ficavam ali namorando como adolescentes.
Marlene, mantinha seu filho sempre por perto no local de trabalho, onde instalara uma extensão do quartinho do garoto, com uma babá, que estava ali só para vigiar mesmo, nada mais que isso.
Era já tardinha e ela se preparava para terminar mais um dia de trabalho, quando o celular tocou. Atendeu e do outro lado uma voz de homem, quis a confirmação se falava com a Dr. Marlene de Castro. Ela confirmou que sim e de imediato falou que a pessoa tinha que ligar para outro numero, mas estranhou ao verificar que o numero que aparecia no identificador de chamada era de...Gustavo. Um arrepio estranho passou pelo seu corpo, e neste instante, Raul começou a chorar. Não conseguia se locomover até onde estava o menino, pois pressentia o pior.
O corpo de Gustavo, estava sendo velado, na capela do próprio hospital a que fora levado pelo resgate. Ele fora vitima de um terrível acidente na Marginal, resgatado com vida, veio a perde-la na mesa de cirurgiã. Ela consternada ao lado do caixão recebia as condolências dos muitos amigos que havia sabido da noticia e pela rede social passaram a compartilhar a tragédia.
O tempo foi passando e Dra. Marlene passara a se dedicar com unhas e dentes, em tocar os negócios que o marido deixara e sua vida no consultório. Arranjara um sócio, os os negócios de Gustavo e assim, sempre atenta, tocava a vida, dando extrema atenção ao desenvolvimento de Raul, que se mostrava cada vez mais dependente de sua atenção.
O amor que ela devotava aquele filho, era algo pungente. Ela não sabia porque o considerava frágil sem a presença do pai. Tentava se o que ele desejasse, mãe e pai ao mesmo tempo.
Anos se passavam e aquele amor incondicional ia aumentando. Com medo de que Raul não se desse bem com um companheiro seu, Marlene se abstivera de qualquer compromisso amoroso, apesar das várias cantadas que recebia, inclusive do sócio do negócio do falecido. Era uma pessoa simpática, para não dizer bonitão, que a tratava com respeito e muita admiração. Chegara a lhe falar do amor que sentia, mas recebera um não, para encerrar o assunto.
Raul frequentara sempre os melhores colégios, onde se nutria de conhecimentos, prevendo, um futuro promissor.
Por ser um rapaz bonito, beleza essa que herdara do pai, inclusive o que deixava Marlene mais com vontade de ficar junto do filho, era o fato dele ser uma cópia fiel do seu falecido marido.Era um consolo ver, nele, os traços de quem tanto amou.
Os anos tinham passados, mais precisamente 20, desde o nascimento de Raul.Naquele dia especificamente, aniversário da morte de Gustavo, uma melancolia profunda tomara conta de Marlene, a levando as lágrimas. Desejava, que Gustavo estivesse com ela e visse como estava formoso o filho deles, mas era impossível disso acontecer. Depois de muito chorar ela resolvera tomar um banho, para que seu filho não a visse naquele estado deplorável. Mas não chegou a se levantar da cama e a porta do quarto se abriu e por ela passou Raul. Ele tinha ouvido o choro dela quando estava passando pelo corredor. Queria se certificar de que tudo estava bem com ela. Se estirou na cama ao lado dela e a abraçou. Consolou-a dizendo que apesar de pouco ou quase nada se lembrar do pai, sentia falta dele. Apertou o corpo da mãe de encontro ao seu e passou a acarinhar seus cabelos com os dedos e beijando-os. Marlene encaixada em seu filho, se deixou levar por aqueles carinhos que estavam lhe fazendo tão bem. Fechou os olhos e se livrou daquele mal estar.
__Vou lhe fazer uma massagem nos ombros para você relaxar. - dissera Raul, descendo parte do roupão, descobrindo os ombros de Marlene. Começou a aplicar pressão nos pontos que achava necessário e depois passava a mão com suavidade. Acompanhava o resultado do que estava fazendo, através de um espelho grande que ficava no lado oposto de onde estava. Sua mãe ia ficando com a expressão serena, quase que sorrindo, até adormeceu.
Não sabia precisar por quanto tempo permanecera adormecida, mas acordou com uma sensação de que estava sendo acariciada. Lembrou-se que tinha se aninhado nos braços de seu filho que lhe aplicava uma massagem, portanto quem estava trás de si era Raul, porém o que estava passando pela cabeça dele em colocar a mão, pelo decote do roupão que ela vestia e a deixar sobre um de seus seios? Sua respiração ficou suspensa, quando dois dedos se apoderaram de um mamilo, passando a torce-lo de um lado para o outro causando uma queimação na mama que parecia se esparramar para a outra que estava prensada sobre o braço. Fechou os olhos tentando criar coragem para reagir e faze-lo parar com aquilo, mas quando a mão se apossou do seio e o manipulou em uma massagem, que Gustavo adorava fazer, quando estava para transar, ela sentiu que alguma coisa espetava seu traseiro. Não queria acreditar que Raul estava excitado, mas ficou aguardando para ver se ele parava. Quando a mão, deixou o seio e saindo de dentro do roupão, foi desfazer o laço do cinto que prendia a roupa ao seu corpo, ela sentiu um calafrio. Ao olhar na direção do espelho do outro lado, abriu a boca, mas não saiu nenhum som. Estava petrificada. Seus olhos esbugalhados, expressavam o que ela estava sentindo em sua mente ao ver refletida no espelho a figura de quem estava a desnudando. Era Gustavo, seu falecido marido. Ele a encarou através do espelho e sorriu. Sua mão pousou sobre o ventre dela e o acariciou, como sempre o fizera, para depois descer e se introduzir na união das duas coxas, onde brincava com os pentelhos e entre a vulva. O medo que sentira, estava deixando lugar para a satisfação de ser acariciada novamente pela mão do homem que tanto amara. Vagarosamente ele, retirou o roupão dela e se encaixou entre suas nádegas. Estava lindamente nu, e quando ela levou a mão para trás entre os corpos, pode sentir os pelos do seu peito, que sempre a fascinara. Forçou a descida da mesma, até passar sobre os pentelhos e tocar no membro duro, que se achava prensado em sua bunda. Alisou aquela peça amada, desejando poder vê-la e ter a primazia de a colocar na boca e voltar aos velhos tempo e chupa-la por minutos a fio. Foi sendo virada e teve seus olhos presos nos olhos daquele homem que amava e que estava ali para ama-la como ela desejava ser amada. Ele sorriu.
__Oi!- disse depositando um beijo leve nos lábios dela.
__Oi.- mal conseguiu falar de emoção encantamento ao sentir a doçura do leve beijo, apesar de perceber a friagem que ficara nos lábios beijado.
__Senti saudades, de você, do seus corpo, destes olhos. Precisava sentir os seus seios, essa delicia que são seus pentelhos e o que eles ocultam. Senti saudade de estar assim excitado por te tocar e ver que continuas molhadinha e linda como sempre.
__Você continua galante depois de tanto tempo. Como é bom ouvir a tua voz. Poder te ter em minha mão, assim duro, me desejando, pronto para entrar em mim. Me beije, chupe meu pescoço como sempre fazia e depois te dou meus seios para você mamar.
As bocas se uniram, e dentro das mesmas um duelo se travavam para ver quem solvia mais saliva do outro. A boca, que ainda estava com os lábios gélidos, resvalou pelo queixo, desceu até o pescoço e ali ficou passeando de um lado para o outro até que fez o caminho, rumo ao par de seios que a aguardava. Marlene, com uma mão alisava o membro e com a outra se bolinava, esfregando com frenesi, os lábios vaginais, onde um clitóris saliente pedia um toque. Os seios eram agraciados com chupadas alternadas de pequenas mordidas nos mamilos, que causavam um efeito devastador na eroticidade daquela mulher. Em meio ao prazer, ela só estranhava uma coisa, o fato de Gustavo não ter perguntado por seu filho Raul. Porém, a mulher não se contenta em ficar na expectativa, quer tirar a limpo o porquê de certo fato não acontecer. Quando a boca direcionou-se para seu sexo ela disse:
__Seu filho já é um homem feito. Parecido com você em tudo, sabia?
__Sim.
__Ele estava me consolando, por hoje eu estar triste relembrando, que você se foi nesta data. - completou, quando ele chegou entre suas pernas.
__Eu sei. Eu vi ele aqui. Por isso eu vim.
__Gostaria que ele o visse como eu vejo, apesar de não saber como isso esta sendo possível, se você morreu.
__Ele esta aqui. Só não pode me ver.
__Aqui? Onde? - disse ela se erguendo e olhando para todos os lado e nada vendo.- Não ele não esta aqui.
__Olhe no espelho.
Marlene ficou estática olhando para o que se mostrava ser seu filho Raul, que estava entre suas pernas com a cabeça voltada para o espelho. Demorou para ela assimilar que seu falecido marido, estava se materializando no corpo de seu próprio filho, para ter contato com ela. Então o membro que ela tinha na mão era de seu filho. Mas o sentia de Gustavo nas suas melhores transas. Seu pensamento estava muito embaralhado, quando percebeu que Gustavo se virara e vinha lhe possibilitando a chance de o tomar na boca enquanto era chupada por ele. Ainda teve um minuto de excitação, mas diante do membro tão conhecido e desejado, ela abriu a boca e foi engolindo a preciosidade que saciaria suas entranhas.O que tinha sido revelado á poucos instantes atrás ficara para segundo plano,o que importava era delicia que tinha já tocando sua garganta.
Quando Gustavo lhe pediu, que ficasse de quatro, sabia muito bem o que ele pretendia e sem saber por que sua mão foi em direção ao criado mudo e abrindo gaveta tirou de lá, seu creme vaginal que ela usava, quando se sentia ressecada. Passou para o marido, se se utilizou de boa dose do gel para untar o seu orifício traseiro. Quando ela sentiu a glande encostar nas suas pregas, ela jogou o corpo para trás fazendo com que o membro deslizasse completamente, até sentir nas nádegas os pentelhos. Ele a puxou de encontro a ele se deixando cair para trás com ela montada nele. Estava estupidamente atolada na vara dele. Se apoiando em suas pernas ela passou a subir e descer sobre o membro que estava dentro do seu ânus. Olhava para sua vagina e a via aberta vertendo seu gozo que ia molhar os ovos e sua bunda. Aquele delicioso som de sexo úmido ecoava pelo quarto. Ficaram naquela posição por um tempo bastante significativo, para depois acabarem ficando de lado onde ela podia ver o pau dele entrando e as vezes saindo totalmente do seu cu. Recolocava-o no lugar e se via sendo apalpada nos seios e no ventre.
Estava ofegante, quando percebeu, que Gustavo pulsava dentro do seu reto. Contraiu com toda sua força os músculos anais, para reter tudo que ali estava sendo depositado. Seu corpo estava todo molhado de suor. Não tinha saído de dentro dela quando a virou para si e depois de beija-la disse:
__Armando gosta realmente de você ao longo de todos esses anos, você ainda é uma deliciosa mulher, não deve ficar sozinha dependendo de artifícios para se acalmar. Não me oponho a nada. Estou feliz de te ver, de te possuir novamente. Agora tenho que ir. Cuide, como vem fazendo, do nosso filho e me perdoe por toma-lo emprestado para te ter. Adeus meu amor! - disse começando a ficar translúcido em sua aparência de homem maduro.
__Quando o verei novamente? - perguntou Marlene. - Não me deixe sozinha por tanto tempo.
__Não sei quando te verei, mas estarei por perto. Diga a nosso filho que ele será um grande homem se continuar assim como é.
__Eu direi!-mal acabara de falar ele desaparecera. se deixou cair na cama. mas sentiu que não estava só. Seu corpo estava retendo através do ânus um invasor. Não queria acreditar, mas ao virar a cabeça para trás, viu o rosto crispado de Raul, que ainda refolegava depois de ter ejaculado dentro do cu de sua mãe.
A partir daquele dia, Marlene nunca mais ficara sem transar.Dera, depois de consultar seu filho, uma chance para o cara que a muito tempo estava esperando por ela. A unica exigência de Raul, fora de que ela nunca mais o deixasse dormir sozinho. Claro que ela aceitou, pois era a chance de algum dia, Gustavo se apossar do corpo do filho e a fazer feliz de novo.
Seria isso mesmo, ou...?



Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:25 de setembro de 2015 15:51

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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