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Nada importa se não for você - 2

Aquela menina que chamava a atenção de todos, por sua beleza e graciosidade,me deixava cada vez mais encantada. Não me cansava de olhar para ela, o que as vezes a deixava encabulada.
__Você me deixa sem jeito com esse seu olhar.-disse olhando para a mesa.
__Quem mandou seus pais fazerem uma criatura tão bela? - retruquei vendo-a ficar corada.
__Por favor! -disse caindo na risada.
__Que foi? Eu disse algo engraçado?
__O mais curioso de tudo é que não.Nenhuma de nós disse algo primordial.
__O que por exemplo?
__ Se vamos ser amantes, como devo chama-la? A mim como chamara?
__Oh, é mesmo! Não nos apresentamos até agora. Meu nome é Daniela ou Dani, como muitos me chamam.
__Belo nome. Me chamo Suzana, a seu dispor.
__O nome é tão belo quanto a dona dele.
__Lá vem você de novo com bajulação.
__Posso lhe fazer duas pergunta em uma?
__Claro! O que quer perguntar?
__ A pouco tempo atrás você disse, que eu não merecia alguém como você e agora pouco, que vamos ser amantes. Por que disse tudo isso?
__Respondendo a sua primeira questão, eu disse aquilo, porque realmente eu não sou uma pessoa que mereça atenção, da forma como você esta me dedicando. Nunca fui uma pessoa que se pudesse contar para os momentos mais difícil. Sei que sou instável. Minha amigas, se é que posso chama-las de amigas, me toleram, mas não me curtem. Tanto é que me desgarrei delas e você não viu nenhuma vir atrás de mim. Quanto a segunda pergunta, sinceramente não sei por que falei aquelas palavras. Talvez uma forma de dizer que nossos nomes não tinham sido ditos, sei lá.
Fiquei decepcionada com a segunda resposta, mas achei ela uma garota muito sofrida, por não ter amigas reais. Não seria por causa da beleza dela? Inveja, nos deixa em situação de abandono. A beleza dela devia estar a afastando do convívio das outras não tão belas.
__Você quer sair em busca delas?
__Não. Prefiro ficar em sua companhia.
__Sério?
__Estou sendo sincera. Você me dá atenção demais e eu não posso jogar isso fora. Até agora é a unica pessoa que não me deixou de lado. Ao contrário, tenta se aproximar de mim com uma proposta, pra lá de intimista.
__Não se sinta pressa a mim por nada que não esteja do seu agrado.
__Tai! Esse é um ponto positivo. Estou te achando uma criatura que busca alguém para dividir suas emoções e que viu em mim a possibilidade de ter encontrado.
__Pena que você não quer tentar.
__E se não desse nada certo, da forma como você pode estar prevendo? Já lhe disse que nunca sai com mulheres a fim de ter um caso.
__E eu torno a lhe perguntar, por que você não experimenta? Vamos passar um dia ou uma noite juntas e você decide.
__Ser lésbica é assim? Dão a chance de alguém se decidir por ficar ou não com vocês?- inquiriu sorridente.
__Não! O que estou fazendo, é dando uma chance a mim mesma de ter você do meu lado. Não precisamos nem ir para a cama. Apenas quero saber que você é minha, que posso vê-la do meu lado, sentir esse perfume que teu corpo exala, já me será o bastante.
__Não deseja tocar em meu corpo?
__Não, se você não permitir.Não precisamos fazer sexo.
Ela olhou para mim e sorrindo segurou minhas mãos entre as suas.
__Você é uma figura, Dani. Vou tentar.
__Como? Que disse? - perguntei, não acreditando no que tinha tido a impressão de ter ouvido.
__Vou tentar um relacionamento com você. Mas não te garanto que vou me entregar a você. Pode ser até uma dia...
Minha alegria era tanta que muitos ao redor de nós olharam para a nossa mesa. Não quis ficar mais nem um instante, naquele lugar. Queria que ela viesse até os dois cômodos que eu alugara para viver em paz, pois com minha família não havia acordo. Minha opção sexual era condenada e praticamente me expulsaram de casa.
Para surpresa minha, ela concordou. Eu estava exultante e não conseguia, não expressar a euforia que palpitava em meu peito.
__Gostaria de ir para lá agora? Ou quer ficar mais um tempo por aqui?
__Estou em suas mãos. Como disse quero tentar ficar com você e ver se consigo ser mais feliz ao teu lado. Sei que minha decisão é meio tempestiva, mas como disse, sou instável.
__Vamos trabalhar isso, juntos, ok? Sei que vou fazer você me entender e vir a gostar de mim.
__Sei que vai fazer de tudo para isso. Se eu te disser uma coisa, você não vai acreditar.
__Diga!
__Estou com vontade de te dar um beijo, mas não aqui, no banheiro, pode ser?
Olhei para ela e sem saber se acreditava ou não, no que estava ouvindo. Sem nada dizer, nos levantamos e caminhamos para o sanitário feminino. Encontramos dois reservados vazios e num deles entramos e fechamos a porta. Eu não me atrevi a tocar nela, mas Suzana se aproveitou daquele espaço diminuto e se encostou em mim. Me olhou bem nos olhos e segurando meu rosto com as mãos, veio com sua boca e me depositou nos lábios a boca mais gostosa que eu tinha sentido na minha em toda minha vida. Eu que sempre fora atrevida, avançando o sinal, forçando, quase que obrigando as garotas a se darem a mim, estava ali sem reação. Suzana tremia também deixando bem claro que era iniciante naquele ramo amoroso.O que eu não esperava era ter um gozo, enquanto era beijada. Eu era beijada. Eu a experiente, a arrogante "entendida", estava de quatro por uma jovem "recruta". Chorei. Chorei de me sentir uma mulher que estava tentando conquistar outra mulher por quem me apaixonara naquele dia. Uma desconhecida. Uma bela desconhecida.
De mãos dadas saímos daquele banheiro, diante dos olhares de outra mulheres, que sabiam o poderíamos estar fazendo naquele reservado. Só que eu estava radiante, maravilhada, vibrante.Não voltamos para uma mesa, mas sim saímos para o estacionamento do shopping e pouco depois rumávamos para minha casa. Era um lugar aconchegante onde eu tinha meus surtos de solidão, alegria ou paixão. Assim que abri a porta, antes que ela entrasse, eu a carreguei e passamos pelo umbral da porta. Minha mão tocou a pele da coxa dela e eu me sentir como se estivesse em intimidade com ela. Suzana, gostou, daquele ia ser o seu cantinho também. Meu contentamento era enorme e só de ver o sorriso dela ao me olhar, era por demais agradável. Fiz um jantar aconchegante e depois ficamos a falar de futilidades.Com o passar das horas, achei que deveria leva-la para casa. Outra surpresa me aguardava.
__Não quer que eu durma aqui com você? - me perguntou séria.
__Você esta brincando comigo? É sério isso que disse?
- questionei sem acreditar no que tinha ouvido.
__Só se você não quiser.
__Mas e seus familiares?
__Aviso eles que vou dormir na casa de uma amiga.
Era muito bom para ser verdade. Ficamos até tarde trazendo a tona casos vividos por nós. Na hora de dormir, ela quis tomar um banho quente e eu lhe emprestei uma muda de roupa ´para que pudesse vestir e ir para a cama. Deixei que ela ficasse com a minha cama e com um colchão extra, o coloquei no chão ao lado da cama, e mesmo contra sua vontade me deitei nele. Ainda conversamos um pouco, até que tudo ficou em silêncio. Eu não conseguia dormir e ficara por longo tempo olhando para cima, na cama o que dava para ver o corpo dela. Não sei ao certo quando acabei adormecendo. Não sei quando tudo aconteceu, mas me senti enlaçada e acabei acordando, vendo com alegria os braços de Suzana sobre seu corpo. Ela viera ficar junto dela e a abraçava fortemente contra seu corpo. Sorri feliz da vida. Percebi a maciez dos seios dela de encontro as minhas costas, o calor do seu corpo que me aquecia e maciez das coxas que roçavam nas minhas. Dormi feliz da vida. Agradeci por ser domingo e poder ficar mais tempo na cama e com ela ao meu lado.
Alguém pode imaginar, como eu estava, ao acordar naquela manhã de domingo e me ver envolta pelo braço, daquela que eu mais desejava, da garota dos meus sonhos, em minha casa, num colchão, no piso, ao meu lado, dormindo como uma princesa que era? Acreditem, nunca uma manhã se mostrou tão radiante. Com cuidado, fui me virando, até ficar de frente para ela e poder fitar seu rosto angelical. Como pode uma mulher ser linda, quando esta dormindo ao nosso lado? Quando ela é p fruto de nossa paixão, pode. Com todo cuidado do mundo, passei a costa da mão sobre sua face, com medo de acorda-la. A tentação estava grande. Queria beija-la, toma-la em meus braços, aperta-la de encontro ao peito e dizer o quanto a queria e a amava. Pelo decote da camisa que estava usando, um pouco mais larga, da que certamente usava, se podia ver um pedacinho dos seios unidos por causa da posição do corpo. Respirei fundo e com outro cuidado extremo, com as pontas dos dedos, puxei um pouco o decote para ver dentro dele, as duas tentações. Me sufoquei e estremeci de desejo. Queria toca-los, sentir a textura de ambos, mas me contive. Iria avançar demais num acordo feito e poderia estragar tudo. Já considerava uma avanço ela dormir comigo abraçadinha, sem que eu a forçasse a isso. Por que não ficar na minha e esperar? (continua)

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:15 de setembro de 2015 07:54

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Lésbicas

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