Conto Erotico | Historia Erótica

Publique seu texto gratuitamente!

Autores mais lidos
Loja História-Erótica
Conto erótico no isntagram
conto erotico no youtube
conto erotico no tumblr
Imagens Eróticas
Do fundo do baú

Na bunda não, por favor.

Caminhando alegremente pela calçada, Alicia, estava ansiosa para chegar ao encontro que marcara com Marta em seu apartamento. A muito que as duas viviam um intenso caso de amor. Tinham se conhecido em uma exposição no Anhembi e fora um amor a primeira vista. Alicia era uma mulher casada, com um dos expositores daquele evento. Bem sucedida na vida, ela levava o que se poderia dizer ser uma dupla personalidade. Não deixa transparecer que gostava de uma vida mundana, mas era bem diferente o seu modo de agir, quando sentia necessidade de por para fora a sua ânsia de viver uma vida a todo vapor. Mostrava-se dócil, quase que inocente e com isso cativava o marido e uma legião de admiradores ocultos. Era a mais badalada pelas mulheres da alta sociedade, pois as presenteava com "adereços" de muito bom gosto e preço. Era bem amada, aliás, era muito mais que isso, se sentia idolatrada pelo marido que não poupava esforços para dar a ela tudo que desejasse. Ela estava com ele por puro comodismo. Nada a prendia, apenas as mordomias. Passava a ser um bom negócio para ela ser mulher de Abelardo Rosa Pinto. Ironicamente, por não achar muito eficiente o final do nome do marido ela preferiu ficar com o de solteira, no que ele concordou. Alicia nunca saia com um dos vários carros que tinha. Preferia tomar táxi ou então caminha á pé como o fazia naquele momento. Sua beleza era marcante, onde o loiro dos seus cabelos longos realçavam os olhos verdes que tinha. Possuía uma bela estatura, que com sapatos de salto a agigantava. Caminhava com elegância de quem pisava em uma passarela de modas. Adorava chegar ao apartamento de Marta e ser recebida com pompa. Marta era uma bela morena,cabelos curtos, tinha estatura um pouco menor que a de Alicia e possuía um dos mais belos sorrisos que ela tinha visto. Aliás fora o sorriso dela que a cativara a ponto de levar Alicia para a cama. Era lésbica assumida e tinha rompido um caso traumático, mas que graças ao serviço tinha sido superado e com
o envolvimento com Alicia passara a ser secundário.
Alicia tocou na campainha e a porta se abriu, presenteando-a com a presença da morena. Eram duas belezas conflitantes. Mal fecharam a porta se abraçaram e trocaram um longo beijo. Depois disso, de mãos dadas foram para a cozinha, onde uma mesa de frios as aguardava. Sentaram junto ao balcão que servia como uma divisória e sobre ele comeram as iguarias regada a vinho. Uma admirava a beleza da outra e se acariciavam no rosto, colocavam pequenas porções nas bocas e entre uma coisa e outra se beijavam. Quando terminaram de comer foram para sala onde colocaram um dvd para assistir. Se enrodilharam em um canto do sofá e ali ficaram. Alicia , com a cabeça apoiada no peito de Marta, ela tinha os cabelos acariciados pelos dedos da amante. Olhou para a companheira, correndo o olhar pelos seus lábios carnudos e a viu se curvar e esmagar sua boca com um beijo, onde a língua rebuscou cada canto do seu palato. Sugou-a , deliciando-se com a textura da mesma que brigava com a sua. Deixava-se ir nas ondas do prazer e se sentia feliz. Quase não notou quando os dedos de Alicia desabotoaram sua blusa e se insinuaram para dentro do decote, penetrando no bojo do sutiã onde procurou tocar em um certo pico que se encontra teso a espera da doce caricias. Suspirou quando o mamilo foi torcido e retorcido e quando o dedo brincou de circular a auréola num carrossel de excitação, que provocava uma comichão bem lá embaixo, no vértice das coxas, onde se escondia o seu centro jubiloso.Levou a mão ate o rosto da amada e o tocou suavemente. Marta, sacava um dos seios para fora do bojo, acariciando-o com massagens. Alicia, gemendo se contorceu e libertou o outro pomo, que recebeu a mesma atenção em termos de caricias. Com os dois seios nas mãos, Marta os juntou e passou a brincar com os bicos dando pequenos petelecos neles. A cada ação, Alicia reagia de uma forma, gemendo e se contorcendo. Estava arrepiada e gostava muito de assim ficar. Alicia levou as mãos até suas costas e soltou o sutiã,tirou a blusa também e admirou a beleza de busto que aquela mulher, que estava ali deitada em seu colo, tinha. Achava tudo perfeito em Alicia. A ajeitou, fora do seu colo e ficando ao seu lado se debruçou sobre ela e buscou um dos seios. Passou a língua sobre o mamilo d depois o sugou. Deu uma mordidinha de leve e ambas sorriram. Se endireitou e olhando para Alicia, acariciou suas tetas com as mãos, e depois as desceu para a calça, donde soltou o cinto, abriu a mesma e a desceu puxando-a pelos pés. Acariciou os pés dela e levou um deles a boca onde chupou cada dedo. Era uma tortura o que Alicia estava sofrendo e sem poder se conter enfiou a mão dentro da calcinha e foi buscar sua intimidade, que encontrou super molhada. Remexeu entre suas dobras que estavam orvalhadas e mergulhou um dedo no canal alagado. Retorceu o corpo, quando sentiu a boca de Marta na sola do pé, aplicando lambidas que a deixava em estado de gozo. Vendo o que a amante fazia, Marta veio em seu auxilio e afastando a calcinha, o mais que pode pela lateral, procurou com seu dedo acompanhar o dela, sentindo aquela lubrificação abundante. Os dedos se encontraram e brincaram dentro dela, provocando um turbilhão de sensações explosivas, amolecendo seu corpo em uma lassidão plena.Era o torpor do momento mágico que prenunciava ao orgasmo. Se não bastasse aquela siririca dupla, Marta estava chupando o seu grelo, tornando insuportável o controle da situação, sem gozar. E foi o que fez, de forma ruidosa e cheio de contorções. Ofegante tentou ficar sentada, ma se viu virada de bruços, a calcinha retirada e a bundinha empinada coberta de beijos. Ronronava como uma gatinha manhosa e sonhava acordada quando sentiu que suas nádegas estavam sendo separadas e um dedo percorreu seu rego, brincando com o buraquinho dela. Tentou se livrar daquele assédio, mas Alicia parecia persistente e desceu a boca entre as partes e mordiscou cada uma delas, provocando um certo arrepio na pele acetinada. Tocou as preguinhas do ânus com a ponta da língua e procurou separa-la para uma penetração. Alicia se voltou e olhando para Marta pediu:
___Na bunda não, por favor.
___Mas você sempre gostou e sabe que eu adoro esse seu buraquinho mimoso. O que que aconteceu?
Alicia, não queria dizer que estava ainda com a impressão da penetração de Abelardo na noite anterior, quando foi fazer amor com ele e o mesmo a pegou desprevenida penetrando no ânus. Não apreciava essa prática com seu marido e sim só com Marta. Teve que explicar isso a ela, que a confortou e entendeu. Voltou a acaricia-la, arranhando suas costas até passar pela bunda e descer ás coxas. Alicia queria se sentir limpa do pênis que a penetrara. Marta a olhava e se comprazia em saber que ela estava cada vez mais incorporada em leva-la a sério. Alicia se sentiu um pouco arrependida de não deixar Marta te-la penetrado no ânus, mas pretendia recompensa-la fartamente, era só ela esperar, pois o que era dela da mesma seria.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:26 de fevereiro de 2015 22:07

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Lésbicas

Compartilhe este conto erótico com seus amigos
Este texto foi lido 1.945 vezes desde sua publicação em 26/02/2015. Dados do Google Analytics

Comentários

Novo comentário

Os comentários serão moderados. Não serão aceitos comentários agressivos ao autor e/ou que divulguem sites comerciais. No campo nome só aceitaremos nome de pessoas. Se tiver interesse comercial Fale conosco para saber nossa política de publicidade.

Não há comentários até o momento. Seja o primeiro!

Deixe seu comentário abaixo

*Campos com esta marca são de preenchimento obrigatório.
*

Seu endereço de e-mail não será publicado

Mova o seu mouse para fechar essa ajuda.
*